sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Dalai Lama
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Um homem que vive em plena verdade

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Macro Secrets 63

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I want a Stanley, but all I get are Mitch's ...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 121

Happiness
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Charlie, happiness is uninspiring. When one is happy one is contented and one does not feel such a need to create compelling creations.
Happiness is quite boring, actually, from that point of view. Happiness is unproductive, it's paralysing, it's reductive.
That's why suffering is needed in the world. I've just come up with this idea which seems to me to be quite logical and serves Catholics theories about the existence of a good God - suffering is needed for the elevation of men through art. If there was no suffering, there would be no art or at least there would be considerably less good art in this world.
And why do we need art, Charlie?, one might ask. Wouldn't we be better off without art and likewise without suffering? But there's the crux, Charlie. The point is art makes us question ourselves, it makes us evolve, it makes us rise from the ape-creatures we really are to some other more refined and complex state.
Art is the basis of evolution. And so, by consequence, suffering is also the basis of evolution. Which brings me to another thought - nothing is created without some amount of pain involved. Think of child birth. And then think of a book, a painting, a sculpture. Pain.
Did God suffer when he created us, Charlie? I think it's only fair he should have. Otherwise, we're a mere whim, and I don't think we would like that very much ...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND V

Spire
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Ergue-se a 120 metros de altura, bem no meio de O'Connell Street, a dois quarteirões do rio e é a escultura mais alta do mundo.
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Em 1966 uma bomba colocada pelo IRA destruiu o Nelson's Pillar - homenageando Lord Nelson e a Batalha de Trafalgar - que estava precisamente no local onde se ergue a nova Spire.
A Spire fez parte de um plano para reavivar a avenida, caída em decadência desde essa altura.
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Esguia, longa, parece dobrar-se seguindo a curvatura da Terra, à medida que nos aproximamos da sua base, de tão comprida que é.
Como um farol iluminado à noite, projecta-se para os céus, parecendo perder-se no infinito.
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A sua base esculpida em aço reflecte a vida Dublinense que por ela passa.
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segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 131

Killer Quotes 8
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"If I can make it there, I'll make it anywhere."

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O ano: 1977
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A protagonista:
Francine Evans

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A Actriz: Liza Minnelli
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A Canção:
New York, New York, do filme com o mesmo título realizado por Martin Scorsese

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A história:
No mesmo dia em que termina a Segunda Guerra Mundial, o músico Jimmy Doyle e a cantora Francine Evans conhecem-se, iniciando um romance e uma parceria artística. Porém, vivem momentos conturbados enquanto procuram o sucesso.

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O contexto:
Final do filme. A glória. Enquanto Francine canta, Jimmy assiste e aplaude.

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Os Efeitos:
Tornou-se a canção mais emblemática da cidade, cantada por dezenas de artistas, associada também a Frank Sinatra. Mas a melhor versão continua a ser a de Liza. É que não há ninguém que cante isto como ela.
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O significado:
Se eu conseguir ter sucesso em Nova Iorque, consigo ter sucesso em qualquer lado. Implícita na frase está a lendária exigência do público nova-iorquino que, habituado ao melhor que há, exige o melhor dos seus artistas. Sucesso em Nova Iorque, significa sucesso no resto do mundo. O oposto costuma também ser verdade.

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domingo, 26 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno V
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Macro linha com gotas de água
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Quando voltou a acordar não sabia quanto tempo tinha passado. Minutos? Horas? Dias? Meses? Anos?? Não fazia ideia. O seu sistema estava de tal forma dormente, que nem sequer conseguia verificar as datas de entrada e saída de input.
Olhou em redor. As cores continuavam a acompanhá-lo, mas havia mais qualquer coisa. Um brilho iridiscente, como uma névoa, e o que pareciam pequenas gotículas de orvalho. À distância ouvia-se o som de minúsculos curto-circuitos. Tentou mexer-se. Continuava preso, não compreendia como. Como era possível que tivessem aprisionado o seu sistema desta forma? Que raio de criatura teria conseguido violar as suas fire-walls artilhadas até à medula de forma tão rápida e, convenhamos, absolutamente humilhante?
Os curto-circuitos aproximaram-se do seu campo de audição. Ao mesmo tempo teve a nítida sensação que uma porta se abria e que algo estava agora muito próximo de si, mas não conseguia ver o que era.
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((-Ø-)) aproximou-se da sua vítima. Observou a teia multicolorida e o pequeno sistema no centro, como uma mosca presa, e girou sobre si próprio, os anéis girando em sentido contrário. ((-Ø-)) não era humano, nunca fora, nem sabia o que isso era. Também não sabia quando começara ou se iria acabar. Para a criatura não existiam princípio nem fim, tempo. Apenas espaço, por onde se movia. Existindo solitariamente como um peixe numa caverna profunda do imenso sistema que habitava, ((-Ø-)) fora evoluindo lentamente ao sabor das circunstâncias, respeitando as leis de Darwin de quem nunca ouvira falar. Tornara-se uma criatura quase inviolável. Os ocasionais ataques de outras criaturas tinham-no fortalecido e feito desenvolver características únicas. ((-Ø-)) nunca encontrara nenhum outro igual a si. Mas, ao contrário de um peixe cego sobrevivendo nas profundezas de uma qualquer caverna aquática de um mar terreno, ((-Ø-)) era dotado de algo que se podia designar como uma espécie de inteligência tecnológica e conseguia realizar operações lógicas, memorizar, produzir.
Observou a teia mais uma vez. No interior da sua lógica misteriosa, ponderou o que fazer com a criatura que capturara. Aprender com ela, como sempre fazia com todas. Aprender e depois eliminar.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Fetiche #46

