quinta-feira, 30 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 52

BIFES
LDSÇ~LD

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 51

OURO SOBRE AZUL - EPÍLOGO
SFD~G

terça-feira, 28 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 50

OURO SOBRE AZUL - PREFÁCIO
SDKALSÇ

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 49

CASACO
LÇDKLÇS

domingo, 26 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 48

AMBIGUIDADE
LFKLÇDS

sábado, 25 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 47

FRIO
LFÇ~DS

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 46

Botão
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quinta-feira, 23 de setembro de 2010

GEOLÂNDIA 45

Estrelas
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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Férias

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A partir de amanhã este blog vai de férias para a Turquia.
O blog é como quem diz, a sua autora.
Voltem a ficar na boa companhia da Geolândia.
Até Outubro.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

MAGIC MOMENTS 120

DVD 27 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
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Aos artistas de palco, todos.
Estar em cima dum palco, para além de ser muito mais difícil do que parece, é uma dádiva de alma ao público, inestimável.
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segunda-feira, 20 de setembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor VIII
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Macro Folha
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Saiu da Praçeta de Aprendizagem por outro túnel descendente e seguiu até à Praçeta Lúdica. Quantas Praçetas mais havia? Quase tudo fora pensado, senão mesmo tudo, claro.
Havia mais quatro Praçetas relativas aos outros sentidos, para além da dos Cheiros – Cores, Sons, Sabores e Sensações.
Depois havia 5 Praçetas físicas – Ginástica, Atletismo, Jogos de Bola, Dança e Jogos de Aparelhos.
Mais 3 Praçetas culturais – Literatura, Artes Visuais e Música.
Dez Praçetas Tecnológicas – Multimédia, Realidade Virtual, Jogos PacMaster, Mecânica, Indústria, Transportes, Redes, Investigação, Comunicação Interestelar e História.
E finalmente 7 Praçetas Científicas – Espaço, Biologia, Recursos Naturais, Zoologia, Física, Química e Quântica.
Depois da Praçeta Lúdica estava interessado na Praçeta da Rede. Mas provavelmente deixaria essa para a próxima folga, para não levanter suspeitas.
Quando chegou à Praçeta Lúdica tinha outra Mãe-Observadora a recebê-lo com as suas luzinhas e os seus zumbidos. Desta vez, à pergunta “motivo” limitou-se a responder:
“Aproveitar folga.”
A máquina … a Mãe zumbiu e piscou e mandou-o seguir, polidamente. Nada de anormal, claro. Era normalíssimo ser interceptado por Mães-Observadoras de vez em quando ao longo dos seus percursos pela Cúpula. Zumbiam por todo o lado e passavam completamente despercebidas. Sem elas tudo pareceria mais solitário ainda. Talvez fosse a sua necessidade de estar só, hoje. De conseguir coordenar de alguma forma o turbilhão de pensamentos que subitamente lhe voavam dentro da cabeça. Talvez fosse só isso que lhe estivesse a provocar aquela sensação incómoda de estar a ser observado, vigiado, seguido. Olhou para trás. A Mãe-Observadora tinha desaparecido na curva do túnel por onde acabara de sair. De qualquer forma, não estava sozinho. Montado por cima da cúpula havia um sistema de câmaras accionadas ininterruptamente, onde quer que se encontrasse. As câmaras estavam ligadas a um Ordenador na Central da Cúpula, no Comité de Acompanhamento de Actividades. Mas não só. Qualquer computador tinha acesso directo através da Rede a qualquer câmara. Ilac podia saber onde ele estava naquele preciso momento e o que estava a fazer, caso o seu PacMaster estivesse ligado. Bastava-lhe introduzir o seu código no PacMaster em casa. Também podia bipá-lo através do MiniMaster que trazia no pulso, semelhante a um relógio. O MiniMaster continha toda a sua informação vital: código, idade, peso, altura, batimentos cardíacos, nível de colesterol, massa, alimentos ingeridos nas últimas três refeições, etc, etc, etc. Era através do MiniMaster que as Mães-Observadoras analisavam o seu status. Era uma óptima forma de controlar o estado de saúde de todas as pessoas, com frequência. Assim, detectavam imediatamente qualquer alteração nos níveis vitais e podiam tratar de qualquer problema atempadamente. Mas … também era uma optima forma de vigilância … porque nunca se sabia quando é que se ia encontrar uma máquina … Mãe, no caminho.
Tinha vindo à Praçeta Lúdica fazer exactamente o quê? Olhou para todos os dispositivos que se encontravam espalhados pelo amplo espaço. Piscina Quente/Fria, Chuveiro Orgásmico, Jacuzzi Cremoso, Karaoke Virtual.

