sábado, 21 de agosto de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Kill Bill, Vol 1 & 2
Realização: Quentin Tarantino (EUA)
Ano: 2003 e 2004
kldkf
dlsçafk
"Hattori Hanzo: I am finished doing what I swore an oath to God 28 years ago to never do again. I've created, "something that kills people". And in that purpose, I was a success. I've done this because, philosophically, I am sympathetic to your aim. I can tell you with no ego, this is my finest sword. If on your journey, you should encounter God, God will be cut."
kfdçlf
"Bill: There are consequences to breaking a heart of a killer."
lfkçdl
Recordo:
... Uma Thurman perfeita no papel de "A Noiva" ...
... Lucy Liu perfeita no papel de O-Ren Ishii ...
... Daryll Hannah perfeita no papel de Elle Driver ...
... sangue por todos os lados, mas nunca de mau gosto ...
... diálogos do caraças, música divinal, um enredo que entra directamente para a mitologia do cinema de todos os tempos ...
... aquela frase dita pela Lucy Liu, que começa num suave murmurar feminino e acaba num berro de fêmea brutal: "As your leader, I encourage you, from time to time and always in a respectful manner, to question my logic. And I promiss you, right here and now, no subject will ever be taboo ... except, of course, the subject that was just under discussion. The price you pay for bringing up either my Chinese or American heritage as a negative is - I collect your fucking head. Just like this fucker here. Now, if any of you sons of bitches got anything else to say, now's the fucking time! (Pausa) I didn't think so."
... o bailado lindíssimo da luta entre Uma e Lucy na neve, com banda sonora ao estilo toureiro ...
... a "luta das loiras", como lhe chamou o próprio Tarantino, entre Uma e Daryll ...
... os diálogos filosóficos do segundo capítulo ...
... resumindo, todas as cenas dos dois filmes (apesar de que o primeiro capítulo continua a ser o meu preferido) ...
... o par de filmes mais cool da história do cinema ...
fkldfj



kfdkf

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Macro Secrets 47

jfldkf
Thrown to the lions, to find out they were lambs ...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MURMÚRIOS DE LISBOA XCIX

The Traveller - Parte II
lfkdçlf
dfdçklf
And her grandmother, again.
Telling her, a long time ago, that one day she would find someone who would be like this - and she made the gesture of two hands interlacing fingers tight.
And back to him. When she met him, she didn't know this. But had she known, she would not have related both events. One needs time to figure things out. Sometimes years.
Now she knows her words were the exact truth.
She also knows she already wrote about her grandparent's love story whithout noticing she did. In the book she wrote when she was 21, there was Baltasar, an excentric swiss boy raised by english witches, and Isadora, the volcanic spanish gipsy who stole Baltasar's heart for ever.
She smiles with the recolection. And she smiles with the fact that for years she never noticed the obvious resemblance between her own grandfather Maurice, the shy english raised in Barbados who enjoyed building little intricate devices with his hands, and Baltasar, the mad scientist who experimented on everything, from plants to his own children. Or the resemblance between the fierce Isadora who danced and sang and cooked like a lioness, and her own grandmother, the outspoken chilean who never left anything unsaid or undone.
She smiles when her mother tells her she looks more and more like her grandmother.
Abuelita liked her smokes right up until the very end.
She smoked a cigarette near the little flower spot where Abuelita rests for eternity.
And then peace, at last. For she knows Carolina knew she was there.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

MAGIC MOMENTS 115

DVD 22 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
dfkdlçk
A mim, porque mereço. Acabei de ganhar uma viagem aos Açores pela melhor declaração de amor à Natureza, num passatempo da National Geographic.
kfçdlkf
Ei-la:
Porque de ti brotei e a ti regressarei, fazes parte de mim.
Sou pó de estrelas, pólen de flores, água viva fluindo pelo teu mundo.
Vôo pela imaginação na ponta das asas de albatrozes, corro pela vida no dorso de alazões selvagens, suspiro de amor dentro de corolas floridas, choro lágrimas do teu mar salgado, respiro o vento e desfaço-me em tempestades fantásticas.
Sou montes e vales esculpidos em carne e sangue que pulsa a cada segundo, sempre em frémito quando te contemplo em todas as tuas manifestações, ó Mãe bela, poderosa, doce e eterna.

