domingo, 5 de julho de 2009

MURMÚRIOS DE AVALON XX

O Personagem Persistente
kdfjkj

dsçjklfdsçlk
Não ... ainda não ...
...
Ainda não estás preparado. Preciso incubar-te mais um pouco ...
...
Desculpa ... mas tem mesmo de ser.
...
Por favor, compreende. Parece-te a ti que estás pronto, mas eu sei, sinto, que ainda não.
...
Não! Assim não! Dá-me só mais um pouco de tempo. É só isso que te peço.
...
Eu sei que sim. Calculo que sim. Mas rogo-te. O que a ti te parece no ponto, eu vejo que ainda faltam uns pequenos detalhes cruciais, aqui e ali.
...
Não se trata disso. Não tenho medo. Mas ...
...
Não estou aterrorizado. É mentira! Apenas gosto de preparar muito bem o terreno antes de vos pôr cá fora.
...
Mestre? Deus do céu, patética tentativa para me convenceres ... Se há aqui algum mestre, és tu ...
...
Tentar esculpir o melhor que sei e que posso. Apenas isso. Não me embaraçes e não saias ainda, suplico-te ...
dd,kldl
A rapariga subiu as escadas graciosamente, como se fosse feita de penas e tule, e não de ossos e carne.
...
Oh não! Não me faças isto!

sábado, 4 de julho de 2009

SUGESTÃO DA SEMANA

Twilight - New Moon - Eclipse - Breaking Dawn - e ainda Midnight Sun (apenas disponível na internet)

dhfjdh

hff

fjkdjhgj

Estou absoluta, profunda e irremediavelmente vidrada nesta saga sobre vampiros e lobisomens, um turn-pager imparável que me deixa a suspirar por mais e mais e mais.

Sim, é uma história sobre e para adolescentes e não é literatura nobre, longe disso, mas os ingredientes são demasiado apetecíveis para me importar com esses detalhes.

Se gosta de fantasia pura e dura e de monstros imortais, condenados e apaixonantes, então atire-se de garras e dentes a esta quadrilogia empolgante.

Nhac! Nhac! Boas dentadas :)


P.S. E as capas são lindíssimas.

sexta-feira, 3 de julho de 2009

Macro Secrets 6

çlfºdlf

Oh life's fuel
Oh death's temptation
The secret human elixir
'Tis but one tiny drop of blood

quinta-feira, 2 de julho de 2009

NOTORIOUS NUMBERS

54
O Número do Estúdio
gkjfkl


jdhdj
Localizado no número 254 West da 54th Street, em Manhattan, o Estúdio 54 foi um clube nocturno tornado famoso pela frequência de personalidades das artes como Andy Warhol, o seu mais notável assíduo.
Curiosamente, um dos seus antigos proprietários, a CBS, nomeou-o primeiramente 52, pela ordem de compra e por mais nenhuma razão. O nome foi depois alterado para 54 precisamente por causa do número da rua e da rua onde estava situado.
O "Studio", como era designado, ficou famoso pela sua atmosfera de liberdade, onde as drogas e o sexo fluiam sem restrições.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