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"Dashing through the snow, in a one-horse open sleigh, through the fields we go, laughing all the way" - Jingle Bells
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[Natal]
1. Adoro, ao contrário de muito boa gente > 2. Não o consumismo, mas os brilhos, as músicas, as cores, as bolas, os azevinhos, a neve, o frio, os cachecóis, as árvores, o Jingle Bells, até os presépios > 3. Em Londres já, falta em Nova Iorque > 4. O de Viena também se recomenda > 5. Nunca no calor, total aberração > 6. Pai Natal, sempre - o feminino aqui não dá a bota com a barrigota > 7. Duendes, gnomos, anões, doces, sombrinhas às riscas, Gingerbread Men > 8. A única cor que não suporto na árvore de natal é o azul - yachhh!!! 9. O meu foi sempre anglo-saxónico, ou seja, peru com recheio, batatas, couves de bruxelas, puré de castanha, puré de maçã e molho (todos os anos existe uma garfada perfeita com estes ingredientes todos juntos ao mesmo tempo para dentro da boca), plum pudding com brandy butter e mince pies > 10. Dar e receber presentes, adoro as duas coisas > 11. Enviar postais > 12. Merry Xmas!
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sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!
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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Cousteau
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O homem dos 7 mares e mais alguns

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Macro Secrets 62

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I am the black horse

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 120

Smeagol, o Gato de Biblioteca - Lição nº 5 kfçld
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De todos os sítios do mundo onde ele se podia meter ... porque é que tinha que ser logo dentro da árvore de Natal? ...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND IV

Portas
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Quando a Rainha Victória morreu, Londres enviou um édito à Irlanda ordenando que todos os irlandeses pintassem as suas portas de preto, por respeito à morte da soberana.
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Bom, eles pintaram as portas. Mas de todas as cores, menos de preto ...

domingo, 19 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 130

Killer Quotes 7
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"I see dead people."
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O ano: 1999
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O protagonista:
Cole Sear
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O actor:
Haley Joel Osment
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O filme:
O Sexto Sentido
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A história:
Um rapaz vê pessoas mortas. Literalmente. E o psiquiatra que o está a consultar não sabe, mas está morto.
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O contexto:
Cole está na cama e vai contar o seu segredo ao psiquiatra. Sussurrando, ele diz, "I see dead people."
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Os Efeitos:
Andava toda a gente a ver pessoas mortas durante uns tempos.
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O significado:
Eu vejo pessoas mortas. Eu estou na 5ª dimensão. Eu estou a entrar naquela zona esotérica.
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sábado, 18 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno IV
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Macro Gaze
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Abriu o programa de comunicação e utilizou o tradutor automático para traduzir para japonês. Mas, aparentemente aquilo não era japonês, porque o tradutor não encontrou nenhum match para o discurso introduzido.
Boa … e agora? Tentou o inglês.
«Jupiter» Greetings, my friend.
Mas o outro continuou na sua língua estranha.
«((-Ø-))» あなたは一体何ですか?
«Jupiter» English? French? Italian? Portuguese?
«((-Ø-))» あなたは一体何ですか?
Muito bem. Por aqui não iriam a lado nenhum. Vamos tentar linguagem binária.

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Jupiter DCC Sending Binary Code
Transmission not possible at this time
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Mau ...
Repetiu a operação.
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Jupiter DCC Sending Binary Code
Transmission not possible at this time
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Ok ... ou não consegues receber, ou não estás para isso … vamos então tentar …
Mas não teve tempo para acabar o seu pensamento. Estava preso. Não se conseguia mexer para lado nenhum. Era uma sensação estranhíssima, que ele nem sequer conseguia interpretar de forma clara porque jamais isso lhe tinha acontecido. Mas, provavelmente porque a sua memória mental motora preservara algum tipo de sensações físicas passadas, conseguia comparar o que sentia a algo semelhante quando, na posse do seu corpo, há 200 anos atrás, houvera casos em que se sentira preso. Era como se estivesse dentro de um tubo em espiral, por onde a sua entidade não conseguisse mover-se a não ser em redor de si própria.
Sentiu o sistema a dar de si. Sentiu que estava prestes a desligar-se, como quando entrava em hibernação, mas desta vez não era uma situação voluntária. Sentia-se a desligar-se em todos os quadrantes, como se o estivessem a cloroformizar mentalmente.
Só teve tempo para ver o enorme planeta aproximar-se de si e envolvê-lo com anéis multi-coloridos. Um último pensamento anestesiado voou-lhe do sistema:
Jupiter é comido por Saturno. Porra …

