sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Fetiche #44

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Some people become cops because they want to make the world a better place. Some people become vandals because they want to make the world a better looking place." - Banksy (Wall and Piece)
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[Graffiti]
1. Não é ruído, é música > 2. Não é lixo, são jóias de criatividade e talento > 3. Não é sujo, é cor, é emoção, é arte pura e dura > 4. Não é vandalismo, é provocação, é piscar de olhos, é renovação, é opção > 5. Não é estragar, é embelezar, divertir, surpreender, criar magia

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

António Lobo Antunes
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Um homem de palavra e de palavras

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Macro Secrets 60

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Always check your gun

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 118

Circles
çfdskçl

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Choices, Charlie. We make them. We break them. We have doubts. We choose again.
The best choices are the ones that we don't plan. That pop up out of nowhere, sometimes from a mere whim.
Let me try this ... Why not? ...
And whaddaya know? Bang! Before you know it, something wonderful just happened. And you could have missed it entirely. You just didn't, for an inch of some mysterious twist of life that made you go that way.
Circles. I always believe life's mysterious mechanisms have something to do with circles. What you give is what you get. Always. Good. Or bad. It might not be now, it might not be from the same person, but it will come back to you. Circles that go round and round and bring you back to the course you might have missed some time ago.
Circles. They bring you back to where you always belonged, even if you have astrayed so far from it.
Circles. They correct wrong choices and duplicate good ones.
But in the end, Charlie, it's always up to you. The choices are there. You might not take them. If you don't listen to your heart, you certainly won't.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND II

Dublin
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Dublin, cidade de contrastes, onde o velho e o novo se intercruzam pacificamente, como se a fluidez do rio que a divide servisse de inspiração a quem lá passa e deixa a sua marca arquitectónica.
ldf~dsçf
f~çkdlsç~
Dublin, em tempos idos foi Black Pool, assim apelidada pelos invasores britânicos por causa da turvez das águas que a banhavam.
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Mas os irlandeses, sempre fiéis à sua autonomia, rapidamente traduziram aquela expressão para Dov Lin, que significa precisamente Lago Negro. Com o tempo, foi arredondando para Dublin e, hoje em dia, graças a Deus, Dublin é Dublin, e já não Black Pool.
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"Imagine a city called Black Pool", diz o guia em tom irónico, enrolando os "l" e cantando esta frase, enquanto o autocarro viaja lentamente pela cidade.