MAGIC MOMENTS 76

Dazzling Duets - Duet # 18 - Teresa (Madredeus) & José

terça-feira, 30 de junho de 2009

EM BUSCA DE PALAVRAS 76

Política de Assassinato - I Parte
sajfkdçj

çkljfdsçf
Israel não gosta do termo "Política de Assassinato", prefere usar expressões como "punição extra-judicial", "alvos seleccionados" ou "perseguição quente de longo alcance" para descrever o pilar da sua doutrina contra-terrorista. Mas a semântica não altera o facto de que desde a década de 70 dezenas de terroristas têm sido assassinados pelas forças de segurança de Israel.
Muitos críticos consideram esta política operacional sem sentido e ilegal. Primeiro porque assassinar militantes palestiniansos apenas provoca acções retaliatórias que resultam em mais casualidades israelitas, e segundo porque infringe a soberania de entidades políticas estrangeiras e oferece aos serviços de segurança discrição para decidir sobre o assassinato de determinados indivíduos, sem o devido processo legal.
Mais ainda, afirmam, não existem provas de que estes assassinatos sejam eficazes na redução da ameaça terrorista.
kjfdkljf
Mas é precisamente neste ponto que, aparentemente, os críticos se enganam. É verdade que o terrorismo persiste, apesar desta política, mas também é verdade que ela apresenta um profundo efeito cumulativo, menos aparente. A constante eliminação dos seus líderes deixa as organizações terroristas num estado de confusão e caos. Os que estão em linha de sucessão demoram muito tempo para tomarem o lugar dos seus predecessores e sabem que, ao decidirem tomar a liderança, adicionam automaticamente os seus nomes à lista de alvos Israelita, onde a vida é "Hobbesian" - má, brutal e curta.
Lutar contra o terrorismo é como lutar contra acidentes rodoviários - pondem-se contar as causalidades, mas não as vidas poupadas através da prevenção - é esta a lógica de Israel.
ldkçd
Mesmo o aliado mais próximo de Israel, os EUA, expressou o seu descontentamento com esta prática. A posição oficial da administração (na altura de Bush), declarada por ambos os porta-vozes do Departamento de Estado e da Casa Branca, era de que "Israel precisa de compreender que os assassinatos dirigidos a palestinianos não acabam com a violência, mas apenas servem para inflamar uma situação já de si volátil, tornando muito mais difícil o restabelecimento da calma."
Em resposta, o Ministro israelista da Ciência, Matam Vilnai, afirmou em 2001: "Gostava de ver como reagiriam os Americanos se um carro cheio de explosivos rebentasse no meio de Manhattan."
Dois meses mais tarde, não um carro, mas 2 aviões comerciais rebentaram com as torres gémeas do World Trade Center na baixa de Manhattan e com elas todas as reservas e inibições americanas relativamente à sua própria luta. Numa sondagem da Newsweek realizada 3 meses após o 11 de Setembro, 2/3 dos americanos aprovavam conferir às agências militares e secretas o poder para assassinar líderes terroristas no Médio-Oriente, 57% aprovavam o alargamento dos assassinatos à África e Ásia, e 54% achavam que os assassinatos deveriam ser perpetrados também na Europa.
dfdklf
Como se aterroriza então um terrorista? Saiba como, no próximo capítulo.
fldkf
retirado de "A Lógica do Assassinato Dirigido Israelita", por Gal Loft - Middle East Quarterly

