sábado, 30 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 60

TUGAS
DKLSAÇLD
ÇDKASÇ

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 59

ENCAIXE
LDºD
ÇSDSAÇL

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 58

CHEIRO
FJDSLK



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 57

SUGESTÃO COLECTIVA
ljfdsl

terça-feira, 26 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 56

PERSPECTIVA
LKFDSÇL

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 55

PRISION BREAK
FJKDSLF

domingo, 24 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 54

TAKE OFF
FKLÇDF

sábado, 23 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 53

FRESCA
FDDSÇL
FKJDSKLF

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

The Last But Not At All The Least


çºldsd
Este blog vai novamente de férias, desta vez para o Paraíso, nem mais.
Prometo que é a última vez este ano (mas, nunca se sabe...)
Fiquem na agradável companhia da Geolândia.
Até Novembro.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

MAGIC MOMENTS 123

DVD 30 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
fjds
À vida.
Pese embora a polémica relativa ao significado da letra desta canção (aparentemente é sobre reis destituídos), para mim esta canção sempre me inspirou vida. Talvez seja da orquestra ...
ldfkdçf

jkljk
Este espaço de dedicatórias termina aqui.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XI
fkjdsl fjdskl
Macro Mecanismo Relógio
dfçldçf
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Estava no Chuveiro Orgásmico. Mas não estava sozinho. A ruiva estava lá. Estava a mostrar-lhe a sua vagina. Ele bem que espreitava para dentro do buraco que ela tinha entre as pernas, mas não conseguia ver nada. E ainda por cima ela só o deixava ver enquanto o barulho se ouvia. Depois tinha que ser ele a mostrar-lhe a sua coisa.
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
Que maçada … Agora era o raio da Mãe-Inspectora a bater-lhe à porta. Foi abrir. A Mãe-Inspectora tinha a cara da ruiva e a ruiva estendeu-lhe uma folha translúcida amarela onde estava escrita a palavra sexo.
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Piscou os olhos.
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
Olhou para o lado. O Ilac estava no seu quarto?
Sentou-se, estremunhado.
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
O Ilac estava a bater no vidro com um ar de ansiedade. E gritava qualquer coisa muda.
Mas que chatice … Outra vez a Mãe-Inspectora?
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Não … Não! Era um alarme, caramba. O seu alarme. Para acordar. Deu-lhe uma cotovelada, antes que o raio da coisa começasse a esguichar água. Levantou-se. Ilac tinha agora as mãos na cintura e olhava-o do outro lado do vidro, como se para se certificar que ele tinha realmente acordado.
Olhou para as horas. 07.32 GMT.
Caramba! Vestiu o fato UV, engoliu a pílula amarela, penteou-se com as mãos e procurou os óculos. Olhou para Ilac que lhe acenou um "O" de OK do outro lado do vidro. Olhou em volta à procura da folha amarela translúcida, pegou nela e saiu. Depois correu pelos túneis fora até alcançar a ponte e dessa vez apanhou a passadeira rolante. Levaria exactamente 15 minutos até chegar à Praçeta Quântica e depois teria que subir no elevador panorâmico até à entrada principal da Central da Cúpula. Correu pela passadeira fora, o que lhe abreviaria os 15 minutos para metade. Nem pensar em chegar atrasado! Teria uma Mãe-Inspectora pespegada lá fora durante o próximo mês ...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fetiche #38

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Life is like a box of chocolates, you never know what you're gonna get." - Forrest Gump
çlfdºçdf

dlsakld
[Bombons Sortidos]
1. Expressão de gula absoluta e suprema > 2. Existe uma anedota astrológica que fala do comportamento de cada signo relativamente a uma caixa de bombons - o Gémeos (sou Gémeos) experimenta um de cada, antes de se dar por satisfeito > 3. Variedade, portanto, será a palavra de ordem aqui > 4. De chocolate de leite, de chocolate preto, às vezes de chocolate branco (mas nem sempre), com nougat, com recheio cremoso, com recheio aos pedaços, com recheio crocante, com recheio de frutos, com recheio de baunilha, com caramelo, com licor, com menta, cobertos, sarapintados, polvilhados, sei lá, surpreendam-me! > 5. A palavra de ordem é, portanto, órgia total e suprema de chocolate e outros sabores > 6. Sendo que uma caixa inteira já não é possível como noutros tempos numa só noite (a partir dos 30 os intestinos começaram a não aguentar tamanha violência), 2 ou 3 duma só vez é o ideal > 7. Têm de ser agradáveis também à vista, com classe, bonitos, opulentos, porque os olhos também comem, obviamente