domingo, 5 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 128

Killer Quotes 5
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"Só sei que nada sei"
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O Ano: algures entre 449 a.C. e 399 a.C. (assumindo que não disse nada de filosoficamente marcante antes dos vinte anos de idade - nasceu em 469 a.C.)
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O Protagonista: Sócrates
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A História: Não se sabe se existiu, porque não deixou nada escrito e até há estudiosos que acham que foi uma invenção de Platão, mas, o que é certo é que esta frase lhe é atribuída
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O Contexto: Sócrates é conhecido por este tipo de afirmações, em que dizia coisas aparentemente contraditórias com o intuito de "irritar" os sofistas que julgavam tudo saber
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Os Efeitos: É uma das frases filosóficas mais citadas numa multiplicidade de contextos.
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O Significado: Modéstia, é o que quer dizer. Quer dizer também que quanto mais aprendemos, mais percebemos que ainda há muito mais para aprender e que a viagem é infinita. Felizmente, ou isto não teria piada nenhuma.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno II
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Macro Casca Cebola
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Preparou-se. Artilhou-se com o que podia e sabia. Felizmente que nunca tinha feito upgrades, ou isso poderia tornar-lhe a vida muito difícil agora. Quanto mais simples, melhor. Mais facilmente passaria despercebido e, mais importante do que isso, menos facilmente seria considerado uma ameaça. Dormiu uma semana inteira em modo REM, porque sabia que não iria poder dormir durante muito tempo, depois disso. Desenvencilhou-se de tudo o que era supérfluo, e partiu.
Embrenhou-se nos meandros da rede, por onde nenhum ARLI jamais se aventurara antes. Zonas negras, perdidas, esquecidas, sem protocolos ou com regras desconhecidas. Redutos secretos, nichos ocultos, onde o sistema dificilmente poderia chegar e onde nem sequer a Resistência deambulava. Os bastidores dos bastidores.
Vagueou lentamente por esses recantos obscuros. Demorou a conseguir concentrar-se para poder fazê-lo de forma natural. Habituado há duzentos anos a deslocar-se a velocidades super-sónicas, custou-lhe abrandar o ritmo. Mas tinha de o fazer, para encontrar o que queria.
E o que queria? Tropas. Aliados. Insuspeitos. Para isso precisava de procurar onde tinha a certeza de não poder haver agentes duplos, enviados pelo Krueg para lhe lixarem a vida. Claro que a desvantagem era que se habilitava a encontrar a nata da loucura.
Precisava também de observar os movimentos à tona e tentar arranjar provas da traição do Krueg, antes que fosse demasiado tarde. Mas isso era um mal inevitável, que ele tinha quase a certeza de não conseguir evitar. Sabia que o Krueg atacaria brevemente. Não era preciso ser muito inteligente para perceber que, quaisquer que tivessem sido os seus planos iniciais, a partir do momento em que saira, abrira a porta para precipitar os acontecimentos. O Krueg não iria arriscar perder muito tempo à espera que ele arranjasse maneira de contra-atacar. Confiava no Devil para lhe empatar a estratégia durante um tempo, mas não seria muito.
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A rede estava organizada como uma espécie de teia intercruzada de biliões de estreitas e longas vias de comunicação entre todos os pontos. Esta era a zona interdita, à superfície, onde o sistema funcionava. Por baixo, como uma cebola, havia múltiplas camadas frágeis que desciam até ao infinito. Nunca ninguém chegara ao fundo. As primeiras camadas da cebola guardavam os “armazéns” de operacionalidade da camada superior, com os diversos protocolos de funcionamento, códigos de sistema e zonas de lixo informático. Entre estas camadas e as usadas pelos ARLIs, havia camadas de protecção do sistema, artilhadas até à medula de firewalls inexpugnáveis, patrulhadas constantemente pelos sistemas de vigilância e de detecção. Jorge fora o único ARLI que conseguira ultrapassar estas camadas e chegar à fonte, mas escapara por pouco. Por baixo das camadas onde os ARLIs haviam estabelecido o seu quartel-general de operações, distribuía-se uma escadaria interminável de mais degraus, raramente visitados pelos membros da Resistência. Era aí que os solitários deambulavam. Era para aí que outras formas de vida desconhecidas se haviam deslocado, ou surgido espontaneamente.
Havia os ARLIs, como ele, seres humanos que haviam decidido transferir o conteúdo do seu cérebro para cápsulas de vida artificial, abandonando o corpo físico para tentarem escapar ao horror da Guerra que destruíra o mundo. Havia os Suzies, avatares abandonados pelos seus donos. Havia os ARLIs flipados, que haviam decidido, por inúmeras razões, desassociarem-se da Resistência, e que sobreviviam completamente sozinhos ou em pequenos grupos dissidentes.
Depois havia boatos sobre algumas outras formas de vida obscuras que tinham nascido no sistema, mas de cuja existência não havia provas. Entre elas, vírus informáticos autónomos, bugs de programação dotados de vida própria e uma série de outras aberrações da natureza informática. Como no caso da lenda de Adamastor, a imaginação proliferava e era suficientemente criativa para assustar os mais cépticos.

Parou de pensar. Ao longe conseguia ouvir as ténues sirenes da Brigada Néon, algumas camadas acima daquela onde se encontrava. Como ondas de choque propagadas pela corrente de ligações da teia, os sons chegavam-lhe ao sistema acompanhados de pequenos e breves clarões de luz colorida. Sorriu. A Brigada Néon não costumava fazer aquele barulho. Seria uma tentativa desesperada de Jorge para o encontrar. Sorriu novamente. E teria de ter exigido um enorme esforço da parte de Jorge para pedir ao Comandante dos Néons que o procurasse. Slivex não abria facilmente mão das suas regras. Só assim se explicava que tivesse conseguido desempenhar tão eficientemente o seu papel de salvador da pátria durante tanto tempo. A Brigada era responsável por milhares de salvamentos ao longo de décadas. E mesmo assim, não conseguiam fazer milagres. Slivex teria exigido uma grande dose de lambidelas-botais para se dispor a alocar recursos à procura dum dissidente.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Fetiche #43