segunda-feira, 29 de junho de 2009

PALAVRAS ESTÚPIDAS 66

Farewell, Farrah
dçldkl

çdlld
"I miss my life." - Farrah Fawcett
dkjdkl
Your death was overshadowed, the exact same day, by the sudden, misterious death of a certain super-mega-star by the name of Michael Jackson. It did not, however, go unnoticed to me.
I knew of your recent struggle with a very rare kind of anal cancer. I had heard from your step-daughter, Tatum O'Neal, of your courage and resilience to fight. I did not know, however, the exact details of that struggle, until very recently, right after your death when, flipping through TV channels, I came across a documentary about your 2 year endeavour with cancer. You were considered a miracle by your german doctor, because you survived much more than was expected.
In the course of this documentary you said something that made me cry like I haven't cried in a very long time and made me realize I have been bottling up an enormous amount of emotions that needed to be released. You said: "I miss my life." And in those words, Farrah, although what you went through was a zillion times worse than what I am going through, I could finally express everything I have been feeling for the past 4 months and have been unable, somehow, to express, even to myself.
kjdfk
I miss my life. So very much. I miss myself. I miss my old me. I miss my hair, my skin, my whole breast, my good feet, my strong legs, my energy, my healthy stomach and intestines.
I miss my life. For I have not been living a life in the past 4 months, but a kind of intermission, a very long, very awkward, very frightening intermission void, where I feel I have to be stuck patiently and desperately waiting for someone to tell me that I can go on with my life.
I miss my life. For this is no life. For this is not me, anymore, and when I look in the mirror I don't even recognize myself anymore. I only see an alien being, rottening inside and outside, with no hair, no eyebrows and no eyelashes, with skin falling off of her hands like a snake and hunched shoulders, heavy with the weight of embarassment, of confusion, of despair.
I miss my life. And no one, not even those who are very close and have helped me cross this long desert, can imagine this. They can't imagine how much I pretend, how much I have pretended even to myself. They can't imagine the terror of having a brief encounter with death.
lkjfds
You reminded me of that, Farrah. And you reminded me that I never want to forget that brief encounter. Others might say I should. Others might say I should not think about it at all. They are wrong. Brief as it may have been, that encounter with death changed my life forever, although I may have tried not to allow it to, although I may not have wanted it to or noticed that it did.
Like a whiff of air from the movement of a swinging door, death rushed by me and disappeared in the corner of a street, but it left its mark upon me. It took eternity away from me, that sense that things will last forever and that there is still an immeasureable amount of time ahead of me.
Death crossed my path and stole that from me, for good. No one understands this, I know. I know you would, Farrah. I know you would understand why I can't ever allow myself to forget this. For time heals everything and leaves us naked, fragile and vulnerable again. It makes us believe in things that are unreal, again. It makes us hope, again, for eternity. And there is no such thing as eternity.
So I must keep in my mind, forever locked in a secure place, my encounter with death and learn the lesson it has taught me. She is ruthless and does not allow second chances.
kdlglf
Thank you and farewell, Farrah Fawcett.
I hope God has let you wet the tips of your wings in the rain, like you wished.

domingo, 28 de junho de 2009

City Skeletons 3


fkldkf
From the top of the skyscraper, He watches as others unfold their insignificant lives before the abyss.
They are deciding. Pondering. Reflecting. Playing eeny-meeny-miny-moe, perhaps.
Soon they will have to make a decision.
He opens his wings. They are so large, they cast a shadow over the sun, when He takes flight across the narrow street.
One of them will have His companionship until he or she reaches the end. It's difficult to choose, for Him. So he decides not to. Let fate work its threads.
At last, He returns to the burning tower where He came from, backwards, until He lightly, gracefuly, lands on one of the flaming windows.
A man has his body halfway between the glass and the abyss.
He jumps. He regrets it. He screams in agony and disbelief and that scream follows him all the way down.
Ezequiel follows him and just before he reaches the ground, the hands and the arms and the wings of Ezequiel reach out to cradle his fall.
Everything else ceases to exist.

sábado, 27 de junho de 2009

OS FOTÓGRAFOS DE ANDRÓMEDA

Lord Snowdon
klfçldk

"You see, photography isn't an art. (Photographers are) snappers."
ldkflçd
Realeza Naturalidade aristocracia
kdjfkld

ldkjfkld

ldkjfkld

ldksjfkld

lkjdsfklsd

lsdjfkld

lkdjflkd

dçgfkld

sexta-feira, 26 de junho de 2009

SUGESTÃO DA SEMANA

Isto não é uma sugestão.
Isto é um pedido.
Isto é uma exigência.
Isto é uma prece.
Mas porquê, senhores, porque é que ainda ninguém se lembrou de abrir um franchising destes meninos maravilhosos aqui em Portugal, porra???!!!!!!!
Bastavam ter-me a mim como cliente, que não precisavam de mais ninguém. Era uma caixa dessas todos os dias, até rebentar e terem que me içar de guindaste para fora de casa. Juro!
ldkçlfd

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Macro Secrets 5

çfçldf
And the devil said "Take a bite, why don't you?"
And I answered "Just one?"

