quinta-feira, 16 de setembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA VIII

O Panteão
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O Panteão, primeiro dedicado aos deuses do panteão romano (daí o nome), e posteriormente aproveitado como templo cristão - o nome significa "pan" - tudo - e "teon" - divino.
Desde o ano 27 a.C. que ali se adoravam os deuses e hoje, com o seu óculo no centro da cúpula gigantesca, continua a ser possível observar o céu azul de dia ou o céu escuro e estrelado da noite.
flçdkf
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Até 1436, esta foi a maior cúpula da Europa. Em 1436 foi suplantada pela cúpula do Duomo de Florença, de Brunelleschi.
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Lá estão sepultados Rafael, Caracci, Peruzzi, os reis Vítor Emanuel II e Humberto I.
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Michelangelo considerou-o uma obra dos anjos e não dos homens.
Gosto do Panteão. É talvez o meu monumento preferido em Roma. Gosto de ir lá espreitar pelo "buraco" o céu diurno e nocturno. E gosto da envolvência do bairro, antigo, apertado, medieval, aconchegado com o calor dos visitantes e dos italianos que inundam sempre as redondezas.

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 109

Finalmente!
dksld
dfdsf
Finalmente ouviram o meu apelo!
Já não era sem tempo.
Pois que esta será uma selecção muito mais empenhada.
Em vez de apenas perderem, irão pelo menos tentar sempre ganhar.
Ai que dias felizes me aguardam ...

terça-feira, 14 de setembro de 2010

MAGIC MOMENTS 119

DVD 26 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
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Em rescaldo da sentença Casa Pia ...
À verdade. Porque a verdade deve ser sempre dita, deve ser sempre procurada. Porque até as mentiras piedosas são miseráveis ...
kdlkfj

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor VII
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Macro Espuma
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Levantou-se. Piscou os olhos. Ali a profusão de cores era exorbitante. E de formas. E de materiais. Havia cubos e paralelipípedos e esferas coloridas feitas de espuma espalhados por todo o lado. Escorregas virtuais. Baloiços suspensos no ar. Uma multiplicidade de jogos educativos e gincanas destinados à aprendizagem das crianças. No meio da Praçeta um grupo de dez crianças sentadas em círculo ouvia atentamente as emissões da Mãe-Instrutora que zumbia no centro do círculo a poucos metros do solo.
Deixou-se ficar onde estava, a ouvir.
“Bzz … A célula é implantada num óvulo. Esta célula tem exactamente o mesmo ADN da célula-emissora. O processo chama-se clonagem … blink blink …”
A emissão da Mãe-Instrutora era acompanhada por imagens esquemáticas num plasma virtual suspenso no ar por cima das crianças.
Observou o plasma. Depois as crianças. Todas atentas, sem pestanejar. De olhos fixos no plasma e ouvidos atentos. Uma música suave tocava em fundo.
A Mãe-Instrutora continuou:
“É assim que se processa o vosso nascimento … pritl … O ADN do ascendente é inserido no … bzz … núcleo da célula receptora e mantido em colheita … crip … até germinar completamente e começar o processo de multiplicação … blink blink …”
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Bor desligou-se do que a Mãe-Instrutora dizia e observou com mais atenção as crianças. Calmas. Quietas. Atentas. Os olhos vítreos. Pestanejou e cofiou a sua barba. Também ele fora uma daquelas crianças. Mas não um clone, como estas eram. A sua geração ainda nascia normalmente. Mas depois o processo seria sempre o mesmo. Estas crianças não conheciam os seus pais, como ele conhecera o seu pai e o seu avô. Esse privilégio acabara na sua geração. Mas, tal como elas, também ele viveria apenas 80 anos. Depois realizava-se um pequeno ritual de passagem, consoante fosse clonagem ou descendência.
Na clonagem, o ascendente doava uma colheita de células da parte do corpo escolhida por si e depois era posto a dormir eternamente. Podia ter a presença do seu companheiro, se assim o desejasse e se ainda o tivesse. No caso da descendência, contribuiria com o seu próprio corpo e uma mãe daria à luz a criança que, de acordo com Grug, seria enviada para outro local.
Ele tinha 44 anos. Estava precisamente a meio da sua vida. Faltavam-lhe exactamente 35 anos, 3 meses e 4 dias para terminar a sua vida. Suspirou. Mas, de acordo com o que Grug lhe dissera, tinha uma alternativa. Podia continuar a viver eternamente dentro da Rede. Ou podia acabar quando quisesse. Podia escolher.
dflç~
A Mãe-Instrutora rematou a lição:
“Cada um de vós tem 80 anos de vida. São essas as regras da clonagem. Nem mais um dia, nem menos um dia … bzz … cripl … 80 anos.”
dfkdsçf
80 anos … 80 anos … ou a eternidade …

