quarta-feira, 12 de agosto de 2009

MAGIC MOMENTS 80

Dazzling Duets - Duet # 22 - Tina & Mick
d~fkçdlkf´

terça-feira, 11 de agosto de 2009

EM BUSCA DE PALAVRAS 80

Sicario
dçlklçd

fdºçlklfdç
A palavra "sicario" tem origem na ocupação romana da Palestina. A seita judia dos sicarios, também conhecidos como Celotas, foi a primeira a usar "si carri" - alguém que escondia uma lança, uma sica, nas suas vestes e apunhalava romanos e os seus simpatizantes durante assembleias públicas. A palavra sobreviveu até à actualidade e adquiriu o significado que tem hoje em dia - assassinos contratados ou mercenários puros, que actuam sozinhos ou em grupo.
kjfdl
O seu interesse é puramente económico e é por esse motivo que oferecem os seus serviços a quem quer que precise deles e pague mais alto. Fazem do assassínio um estilo de vida e uma profissão muito lucrativa. Os trabalhos são geralmente realizados por lealdade a um patrão ou patrono, mas os sicarios não hesitam em aceitar outros serviços em "horas extraordinárias".
Muitos sicarios são antigos membros das forças policiais ou soldados de países da Europa de Leste e da América Latina.
ldfkls
Geralmente, actuam de duas formas distintas:
* Em Público - eliminando o alvo sem se importarem com outras pessoas presentes, apresentando o incidente como um acto simples de terrorismo ou assalto
* De forma "limpa" ou "encapuçada" - de modo rápido e eficaz, sem testemunhas que os possam comprometer (ou eliminando também as testemunhas do crime) e frequentemente fazendo o assassínio parecer um acidente, um suicídio ou uma morte em circunstâncias pouco habituais
lçdkfç
O contacto com os clientes é muito pontual e normalmente realizado através de outros membros da "organização", para assegurar que os sicarios executantes e os seus clientes nunca se vêem, evitando assim problemas futuros.
lkfddlçf
Não é coincidência que a maior presença de assassinos contratados seja encontrada em países-chave associados ao tráfico de droga. Os sicarios colombianos, muitos ao serviço dos clãs de narcotráfico, são famosos e muitas vezes são contratados no estrangeiro. No México, atiradores dos estados ao longo da fronteira com os EUA são muitíssimo temidos e formam organizações criminais, impondo as suas próprias leis nos respectivos territórios. No Paraguai, um dos maiores produtores de marijuana, mercenários normalmente de nacionalidade, brasileira trabalham para defender as plantações de canabis. No Brasil existem forças armadas capazes de rivalizar com qualquer corpo policial.

segunda-feira, 10 de agosto de 2009

MURMÚRIOS DE LISBOA LXXXVI

Poema de Calçada Ridículo
dsçfjk

Escadaria no Jardim Botânico
fkdklfj
Todo o amor se vê ridículo
Quando nosso não é
Um folhetim, um fascículo
Perdido numa nota de rodapé
dldsçfkj
Sempre que te vejo
Assim disto me esqueço
Imagino o teu beijo
E o ridículo já não meço
dlfjds
Iluminas os meus dias
E nem sequer o imaginas
Ali, encostado, a fumar
Eu por ti a passar
dskfjkl
Quantas vezes me pergunto
Se a tua pele também se arrepia
Se também eu sou assunto
Para o teu coração, noite ou dia
dkfjjf
Não sei que feitiço
Conjuras tu assim
Sei que o teu corpo é um atiço
Que chama por mim
lfjfsdfjds
Existe um fio invisível
A puxar-me para ti
Quando na rua me afasto
Me afasto para longe de ti
djfdsk
Mas logo o tempo calha passar
E o rio da vida corre para nos afastar
Esqueço tudo devagar
Até nem um suspiro restar
.fjdsdflks
E é então que num repente
Me voltas a surpreender sempre
É quando no teu rosto torno a pousar
E por ti me volto a apaixonar
dlkjfdkl
Iluminas os meus dias
E nem sequer o imaginas
Ali, encostado, a fumar
Eu por ti a passar
asfk
Estranho que o teu corpo assim fale com o meu
Falará também o meu com o teu?
E se soubesses que te escrevo assim
Sonharias ou mangarias de mim?
dçlfk
Serei feliz, contudo
Enquanto esse fio permanecer ali
Invisível, inquebrável, mudo
A prender-me sempre a ti
lsfk
inspirado em e dedicado a ti