quarta-feira, 24 de junho de 2009

MURMÚRIOS DE AVALON XIX

A Leitora Chata - Parte III
dçjfkld


lfdkjklfdg
A Leitora pousou os óculos de aros castanhos à intelectualóide dos anos 60, no braço do cadeirão onde estava enroscada a ler ou tentar ler aquele capítulo e exclamou:
"Um momento! Não estou a perceber nada disto. Mesmo nada!"
"Outra vez?! Você é chata como o caraças, pá!"
"Desculpe lá maçá-lo com estas dúvidas pertinentes, mas eu sinceramente ... um pintor que está farto de pintar e depois um escritor que vai lá ter com ele e lhe faz uns rabiscos na obra-prima??!! Isto não faz sentido nenhum!"
"Ouça, menina ..."
"Não me chame menina, que nem faz ideia como isso me irrita!"
"Então, ouça, mulher, senhora, seja lá o que você for", o sobrolho do escritor estava de tal forma carregado num "v" escuro e denso, que se a leitora o pudesse ver ter-se-ia assustado e desistido de prosseguir aquele diálogo insistente, "Eu estou pouco me lixando, não sei se você já se apercebeu disso, mas se não se apercebeu deveria trabalhar mais essa perspicácia de que tanto se orgulha, estou pouco me lixando se você acha que isto não faz sentido nenhum ou se merece o raio do Prémio Nobel da Literatura e da Paz juntos, percebeu??!!"
"Irra, que você é positivamente intragável!", a leitora sorriu imperceptivelmente com aquele furto propositado à palavra do título do capítulo que era agora objecto desta pequena e acalorada discussão.
"E você é positivamente uma melga irritante, daquelas que dá vontade de esborrachar contra a parede e girar o sapato várias vezes em ambas as direcções para nos certificarmos que ela sofre no processo!"
"Não o sabia intragável e, ainda por cima, com tendêndias assassinas."
"A men ... senhorita não faz ideia das tendências com que eu estou agora e francamente aconselho-a a nem sequer tentar descobrir. Irra!"
Mas, em vez de irritada, ela parecia divertida e prosseguiu o seu interrogatório:
"Mas isto é uma coisa surrealista ou quê? Daquelas coisas intragáveis que uma pessoa precisa de ter 200 anos de estudos filosóficos e psico-não-sei-das-quantas mais as carregadas de escitores existencialistas e expressionistas e outros istas para tentar perceber sequer um parágrafo do que aqui está escrito?"
O Escritor apercebeu-se do seu tom de voz luminoso e irritantemente irónico e sorriu também, o "v" a aligeirar-se na testa. Esta menina, bem vistas as coisas, acabava por constituir um interlúdio nas suas divagações pela escrita, que lhe poderia ser mais útil do que pensara à partida.
"Nem queira saber o que a espera. Aguarde o próximo capítulo e os seus olhos vão-lhe sair das órbitas."
"Hmmpf!"
E com esta, ela calou-se de vez e voltou a pegar nos óculos para os encavalitar no nariz relutantemente, mas ao mesmo tempo com uma certa curiosidade mórbida, como todos os leitores que se prezem.

terça-feira, 23 de junho de 2009

NOTORIOUS NUMBERS

18
O Número do Green
fjdlf

ljgklfd
Supõe-se que o golf nasceu na Escócia por volta do Século XII, quando os pastores atiravam pedras para dentro de tocas de coelho como divertimento. Outras teorias afirmam que já havia jogos parecidos no Egipto dos faraós, na China, Mongólia e Holanda.
No entanto, a versão moderna do golf teve realmente origem na Escócia. No início, o jogo tinha 11 buracos e jogava-se uma primeira volta de 11, seguida de outra de 11, num total de 22 buracos. Neste campo inicial, decidiu-se que alguns dos buracos estavam demasiado próximos, o que resultou na junção de alguns deles, reduzindo-se o número para 9 buracos e, portanto, um total de 18, que se manteve até à actualidade
dçlkçld
Para finalizar, vale a pena ouvir a teoria de Robin Williams sobre a invenção do golf pelos escoceses :)
çld

