quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Macro Secrets 56

dfj
I am not a morning person.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 114

Time Ticks Tic ... Tac ...
ksdjskl

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As Einstein said, Charlie, time is relative.
We may find ourselves running out of time, yet with all the time in the world.
Or we may find ourselves filled with time, and no time at all.
Did you know that we lose about 3 months of our lives sleeping, every year? It might seem an awful lot of time, but if we didn't use it to sleep we wouldn't survive anyway.
Time to do all the things we want and do them well is a luxury seldom people, if any, have. Most of us just try to barely make ends meet.
It's the quality that counts, not the quantity, but how many of us never wished for a 48 hour day?
dfkld
Time is relative. There are things from years ago we remember as if they were yesterday, and trivial things we did today we don't remember at the end of the day.
There are people who stay in our hearts as if they never left and, although we sometimes spend years without talking to them, when we do, it's as if the conversation never stopped.
And there are people we see everyday, with whom there is no possible conversation.
lfkdçl
Time is elastic, Charlie. We bend it and interlace its threads as we wish, all the time. And then we seem to have problems accepting the Relativity Theory. We are its makers, everyday!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XII

O Suíço
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O mundo pára aqui. Sim. Ou flui, incessantemente. Olhem para eles. Como ovelhas desaguando mansamente no centro do mundo. Ávidos de qualquer coisa. Ávidos de respostas. De soluções. Como ovelhas. Alguns curiosos. Mesmo esses, sem querer admiti-lo a si próprios, procuram algo aqui. Procuram entender. Ouço-os, também. Expressões de júbilo, de surpresa, de fascínio, de solenidade. Sabem que estão a entrar no centro do mundo. Querem respirar o centro do mundo. Saberão eles, terão noção de quanto o centro do mundo é parecido com o mundo de cada um deles?
O mundo pára aqui. Alguns vêem-me, outros não. A maioria apenas repara nas cores ... Amarelo, encarnado, azul. Muitos pensam que foi Michelangelo quem desenhou estas riscas. Estão errados, é apenas uma lenda. Olhem para eles. De máquinas em riste, tentando roubar-me um olhar, um sorriso, uma reacção. Não posso. Sou o porteiro do centro do mundo. Somos poucos. Mas bons, ou assim nos julgamos. Por vezes parecemos ridículos, mas não brincamos em serviço. As ovelhas nem imaginam que por vezes circulamos mais próximos delas do que alguma vez julgaram possível. Sem as cores, claro. Discretos. Guardamos o centro do mundo com precisão suíça. Não fosse a explosão de cores e seríamos absolutamente invisíveis, inodoros, incolores, talvez um pouco mais insípidos.
Guardo o centro do mundo. E o mundo olha para mim. Mas eu não posso devolver o olhar.
dfkdlçkf

domingo, 7 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 124

Killer Quotes 1
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Aqui se inicia uma série de citações famosas, de filmes, livros, canções ou outras proveniências, escolhidas porque me marcaram ou ao mundo, de alguma maneira.
ksaçl
«I’m walkin’ here!»
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O ano: 1969
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O protagonista: Ratso

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O actor: Dustin Hoffman
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O filme: O Cowboy da Meia-Noite
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A história: Um rapaz de uma pequena cidade americana (John Voight) migra para a grande cidade e transforma-se, graças ao seu aspecto “simpático” num prostituto de luxo, explorado pelas senhoras ricaças de meia-idade. O único amigo que encontra é um vigaristazeco de terceira categoria (Dustin Hoffman), aleijado, pequeno e feio, que ganha a vida com esquemas dúbios de pouca monta. Entre os dois nascerá uma amizade improvável, contrariada, bela e de fazer chorar as pedras da calçada, com um final de se ficar lavado em lágrimas.
salksl
O contexto: Ratso vai a atravessar uma rua. É preciso dizer que tinha uma perna mais curta do que a outra e portanto usava daqueles sapatos com um tacão enorme para compensar. Coxeia o filme todo. Vai, portanto a atravessar a rua e nisto um carro trava guinchando e quase chocando com ele. Ratso bate com a mão no capô do carro e berra: “I’m walkin’ here!”, que traduzido literalmente dá algo do género “Estou a andar aqui, pá!”
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Os Efeitos: Contribuiu muito provavelmente para que Dustin Hoffman se tornasse a estrela brilhante que é. Esta frase é provavelmente a mais citada em variadíssimos filmes, por variadíssimos outros actores, em variadíssimas outras situações.
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O significado: Quando queremos que o mundo saiba que estamos aqui, porra! E que, apesar de tudo, somos alguém, pá!