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Rocky
Realização: John G. Avildsen
Ano: 1976
dlçfkdçsl

ç ld
"Adrian: Why do you wanna fight?
Rocky: Because I can't sing or dance."
dfkdsçl
Recordo:
... um filme simples, sobre um homem simples, um brutamontes, que tem um sonho ...
... interpretações puras, sem grandes genialidades, mas ainda assim muito próximas da realidade ...
... o papel que assenta que nem uma luva a Sylvester Stallone e que foi sempre o seu mais querido personagem ...
... as escadas, sim, aquelas escadas e aquela música ...
... uma história de amor bonita entre um bruto burro e uma tímida feiosa ...
... os murros, esses, dispenso, mas até se vêem ...
... um filme ingénuo, doce, cru e mágico ...
... o único que vale a pena ver da saga interminável a que deu origem ...
dlskfds

domingo, 17 de outubro de 2010

Macro Secrets 54

dfjkl
I'm calling the shots now.
And it feels damn good!


sábado, 16 de outubro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XI

O Tecto
dfçlf

sçdfkdsçl
É, provavelmente, o tecto mais famoso do mundo. É sempre mais baixo e mais pequeno do que estávamos à espera. Mais acolhedor. Mais aconchegado. Mais deslumbrante e mais opulento. Mais simples, também. Mais puro.
Na impossibilidade de o fotografar (é proibido (com ou sem flash) e eu sou uma menina respeitadora de regras (ao contrário do meu irmão que o filmou à sucapa)), tentar-se-á aqui fazer o retrato textual do mesmo.
dlfkdçs
Azul, muito, a envolver-nos, a abraçar-nos, a esmagar-nos.
Depois a profusão de cores belas, quentes, harmoniosas, onde nada choca e tudo se dilui suavemente das nossas íris aos nossos sensores nervosos, que respondem vibrando de emoção.
O famoso tocar de dedos entre Deus e Adão será o que os olhos procuram assim que o corpo entra dentro da sala. Será muito provavelmente a imagem, de todas, mais reconhecida pelas míriades de nacionalidade, credos, raças, idades e estratos sociais e culturais que desaguam todos os dias em cachos ávidos na Capela Sistina.
O Vaticano é sádico. Senão vejamos: somos obrigados a percorrer todos os muses, antes de conseguirmos chegar à Capela. Impossível adquirir bilhete apenas para a Capela. E a Capela está precisamente no fim da visita. Aliás, se repararmos, a Capela seria supostamente o início da visita, uma vez que as figuras dos tectos por onde passamos estão todas na direcção oposta à qual avançamos.
Esquina sim, esquina não lá está a setinha a apontar para a direita ou para a esquerda, como uma cenoura que nos acena - "Capela Sistina". E a malta atropela-se, galgando corredores e corredores e corredores atulhados de obras-primas que passarão, muitas, despercebidas à grande maioria das pessoas. Assim de repente, de memória, recordo apenas: os deslumbrantes quartos pintados por Rafael e o famoso "A Escola de Atenas", do mesmo Rafael. Sei que havia muito mais coisas. Não as recordo.
E tectos, tantos tectos, magníficos.
jgdlfkg
Finalmente, a Capela Sistina.
Entramos, portanto, ao fim de quilómetros e quilómetros de relíquias com a língua de fora, salivando de expectativa. E a expectativa não é de forma alguma gorada.
Olhamos para cima e rodopiamos de boca aberta, um sorriso estupidificado nos lábios.
Tenho a certeza que pela maioria das cabecinhas passa um pensamento semelhante a este: "Sacana do gajo! Era doido varrido! Como é possível?"
Sim, foi possível. E imagina-mo-lo. Em cima de andaimes, as costas todas viradas, numa posição impossível, durante meses, os seus ajudantes espalhados pelos andaimes dando os retoques no traço do Mestre. Imagina-mo-lo, rugindo entredentes, soltando impropérios, olhando as paredes, pintando, pintando, pintando, numa loucura genial que séculos mais tarde continua a ser uma das maravilhas do mundo.
O Tecto da Capela Sistina.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 112