segunda-feira, 22 de junho de 2009

MAGIC MOMENTS 75

Dazzling Duets - Duet # 17 - Santana & Rob
lkdçldk

domingo, 21 de junho de 2009

PALAVRAS ESTÚPIDAS 65

Pathetic Sucker ...
dlkldç

kjfdkljd
Está decidido. Quero um Mark Darcy. E se o Mark Darcy não estiver disponível então quero um Edward Cullen. Pronto. Não é pedir muito ...
Bem, na realidade, é pedir muito, eu sei. É quase tanto como pedir um Russell Crowe, coisa que eu nem sequer nos meus sonhos mais arrojados me atreveria a pedir. De qualquer modo, o Russell Crowe é apenas o meu ideal no que concerne ao termómetro hormonal e ... pronto ... não sei que raio de efeito aquele homem exerce sobre mim que me deixa no estado em que me deixa e ... enfim ... nem sequer tento analisar. Tenho uma tara pelo Russell Crowe, não há nada a fazer.
pçlkdç
Já o departamento do Mark Darcy ou do Edward Cullen é um departamento completamente diferente. É um departamento regulado pelo lado racional e emotivo. As hormonas não são para aqui chamadas, apenas num estadio posterior, como uma extensão óbvia e natural da atracção mental.
Porquê um Mark Darcy? Bom, porque o homem é perfeito: alto, atraente, tímido, demasiado sério, desajeitado mas ao mesmo tempo elegante, tem jeito para molhos na cozinha, é atencioso, tem uma profissão normal e decente apesar de aborrecida, é discreto, usa camisolas ridículas no Natal só para agradar à mãe, luta corpo a corpo com o seu rival, é fiel, não exige a perfeição e ainda ... tem uma voz gira. Pode uma rapariga pedir mais que isto? Não. Estava no outro dia a olhar para a televisão enquanto fazia outra coisa qualquer e a ver pela milionésima vez pedaçitos da Bridget Jones quando subitamente, como um clarão de luz, como um zeitgeist mental, como um Eureka luminoso na minha cabeça, eu proferi "Mas é claro! Eu quero um Mark Darcy!"
çlkdf
Se um Mark Darcy não estiver disponível, então nesse caso serei mais arrojada e esperarei infinitamente por um Edward Cullen. Uma versão mais velha, é certo, exteriormente, do Edward Cullen (se bem que interiormente a criatura tenha mais de 100 anos), mas ainda assim um Edward Cullen sem tirar nem pôr.
Porquê um Edward Cullen? Bom, porque eu sou uma Bella Swan (até no nome a rapariga é parecida comigo), sem tirar nem pôr, apenas mais velha 20 anos. Aí têm. Portanto, o Edward Cullen seria absolutamente perfeito para mim. Nem precisava ser tão bonito, até porque eu não gosto de homens bonitos. De resto, está tudo lá: a atenção infinita, o amor incondicional, a protecção cavalheiresca sem precedentes, a dedicação desmesurada, a inteligência e a cultura, o bom gosto e a parte atlética, o humor doce, a determinação feroz, a paixão fogosa. O perfeito amante (a palavra amante em português tem conotações tão negativas que prefiro mil vezes o "lover" inglês, muito mais complexo e profundo). O perfeito príncipe encantado. O perfeito amor que ultrapassa barreiras intransponíveis. Tal como Bella, eu não hesitaria em querer transformar-me em vampira para ficarmos juntos para a eternidade. A minor detail, pfffff. E depois, os humanos são tão aborrecidos e previsíveis ...
lkçfdl
I know ... I'm a pathetic sucker for love stories, god damn it! ...
dçlkf

sábado, 20 de junho de 2009

EM BUSCA DE PALAVRAS 75

Violent Cop
ldçfld


dçldkl
Mais um filme de Takeshi Kitano, de quem já sou fã. Loucura, dirão, pela violência. Não. Takeshi consegue transformar a violência numa espécie de poesia citadina, errática, brutal e ao mesmo tempo filosófica, como se ela fosse dolorosamente esculpida a granito e tijolo na vida do dia-a-dia dos seus personagens e das ruas por onde estes deambulam.