domingo, 12 de setembro de 2010

Fetiche #34

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç

gkfçlkg
"It flatters you for a while, it warms you for an instant; then all of a sudden, it kindles a mortal fever in you." - Marie, Marquise de Sévigné, Século XVII
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[Chocolate Quente]
1. Nome de bebida pecaminosa > 2. Nome de bebida que gosto de provar em todos os países frios por onde passo (ah! que reminiscências de um certo chocolate quente em Viena, ou de um outro chocolate quente em Florença ou mesmo de um outro chocolate quente em Londres) > 3. E depois ainda me perguntam porque gosto eu tanto do frio e da chuva ... > 4. Mas haverá melhor programa do que ouvir a chuva lá fora, enquanto se lê um bom livro e se bebe um delicioso chocolate quente? > 5. Com natas, de preferência > 6. Com carradas de natas, de preferência > 7. Daquelas natas que fazem mesmo mal, a abarrotar de calorias e de gorduras más e de colesterol > 8. Com um pouco de canela por cima das natas > 9. Com dois pauzinhos de chocolate crocante a enfeitar > 9 Morno e com chocolate q.b. - não se quer uma pornografia de chocolate, mas também se dispensa uma avareza do mesmo > 10. Em tardes frias de Inverno ou tardes mornas de Outono > 11. Tenho dito

sábado, 11 de setembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Nosferatu
Nosferatu, eine Symphonie des Grauens
Realização: F. W. Murnau (Alemanha)
Ano: 1922
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"The Master is coming!... The Master is here!"
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Recordo:
... o preto-e-branco cru ...
... a ausência de som, completamente desnecessário ...
... a música típica dos filmes mudos, deliciosa, que empresta o ambiente ...
... as sombras na parede ...
... as mãos enormes de Nosferatu ...
... as orelhas enormes de Nosferatu ...
... como é tão óbvio que Coppola se veio inspirar aqui tanto, para o seu "Dracula" ...
djfkldj

sexta-feira, 10 de setembro de 2010

Macro Secrets 50

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The Japanese say it best

quinta-feira, 9 de setembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA VII

Freirazinhas
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As freiras eram um mimo. Pequeninas, a falarem italianinho, com aquelas vestezinhas azulinhas e branquinhas. Atrás do balcãozinho da lojinha do Vaticano, a venderem coisinhas bonitas.
Ele era cruzinhas com Cristo pregado. Ele era rosáriozinhos de pedrinhas coloridas. Ele era estatuetazinhas de anjinhos. Gravurazinhas com as obras-primas do Michelangello. Réplicazinhas da Cúpula de S. Pedro.
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hçlgh
A loja estava atulhada, compreendam. E eu, dentro duma loja atulhada, de coisas religiosas ou não, fico doida. Literalmente. Não consigo sair sem levar nada.
Apaixonei-me pela estatueta do arcanjo Miguel a espezinhar Lúcifer. Tenho uma tara por anjos, já o disse.
E Miguel parecia tão decidido. E Lúcifer tão terrível.
gçlkh
hkgçlh
Era cara, a estatueta. Mas as freiras conquistaram-me.
Saí da loja em triunfo, carregando uma relíquia comprada às freiras do Vaticano que, estava certa, não encontraria igual em parte alguma do mundo.
dkfj

gmjsdflkg
No dia seguinte, estava eu a passar toda contente por uma loja de souvenirs daqueles rascas, que toda a gente compra, e a pensar para com os meus botões, ná! mas eu tenho uma relíquia do Vaticano comprada a freiras, senhores!
Eis senão quando meus olhos caem precisamente numa estatueta do Arcanjo Miguel a espezinhar Lúcifer, igualzinha sem tirar nem pôr à das freiras, mas com uma pequena diferença - mais barata aí umas 3 vezes!
Entrei na loja, seguida de meus compinchas que se riam a bom rir com a minha indignação.
Não! Proferi, com determinação. Vão ver como esta deve ser um pechisbeque em muito inferior à outra. A outra tem o selo do Vaticano, porra!
Pego na estátua, tomo-lhe o peso, inspecciono-a de frente e de costas e de todos os ângulos possíveis e imagináveis. Verifico a proveniência. Made in China. Aha! Digo, triunfante. Pois que a minha dirá com toda a certeza Made in Vaticano.
lkdl
Final do dia. Chego ao hotel e vou a correr inspeccionar a dita cuja.
Made in China ...
Rais parta as ...inhas !
glfg

quarta-feira, 8 de setembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 108

The Dress
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I'm actually Peppermint Patty, Charlie.
I sympathize with Jodie Foster who claims that forcing her to go shopping for clothes is the same as sticking needles in her eyes.
I'm actually every guy's dream! I HATE SHOPPING.
Maybe I should go around with a sign in my back proclaiming that to the world. Maybe people would offer me money or prizes. Men would surely cheer me. Maybe they would even take me in arms, same as they do with soccer players.
The thing is, Charlie, I had to go out shopping for a dress for a fancy evening gala.
Blaaaaaarghhhhh!!!!!!!
I would much prefer that someone would stick needles in my eyes.
Why can't I go with my old Levis and my tennis shoes?
I could make that a fashion statement ...
No? I guess I don't have the authority to make fashion statements.
So back to the dress.
It got me thinking why the hell did I enter the damn contest in the first place ... And won!
If I hadn't entered the contest, I wouldn't have won, and I wouldn't need a god damn dress, AND high heels AND purse!
That's right, Charlie. It's never just a dress, is it? Nooooooo. There has to be a pair of shoes and a bloody purse.
So I got the damn dress. And the damn purse. No shoes, though. The shoes are a HUGE problem. And I thought I had a problem with the dress!
But, I'm half way there. It could be worse. Maybe I could go shoeless, like Peppermint Patty. And make that a fashion statement. After all, it is a gala about the Seven Natural Wonders ... And what could be more naturish than to walk bare footed? With a flower stuck between my teeth?
No?