sábado, 6 de novembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XIII
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Macro Metal
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Entrou na Cúpula Central exactamente às 07.49 GMT.
A Cúpula assemelhava-se a um gigantesco cogumelo cinzento brilhante, rodopiando sobre si mesmo ininterruptamente, entoando um zumbido que se assemelhava ao das Mães-Observadoras, mas alguns decibéis mais intenso.
Em seu redor dezenas de minúsculas Mães-Observadoras e Mães-Inspectoras voavam em variadíssimas direcções, verificando sistemas e efectuando circuitos de vigilância.
O interior da Cúpula era tão asséptico quando o seu exterior. Metais brilhantes e desprovidos de formas, lisos e límpidos, reflectindo-se uns aos outros numa multiplicidade echeriana. Podia ser assustador para quem entrasse pela primeira vez ali dentro, mas Bor já visitara aquelas instalações e outras semelhantes dúzias de vezes durante a sua vida, para se impressionar facilmente.
Dirigiu-se à passadeira amarela e entrou no circuito de Check-Up. Havia inúmeras passadeiras de várias cores, que tinham início na entrada da Cúpula e que ziguezagueavam para lá do alcance da vista pelo resto do edifício, consoante o circuito a que davam acesso. Havia passadeiras para variadíssimos assuntos, entre os quais o Check-Up. Podia-se ir à Central da Cúpula para fornecer relatórios variados sobre actividades, para se tratar de assuntos técnicos, para o voluntariado para os diversos programas disponíveis, para tratar de queixas, assuntos pessoais, problemas entre vizinhos próximos, pedir mais comida ou outro fato de protecção UV. Se os pedidos eram atendidos ou não, nunca havia certezas. As pessoas voltavam invariavelmente para casa com um encolher de ombros e a sensação de que o que quer que tivessem ido lá fazer caíra em saco roto. Havia relatórios, muitos. As Mães adoravam relatórios e emitiam-nos por tudo e por nada. Se tinham efeitos práticos isso já era outra história.
Grug dissera-lhe algo do género: “Estas gajas funcionam exactamente nos mesmos termos que os humanos, quando eram os humanos a mandar nisto. Burocracia, burocracia, burocracia. Adoram complicar. Nem parecem máquinas!”
Máquinas. Máquinas …
Grug falava delas, das Mães, como se estas fossem mecanismos e não entidades, mecanismos com vontade própria mas ainda assim meros mecanismos electrónicos sem essência.
O circuito fazia-o passar por 7 Check-points assinalados por uma divisória semelhante ao umbral de uma porta, mas redondo. Aí a passadeira parava uns segundos e Bor era analisado de acordo com diferentes parâmetros:

1ª Estação: Verificação da identidade
2ª Estação: Verificação dos sinais vitais
3ª Estação: Análise quimico-biológica
4ª Estação: Análise físico-motora
5ª Estação: Avaliação psico-cognitiva
6ª Estação: Entrevista de controlo
7ª Estação: Emissão de relatório final

Na 6ª Estação a passadeira parou bem mais do que uns segundos. Um plasma desdobrou-se ao nível dos seus olhos diante de si e surgiu a imagem de uma paisagem verdejante idílica e ouviu-se uma voz metálica proferir:
“Entrevista de controlo. Bom dia, Bor Jug”
“Bom dia …”, nunca tinha sido sujeito a nada semelhante e portanto não sabia se havia de responder ou não.
“Bor Jug, iremos proceder à entrevista a partir de agora.”
“Muito bem …”
“Bor Jug, defina Bor Jug.”
“Como?”
“Bor Jug, defina Bor Jug.”

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fetiche #39

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Happiness is an angel with a serious face." - Amedeo Modigliani
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[Jeanne Hébuterne]
1. O único quadro cujo original gostaria realmente de possuir > 2. A expressão do seu rosto é como eu me sinto interiormente > 3. Já me disseram que era parecida com ela, talvez por isso o fetiche > 4. Há algo naquele rosto alongado e esguio, sério mas doce, intenso mas feminino que me atrai > 5. Já estive indecisa diante de uma cópia muitíssimo bem feita que custava, na altura, 600 contos … chamem-me louca – não o comprei porque não podia > 6. Na parede da sala, um dia, quem sabe