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fetiche #45

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"I never met a chocolate I didn't like."
Deanna Troi (Marina Sirtis) em Star Trek: The Next Generation"
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[Nestlé Clássico]
1. De vez em quando, dá-me para isto > 2. Comprar uma pura tablete do melhor chocolate do mundo - Nestlé Clássico > 3. Não preciso de mais nada - só duns bons quadrados de Nestlé > 4. Pode haver outras marcas muito mais luxuosas, admito, mas é que sou uma rapariga de gostos simples - basta-me aquele rectângulo encarnado e branco ali de cima e fico feliz

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Brando
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A man for all seasons and then some

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Macro Secrets 61

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You make me think of fireplaces

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 119

Falta de Tempo
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Não tenho tempo para escrever palavras, quanto mais estúpidas ou de outra qualquer adjectivação.
Aliás, isso é um bom tema, até porque está relacionado com a minha falta de tempo. A adjectivação, quero eu dizer.
Já me tinha esquecido de como estudar pode ser entusiasmante ... e desesperante ... e outros antes que tais.
Fico-me por aqui.
Não tenho mais tempo!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND III

Capital da Literatura
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Dublin é a Capital da Literatura. Compreende-se. Nasceram aqui James Joyce, George Bernard Shaw, Bram Stoker, Jonathan Swift, Oscar Wilde, William Butler Yeats, Samuel Beckett. Pelo menos quatro deles são portentos da literatura mundial. James Joyce é o maior génio de todos.
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Tem por isso direito a estátua, numa perpendicular à larga e movimentada avenida O'Connell Street.
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Escritor de Dublin e dos Dublinenses de onde, afirmava com orgulho, retirava absolutamente toda a inspiração para o que escrevia, James apreciaria decerto este cantinho que lhe foi reservado pela sua cidade-natal.
A base da estátua é poiso de turistas carregados de sacos, gente cansada que se senta um pouco à sua beira
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e bêbedos que caem literalmente a seus pés, na companhia das suas garrafas esvaziadas.
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Escritor da vida, dos pequenos heróis que somos cada um de nós, parece continuar a servir de arauto a essa massa anónima que por ele passa e nele se acolhe.
Do seu poiso de bronze, com os típicos óculos de uma miopia tão grande que praticamente o cegou no final da vida, James olha para um ponto distante, um pouco acima das cabeças dos transeuntes que por ele passam, quase sem nele repararem.
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James pertence à cidade, o seu corpo, a sua mente, os seus óculos, o seu chapéu, a sua vaidade, a sua genialidade, a sua acutilância, a sua carne, a sua pele, a sua vida, a sua memória, as suas palavras.
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skdfas
Foi ele próprio que, um dia, escreveu que se alguém quisesse reconstituir uma Dublin destruída por um hipotético terramoto, bastaria pegarem em Ulisses e fazê-lo, pedra a pedra, esquina a esquina, pessoa a pessoa, loja a loja, palavra a palavra.
Nós acreditamos.
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domingo, 12 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 129

Killer Quotes 6
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"Houston, we've had a problem."
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O Ano: 1970
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O Protagonista: John L. "Jack" Swigert (Piloto do Módulo de Comando da Apollo 13)
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O Contexto: A missão chamava-se Apollo 13 ... e foi mesmo de azar. Lançada a 11 de Abril às 13:13 ... (outro azar) CTZ (Central Time Zone). Era a terceira missão destinada a alunar, mas nunca chegou à Lua. Dois dias depois do lançamento, ocorreu uma explosão que tornou inoperativo o módulo de serviço, de que dependia o módulo de comando onde se encontravam os três tripulantes - James A. Lovell, John L "Jack" Swigert e Fred W. Haise. Para conservar as baterias e o oxigénio, a tripulação usou o Módulo Lunar como se este fosse um salva-vidas, durante o regresso à Terra. Regressaram sãos e salvos no dia 17 de Abril, graças às mentes criativas da NASA que não dormiram para encontrar soluões para trazer os três homens de volta.
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Os Efeitos: É das frases mais citadas de forma completamente errada. Normalmente costuma aparecer como "Houston, we have a problem." Talvez porque a mudança do tempo verbal para o presente resulte mais chocante.
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O Significado: Quando há um problema, GRAVE, GRANDE e basicamente UMA GRANDE MERDA ...
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