kçlfk

terça-feira, 17 de agosto de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 105

klfdkj
Escrever como quem sente
Escrever como quem mente
Escrever como quem diz
Escrever, foi o que fiz
fkdl
Escrever como dor
Escrever como pranto
Escrever como amor
Escrever como canto
dçlfkls
Escrever em desespero
Escrever como respiro
Escrever com alegria
Escrever todo o dia
jfsk
Escrever lentamente
Escrever com desvelo
Escrever docemente
Escrever como um novelo
amkljf
Escrever o que vejo
Escrever o que desejo
Escrever com punhais
Escrever até não poder mais
jgkfds
Escrever rios de tinta
Escrever vales de carvão
Escrever como quem pinta
Escrever com o coração
fklj
Escrever todas as estações
Escrever todas as emoções
Escrever todos os momentos
Escrever todos os sentimentos
fçlgk
Escrever à beira do precipício
Escrever no espaço
Escrever em suplício
Escrever até o que é baço
dçlfk
Escrever o vazio
Escrever num corropio
Escrever até morrer
Escrever para viver
dkjf
Só assim me conheço
Só assim me concebo
A escrever o que posso
A escrever como um placebo
çdfdsfkl
Escrever é para mim
Uma espada de marfim
Bela, doce, perigosa, ruim
Escrever será o meu fim
dsçfkj
Quando me for desta vida
Quero ao menos ter sido lida
Quero ter sido compreendida
E talvez até reflectida
fkjdçlf
A escrever ir-me-ei
Foi sempre assim que desejei
O lápis dos dedos largarei
E o último suspiro libertarei
çdsfj
E se existir um depois
Lá, a escrever, estarei, pois.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 44

VERDES

FKLDÇLF

domingo, 15 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 43

PENTEADO

KLFDÇLSF

sábado, 14 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 42

RESOLUÇÃO

LFKDÇLF

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 41

RGB VERSUS CMYK

LKFÇLD

quinta-feira, 12 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 40

STRESS

LKFDÇLSF

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 39

EXTENSÕES

DFKDÇLF

terça-feira, 10 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 38

ESQUERDA

KLFDÇLFK

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 37

Girl's Best Friend

dfdçlkfv

domingo, 8 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 36

Relação Pacífica

dlfkçdlf

sábado, 7 de agosto de 2010

Piloto Automático


ksdçlkf
Durante os próximos 9 dias, este blog estará em piloto automático.
Quanto à dona, vai de férias para a Irlanda, realizar uma das suas viagens de sonho.
Entretanto, fiquem na companhia da Geolândia.
Bye Bye
Fheiceann tú go luath