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Senhor dos Anéis (O)
The Lord of The Rings
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A Irmandade do Anel (The Fellowship of the Ring)
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As Duas Torres (The Two Towers)
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O Regresso do Rei (The Return of the King)
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Realização: Peter Jackson
Anos: 2001, 2002 e 2003
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“Frodo: I will take the ring to Mordor, though I do not know the way ...”
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Recordo:
sakkl
... uma adaptação da obra de Tolkien magistralmente bem conseguida, respeitando ao máximo o complicadíssimo enredo, a essência de todos os personagens e as características especiais de um mundo fantástico criado de raiz, que agradou a gregos (os fãs incondicionais da obra literária que estavam arrepiados com a expectativa de um atentado) e troianos (os iniciados que nunca leram os livros e que tinham de ser introduzidos de forma rápida e cativante num enredo e cenários de compreensão complexa) …
… a primeira imagem, verde, verde, verde, do Shire …
… o chapéu pontiagudo de Gandalf, sentado na carroça – a partir dali tivemos a certeza que íamos entrar num mundo maravilhoso …
… os Cavaleiros Negros, exactamente como os imaginei quando li os livros - arrepiantes …
… Sam, tal e qual e mais …
… Aragorn, para todos os efeitos, um belo exemplar, mesmo que bem mais novo do que o tinha imaginado quando li os livros …
… a morte de Boromir – emocionante, intensa, bela, corajosa – a mais bela morte do Cinema, apesar de já a ter visto umas 50 vezes, choro sempre …
… a língua dos elfos, doce, misteriosa, enfeitiçante …
… as orelhas dos elfos – eu quero umas orelhas pontiagudas …
… a cena da perseguição dos cavaleiros negros a Arwen …
… Gollum, Gollum, Gollum, EXACTAMENTE! como o imaginei nos livros, incrível! …
… as mãos e unhas de Sauron …
… a ironia fina de Gandalf …
... o grito de Gandalf: "YOU SHALL NOT PASS!!!!"
… o rosto luminoso de Galadriel …
… o rosto intenso de Arwen …
… as espadas e as lutas entre bravos guerreiros, derreto-me …
… Boromir ou Aragorn? Continuo indecisa (um é loiro, outro é moreno, um é doce, outro é intenso, um é cinzento, outro é pão pão queijo queijo) …
… o rosto desfigurado de Bilbo …
… o anel, quente, brilhante, quase “palpável” …
… as paisagens, belíssimas …
… Shadowfax, correndo veloz, pela pradaria …
… o beijo de Aragorn a Arwen, perfeito …
… Wormtongue, negro, falso, esquivo …
… o olhar destroçado de Faramir, suplicando o amor de um pai amargo …
… a canção que Pippin canta ao rei Denethor enquanto Faramir é derrotado em batalha …
… Shelob, arrepiante …
... a surpresa dos Argonautas gigantes ...
... "My precccccioussssss" ...
dlkçakd

ajkkj
jslask

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Macro Secrets 55

dfjkl

Became a fan of October in Paradise

terça-feira, 2 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 113

Paradise Found
gajhgha

klkçlk
That narrow strip of blue when I’m still on the road, glimpsed always unexpectedly no matter how many times I’ve seen it over the years.
A bunch of seashels spread on the white sand and the sound one makes when one steps on them – the perfect image of Summer, crunch! crunch!
The seagulls ... the Seagulls ... the SEAgulls ... the SEAGULLS ...
Every year, Charlie, Paradise Lost is once again found. And every year I marvel with its simplicity.
This is truly Paradise.
I never doubted. I just forget, sometimes, all its completeness.
It never fails to surprise me. One needs not nothing more, nothing less.
Always the same Paradise I left, that I find again.
And that thought comforts me, Charlie.
If someday I don’t have anywhere else to go, I know I can come here and there is a place for me.
Long after I’m gone, Paradise will still be here. Always. Forever.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

If I Could


jaklal
I like to go back
Back to our place
Like to linger there
And tie it with lace
gajha
I like to go back
Every once in a while
Rest my head, rest it upon
The memory for a while
akjkla
Such a sweet corner
Stashed away from this hectic world
A secret haven
Away from cruelty and cold
akljla
And what a fool I was
I thought there would be so many others
That could be compared to you
There never was another
çakjça
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
akçl
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face
ajkla
You should have been the first
You should have been the last
You should have been the only one
But for us
There’s just
The past
akjlka
And I know I was a fool
To ever doubt your heart
How could I watch you tremble
And not know how you felt
çakjaçl
I left you standing all alone
Alone in our room
You never saw me crying
You never felt this heart’s doom
alkçla
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
açkjkla
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face
akjlka
And if you saw me now
Would you still want me now?
I’m battered, bruised, beaten
I’m changed, hardened, bitter
I’m not the girl you knew
No more the flesh you craved
Nor the map you saved
lakçla
If I saw you now
I would not let you go
No, I would never let you go
Pray you would want to know
All about these
Deamons and these angels
Living inside
My loins, my heart, my soul
Since the day I met you
akjçal
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
lçakçla
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face

.ajlak
Para ti, P.

sábado, 30 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 60

TUGAS
DKLSAÇLD
ÇDKASÇ

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 59

ENCAIXE
LDºD
ÇSDSAÇL

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 58

CHEIRO
FJDSLK



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 57

SUGESTÃO COLECTIVA
ljfdsl

terça-feira, 26 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 56

PERSPECTIVA
LKFDSÇL

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 55

PRISION BREAK
FJKDSLF

domingo, 24 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 54

TAKE OFF
FKLÇDF

sábado, 23 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 53

FRESCA
FDDSÇL
FKJDSKLF

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

The Last But Not At All The Least


çºldsd
Este blog vai novamente de férias, desta vez para o Paraíso, nem mais.
Prometo que é a última vez este ano (mas, nunca se sabe...)
Fiquem na agradável companhia da Geolândia.
Até Novembro.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

MAGIC MOMENTS 123

DVD 30 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
fjds
À vida.
Pese embora a polémica relativa ao significado da letra desta canção (aparentemente é sobre reis destituídos), para mim esta canção sempre me inspirou vida. Talvez seja da orquestra ...
ldfkdçf

jkljk
Este espaço de dedicatórias termina aqui.