domingo, 19 de setembro de 2010

Fetiche #35

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"W

e serial killers are your sons, we are your husbands, we are everywhere. And there will be more of your children dead tomorrow

" - Ted Bundy
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[Assassinos em Série]
1. Substantivo fascinantemente perigoso ou perigosamente fascinante > 2. Talvez seja da costela inglesa, não faço ideia > 3. Gosto de os dissecar, de os tentar entender, de lhes perceber os mecanismos desviados e onde tiveram origem ou não > 4. Porque são diferentes, porque os seus mecanismos mentais são totalmente diferentes, porque até por vezes os seus cérebros são anatomicamente diferentes dos nossos > 5. Porque os "jogos" que constroem e os "ambientes" que encenam apelam ao Sherlock e ao Júlio Machado Vaz que coexistem em mim > 6. Porque o "negro" me (nos?) atrai muito mais do que o branco - existe algo de brutalmente honesto no extremo do assim classificado como "maléfico" > 7. Talvez que a "criatividade", até num serial killer, seja aquilo que me atrai > 8. Gosto de tentar entender o absolutamente inenarrável > 9. Talvez seja sádica, admito > 10. Talvez seja estranha, admito

sábado, 18 de setembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

O Último Tango em Paris
The Last Tango in Paris
Realização: Bernardo Bertolucci (EUA)
Ano: 1972
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"Jeanne: It's better not knowing anything."
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Recordo:
... o papel mais arriscado que um actor consagradíssimo jamais representou em Cinema ...
... uma fantasia apetecível ...
... um tango inesquecível ...
... uma interpretação de Brando estarrecedora ...
... a cena em que Brando conta a sua história (do personagem), mas em que está a realizar um dos seus famosos ad libs, em que conta realmente a sua história de vida (a de Brando) ...
...a cena da morte, que ainda me deixa nervosa, apesar de já a ter visto dezenas de vezes ...
... a química entre a inexperiente mas destemida Schneider e o experiente mas generoso Brando ...
... a famosa cena da manteiga ...
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sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Macro Secrets 51

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I like to make a dramatic exit

quinta-feira, 16 de setembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA VIII

O Panteão
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O Panteão, primeiro dedicado aos deuses do panteão romano (daí o nome), e posteriormente aproveitado como templo cristão - o nome significa "pan" - tudo - e "teon" - divino.
Desde o ano 27 a.C. que ali se adoravam os deuses e hoje, com o seu óculo no centro da cúpula gigantesca, continua a ser possível observar o céu azul de dia ou o céu escuro e estrelado da noite.
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Até 1436, esta foi a maior cúpula da Europa. Em 1436 foi suplantada pela cúpula do Duomo de Florença, de Brunelleschi.
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Lá estão sepultados Rafael, Caracci, Peruzzi, os reis Vítor Emanuel II e Humberto I.
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Michelangelo considerou-o uma obra dos anjos e não dos homens.
Gosto do Panteão. É talvez o meu monumento preferido em Roma. Gosto de ir lá espreitar pelo "buraco" o céu diurno e nocturno. E gosto da envolvência do bairro, antigo, apertado, medieval, aconchegado com o calor dos visitantes e dos italianos que inundam sempre as redondezas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 109

Finalmente!
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Finalmente ouviram o meu apelo!
Já não era sem tempo.
Pois que esta será uma selecção muito mais empenhada.
Em vez de apenas perderem, irão pelo menos tentar sempre ganhar.
Ai que dias felizes me aguardam ...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