terça-feira, 7 de setembro de 2010

MAGIC MOMENTS 118

DVD 25 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
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Aos mineiros chilenos presos debaixo da terra. E às equipas que os tentam salvar.
Ninguém pode imaginar o que será saber que se vai ter que esperar 3 meses para poder sair e que cada viagem no "elevador" improvisado de poucos centímetros demorará 3 horas para resgatar cada um daqueles homens. Ninguém pode imaginar, de facto.
Lembrei-me desta música. Podia ser outra qualquer. É esta.
kçflsg

segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor VI
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Macro Gomo Limão
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Porque houvera uma guerra quando os humanos mandavam. E as Mães tinham ganho a guerra. E por isso é que agora existiam Cúpulas e o Efeito de Estufa e céus cinzentos em vez de azuis. Era tudo uma confusão danada. Já não sabia o que havia de pensar. Em quem havia de acreditar.
O outro tipo estava a olhar para si? Ou para as notícias no plasma? Baixou os olhos e fingiu ajustar o zip dos seus ténis de folga. Depois decidiu continuar o passeio até à Praçeta dos Cheiros. Ali não era estranho descansar um pouco e pensar. Fingiria estar simplesmente a inalar os agradáveis odores de rosas, canela, limão e maresia. Apesar de que preferia mil vezes levar com o vento na fuça na sua própria varanda. Só que o EE tinha aumentado mais 0,4% e ele já ontem fora lá para fora sem protector solar.
A coisa mais estranha que o Grug lhe explicara fora isto:
(decorara as palavras todas porque era de facto a informação mais louca de todas)
“No tempo do teu tetra-avô sabes o que é que o Lamba seria chamado? Um homossexual. Um tipo que gosta de homens. Que é o que ele é, mas não sabe. Aliás, ninguém sabe realmente o que é, porque ninguém tem relações até ser inserido no Treino para o Programa de Descendência. E o que é que tu julgas que te fazem lá? Inseminam-te artificialmente com sémen dum tipo qualquer que elas escolhem. Depois és obrigado a ter sexo com uma tipa qualquer que não conheces de lado nenhum. E, se tudo correr bem, a tipa dá à luz uma criança que tu nunca mais vês na vida porque é enviada para pais adoptivos duma cúpula doutro continente qualquer.”
Perguntara ao Grug o que era sexo. Ele respondera:
“Bem ... sabes quando dás ao pirilau? É isso só que em vez de estares sozinho é meteres o pirilau dentro duma gaja. E dizem que é bom, Bor. Há tipos aqui que dizem que é a melhor coisa do mundo. Eu já experimentei virtualmente, claro. Com uma tipa ARLI. Só que ela diz que não é a mesma coisa. Foi bom, Bor. Faço ideia o que seria na realidade. Se puderes, experimenta. Arranja maneira de o fazeres. Eles dizem que não se viveu se não se experimentou isso. Principalmente quando se gosta da outra pessoa. Gostar realmente.”
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O dia ainda mal começara e já tinha a cabeça em água só de pensar naquelas coisas todas. Sentou-se num dos bancos da Praçeta, junto de uma roseira carmim e ficou por momentos apenas a inalar o cheiro doce e intenso tão característico das rosas.
Sexo. Parecia-lhe tudo errado. Tudo ao contrário. E ao mesmo tempo, num reduto qualquer do seu interior, havia qualquer coisa a encaixar, subtilmente, como se desde sempre uma peça tivesse andado à deriva dentro de si e agora tivesse finalmente encontrado o seu destino.
Pensou em Lamba e no seu comportamento do outro lado do vidro. Homossexual. Obviamente que Ilac não deveria ser também homossexual, ou não se queixaria tanto do seu companheiro. Grug nunca o incomodara. E ele também nunca se sentira inclinado para fazer nada insano a Grug. Mas o que seria ele? Como saber? Nunca pensara sequer nisso. Aguardara pura e simplesmente a ordem de entrada no Programa de Descendência. Podia escolher entre o Programa de Descendência ou o Programa de Clonagem. E ele optara pelo primeiro porque sempre quisera ter uma família. Sentia-se sozinho. Mas pelos vistos, afinal, ia dar tudo à mesma, segundo o que o Grug lhe dissera. Nem sabia porque julgara que fosse diferente. Já não se lembrava de muita coisa da Praçeta de Aprendizagem.