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor III
lfkldçf
Macro Ovo Estrelado
kfjdlk
Mas ele não percebera a indirecta, nem quisera alongar muito a conversa, porque a sua casa passara a ser vigiada noite e dia por uma Mãe-Inspectora que zumbia ininterruptamente do lado de fora da cúpula envidraçada.
Descobriu a caixa por acaso, porque andou a vasculhar a casa toda à procura de qualquer coisa que o Grug pudesse ter deixado. Gostava de Grug. Fora o seu companheiro desde sempre. Davam-se bem. Grug não era como certos companheiros que fazem a vida negra a uma pessoa. Mantinha-se na dele, a maior parte do tempo. Lamba, o companheiro de Ilac era um inferno ambulante, segundo o que Ilac dizia e segundo o que ele próprio via através da parede de vidro que ligava as duas casas. Aparentemente, passava a vida a perseguir Ilac com insinuações indecentes. Aparecia-lhe nu por todo o lado e já lhe tinha até mostrado a si próprio o pénis umas quantas vezes do outro lado do vidro. O vidro era à prova de som, por isso a única coisa que Bor conseguia perceber era que Lamba era doido, mas de acordo com o que Ilac lhe dizia parecia ser outra coisa distinta.
“Porque é que não te queixas à Mãe-Inspectora do sector?”
“Já me queixei dezenas de vezes. A resposta é sempre a mesma. Continue, por favor. Continue, por favor ... Continue uma merda. Queria ver se ela tivesse que dormir com aquele tarado todos os dias. Espeta-me com o coiso dele debaixo dos sovacos e diz que me ama.”
Piscara os olhos. Desde o desaparecimento de Grug que tudo lhe começara a parecer periclitantemente estranho. Como se estivesse prestes a desabar. Depois descobrira a caixa por acaso. Só que a caixa não o ajudara muito. Pelo contrário. As coisas da caixa explicavam-lhe como era a vida muito tempo antes do seu tempo. Mas não lhe explicavam como é que aquilo se fora transformando nisto. Era quase como se estivessem a descrever universos distintos. E, finalmente, para piorar as coisas, há dois meses atrás começara a receber umas mensagens estranhas no seu PacMaster. Aparentemente eram do próprio Grug, que afinal estivera mesmo na Colónia de Alimentação da Europa, só que conseguira escapar e agora vivia dentro do seu computador. Não era bem dentro do seu computador, porque aparentemente podia circular por todo o mundo, mas de qualquer modo e pelo que conseguira perceber, estava dentro do circuito ou Sistema, como Grug lhe chamava.
Aos poucos, Grug fora-lhe conseguindo explicar uma série de coisas muito, muito estranhas. E agora, ali de pé, à espera que a porcaria do último ovo da ração de seis a que tinha direito por mês, ficasse totalmente colado ao raio da frigideira, decidiu que tinha de fazer alguma coisa porque estava farto de comer ovos pegados, quando agora sabia que um dia tinha havido um mundo em que não havia rações e em que os ovos eram manjares deliciosos porque eram postos por galinhas sãs, criadas por agricultores em quintas ao ar livre, debaixo de céus azuis a perder de vista.
kfddkfld
Naquela manhã tinha folga. Acordou um pouco mais tarde do que o habitual e ficou na ronça, ouvindo o zumbido das Mães lá fora, pela janela aberta.
Olhou o pequeno cubículo transparente. Pelo canto do olhos reparou que Ilac já saíra de casa. Provavelmente tinha ido tratar de algum assunto pessoalmente à Central da Cúpula onde estavam os grandes computadores ordenadores. Ilac era um dos responsáveis pelo Plano de Vida Intraestelar. Trabalhava a partir de casa, como quase toda a gente, mas de vez em quando era preciso introduzir cálculos directamente nos Ordenadores. Felizmente a sua casa fazia esquina e portanto não tinha vizinhos do lado direito. Mas depois lembrou-se que sempre fora assim e que nunca se preocupara muito com isso. Toda a gente vivia em aquários. As Mães tinham de controlar tudo o que se passava no interior dos apartamentos. Claro que o faziam através de sensores e portanto não havia necessidade de existirem paredes transparentes. Mas de acordo com o que Grug lhe dissera, as Máquinas ... as Mães ... Grug referia-se às Mães como Máquinas ... as Mães haviam decidido no princípio da Nova Era que deveriam aproveitar as características do ser humano contra ele próprio e portanto tinham decidido que toda a gente viveria em casas transparentes para que o risco de transgressão diminuisse consideravelmente. Segundo Grug, o ser humano era bisbilhoteiro e delator por natureza, uma vez que pensava em si próprio primeiro e só depois nos outros.