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“Wanda: Archie? Do you speak Italian?
Archie: I am Italian! Sono italiano in spirito. Ma ho sposato una donna che preferisce lavorare in giardino a fare l'amore appassionato. Uno sbaglio grande! But it's such an ugly language. How about... Russian?" - Um Peixe Chamado Wanda

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[Russos]
1. Qualquer russo, desde que pareça russo e fale russo > 2. É da língua e é da fisionomia > 3. Há algo em qualquer russo, de rough e duro e nobre e pura e simplesmente atraente que me deixa tantam > 4. Há algo naquela língua que ... me deixa absolutamente tantam

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

West Side Story

West Side Story
Realização: Jerome Robbins e Robert Wise
Ano: 1961
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"Riff: Beat it!"
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Recordo:
... a música de Leonard Bernstein é mais um personagem deste filme ...
... dos melhores bailarinos e das melhores coreografias que um filme já teve ...
... a cena da dança dos porto-riquenhos ...
... a cena da dança dos americanos no baile ...
... a cena da dança dos estalos de dedos - coooooool ...
... as canções ...
... as cores ...
... a canção do Officer Krupke - demais! ...
... o genérico - soberbo ...
... e eles correm por todo o lado, leves e ágeis como penas ...
fjkkdsçlf

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Macro Secrets 59

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Don't make plans

terça-feira, 30 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 117

Dúvida Existencial #19
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Os tipos das artes marciais, os verdadeiros quero eu dizer, dão mesmo aqueles saltos surrealistas e ficam pendurados de lado nas paredes e rasam a água tipo a voar e outras coisas que tais, fenomenais, como aparece sempre nos filmes?
Eu sei que isto é um bocado estúpido, mas então porque é que os põe sempre a voar daquela maneira?
Existe algum fundamento na lenda?
É algo que sempre me deu uma certa volta à cuca ...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND I

Welcome to Paradise
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A primeira impressão da Irlanda é um patchwork de pequenos quadrados de terreno, verdes e castanhos. Uma manta de retalhos que salpicam a paisagem, sob as asas do pássaro gigante verde e branco da Aer Lingus.
A razão, aprende-se alguns dias mais tarde com um dos simpáticos (simpatia é um understatement mesmo muito por baixo para descrever os Irlandeses - ver posts futuros) guias, é que no tempo do domínio inglês (quase todas as explicações históricas irlandesas têm um a.B. e um d.B, sendo que "B" aqui significa British - ver também post futuros) só eram permitidas aos camponeses estas pequenas parcelas da sua própria terra.
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Verde é a palavra de ordem. Um verde esmeralda, brilhante, intenso, quase mágico, saído de um qualquer frasco de cristal druida onde se congeminam poções eternas e perfumadas e musicais, como nem o verde da vizinha Inglaterra.
É fácil perceber o motivo pelo qual os antigos sacerdotes celtas situavam algures nas redondezas próximas da Ilha Esmeralda o Sid, ou Paraíso. É fácil quando nos embrenhamos neste verde encantado e, alguns dias mais tarde, quando descobrimos o deslumbrante mar.

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Sim, mesmo para quem já viu o mar, é como se o estivesse a ver pela primeira vez.
Há muito mais razões, se estas não fossem suficientemente suficientes (pleonasmo propositado), que aqui serão longamente examinadas.
Welcome to Paradise.