domingo, 5 de setembro de 2010

Fetiche #33

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"Ah! Look at all the lonely people
Ah! look at all the lonely people"
Lennon/McCartney
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[Eleanor Rigby]
1. Nome de canção brilhante escrita por John Lennon e Paul McCartney > 2. É sobre pessoas solitárias > 3. É sobre todos nós > 4. É sobre aqueles momentos perdidos no tempo, que ninguém testemunha e que precisávamos que alguém tivesse testemunhado, sobre as nossas vidas (é a minha interpretação) > 5. A letra é muito simples, a melodia é lindíssima, a canção é absolutamente estarrecedora > 6. Gosto de a cantar
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sábado, 4 de setembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Mulholland Drive
Realização: David Lynch (EUA)
Ano: 2001
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"Betty Elms: I'm sorry. I'm just so excited to be here. I mean I just came here from Deep River, Ontario, and now I'm in this dream place. Well, you can imagine how I feel.
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Recordo:
... o filme mais estranho que já vi na vida ...
... o filme mais inteligente que já vi na vida ...
... Naomi Watts absolutamente perfeita ...
... um labirinto mental absolutamente genial ...
... a mais intensa, mais inteligente e brilhante homenagem ao Cinema ...
... uma história dentro de uma história dentro de uma história dentro de uma história ...
... a mais brilhante homenagem a Hollywood e a tudo o que esse nome singifica, implica, representa, alude, induz, sugere, etc, etc, etc ...
... prosto-me a teus pés, Lynch, és o mais brilhante realizador de Cinema de todos os tempos, mental, formal e esteticamente falando ...
... porra! como eu gostava que ele me explicasse o que não explica a ninguém - o raio do enredo desta coisa brilhante - saberá ele a resposta?
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sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Macro Secrets 49

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I've had enough of green. I need blue now.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA VI

Fellini e a Fonte
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Fellini reside na Fontana di Trevi. É lá que dorme, sonha, faz as suas necessidades, come e ocasionalmente se deita efervescentemente com Giulietta. Também é sabido que costuma banhar-se nas suas águas.
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À noite, quando a escuridão toca a madrugada, Fellini faz fonambulismo na borda da Fontana e depois apanha as moedas que as pessoas atiram lá para dentro durante o dia. É certo que deixa algumas, para manter as aparências.
Fellini gosta de chapinhar com as mãos e os pés, sobretudo os pés, sentado na borda da Fontana, enquanto Giulietta enfeita o cabelo com flores.
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Pausa. Entra a banda.
Marcello é um dos convidados regulares, bem como Anita que, obviamente ainda apenas aparece durante o dia, sozinha, muito de vez em quando.
Corte para vista aérea de Roma. Surge Fellini em grande plano, envolvido por uma fita encarnada e verde, rodopiando inconsequentemente. Ouve-se a voz de Giulietta a chamá-lo, rouca, insistente:
"Federico! Federico! Ma que cosa faci?! Federico!"
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Corte para grande plano da Fontana que estrebucha água pornograficamente.
Por baixo de uma das cascatas Fellini dança entre Anita e Marcello.
"Chamar-lhe-emos 7.", diz Fellini.
"Sette!", frisa Marcello.
"As sete maravilhas, a sétima arte, os sete mares, etcetera, etcetera, etcetera."
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Dedicado a Federico Fellini

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 107

Journey
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Dear Charlie,
Life is a journey.
Sometimes we travel outside ourselves. Through landscapes and spaces that broaden our horizons and reduce us to our own insignificance.
Sometimes we travel away from our own selves and no longer reconize who we are or what the hell we're doing. These outer body experinces can be very revealing or excruciatingly damaging.
And sometimes, most of the times, we travel within, inside our own minds, trying to understand who we are, where we're going or what is it that we really want.
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Life is a journey.
From point A to point B.
There is a begining and an end to every journey.
There is a path, but seldom a compass.
And maybe, Charlie, just maybe there might even be a reason.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

MAGIC MOMENTS 117

DVD 24 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
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Aos que se atrevem a sonhar. Compensa.
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segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor V
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Macro Écran de Computador
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Chegou à Praçeta de Informação. Um gigantesco painel virtual ocupava o centro da praça, rodeado de árvores de todos os tipos. Ouviam-se chilreios e Mozart dos altifalantes montados nos quatro cantos. Havia um único transeunte especado em frente do painel, do lado oposto ao seu. Seria um dos outros dois tipos que estariam de folga hoje, para além dele. O mês tinha trinta dias. A Cúpula 100 pessoas. Havia, portanto, 3,3 pessoas de folga todos os dias. Só que como de vez em quando desapareciam pessoas, a média baixava frequentemente.
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Leu o painel:
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2200, Inverno 09.00 GMT
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Notícias em Foco:
  • Problemas na CAE – Colónia de Alimentação da Europa: mais uma greve de fome dos humanos que ameaça colocar em causa todo o programa espacial. As FEE – Forças Especiais de Elite – já foram enviadas para procederem à eliminação dos cabecilhas, se as negociações não resultarem.
  • O EE – Efeito de Estufa - atinge neste mês o valor de 305,6%. Não se esqueça do seu fato especial de protecção UV.
  • Um membro de um dos mais perigosos grupos dissidentes de ARLI’s foi registado e eliminado às 00.35 MT do 54º dia de Inverno do ano 190. O seu registo encontra-se no CV – Cemitério Virtual – para livre consulta.