MAGIC MOMENTS 119

DVD 26 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
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Em rescaldo da sentença Casa Pia ...
À verdade. Porque a verdade deve ser sempre dita, deve ser sempre procurada. Porque até as mentiras piedosas são miseráveis ...
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor VII
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Macro Espuma
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Levantou-se. Piscou os olhos. Ali a profusão de cores era exorbitante. E de formas. E de materiais. Havia cubos e paralelipípedos e esferas coloridas feitas de espuma espalhados por todo o lado. Escorregas virtuais. Baloiços suspensos no ar. Uma multiplicidade de jogos educativos e gincanas destinados à aprendizagem das crianças. No meio da Praçeta um grupo de dez crianças sentadas em círculo ouvia atentamente as emissões da Mãe-Instrutora que zumbia no centro do círculo a poucos metros do solo.
Deixou-se ficar onde estava, a ouvir.
“Bzz … A célula é implantada num óvulo. Esta célula tem exactamente o mesmo ADN da célula-emissora. O processo chama-se clonagem … blink blink …”
A emissão da Mãe-Instrutora era acompanhada por imagens esquemáticas num plasma virtual suspenso no ar por cima das crianças.
Observou o plasma. Depois as crianças. Todas atentas, sem pestanejar. De olhos fixos no plasma e ouvidos atentos. Uma música suave tocava em fundo.
A Mãe-Instrutora continuou:
“É assim que se processa o vosso nascimento … pritl … O ADN do ascendente é inserido no … bzz … núcleo da célula receptora e mantido em colheita … crip … até germinar completamente e começar o processo de multiplicação … blink blink …”
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Bor desligou-se do que a Mãe-Instrutora dizia e observou com mais atenção as crianças. Calmas. Quietas. Atentas. Os olhos vítreos. Pestanejou e cofiou a sua barba. Também ele fora uma daquelas crianças. Mas não um clone, como estas eram. A sua geração ainda nascia normalmente. Mas depois o processo seria sempre o mesmo. Estas crianças não conheciam os seus pais, como ele conhecera o seu pai e o seu avô. Esse privilégio acabara na sua geração. Mas, tal como elas, também ele viveria apenas 80 anos. Depois realizava-se um pequeno ritual de passagem, consoante fosse clonagem ou descendência.
Na clonagem, o ascendente doava uma colheita de células da parte do corpo escolhida por si e depois era posto a dormir eternamente. Podia ter a presença do seu companheiro, se assim o desejasse e se ainda o tivesse. No caso da descendência, contribuiria com o seu próprio corpo e uma mãe daria à luz a criança que, de acordo com Grug, seria enviada para outro local.
Ele tinha 44 anos. Estava precisamente a meio da sua vida. Faltavam-lhe exactamente 35 anos, 3 meses e 4 dias para terminar a sua vida. Suspirou. Mas, de acordo com o que Grug lhe dissera, tinha uma alternativa. Podia continuar a viver eternamente dentro da Rede. Ou podia acabar quando quisesse. Podia escolher.
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A Mãe-Instrutora rematou a lição:
“Cada um de vós tem 80 anos de vida. São essas as regras da clonagem. Nem mais um dia, nem menos um dia … bzz … cripl … 80 anos.”
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80 anos … 80 anos … ou a eternidade …

domingo, 12 de setembro de 2010

Fetiche #34

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"It flatters you for a while, it warms you for an instant; then all of a sudden, it kindles a mortal fever in you." - Marie, Marquise de Sévigné, Século XVII
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[Chocolate Quente]
1. Nome de bebida pecaminosa > 2. Nome de bebida que gosto de provar em todos os países frios por onde passo (ah! que reminiscências de um certo chocolate quente em Viena, ou de um outro chocolate quente em Florença ou mesmo de um outro chocolate quente em Londres) > 3. E depois ainda me perguntam porque gosto eu tanto do frio e da chuva ... > 4. Mas haverá melhor programa do que ouvir a chuva lá fora, enquanto se lê um bom livro e se bebe um delicioso chocolate quente? > 5. Com natas, de preferência > 6. Com carradas de natas, de preferência > 7. Daquelas natas que fazem mesmo mal, a abarrotar de calorias e de gorduras más e de colesterol > 8. Com um pouco de canela por cima das natas > 9. Com dois pauzinhos de chocolate crocante a enfeitar > 9 Morno e com chocolate q.b. - não se quer uma pornografia de chocolate, mas também se dispensa uma avareza do mesmo > 10. Em tardes frias de Inverno ou tardes mornas de Outono > 11. Tenho dito

sábado, 11 de setembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Nosferatu
Nosferatu, eine Symphonie des Grauens
Realização: F. W. Murnau (Alemanha)
Ano: 1922
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"The Master is coming!... The Master is here!"
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Recordo:
... o preto-e-branco cru ...
... a ausência de som, completamente desnecessário ...
... a música típica dos filmes mudos, deliciosa, que empresta o ambiente ...
... as sombras na parede ...
... as mãos enormes de Nosferatu ...
... as orelhas enormes de Nosferatu ...
... como é tão óbvio que Coppola se veio inspirar aqui tanto, para o seu "Dracula" ...
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