domingo, 28 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 127

Killer Quotes 4
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"You got big dreams. You want fame? Well fame costs. And right here is where you start paying. In sweat!"
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O Ano: 1982
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O Protagonista: Lydia
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O Actor: Debbie Allen
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A Série: Fame
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A História: Aventuras e desventuras dos alunos da escola New York City High School for the Performing Arts, em Nova Iorque
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O Contexto: Logo no genérico, eramos presenteados com esta frase, dita pela professora de Dança aos seus alunos
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Os Efeitos: Gerações e gerações inteiras ... devoravam isto. Ainda sei a frase de cor, depois destes anos todos. Era o Santo Graal de quem estava no mundo da dança
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O Significado: A tradução literal é - "Têm grandes sonhos? Querem fama? Bom, a fama tem um preço. E é aqui que vão começar a pagá-lo. Em suor!"
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sábado, 27 de novembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno I
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Macro corante
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I’m a rough boy. Sim. Essa poderia ser a sua música, a banda-sonora principal da sua vida. Aquilo que ele achava que era a imagem que passava aos outros. Vê-lo-iam assim? Ou como um banana tentando passar por bravo? Ela vira-o assim. E agora, mais do que nunca, queria provar isso mesmo. A quem? Se não ao mundo, a si próprio.
Estivera a hibernar algures na Indonésia durante uma semana. A recarregar baterias, por assim dizer. Não sabia quando o poderia voltar a fazer tão cedo. Agora, há dois dias que scaneava a rede a todo o vapor, tentando fazer um inventário o mais completo possível das redondezas.
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System Overall Check
Statistics:
* 5600 registered ARLIs
* 4800 ARLIs suspected
* 300 ARLIs lost
* 3459 suspected in VC
* 150 Suzies
* 10.000 Suzies registered as terminated in VC
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Os Suzies estavam a ficar cada vez mais raros. De todas as formas de vida artificial que flutuavam no sistema, os Suzies eram os mais frágeis. Avatares criados por humanos back in the old days, os Suzies, assim chamados porque a primeira avatar pertencera a uma inglesa chamada Suzy, eram formas de vida alternativas usadas para jogos e simuladores do género do second life, que tinham sido abandonados pelos seus respectivos humanos quando tudo dera para o torto e tinham ficado a flutuar no sistema, sem supervisão. Por um qualquer estranho fenómeno binário que ainda ninguém tinha conseguido explicar, os Suzies foram capazes de sobreviver sozinhos, sem os seus "donos", permanecendo no sistema muito depois daqueles terem ido desta para melhor. Mas eram formas de vida fantasmagóricas, fracas, com muito pouca capacidade de aprendizagem, funcionado apenas com o "pacote" inicial com que tinham sido criadas, e pouco mais. Eram, por isso, facilmente detectadas pelo sistema e imediatamente terminadas e enviadas para o Cemitério Virtual.
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Abriu uma lista das
VANTAGENS DA VIDA ARTIFICIAL SOLITÁRIA
· Não tinha de aturar o Krueg
· Não tinha de dar satisfações a ninguém das suas actividades
· Não tinha de assistir às intermináveis CM’s
· Não tinha de aturar o José
· Não tinha …
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Desistiu de fazer a lista. Detestava ter de admiti-lo, até a si próprio mas sentia falta do puto. O “silêncio” que ele deixava no sistema era quase palpável.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fetiche #42

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“I felt pretty good while I was blowing that bubble, but as soon as the gum lost its flavor, I was back to pondering my mortality." - Mitch Hedberg
kdçlsa

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[Pastilhas Elásticas]
1. Expressão elástica, saborosa e colorida, que habitualmente rebenta > 2. Há tantas que vou levar uma vida inteira para as experimentar todas > 3. Preferidas: de coca-cola (há séculos que não experimento), de canela, de limão, de spearmint, claro > 4. Mas também: de laranja, de melão, de melancia, de sabores tropicais, às vezes de morango mas nem sempre > 5. Porque carga de água não fazem de chocolate também? Humm?? 6. Nunca, jamais, em tempo algum, de mentol puro e duro - demasiado agressivo > 7. Simples, com cristais de sabor intenso, com doce por dentro, surpreendam-me > 8. Gosto de as fazer rebentar com requintes sonoros > 9. Quando não é possível, rebento-as dentro da boca, também sabe bem > 10. Fazem-me sempre sentir mais relaxada. Quando tenho de fazer alguma coisa que me põe nervosa, masco pastilha > 11 > Fazem-me sentir cool > 12. É uma VERGONHA o que fizeram às pastilhas que vêm nos Epás - já repararam? liliputianas e todas partidas, que aquilo nem dá para mascar e fazer uma bola suficientemente consistente para conseguir rebentar, co caraças! > 13. Quando era miúda partilhavam-se bocadinhos de pastilha retirados directamente da boca de cada um - ahhh bons velhos tempos em que tudo era menos asséptico mas com muito mais piada > 14. Queres um bocadinho da minha pastilha? Nhac nhac, toma lá