Era sempre a mesma coisa. As notícias. Problemas nas Colónias de Alimentação. A subida do Efeito de Estufa. A detenção de mais um ARLI. Desde que se lembrava de ver notícias, que era sempre o mesmo. O conhecido do Ilac pertencia às Forças Especiais de Elite. Estaria a passar um mau bocado, certamente. Não percebia é como que dia sim dia não, surgiam novos cabecilhas tão rapidamente. Era estranho. Parecia que nasciam por geração espontânea. E que não se cansavam de levar na tromba. Pior para eles, de qualquer modo.

Só que ... o que é que o Grug lhe dissera? Que ele fizera parte de uma dessas revoltas. E que ele estava errado ao pensar que as FEE estavam do seu lado. Não estavam. Estavam contra eles, os humanos. E quanto aos ARLI’s. Nunca percebera bem o que eram. Parecia que eram uma espécie qualquer de bugs no sistema. Só que o Grug também lhe explicara que ele próprio era um ARLI agora. Artificial Life. Vida Artificial. Não percebera muito bem, mas parecia que os ARLI’s tinham sido pessoas há muito tempo atrás. E que se tinham passado para dentro dos PacMasters ou do sistema para sobreviver à Guerra.

domingo, 29 de agosto de 2010

Fetiche #32

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"I'd rather have roses on my table than diamonds on my neck." - Emma Goldman

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[Padrões de flores]
1. Em blusas > 2. Em pijamas > 3. Em meias para usar por casa > 4. Têm que ser flores pequeninas, todas muito juntinhas, com cores suaves ou que combinem > 5. Não podem ser flores pirosas, sendo que a definição de "piroso" varia muito no meu dicionário > 6. Devem ser agradáveis à vista, mas não chocantemente presentes > 7. As blusas são a preferência para o referido padrão > 8. Dêem-me uma blusa com florzinhas e sou uma mulher feliz, em qualquer lado

sábado, 28 de agosto de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Laços de Ternura
Terms of Endearment
Realização: James L. Brooks (EUA)
Ano: 1983
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"Garrett Breedlove: You're just going to have to trust me about this one thing. You need a lot of drinks.
Aurura Greenway: To break the ice?
Garrett Breedlove: To kill the bug that you have up your ass."
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Recordo:
... qualquer filme em que Jack Nicholson faça de ex-astronauta mulherengo à caça duma viúva desesperada, é filme obrigatório ...
... qualquer filme em que Shirley MacLaine seja essa viúva, é filme obrigatório ...
... uma mãe desesperada a berrar para que a ursa da enfermeira dê os analgésicos à filha porque ela está cheia de dores ...
... a cena do carro na praia, com Nicholson a conduzir com os pés, enquanto o cabelo de Shirley cuidadosamente arranjado fica completamete desfeito ...
... a voz de Nicholson, a voz de Nicholson, a voz de Nicholson ...
... uma filha que está a morrer e que é teimosa que nem uma mula ...
... uma história ternurenta, cómica, que nos faz rir e chorar em quantidades iguais ...
... Jack, Jack, Jack, I simply love you, man ...
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Macro Secrets 48

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The Universe is opening up to me

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 106

Smeagol, o Gato de Biblioteca - Lição nº 4
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Smeagol gosta de coca-cola, atum, Júlio Isidro, marcadores de livros com berloques, canetas, meias, salmão cozido, Roman Polansky, chocolate, escovas e pasta de dentes, palitos de pão, frango, bacalhau, bolinhas coloridas que desaparecem misteriosamente por trás de qualquer móvel ou almofada, ratos de toda a espécie e feitio, jornais, sacos de plástico barulhentos, de estar à janela, da minhoca gorda cheia de sumaúma que serve de chouriço na sala, dos livros do Senhor dos Anéis, de cagar em paz e sossego (não gostamos todos? ...), de saltar, que lhe cocem o pescoço e o cucuruto.
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Ocasionalmente, Smeagol deixa que lhe molhem o pêlo quando está muito calor, anda sempre a tentar perceber o mistério da água a correr ou a gotejar nas torneiras e as bolhas de sabão e os dedos dos pés são a Teoria da Relatividade do seu mundo. De vez em quando chateia-se a sério com o raio da minhoca de sumaúma e é vê-lo em luta corpo a corpo aguerrida com o raio do bicho, que tem resistido heroicamente às suas garras afiadas. Durante uns tempos adorava escalar as cortinas do quarto, mas ultimamente não anda para aí virado. Cerca de uma vez por mês dá-lhe um vipe qualquer à noite e sai disparado pela casa, como se lhe tivessem ateado o rabo com fogo (ainda ando a tentar perceber este mistério ...)
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Smeagol detesta esparguete, arroz, que lhe façam festas quando ele não está para aí virado, que não lhe liguem puto durante muito tempo, que o interrompam enquanto come e que não o deixem entrar numa sala.
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Em suma, parece-me que nos estamos a conseguir entender. Só me falta perceber os cerca de 346 miados diferentes e a razão porque umas vezes vem a correr quando o chamo e outras não me liga absolutamente puto.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