Simple Equation
kçdslf

sdjfskçl
Dear Charlie,
hjkghç
Life is a simple equation. So simple, sometimes we don't get it, no matter how hard we try to unveil it or maybe because we're so worried about finding a solution to it, that we don't see what's right in front of our eyes.
Life is a simple equation. For every action you take, there is a reaction. That's it.
The problem is we tend to think that only conscious actions have reactions. Maybe we're programed to think like that, genetically, the same way we're programmed to see patterns in every caotic situation. How many times have you looked at the clouds and tried to see objects or faces in them?
Life is a simple equation. The fact that we're programmed to only take notice of what we do consciously, does not rule out the fact that most of the times it's what we do unconsciously that determines the course of our lives. Because every unconscious action also has a reaction.
And so I came to this conclusion - no matter how well you programm your life to happen according to certain parameters, it never works, Charlie.
And even more important, the things we don't program are exactly the ones that count and make us happier.
Life is a simple equation. We complicate it. We're complicated. It's in our nature. It's in life's nature to simplify.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

MAGIC MOMENTS 122

DVD 29 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
kfdlsç
Ao Paulo Bento, pois claro!
Mas havia dúvidas?
sldkasç

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor X
dlkflçds
Macro Vidro Fosco
kllçdfs
Quando chegou a casa sentou-se na cadeira em frente do PacMaster e ficou assim durante muito tempo. Nem deu pelo tempo passar. Quando deu por si, tinha o estômago a dar horas, uma Mãe-Inspectora do lado de fora a zumbir e a tocar um alarme e o Lamba e o Ilac do outro lado do vidro a bater furiosamente e a gritar qualquer coisa muda.
Levantou-se. Piscou os olhos, sem saber muito bem o que fazer. Dirigiu-se instintivamente até à entrada da casa e estendeu o braço. A Mãe-Inspectora zumbiu e piscou luzinhas de todas as cores sem se mexer. O alarme continuava a soar. Depois percebeu. Claro … aquilo era uma Mãe-Inspectora e não uma Mãe-Observadora. As Mães-Inspectoras revistavam as casas. E ele tinha que a deixar passar, carregando no botão verde do interior do seu apartamento, ou ela não poderia passar e a porcaria do alarme ia continuar a tocar ininterruptamente. Se entrasse sem ele accionar o botão verde, curto-circuitar-se-ia instantaneamente. Era uma maçada. Carregou no botão e afastou-se para a deixar passar. A máquina entrou imediatamente a uma velocidade incrível.
Bor ficou a observá-la com os seus pequenos olhos verdes, enquanto ela procedia à sua inspecção minuciosa. O alarme calara-se. Lamba e Ilac ainda estavam do outro lado do vidro, mas tinham parado de bater e gritar. Pelo canto dos olhos conseguiu perceber que acordara a rua toda, porque os ocupantes dos outros apartamentos tinham vindo todos até junto das respectivas paredes de vidro para ver o que se estava a passar.
A Mãe-Inspectora terminou a sua vistoria e voou até junto de si. O écran iluminou-se em néon azul e ele leu o relatório:
“Código 08210040.
Código A21C540.
Início Inspecção: 2200, Inverno, 18.05 GMT
Término Inspecção: 2200, Inverno, 18.17 GMT
Resultado: Zero transgressões
Diagnóstico: 85% Normalizado
15% Desconhecido
Sugestão: Check-Up Geral
Marcação: 2200, Inverno, 08.00 GMT
Local: Centro de Observação Central
Objectivo: Exame Psico-Biológico Total
Com uma série de blips e bzzs a Mãe-Inspectora vomitou uma folha translúcida amarela e Bor apanhou-a antes de ela flutuar até ao chão. Depois saiu. Ficou a olhar para aquilo ainda a piscar os olhos. Lamba e Ilac estavam de volta ao ataque do vidro e às palavras mudas. Ligou o PacMaster. Ilac abandonou o vidro e dirigiu-se ao seu PacMaster. Lamba sentou-se de pernas cruzadas no chão a olhar para ele com um sorriso na cara.
Lá ao fundo conseguia ver o vizinho de Ilac com o nariz pespegado no vidro. E por trás dele a vizinha do vizinho do vizinho de Ilac. Piscou os olhos. Seria a tal de Rebeca …
Caramba! Agora teria de ir ao Centro para um Check-Up. Mas o que é que estivera a fazer? Ouviu a voz de Ilac pelo altifalante:
“O que é que se passa?”
Respondeu através do microfone:
“O que é que eu fiz?”
“Nada. Estavas sentado aí há horas. Parecias estúpido.”
“Pois … não sei …”
Ela ainda tinha o nariz colado ao vidro. Àquela distância conseguia ver apenas uma mancha de cabelos compridos ruivos e uns óculos.
“Vais ser inspeccionado?”
“Vou …”
“Quando?”
“Amanhã. Às 8.”
Ilac suspirou.
“Bom, não deve ser nada. Não te esqueças de comer.”
Ela inclinou a cabeça para o lado esquerdo, direito dela.
“Não …”
Ilac desligou. E ele imitou-o.
Levantou-se, sempre a olhar lá para o fundo, onde ela ainda estava colada ao vidro. Depois ela afastou-se e as luzes apagaram-se no seu apartamento. Enfiou automaticamente a pílula verde na boca e apagou também as luzes. Deitou-se. De barriga para baixo, tendo o cuidado de colocar a mão por baixo do corpo ante de estabelecer contacto com o colchão. Deixou ficar a mão sobre o seu pénis, como que encapsulando-o numa concha. Poucos minutos depois estava a dormir. E a sonhar. Com a vizinha do vizinho do vizinho de Ilac …