domingo, 9 de agosto de 2009

PALAVRAS ESTÚPIDAS 70

Clowns
sdlkfç

çfdgkçlfdk
dfºçdfl
Os artistas são palhaços.
Palhaços para nos divertirem. Palhaços para nos entreterem, nos intervalos da vida.
Palhaços pobres.
Palhaços ricos.
Mas apenas Palhaços.
Alguns sabem disto. Alguns, como Brando, que dizia ter a profissão mais inútil do mundo. Sabia ele que não passava de um palhaço, um intermezzo olhado com curiosidade, às vezes interesse, às vezes emoção, raras vezes devoção.
Outros não sabem isto. São muitos, cada vez mais. Que se fazem mais do que o que representam, mais do que o que cantam, mais do que o que dizem. Que se esquecem que são veículos de arte, com um corpo e uma voz e um rosto ao serviço de uma mensagem, de uma história, de uma fantasia. Não mais que isso. Não mais do que o que entregam.
Estes últimos, quando a cortina cai, os aplausos cessam, as luzes se apagam, o público sai, são talvez as pessoas mais solitárias do mundo. Porque não entenderam o seu papel.
Palhaços. Queridos, maravilhosos, esforçados palhaços. Tristes, incompreendidos palhaços. Que entregam a sua alma em cinco minutos de palco, estilhaçando-a à nossa frente. Que se esventram em ensaios intermináveis, treino que dura uma vida, para oferecerem à marabunta gananciosa, egoísta, fútil, desinteressada, cinco minutos de deslumbrante fôlego contido.
Mas palhaços. Não mais do que palhaços. Não passam de palhaços nos intervalos das nossas vidas.
dflkdl
Send in the clowns.
Send in those clowns.
Send in the wonderful clowns.
kdfpokdf
P.S. Este texto não foi pensado por causa de Raul Solnado, mas curiosamente calhou sair no dia do seu enterro. Por isso, e porque foste um dos maiores "clowns" deste país, este texto acaba por ser para ti, Raul.

sábado, 8 de agosto de 2009

City Skeletons 7


kdfçslkf
I've been to many cities.
I have paced the narrow, shadowed streets of Manhattan, embraced by the steel and glass giants that cover the sun.
I have trailed the paths of kings and queens in old London and Westminster Towns, surrounded by all colors, all races, all creeds.
I have lost myself in enchanted Venice, seeking wonderful masks in every corner of its ancient stone walls, its water burried streets.
I have traced dirty, ugly Athens, smelling pollution every second, while ancient Gods whisper in street corners.
I have dragged myself through the humid heat of Bangcock, where freeways fly high between skyscrapers, brushing windows where families dine.
I have cruised the brown chocolate arteries of Cairo, where every hour of the day is a rush hour filled with thousands of working ants and cars bumping cars in a surreal funfair.
I have walked the Autumn golden Prague and chased the shadows of misterious puppets through its cobbled streets.
I have felt the cold Viena, its grim alleys and grimmer inhabitants, wandering the Christmas treasure filled street fairs.
I have conquered bright, imposing Paris, felt the strong brush of its ancient artists.
I have burried my footsteps in the beautiful Rio, felt the fresh forest breeze mingle with the warm, salty sea wind.
I have strolled the gay, elegant Rome, where death was once fun for the mobs inside the great Coliseum.
I have slid through cold, romantic Porto, searching for my other self.
And I carved my footprint a long time ago into pretty, pink, melancholic Lisbon, my city.
And in all of these cities I have tried to lose myself. For never do you really know a metropolis, unless you allow yourself to be lost in its depths, embraced by its secrets, overwhelmed by its ghosts.