MORMORIOS DI ROMA V

O Gladiador
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Entrou na arena.
O Sol quente da Primavera romana queimava-lhe a pele e trazia-lhe grossas gotas de suor à testa, que sentia escorrerem dentro do capacete de ferro, pelo rosto, até ao pescoço. Tudo lhe pesava, apesar de já estar habituado a tudo o que trazia no corpo. O capacete, a armadura, as correias e sandálias de couro, as armas, uma em cada mão.
Deu uma volta sobre si próprio e a multidão inundou-o, entonteceu-o, sufucou-o. Tudo lhe pesava porque se sentia ali, mesmo na arena aberta sob a torreira do sol, como se encapsulado, preso numa gaiola transparente. Respirou fundo. O som da respiração era pesado, debaixo do capacete.
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A multidão zurrava, ululava, apupava, aplaudia, gritava, cantava. Era um som ensurdecedor, assustador, opressor. Se, por um qualquer acaso do destino, uma porta do Coliseu se abrisse e ele tivesse conseguido iludir a guarda pretoriana, não escaparia certamente à torrente de multidão que se precipitaria sobre si.
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Roma amava as lutas, o choque das armas no ar seco, o sangue ensopando a terra branca da arena de vermelho negro, o odor a medo e morte. Roma lambuzava os beiços de prazer com o sabor da morte. Os jogos eram dos poucos entetenimentos da populaça, cansada de ser explorada e sedenta de festa. E se a festa se fazia à custa de alguns poucos inocentes, que importava isso? Roma queria, exigia morte.
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Lá ao fundo, dois cristãos andrajosos tremiam como varas verdes, amarrados a um poste de madeira, enquanto um possante tigre listado de preto e amarelo rondava o perímetro, ainda acorrentado. O animal era gigantesco. Era a primeira vez que estava frente a frente com um. Tal e qual um gato, mas dez vezes maior, o tigre caminhava de um lado para o outro, compassadamente, cheirando as presas, as patas felpudas pousando suavemente no chão, os olhos amarelos vivos, que não deixavam escapar nada. Parou e mirou-o, lá do fundo. Depois continuou a rondar os pobres cristãos.
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Os dois homens frágeis olharam-no como se ele fosse o Messias. À medida que se aproximava percebeu que murmuravam algo, uma ladainha trémula, fervorosa. Oravam, porventura, ao seu Deus, fosse ele quem fosse, por uma salvação miraculosa.
Mas a única pessoa ali que os poderia salvar, seria ele próprio e ele não sabia se toda a força dos seus músculos treinados, nem toda a perícia aprendida em anos de lutas, seriam suficientes para derrubar uma besta de 300 quilos, ágil como um relâmpago e astuto como nenhum outro.
llç~lç~
ç~lç~
Lá em cima, na tribuna real, o imperador envolto em vestes brancas e douradas e rodeado por uma nuvem rosa de concubinas vaporosas, levantou-se. Dirigiu-se lentamente até debaixo da tribuna e proferiu as palavras que todos os gladiadores devem dizer:
"Ave Caesar. Morituri te salutamos!" (Avé César. Nós, que vamos morrer, te saudamos.)
Apertou a lança e o escudo nas mãos e virou-se para enfrentar o felino. Um deles não sairia vivo dali.
Quanto aos cristãos, mesmo que conseguisse matar o tigre, a sua sorte dependeria do humor do Imperador nesse dia. Deus, fosse ele quem fosse, fechara os olhos.
jkhjkhjk

terça-feira, 24 de agosto de 2010

MAGIC MOMENTS 116

DVD 23 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
dfçldskf
A todas as pessoas que não acreditam no casamento como fim último para uma relação forte e duradoura a dois. It's so outdated ... Além do mais, "casamentos íntimos" têm muito mais piada e provavelmente são muito mais autênticos.
dkjfdkl