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Fetiche #37

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Only in the mysterious equations of love can any real logic be found" - John Nash em A Beautiful Mind
çlfdºçdf
dlsakld
[Histórias de Amor Estúpidas e Pirosas]
1. Expressão de sina de vida, a minha > 2. Desde os bancos de escola, desde que me apaixonei perdidamente pelo Heitor e depois sonhei que ele tinha casado com a Margarida gorda numa cerimónia em cima duma baleia (!!!) dentro duma piscina (!!!) > 3. O Heitor nunca olhou nem para mim nem para a Margarida, mas desde então é isto que se vê > 4. Não sou esquisita, podem variar desde o mais absurdo kitch cor-de-rosa, até à mais cool estranheza indy > 5. Só têm que ter um denominador comum - ele tem que estar completa, irremediável e perdidamente apaixonado, cego e doido de amor por ela e vice-versa, claro > 5. E eu, que já deixei de acreditar no amor há tanto tempo ... > 6. Também têm que ser difíceis, senão perdem a piada, do género boy meets girl, huge problems come between boy and girl, boy gets girl in the end uffaaa!!! > 7. Não devem acabar em casamento, a piroseira não chega a tanto, devem antes partir na estrada para destino incerto, sem aliança nos dedos, apenas no coração > 8. Se tiverem o Russel Crowe como protagonista são, como dizer? o Santo Graal ... > 9. Em livro, em filme, em série de TV, em teatro, em anúncio de publicidade, em canção, em qualquer coisa, I don't care, desde que sejam de amor > 10. Trágicas, cómicas, comico-românticas, absurdas, surrealistas, realistas, hiper-realistas, musicais, eu sei lá, anything goes

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Quem Tem Medo de Virginia Woolf?
Who's Afraid of Virginia Woolf?
Realização: Mike Nichols (EUA)
Ano: 1966
lkfgdçs
dlçkfd
"Martha: You make me puke.
George: That wasn't a very nice thing to say, Martha"
fglgklçdf
Recordo:
... uma batalha brutalmente magnífica entre Elizabeth Taylor e Richard Burton ...
... o melhor papel da vida de Elizabeth Taylor que, apoiada pelo então marido e monstro Burton, se atira de cabeça no papel mais arriscado da sua carreira ...
... uma única noite, diálogos soberbos, actores em estado de graça ...
... Burton é para além de genial ...
kdsçl

domingo, 10 de outubro de 2010

Macro Secrets 53

dfjkldsf
I am an artist - excessive, dramatic, spoiled, obssessed, impossible, alien.
So what?