sexta-feira, 7 de agosto de 2009

OS FOTÓGRAFOS DE ANDRÓMEDA

Paul Strand
ldkç
"It is one thing to photograph people. It is another to make others care about them by revealing the core of their humanness."
çlkgçlfd
Arte Humanidade Força
dfkdf
lºçfçlg
çlfkglç
fdkgkçl
çfdkgçl
çklg
çlgflkdg

quinta-feira, 6 de agosto de 2009

MURMÚRIOS DE AVALON XXIII

O Samurai Cobarde
dçksdçflo

lfdjgfdl
A minha espada ergue-se entre mim e os meus inimigos. Foi forjada com a sabedoria dos antigos anciãos e no fogo sagrado da lava proveniente da montanha cuspidora das entranhas milenares da Terra. A sua lâmina aguçada é capaz de trespassar a mais delicada das pétalas da flor da amendoeira, soprada na doce brisa primaveril.
Mas a mão e o braço que lhe deveriam conferir a merecida vida de honorável guerreira abatem-se sobre si mesmas, fracos instrumentos seduzidos pela inércia da cobardia.
O Escritor não ouviu estas palavras. Sentiu-as, no rosto contorcido do samurai, congelado numa silenciosa coreografia feita de gestos desenhados toscamente no espaço daquele jardim geométrico.
Havia uma fonte rodeada de musgo e atravessada por seixos redondos gigantes e o chuveiro cadenciado da água que brotava suavemente para se juntar ao caudal liso, era o único som que preenchia o espaço.
Havia pássaros, mas permaneciam mudos, como se ecoassem no seu vazio a angústia do velho samurai.
Procuras palavras, jovem, continuou ele no pensamento do Escritor, enquanto eu procuro a coragem ... toda a minha vida busquei a coragem ... sem nunca a encontrar, pois que entre mim e os meus inimigos apenas pude erguer esta espada nobre e inútil.
O samurai executou mais uns passos da sua lenta e enigmática coreografia, volteando a lâmina afiada no ar com destreza e elegância. O Escritor sentiu o ar vibrar na sua direcção, um vento frio e subtil que lhe arrepiou a pele e o fez encolher-se instintivamente.
Não temas, jovem. Sou incapaz de te ferir, pois ambos sabemos que as lâminas apenas rasgam a carne e essa pouco tem que albergar. Órgãos, vísceras, pele, sangue. Pobres peças soltas que compõem estes corpos mortais. A alma, o espírito, esses são inquebráveis, invioláveis perante esta lâmina. Já as palavras, essas, podem ser mortais e transformar um gigante num fantasma vagueando perdido e inerte.
Haikais muitos tenho, de uma vida inteira de reflexão. Não precisas de pedir, adivinhou o velho samurai, ofertar-te-ei um que possa talvez ajudar-te na busca dessa palavra pela qual tanto desesperas.
E o samurai embainhou a espada no seu cinto púrpura, alisou delicadamente as mangas do seu kimono alvo sarapintado de flores laranjas e proferiu num tom decidido, quase brusco:
dfºlf
A borboleta flutua
A lua adormece
Quando dançarás tu?
dkçfj
O Escritor guardou o haikai numa caixa de madeira secreta na sua memória e, antes de se afastar, olhou uma última vez a espada longa que pendia da cintura do velho senhor da guerra.
E entendeu.

quarta-feira, 5 de agosto de 2009

PALAVRAS ESTÚPIDAS 69

Star Wars Tribute I - The Beginning
dçlfºçd
The darkest side
çlkgfçl
The best duel


dçflçd
The most heartbreaking scene

dºçflºdç
The coolest duel

dçlfkdçl
The most iconic image
çklgklf
The fashion statement
ldkfld
The western tribute
kgçl
The sexiest image
gçlfdg
The coolest position
dçlfklçd
The Best R2D2 Moment :)

dlfkçlf
The Beginning of the Fall Into the Dark Side
dkfçldk
The "Oh My God! I've Never Seen So Many Fucking Jedi Together! Yes! Yuhu!!!!" Battle
dkjfkl
The Best Line Delivery ("Not from a Jedi")
gfkdlgk
The Best Line:
3CPO: "Shut me off!"