quinta-feira, 5 de agosto de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Jogo de Lágrimas
The Crying Game
Realização: Neil Jordan (Irlanda)
Ano: 1992
dºlfkdçlsf
dfkdçlf
"Jody: ...and as they both sink beneath the waves, the frog cries out, 'Why did you sting me, Mr. Scorpion? For now we both will drown!' Scorpion replies, 'I can't help it. It's in my nature!' "
çlkfdçlf
Recordo:
... o único filme que vi 3 vezes no Cinema ...
... na altura andava em pesquisa sobre o IRA e devorava tudo - este filme foi um presente dos deuses ...
... aquela frase lindíssima, retirada da Bíblia, e que Stephen Rea imprimiu de uma tristeza profunda e comovente - "When I was a child, I spoke like a child, I thought like a child, I reasoned like a child; when I became a man, I gave up childish ways."
... três actores em estado de graça - Miranda Richardson, Stephen Rea e Forest Whitaker ...
... uma história sobre pessoas, que nos recorda a todo o momento que, por trás de fardas, soldados, guerrilheiros, ideologias, políticas, terroristas, exércitos, rótulos, sexos, nacionalidades ou raças, há sempre simplesmente ... pessoas ...
... um twist absolutamente genial, que começou a moda dos enredos com segredos guardados a sete chaves ...
... Neil Jordan conseguiu imprimir um fio condutor de uma doçura e humanidade estarrecedoras, numa história sobre um dos grupos terroristas mais implacáveis do mundo ...
... e quem pode esquecer a terna e rouca voz de Boy George a cantar a canção que serve de título ao filme? ...
eueiou

dçlfkdçlf

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Fetiche #30

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç

"Believe me! The secret to reaping the greatest fruitfulness and the greatest enjoyment from life is to live dangerously!" - Friedrich Nietzsche

dfjldkjf

çlfdºçdf
[Frutarias]
1. Nome de promessas doces, deliciosas, frescas, sumarentas e coloridas > 2. Será da mistura de aromas naturais? Talvez ... > 3. Será das cores? Talvez ... > 4. Será da promessa de sabores? Talvez ... > 5. Sempre tive mais olhos que barriga, mas uma frutaria enche-me as medidas gulosas dos olhos sem provocar indigestão no estômago > 6. Haverá visão mais saudável? > 7. Para além disso, gosto da arquitectura da frutaria - caixas de madeira cheias de presentes, inclinadas num ângulo de alguns graus e cachos de frutos pendurados por todo o lado - há algo de muito romântico, campestre, e tradicional nisto, que me atrai

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Macro Secrets 46

jsdlskad
I still believe in the impossible

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

MORMORIOS DI ROMA IV

Pedro e o Sonho
ksjdklsa
kljf
Tenho um sonho.
Poder passear pela Praça de S. Pedro completamente sozinha, ou de madrugada ou ao entardecer, quando o mundo ainda está quieto ou se prepara para se aquietar.
DKFÇLDKF

FKDÇLK
Como se por um instante o mundo se tivesse esquecido da Igreja e dos seus apóstolos e dos seus mandamentos e apenas os pombos soubessem, por hábito, encontrar o caminho até ao esboço grandioso de Michelangelo.
KFÇLD

DLKFÇL
Devagar, percorreria os corredores de colunas e sentar-me-ia nos seus degraus, estudando minuciosamente cada uma das esculturas que a povoam, silenciosas, seculares, secretas.
kvcçlf
kbfdçlnb
Só o borbulhar das fontes e o frissom das penas esvoaçantes serviria de banda sonora aos meus passos no empedrado.
KFDÇDLF
DFKDÇL
Calmamente procuraria a linha branca traçada ao longo da entrada da praça, que delimita o Vaticano do resto da Itália e faria fonambulismo imaginário em cima dela.
E depois, como uma sombra crepuscular, exactamente naquela hora em que os meus olhos míopes vêem menos, a hora que eu mais aprecio porque tudo parece coberto por uma ténue neblina imaginária, o Santo Padre surgiria envolto em vestes carmim do outro lado da praça, aparecendo e desaparecendo por trás das colunas, a brincar às escondidas.
ÇDFLDºÇLF

DFLºDF
E eu concluiria que as multidões retiram toda a grandiosidade à Praça de Pedro. Que a diminuem e que toda a gente deveria ter direito a um momento assim, sozinho, com os pássaros, "Deus" e o silêncio.