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 111

Com Tranquillidade
lçkdsçl
dlfksdçl
Em Resumo:
lkdfçs
* Eu aquilo que digo primeiro congratulo-me por ser o seleccionador
* Somos nós agora a dar, não somos nós a pedir
* É aquilo que nós nos devemos agarrar
* A missão é difícil, isso tá claro
* Sou uma pessoa muito realista, muito pragmática
* Quando se tem essa ideia na cabeça e quando se expressa essa ideia (...) é extremamente complicado mudar o chip desta situação
* Portugal hoje em dia, a selecção nacional, não depende dela para ser primeiro, Portugal hoje em dia não depende dela para ser primeiro, mas pode ser primeiro e queremos ser primeiros, e para isso precisamos também primeiro de fazer o nosso trabalho
* Tudo aquilo que acontecer daqui pá frente de negativo a responsabilidade é do seleccionador nacional
* Eu não quero nem pretendo que se apoie ou se critique as minhas escolhas, quero é que se apoie quem eu escolher
klçkfç
P.S. Acho que vou fazer a minha tese de Mestrado de Linguística com base em ti, Paulinho ...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

MAGIC MOMENTS 121

DVD 28 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
lçfkdlsç
A todos os animais.
kldlçf

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor IX
lçfkdlçf

Macro Gotas de Água
fkljdklsf
Pensou novamente no que o Grug lhe dissera. Sobre a tal coisa do sexo. Logo a seguir Grug mostrara-lhe uma Enciclopédia Virtual, onde se explicavam várias coisas acerca do sexo. Tinha até imagens. E realmente era estranho.
Olhou para o Chuveiro Orgásmico. Era o único local em toda a Cúpula onde não havia câmaras nem Mães-Observadoras para o incomodar. Nunca utilizara aquilo. Ilac fartava-se de elogiar as grandes sessões de pirilau que tinha ali dentro, porque era o único sítio onde podia fazer aquilo em paz, sem que Lamba o interrompesse com os seus acessos de insanidade. Ele não. Preferia faze-lo na semi-privacidade da sua cama, debaixo do cobertor de espuma sintética, mesmo sabendo que as câmaras de infra-vermelhos captavam tudo. Sentia-se melhor assim. Mas aquelas imagens … tinha que fazer um exame à coisa. E esse exame só seria possível no interior do Chuveiro Orgásmico. O único problema seria o de ter que se controlar enquanto procedia ao exame. Logo se veria. E também não podia ficar muito tempo porque senão seria estranho.
Decidiu-se quando avistou outra Mãe-Observadora ao fundo do túnel a norte, zumbindo pelo ar no seu vôo ondulado e persistente. Caminhou até ao Chuveiro um pouco mais depressa e entrou rapidamente, antes que ela chegasse à entrada da Praçeta. O Chuveiro era accionado automaticamente, assim que detectava uma presença física através dos sensores. Desapertou o zip do fato UV e deixou-o escorregar até aos tornozelos. O interior da cabina era estranhamente confortável, apesar da exiguidade do espaço. Talvez fosse da temperatura, que registava exactamente 37ºC, a temperatura do corpo humano. Talvez fosse do cheiro suave libertado pelos emissores de odor. Talvez fosse da respiração lenta e gradual que se ouvia ao mesmo tempo que a sua própria respiração, através dos auriculares espetados dos dois lados da cabine. Olhou para o seu pénis. Estava completamente espetado para cima, descrevendo um arco com a base da barriga. Pensou nas imagens que vira. Da vagina da mulher. E do pénis do homem a entrar na vagina. E de como aquele arco se ajustava perfeitamente à curva da vagina. Como encaixava, como se fossem duas peças destinadas uma à outra. Depois não teve tempo para pensar em mais nada. O orgasmo veio, fazendo o pénis estrebuchar, tão intenso que o fez soltar um gemido prolongado de prazer. Reparou após alguns segundos que o gemido era replicado pelos auriculares, o que o fez gemer mais um pouco. Suspirou fundo e vestiu-se novamente. Saiu da cabine. A Mãe-Observadora zumbia mesmo à sua frente.
“Código, por favor.”
Recuperou o fôlego e sentiu aquecerem-se-lhe as faces subitamente. Acanhado, estendeu a mão para o braço mecânico. Felizmente que ali dentro não era preciso ajuda manual, ou então não saberia o que teria feito.
“Destino, por favor.”
Piscou os olhos. Casa. Bastava de emoções, por hoje.
“08210040”
“Continue, por favor.”, blink … bzz … cripl …