terça-feira, 4 de agosto de 2009

SUGESTÃO DA SEMANA


çºfdlºç
É uma marca de roupa espanhola e chama-se Mamatayoe.
As roupas são tão bonitas, confortáveis e coloridas, que parecem saídas de autênticos contos de fadas.
Descobri uma loja aqui há uns anos no meu paraíso privado, algures no fim do mundo e por isso não vou revelar a localização, mas há sempre o site na internet :)
Mais pormenores aqui: http://www.mamatayoe.com/

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Macro Secrets 9

djhclçkfd
Hmm...If I took a bite, would I grow or would I disappear?

domingo, 2 de agosto de 2009

NOTORIOUS NUMBERS

1984
O Número do Big Brother
DÇLKÇLDF

ÇLDKFLDÇ
Escrito em 1948 por George Orwell, o romance "1984" retrata uma sociedade totalitária, controlada pelo Big Brother, em que os cidadãos são controlados até no interior das suas próprias casas. O romance conta a história de Winston, um apagado funcionário do Ministério da Verdade da Oceania que aos poucos passa da indiferença que a todos domina para a revolta, instigado pela paixão que começa a sentir por Julia, uma colega de trabalho e instigado por O'Brien, um membro do Partido Interno com quem Winston simpatiza.
O Estado controlava o pensamento dos cidadãos, entre muitos outros meios, pela manipulação da língua. Os especialistas do Ministério da Verdade criaram a Novilíngua, uma língua ainda em construção, que quando estivesse finalmente completa impediria a expressão de qualquer opinião contrária ao regime. Uma das mais curiosas palavras da Novilíngua é a palavra "duplipensar", que corresponde a um conceito segundo o qual é possível ao indivíduo conviver simultaneamente com duas crenças diametralmente opostas e aceitar ambas. Os nomes dos Ministérios em 1984 são exemplos do duplipensar. O Ministério da Verdade, ao rectificar as notícias, na verdade estava a mentir. Porém, para o Partido, aquela era a verdade.
Outra palavra da Novilíngua era Teletela, nome dado a um dispositivo através do qual o Estado vigiava cada cidadão. A Teletela era uma espécie de televisor bidireccional, isto é, que permitia tanto ver como ser visto. Nele, o "papel de parede" (ou seja, quando nenhum programa estava a ser exibido) era a figura inanimada do líder máximo, o Grande Irmão.
No livro, Orwell expõe uma teoria da Guerra segundo a qual o objectivo não é vencer o inimigo nem lutar por uma causa, mas sim manter o poder das classes altas, limitando o acesso à educação, à cultura e aos bens materiais das classes baixas. A guerra serve para destruir os bens materiais produzidos pelos pobres e para impedir que eles acumulem cultura e riqueza e se tornem uma ameaça aos poderosos. Assim, um dos lemas do Partido é "guerra é paz".
1984 é uma metáfora extraordinária sobre o poder totalitário das sociedades modernas e a alienação criada por lavagens cerebrais que não estão assim tão longe da nossa realidade actual.
Porquê 1984? Orwell limitou-se a inverter os algarismos do ano em que o livro foi escrito.
ljkld
Em 1984, assinalando a data do título, o romance foi adaptado ao cinema, com os "monstros" John Hurt e Richard Burton nos principais papéis.
dçfçld