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor IV
dkfjld
Macro Comprimido
dkfjklds
Aquelas coisas todas eram muito estranhas. E tinham começado a dar-lhe um pouco a volta à cabeça. Já não olhava para a sua vida com os mesmos olhos. Questionava tudo. E começara também ele a ter comportamentos diferentes do habitual. Por exemplo, ficar na ronça. Nunca fizera aquilo. Mas ultimamente, como entretanto já não tinha uma Mãe-Inspectora todo o dia a observá-lo, apetecera-lhe ficar na ronça várias vezes. E de mais a mais, não estava a fazer nada de mal. Era o seu dia de folga do Centro de Investigação BioEspacial. Podia fazer o que lhe apetecesse. Podia inclusivamente ficar na cama o dia todo, se lhe apetecesse. Claro que seria estranho e o Ilac, assim que voltasse, iria bater-lhe imediatamente no vidro para inquirir o que se passava. Mas o máximo que podia acontecer era uma Mãe-Observadora vir bater-lhe à porta para verificar se os seus impulsos vitais estavam nos níveis normais. E depois? E depois, se não estivessem, provavelmente seria recambiado para o Centro de Observação Central para exames psico-biológicos durante uma semana. E depois? E depois, se mesmo assim houvesse algum valor incorrecto, seria desalojado e enviado directamente para a Colónia de Alimentação e Combustível da Europa. E depois? Depois ... não fazia a mínima ideia. De acordo com Ilac, ninuém saía vivo das Colónias de Alimentação e Combustível. Ponto final.
gflgk
Levantou-se. Mas ele não queria ficar na ronça. Tinha coisas para fazer. Enfiou o fato metalizado de protecção UV e nem sequer se lembrou de passar primeiro pelo Chuveiro Plasmático. Um dia sem se desinfectar também não trazia mal ao mundo. De mais a mais, não era por se desinfectar todos os dias que o céu deixara de ter aquela cor de caca castanho-amarelada. Olhou para a mesa junto à parede de entrada. Ainda tinha três rações de primeira refeição. Três pílulas coloridas. Uma amarela, com sabor a tutti-frutti. Uma verde, com sabor a mentol. E uma rosa, com sabor a morango. Decidiu-se pela rosa. Engoliu-a sem pensar e saiu de casa.
Caminhou pelo túnel devagar. Os seus passos ressoavam, fazendo eco. Não se via quase ninguém. Naquela Cúpula viviam 100 humanos. As cúpulas maiores encontravam-se na América e na Ásia onde havia até 500 ou 600 habitantes nalgumas delas. De resto, funcionava tudo da mesma forma. Umas 20 cúpulas por Continente. Cada Cúpula com a sua Central, onde se concentravam todos os serviços e onde toda a gente trabalhava. Cada Continente tinha um Centro Regulador onde reportavam todas as Centrais das Cúpulas. O resto das cúpulas era constituído por infindáveis túneis transparentes que se ligavam à Central e a praçetas temáticas. Tanto quanto sabia, era assim em todo o lado.
Dirigiu-se à Praçeta de Informação para saber as Notícias em Foco, antes de fazer qualquer coisa. Claro que podia ter-se informado a partir do seu PacMaster, mas não queria receber nenhuma mensagem do Grug antes de ter reflectido sobre tudo aquilo. Ele pusera-o em contacto com um tal de Lovitz que morava na rua paralela à sua e este por sua vez já tinha estabelecido contacto com uma tal de Rebeca que vivia na sua própria rua, mas cinco casas à esquerda da sua. E agora andava a tentar convencê-lo a encontrar-se pessoalmente com os outros dois. Nem o quisera ler! Era absolutamente interdito confraternizar com alguém que não fosse seu vizinho directo. Só o facto de estarem a contactar através dos PacMasters já era completamente insano, quanto mais pessoalmente. Todas as tardes, quando ligava o seu PacMaster, esperava a explosão. Há semanas que vivia aterrorizado. Não queria explodir. Era uma irresponsabilidade. Mas ao mesmo tempo ... era ... era ... como dizer? como explicar? ... era excitante? ... era um pouco como a cara do Lamba quando lhe mostrava o pénis através do vidro. Causava-lhe espasmos no peito. Que eram agradáveis, até.

domingo, 22 de agosto de 2010

Fetiche #31

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç

gkfçlkg
"Don't question why she needs to be so free
She'll tell you it's the only way to be
She just can't be chained
To a life where nothing's gained
And nothing's lost
At such a cost"
Keith Richards
çlfdºçdf
[Ruby Tuesday]
1. Nome de canção dos Rolling Stones > 2. Escrita por Keith Richards > 3. De acordo com a Wikipedia, Mick Jagger adora cantá-la > 4. E eu adoro ouvi-la > 5. O nome "Ruby Tuesday" ajuda, é bonito > 6. Nunca fui grande fã dos Stones, mas se calhar até sou, porque gosto de bastantes músicas deles > 7. Esta é um verdadeiro fetiche > 8. Na minha modesta opinião, das canções mais bonitas que já foram escritas (letra e melodia)
dkfdçsl

sábado, 21 de agosto de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Kill Bill, Vol 1 & 2
Realização: Quentin Tarantino (EUA)
Ano: 2003 e 2004
kldkf
dlsçafk
"Hattori Hanzo: I am finished doing what I swore an oath to God 28 years ago to never do again. I've created, "something that kills people". And in that purpose, I was a success. I've done this because, philosophically, I am sympathetic to your aim. I can tell you with no ego, this is my finest sword. If on your journey, you should encounter God, God will be cut."
kfdçlf
"Bill: There are consequences to breaking a heart of a killer."
lfkçdl
Recordo:
... Uma Thurman perfeita no papel de "A Noiva" ...
... Lucy Liu perfeita no papel de O-Ren Ishii ...
... Daryll Hannah perfeita no papel de Elle Driver ...
... sangue por todos os lados, mas nunca de mau gosto ...
... diálogos do caraças, música divinal, um enredo que entra directamente para a mitologia do cinema de todos os tempos ...
... aquela frase dita pela Lucy Liu, que começa num suave murmurar feminino e acaba num berro de fêmea brutal: "As your leader, I encourage you, from time to time and always in a respectful manner, to question my logic. And I promiss you, right here and now, no subject will ever be taboo ... except, of course, the subject that was just under discussion. The price you pay for bringing up either my Chinese or American heritage as a negative is - I collect your fucking head. Just like this fucker here. Now, if any of you sons of bitches got anything else to say, now's the fucking time! (Pausa) I didn't think so."
... o bailado lindíssimo da luta entre Uma e Lucy na neve, com banda sonora ao estilo toureiro ...
... a "luta das loiras", como lhe chamou o próprio Tarantino, entre Uma e Daryll ...
... os diálogos filosóficos do segundo capítulo ...
... resumindo, todas as cenas dos dois filmes (apesar de que o primeiro capítulo continua a ser o meu preferido) ...
... o par de filmes mais cool da história do cinema ...
fkldfj