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Fetiche #36

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç gkfçlkg
"Lying in bed would be an altogether perfect and supreme experience if only one had a colored pencil long enough to draw on the ceiling" - G. K. Chesterton
çlfdºçdf
kdllsçk
[Tectos trabalhados]
1. Espaços de surpresas harmoniosas > 2. Tenho um sonho, poder ter um tecto trabalhado em casa, ou vários, ou todos > 3. Possa eu pintar alguns > 4. Com volutas, flores, figuras, geometrias > 5. Com relevos ou com cores > 6. Com clarabóias, também pode ser > 7. Há qualquer coisa de delicioso em olhar para cima e descobrir que a beleza não parou na fronteira do ângulo onde termina a parede > 8. Os dos museus do Vaticano, os de Florença e os do Vale dos Reis no Egipto vêm-me à memória imediatamente > 9. O mais belo de todos, já o contemplei duas vezes (sou uma sortuda) é o da Capela Sistina, maravilha exuberante da ambição genial do maior génio artístico de todos os tempos - Michelangelo

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Padrinho (O) - Parte I, II e III
The Godfather
Realização: Francis Ford Coppola (EUA)
Ano: 1972, 1974, 1990
fldlf

d~fkds
"Don Vito Corleone: I'll make him an offer he can't refuse."
çfdlçf
Recordo:
... uma das maiores interpretações de Brando ...
... uma saga trágica, complexa, histórica, política, familiar, humana, de importância obrigatória na vida de qualquer cinéfilo que se preze ...
... um "clube" de actores espantosos ...
... aquele gato naquelas mãos perigosas ...
... Brando, Brando, Brando, tanto, que até nos 2 filmes em que não entra a sua presença se continua a sentir (será talvez a utupia máxima de um actor e ele foi o único a consegui-lo) ...
... a cena do beijo entre Al Pacino e John Cazale, quando Michael se despede do irmão que mandou matar ...
... aquela música que serpenteia pelos recônditos mais cinzentos da alma humana ...
... James Caan, magnífico, como Sonny, o filho irado cujo sangue ferve por muito pouco ...
... a cena em que Sonny dá um arraial de pancada no cunhado, por este ter batido na sua mulher, irmã de Sonny ...
... a cena da morte de Sonny, reminiscente de Bonny&Clyde e de todos os filmes de gangsters da época dourada de Hollywood ...
... a cena da morte de Vito Corleone, a que eu considero a melhor coisa que já vi um actor fazer em Cinema ...
... Robert De Niro, como jovem Vito, tão convincente, tão concentrado ...
... Al Pacino, crescendo ao longo dos anos, transformando-se perante os nossos olhos horrorizados, de anjo em demónio condenado ...
... Rober Duvall, magnífico, como o discreto e eficiente advogado da família; o seu papel é tão discreto que poderia passar completamente despercebido, mas não passa ...
... Andy Garcia, como a súmula dos três irmãos de quem descende - o honesto Michael, o destemido Sonny, o terno Fredo ...
... as cores, os negros, encarnados e ocres, que dominam a história ...
... a voz de Brando e as famosas favas ou guardanapos (depende da versão) que enfiou nas bochechas para se transformar em Vito Corleone ...
fçdlsf