E este é um filme onde se anda muito. Azuma, o polícia violento interpretado pelo próprio Takeshi, anda muito. Ele percorre o filme constantemente a andar de um lado para o outro. Sem descanso. Intensamente. Freneticamente. Cansando-nos só de o ver. E esse caminhar ininterrupto é um sinal do seu interior exausto. Azuma está cansado. Cansado de tudo. Cansado da vida. Cansado da doença da irmã. Cansado dos criminosos que o rodeiam e que ele tem de enfrentar com métodos pouco éticos. Cansado da violência contra que tem de lutar com mais violência ainda. Cansado do mundo. Cansado de si próprio e daquilo em que se transformou.
Quando no decorrer de um interrogatório a um gatuno, Azuma desfere 24 estalos na cara do outro (contei-os, um a um), sem descanso, sentimos que fomos nós que desferimos os estalos ou que os levámos e percebemos que Azuma engrenou irremediavelmente num frémito mecânico de raiva imparável, de onde já nem ele consegue libertar-se por sua vontade própria.
Apenas o mar o acalma, como em todos os filmes de Kitano. O mar, que aparece sempre como o repouso, como o intervalo, como o suspiro entre batalhas, como o respirar calmo e suave no meio de toda a violência da vida.
lfçldkf
O que aprendi com Violent Cop?
* Que ter as costas viradas para os nossos subordinados armados, enquanto os estamos a ameaçar, é uma das demonstrações máximas de poder sobre alguém
lkglçfdkg
E o cheirinho do polícia violento:
çkldfçl

sexta-feira, 19 de junho de 2009

OS FOTÓGRAFOS DE ANDRÓMEDA

Capa, Robert
ldkfçldf

"If your pictures aren't good enough, you aren't close enough."
çlkldç
Guerra There Frente
gklkg
A 6 de Junho de 1944, Robert Capa tornou-se o único fotógrafo a desembarcar com as tropas Aliadas na Normandia, no dia D, arriscando a vida. Como era seu hábito, começou a disparar. Usou 3 rolos de filme, num total de 106 fotografias. Irremediavelmente, quando os rolos foram enviados para um laboratório em Londres, um técnico de laboratório ansioso, arruinou quase todas as fotografias, secando-as demasiado. Apenas 10 se salvaram, mas ficaram mesmo assim desfocadas, surrealistas. Essas fotografias tornaram-se históricas e foi com base nelas que, 50 anos mais tarde, Steven Spielberg tentou conferir o ambiente tão realista da primeira parte do seu "O Resgate do Soldado Ryan". Depois de ter arriscado a sua vida tantas vezes (Guerra Civil Espanhola, Conflito Israelo-Árabe de 48) Capa jurou que nunca mais o faria. No entanto, em 1954, regressou a um conflito - Indochina - e morreu ao pisar uma mina terrestre.
kdlkd

kldjkld

dkjld

çdkld

lkdjkdj

kldd

lkdjldj

lkjd

quinta-feira, 18 de junho de 2009

City Skeletons 2


kdjfldkjf
And in the city of lights
And in the city of veils
Did you ever see the nights
Did you ever clench your nails
dlkd
On the hard stone
On the fresh moan
Of a dying butterfly
Or a vampire flying high
dkljdkl
And in that city of nights
And in that city of nails
Did you ever climb through broken glass
Did you ever wait for hell to pass
dkjkd
And in that city of frights
And in that city of mights
Did you ever find the stones
Did you ever hear the moans
Of the lost
The lost ...
The lost ...
The lost ...
The lost ...
Oh when did they get lost?
When did you get lost?
From those lights
From those delights
When? ...

quarta-feira, 17 de junho de 2009

SUGESTÃO DA SEMANA

+
fdlkldf
Croquetes com mostarda.
Assim, tout court.
Divino. Ora queira experimentar. Molha o croquete quentinho na mostarda e dá uma trinca. Voilá.

terça-feira, 16 de junho de 2009

Macro Secrets 4

dçlkfçldk
Do You ever stop to think where You're headed?
Or don't You ever ask Yourself for directions?