kfdkf

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Macro Secrets 47

jfldkf
Thrown to the lions, to find out they were lambs ...

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

MURMÚRIOS DE LISBOA XCIX

The Traveller - Parte II
lfkdçlf
dfdçklf
And her grandmother, again.
Telling her, a long time ago, that one day she would find someone who would be like this - and she made the gesture of two hands interlacing fingers tight.
And back to him. When she met him, she didn't know this. But had she known, she would not have related both events. One needs time to figure things out. Sometimes years.
Now she knows her words were the exact truth.
She also knows she already wrote about her grandparent's love story whithout noticing she did. In the book she wrote when she was 21, there was Baltasar, an excentric swiss boy raised by english witches, and Isadora, the volcanic spanish gipsy who stole Baltasar's heart for ever.
She smiles with the recolection. And she smiles with the fact that for years she never noticed the obvious resemblance between her own grandfather Maurice, the shy english raised in Barbados who enjoyed building little intricate devices with his hands, and Baltasar, the mad scientist who experimented on everything, from plants to his own children. Or the resemblance between the fierce Isadora who danced and sang and cooked like a lioness, and her own grandmother, the outspoken chilean who never left anything unsaid or undone.
She smiles when her mother tells her she looks more and more like her grandmother.
Abuelita liked her smokes right up until the very end.
She smoked a cigarette near the little flower spot where Abuelita rests for eternity.
And then peace, at last. For she knows Carolina knew she was there.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

MAGIC MOMENTS 115

DVD 22 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
dfkdlçk
A mim, porque mereço. Acabei de ganhar uma viagem aos Açores pela melhor declaração de amor à Natureza, num passatempo da National Geographic.
kfçdlkf
Ei-la:
Porque de ti brotei e a ti regressarei, fazes parte de mim.
Sou pó de estrelas, pólen de flores, água viva fluindo pelo teu mundo.
Vôo pela imaginação na ponta das asas de albatrozes, corro pela vida no dorso de alazões selvagens, suspiro de amor dentro de corolas floridas, choro lágrimas do teu mar salgado, respiro o vento e desfaço-me em tempestades fantásticas.
Sou montes e vales esculpidos em carne e sangue que pulsa a cada segundo, sempre em frémito quando te contemplo em todas as tuas manifestações, ó Mãe bela, poderosa, doce e eterna.

kçlfk

terça-feira, 17 de agosto de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 105

klfdkj
Escrever como quem sente
Escrever como quem mente
Escrever como quem diz
Escrever, foi o que fiz
fkdl
Escrever como dor
Escrever como pranto
Escrever como amor
Escrever como canto
dçlfkls
Escrever em desespero
Escrever como respiro
Escrever com alegria
Escrever todo o dia
jfsk
Escrever lentamente
Escrever com desvelo
Escrever docemente
Escrever como um novelo
amkljf
Escrever o que vejo
Escrever o que desejo
Escrever com punhais
Escrever até não poder mais
jgkfds
Escrever rios de tinta
Escrever vales de carvão
Escrever como quem pinta
Escrever com o coração
fklj
Escrever todas as estações
Escrever todas as emoções
Escrever todos os momentos
Escrever todos os sentimentos
fçlgk
Escrever à beira do precipício
Escrever no espaço
Escrever em suplício
Escrever até o que é baço
dçlfk
Escrever o vazio
Escrever num corropio
Escrever até morrer
Escrever para viver
dkjf
Só assim me conheço
Só assim me concebo
A escrever o que posso
A escrever como um placebo
çdfdsfkl
Escrever é para mim
Uma espada de marfim
Bela, doce, perigosa, ruim
Escrever será o meu fim
dsçfkj
Quando me for desta vida
Quero ao menos ter sido lida
Quero ter sido compreendida
E talvez até reflectida
fkjdçlf
A escrever ir-me-ei
Foi sempre assim que desejei
O lápis dos dedos largarei
E o último suspiro libertarei
çdsfj
E se existir um depois
Lá, a escrever, estarei, pois.

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 44

VERDES

FKLDÇLF

domingo, 15 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 43

PENTEADO

KLFDÇLSF

sábado, 14 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 42

RESOLUÇÃO

LFKDÇLF

sexta-feira, 13 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 41

RGB VERSUS CMYK

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quinta-feira, 12 de agosto de 2010

GEOLÂNDIA 40

STRESS

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