sábado, 1 de agosto de 2009

MAGIC MOMENTS 79

Dazzling Duets - Duet #21 - Paul & Art
lkfçldkf

sexta-feira, 31 de julho de 2009

PALAVRAS EMPRESTADAS 55


lfdçºlf
"O mar é a religião da Natureza."
Fernando Pessoa
lçkfkdç
"Haverá algo mais verdadeiro do que reinventar a realidade?"
Albert Einstein
lsdçkf
"Quem tem as flores não precisa de Deus."
Alberto Caeiro
fmklsdfç
"Goethe truly says that every man's God is as that man; is not then the God of the greatest man the greatest God?"
Alberto Caeiro

quinta-feira, 30 de julho de 2009

EM BUSCA DE PALAVRAS 79

Wisdom of the Jedi
ldçkfdçkl

çdlfºçdlf
Qui-Gon: "Don't let anxiety dominate you, Obi-Wan, concentrate on the here and now."
Obi-Wan: "Master Yoda said I should be mindful of the future."
Qui-Gon: "But not at the expense of the moment. Be mindful of the living force, my young Padawan."
lfsdkçldf
Qui-Gon: "Concentrate on the moment. Feel, don't think, use your instincts."
dlfkdçl
Yoda: "Hard to see, the dark side is."
dçlfkçl
Yoda: "Fear is the path to the dark side. Fear leads to anger, anger leads to hate, hate leads to suffering."
çlfdçlf
Qui-Gon: "Your focus determines your reality."
çlflkd
Yoda: "Careful you must be, when sensing the future, Anakin. The fear of loss is a path to the Dark Side. Death is a natural part of life. Rejoice for those around you who transform into the Force. Mourne them do not. Miss them do not. Attachment leads to jealousy. The shadow of greed that is. Train yourself to let go of everything you fear to lose."

quarta-feira, 29 de julho de 2009

PALAVRAS ESTÚPIDAS 68

Cicatrizes
lçkfd
dskflsd
Gosto de cicatrizes.
Cicatrizes são selos da vida.
Provas da nossa passagem por este mundo.
Certezas de que não somos anjos, inodoros, incolores, insípidos.
Marcas da nossa substância.
Pinturas de guerra permanentes.
As cicatrizes contam sempre histórias. Irónicas, surpreendentes, dolorosas.
Histórias com princípio, meio e fim.
Cicatrizes despertam curiosidade, fascínio, são mistérios que tentamos desvendar como detectives persistentes.
São motivo de especulações, de incertezas, de boatos.
As cicatrizes fazem de nós guerreiros marcados por batalhas privadas, de que só nós sabemos os pormenores mais escabrosos.
Os anjos não têm cicatrizes, porque os anjos não têm substância. Mas quando as têm, das duas uma, ou cometeram um pecado tão grave que a ira de Deus ultrapassou a barreira da eteriedade imaterial, ou resolveram experimentar os prazeres e as mágoas da carne dos seres imperfeitos. Tornam-se, assim, automaticamente, interessantes.
Cicatrizes são passes para o Céu. "Entra", diz S. Pedro, "Tens uma cicatriz." ou "Não podes entrar. Sem cicatrizes, não temos a certeza de que sejas humano. Podes ser um impostor. Aguarda na sala ao lado, por favor."
Uma cicatriz é um código, um código belo e não de barras, que fala da nossa sobrevivência e, nos piores casos, um raspão, um encontrão com a morte.
Vês?, eu raspei na morte.
E ainda aqui estou.

terça-feira, 28 de julho de 2009

City Skeletons 6


ºçdlçd
There is a sense of urgency in every city, have you noticed? People walk on by, always headed somewhere, never a moment to spare, no time to stop.
Wonder if they really had to stop. Were forced to stop on their tracks by some misterious natural force that would incapacitate all that urgency.
Instead of the swine flu, cities would be invaded by stop signs.
Stop! Stop! Don't walk! Stop now! Stop right now! Stop and listen.
And what would you listen? If you stopped alone, you would surely listen to the urgency of everyone else around you. Steps, voices, screams, the rattle of bags, the roaring of the traffic, words rattling in the wind.
But what if everyone else had also stopped? What would you listen? The beating of your own heart? Someone else's throbbing blood pulsing in their frozen veins? Would you be afraid? Would you be mesmerized? Would you want to run or reach out your arm and touch your fellow stopped a few paces away? And what would you tell them?
Stop and listen! Stop and see me! Stop and acknowledge my presence! Stop, for god's sake, just STOP!
lsdlfk
"It's the sense of touch. In any real city, you walk, you know? You brush past people, people bump into you. In L.A., nobody touches you. We're always behind this metal and glass. I think we miss that touch so much, that we crash into each other, just so we can feel something."
Crash