domingo, 3 de outubro de 2010

Macro Secrets 52

dfjkkldsf
I rather make bad choices, than no choices at all

sábado, 2 de outubro de 2010

MORMORIOS DI ROMA IX

A Festa das Fontes
fkdçlfk

fkdçlf
Danúbio suspirou. O Prata atrasava-se sempre. Era uma maçada.
sdld
dlçºd
Olhou para o Ganges que consultava o relógio, enquanto o Nilo saltitava de um pé para o outro. Era sempre a mesma coisa.
O Sol já se estava a pôr e nem sinal do Prata. Os cavalos de Neptuno resfolegavam impacientes,
lkdlçs
dfksçl
os tritões sopravam de tédio,
klsdlçsd
dksçl
o golfinho mostrava o nariz de 5 em 5 segundos à superfície da água
skdçlas
sdçlºd
e até as Nereides, sempre a retocarem-se até ao último minuto, já estavam prontas, os seios entumescidos de expectativa.
çsdlad
dçsº~d
Mas do Prata nada.
O polvo pegou em dois megafones e começou a berrar:
"A festa vai começar! A festa vai começar!"
A sua voz de caramelo ouvia-se por toda a praça e arredores, provavelmente até à zona do Panteão.
E nisto o Prata apareceu a correr, no seu passo poderoso mas preguiçoso, desaguando calmamente na Praça, como se tivesse todo o tempo do mundo.
sfdlçsfkf
dfdskçlf
O Danúbio bufou e olhou para o Prata de lado, enquanto resmungava entredentes "Gringo duma figa ..."
O Prata espraiou-se languidamente, enquanto sorria para as Nereides e piscava o olho ao polvo, que continuava a gritar:
ksdçlf

çldslkfdsç
"A festa vai começar!"
Neptuno deu o mote, empuleirando-se num tritão e lançando-se com toda a força para cima do polvo.
fldsçflf
dçfkdkçlf
Este, que apesar de sofrer o ataque todos os dias há 400 anos, nunca se habituara a ser maltratado, surpreendeu-se pela bilionésima vez e procurou contrariar o abraço constritor do senhor dos mares sabendo que, como criatura subalterna que era, mesmo que poderosa e versátil, nunca venceria a contenda.
sdksçl

skdsçl
O carrossel começou a girar. Depois disso, só as estrelas sabem o que se passou.
sldksçld
dlsd
A festa das fontes acontece todas as noites, ao crepúsculo, quando os olhos das pessoas ainda não se habituaram à noite e as luzes ainda não se acenderam. Durante cerca de 30 segundos ninguém sabe que prazeres acontecem na Piazza Navona.
Depois tudo congela de novo, até ao dia seguinte.

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 110

James Dean, As Far As I'm Concerned, You're Wrong
kflçkg
gjklf
There's a big difference, Charlie, between having something bad and suspecting you might have something bad and knowing you might be at risk of developing something bad.
I don't know which is worse - knowing or suspecting. Because when you know, you know exactly what you're up against and you can prepare yourself, either to quit or to fight back.
When you suspect, you don't know what to prepare for. The doubt and uncertainty can be absolutely nerve recking and devastating.
I know this, because I've been through this recently. Until I knew for sure what I had, I went mad. Then, when I knew what I had, I cried an ocean of tears. But I rather cry an ocean of tears than going mad, believe me.
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What happens, then, when the third option is available? You know you might be at risk of having something bad.
Well, that depends a lot on wether you already went through the experience of having something bad or not.
If you didn't, then the third option will drive you mad, because you have no idea what's coming and you're scared shitless. You deny it. You hope you wont be at risk. You pray. You bury your head in the sand and expect the risk to pass you by like Valentino Rossi, without even noticing you. You don't do anything. You rely on luck.
If you did, like me, then everything changes. You know what you're up against and you want it out of your system as soon as possible. Even if it means becoming a crippled monster.
Because, Charlie, our perspective of monstrosity changes with the proximity of any final ending.
And I rather be a living crippled monster than a beautiful corpse.