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Voando Sobre Um Ninho de Cucos
One Flew Over The Cuckoo's Nest
Realização: Milos Forman (Checoslováquia)
Ano: 1975
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"Chief Bromden: Mac... they said you escaped. I knew you wouldn't leave without me. I was waiting for you. Now we can make it, Mac; I feel big as a damn mountain."
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Recordo:
... o papel da vida de Jack Nicholson ...
... um papel talhado para ele, não podia ser mais ninguém ...
... a enfermeira mais horrivelmente tenebrosa do mundo - papel que valeu a Louise Fletcher um merecidíssmo oscar ...
... de como o sistema pode literalmente matar alguém ...
... um índio enorme que não conseguia estar preso ...
... um Danny de Vito novíssimo ...
... um bando magistral de loucos ...
... uma história terrível, de alguém que era apenas hiper-activo e ficou vegetal ...
... a última cena, comovedora até à medula ...
... dos únicos 3 filmes que ganhou os 5 oscars principais - Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento, Melhor Actor e Melhor Actriz (os outros 2 são O Silêncio dos Inocentes e Aconteceu Uma Noite)
lkjflkds

quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Macro Secrets 58

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Still naïve to the core

terça-feira, 23 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 116

E Tudo o Bento Mudou*
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Olé!
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Olé!
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Olé!
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Olé!
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* título roubado a um jornalista da RTP muito inteligente e criativo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 126

Killer Quotes 3
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"May the force be with you"
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O Ano: 1977
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O Protagonista: Han Solo
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O Actor: Harrison Ford
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O Filme: Starwars - A New Hope
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A História: In a galaxy far, far away .... It is a period of civil war. Rebel spaceships, striking from a hidden base, have won their first victory against the evil Galactic Empire.
During the battle, Rebel spies managed to steal secret plans to the Empire's ultimate weapon, the DEATH STAR, an armored space station with enough power to destroy an entire planet.
Pursued by the Empire's sinister agents, Princess Leia, races home aboard her starship, custodian of the stolen plans that can save her people and restore freedom to the galaxy ....
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O Contexto: Luke vai partir para a batalha decisiva que decidirá o destino da galáxia. Han Solo pretende regressar para a sua vidinha normal de piloto de nave espacial que arranja uns biscates aqui e ali, uma vez que já recebeu o seu dinheirinho. Mas, está a ficar com queda para salvar a galáxia também e encontra-se num ponto de viragem, ele que já rumou aos mais recônditos pontos da galáxia e nunca acreditou em nenhuma Força. Chama Luke de novo e diz-lhe "May the Force be with you", num "pelo sim pelo não, não acredito em bruxas, mas não queremos chamar o azar para aqui" género de coisa
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Os Efeitos: Gerações inteiras, sobretudo a minha, viveram com esta frase desde que nasceram. Explicações para quê? É a frase mais cool da galáxia. E ... ao contrário do que se pensa, não foi Obi-Wan Kenobi quem a disse primeiro, mas sim Han Solo. Uns minutos antes
Obi-Wan diz "The force will be with you, always.", mas não foi essa a frase que ficou para a história.
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O Significado: Que consigas, pá, se bem que eu esteja a ver, pá, que tens um longo caminho pela frente, pá
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Variações da frase: "Vader was seduced by the dark side of the Force", "I felt a great disturbance in the Force", "Remember, a Jedi can feel the Force flowing through him", "You don't believe in the Force, do you?", "A tremor in the Force", "Don't underestimate the Force", etc, etc, etc
hdjks

domingo, 21 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XIV

Arrivederci! Roma
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É na Praça de Espanha que se diz adeus a Roma.
Primeiro uma última espreitadela às montras das lojas da Via Condotti.
Depois um café obrigatório no El Greco, consta que o café mais bonito do mundo.
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Misturamo-nos com a multidão que se junta ao pé da fonte e, com sorte, apanhamos um par de noivos a tirar fotografias junto à La Barccacia.
Subimos a escadaria longa de cento e tal degraus,
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até à Igreja de Trinità dei Monti.
kflçdks
flçkdlçf
Cá em cima apreciamos a arte de alguns pintores de rua.
fklçdf
dlçfkçds
Finalmente, viramo-nos novamente de frente para as escadarias e apreciamos as cúpulas que brotam lá ao longe, sob o fundo intenso do crepúsculo.
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Arrivederci! Roma.
Voltarei sempre.
dfkçdlsf