segunda-feira, 27 de julho de 2009

OS FOTÓGRAFOS DE ANDRÓMEDA

O'Rear, Charles
dçfdklf

dçl
Windows Paisagens Arquitectura
çdlkfç
dklfjkld
slkçlsd
dçlkdçld
dlkçdlk
ldçkçdlk
dkldçkl
dkkld
lçdkçld

domingo, 26 de julho de 2009

MURMÚRIOS DE AVALON XXII

O Inconsciente Irritante e a Leitora Atrevida
fdklf


çkgklfd
Outra vez a meteres-te comigo? Olha que a coisa aqui fia fino.
Porquê? Não posso aventurar-me nos teus domínios?
Com psiquiatras deprimidos e tal ... onde é que queres chegar exactamente, já agora?
A lado nenhum. As ideias surgem.
dlfçd
Ainda não me explicou de onde.
Menina ... desopile, se faz favor.
Mas está em dívida comigo. Ficou de me explicar donde surgem as ideias.
De muitos lados e de lado nenhum.
Zen agora, para cima de mim? Vai-se armar em samurai filosófico?
Acabou de me dar uma excelente ideia, queira saber.
Eu não dou ideias à borla.
ldkf
He! He! He!
E tu de que te ris agora?
De que ela não dá ideias à borla ...
Mau mau maria! Não estou a gostar nada desta conversa. Queres insinuar o quê?
Eu, meu caro? Eu não estou a insinuar nada.
Estás sim, já te conheço de résvés e do avesso.
And? Your point being?
Que essa tem Às por trás. Desembucha.
çdfldç
Explique-me lá as ideias.
Não interrompa, menina. Estou num tête-a-tête demasiado interessante com o meu inconsciente. Falamos depois. Prometo.
çldlºçsd
Vá, desembucha.
Bom, se tens mesmo de saber, essa querida foi a responsável.
Responsável de quê? Qual querida?
A tua leitorazinha grilo falante. A culpa é dela.
A culpa de quê?
O personagem é dela. Ou deverei dizer a personagem?
Qual personagem?
A que acabaste de vomitar há pouco mais de 2 folhitas atrás, muito mal engendradas, diga-se de passagem.
O quÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊÊ??????????!!!!!!!!!!!!!
Pois ...
Mas desde quando ...
Desde que te permitiste intimidades com leitoras armadas em chicas espertas, meu caro. Eu aviso, mas ninguém me ouve.
lkfçldf
Mas ... a menina ... a menina venha cá imediatamente!
fdfºdç
Olha! Saiu de fininho. He! He! He! Típico ... enfiam o marcador, fecham a página, pousam o livro e vão à vidinha deles e já não é nada com eles. E o resto da malta que se esfole aqui dentro a tentar dar sentido a estes escarros mentais. Mal agradecidos ...
Cala-te! Deixa-me pensar e cala-te, por amor de deus!

sábado, 25 de julho de 2009

SUGESTÃO DA SEMANA



dlfkdçl
São giros, divertidos e sádicos ao mesmo tempo :)
Há em várias cores e tamanhos. Mas o boneco está sempre prestes a afogar-se.
Da Alesi.
Divirta-se a emboiar massas, arroz, corn flakes, bolachas, biscoitos e outros acepipes, até afogar a criatura.

sexta-feira, 24 de julho de 2009

Macro Secrets 8

çlfçºlf
Pour your soul on me
Don't let it waste away