segunda-feira, 22 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 126

Killer Quotes 3
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"May the force be with you"
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O Ano: 1977
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O Protagonista: Han Solo
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O Actor: Harrison Ford
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O Filme: Starwars - A New Hope
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A História: In a galaxy far, far away .... It is a period of civil war. Rebel spaceships, striking from a hidden base, have won their first victory against the evil Galactic Empire.
During the battle, Rebel spies managed to steal secret plans to the Empire's ultimate weapon, the DEATH STAR, an armored space station with enough power to destroy an entire planet.
Pursued by the Empire's sinister agents, Princess Leia, races home aboard her starship, custodian of the stolen plans that can save her people and restore freedom to the galaxy ....
çlkdfçd
O Contexto: Luke vai partir para a batalha decisiva que decidirá o destino da galáxia. Han Solo pretende regressar para a sua vidinha normal de piloto de nave espacial que arranja uns biscates aqui e ali, uma vez que já recebeu o seu dinheirinho. Mas, está a ficar com queda para salvar a galáxia também e encontra-se num ponto de viragem, ele que já rumou aos mais recônditos pontos da galáxia e nunca acreditou em nenhuma Força. Chama Luke de novo e diz-lhe "May the Force be with you", num "pelo sim pelo não, não acredito em bruxas, mas não queremos chamar o azar para aqui" género de coisa
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Os Efeitos: Gerações inteiras, sobretudo a minha, viveram com esta frase desde que nasceram. Explicações para quê? É a frase mais cool da galáxia. E ... ao contrário do que se pensa, não foi Obi-Wan Kenobi quem a disse primeiro, mas sim Han Solo. Uns minutos antes
Obi-Wan diz "The force will be with you, always.", mas não foi essa a frase que ficou para a história.
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O Significado: Que consigas, pá, se bem que eu esteja a ver, pá, que tens um longo caminho pela frente, pá
lçdklsç
Variações da frase: "Vader was seduced by the dark side of the Force", "I felt a great disturbance in the Force", "Remember, a Jedi can feel the Force flowing through him", "You don't believe in the Force, do you?", "A tremor in the Force", "Don't underestimate the Force", etc, etc, etc
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domingo, 21 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XIV

Arrivederci! Roma
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É na Praça de Espanha que se diz adeus a Roma.
Primeiro uma última espreitadela às montras das lojas da Via Condotti.
Depois um café obrigatório no El Greco, consta que o café mais bonito do mundo.
lkfçdslf

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Misturamo-nos com a multidão que se junta ao pé da fonte e, com sorte, apanhamos um par de noivos a tirar fotografias junto à La Barccacia.
Subimos a escadaria longa de cento e tal degraus,
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fdlçksf
até à Igreja de Trinità dei Monti.
kflçdks
flçkdlçf
Cá em cima apreciamos a arte de alguns pintores de rua.
fklçdf
dlçfkçds
Finalmente, viramo-nos novamente de frente para as escadarias e apreciamos as cúpulas que brotam lá ao longe, sob o fundo intenso do crepúsculo.
dfl~dçf
dlfkdlçsf
Arrivederci! Roma.
Voltarei sempre.
dfkçdlsf

sábado, 20 de novembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XV
lçsdksçl
Macro Pele
fjkdsklf
“Sim. Desde quando é que não comunica com ele?”
“Desde que foi levado, há precisamente um ano.”
“Sabe onde ele está?”
“Não faço ideia. Desapareceu. Levaram-no.”
“Sabe porquê?”
“Não, nunca me explicaram.”
“Eu explico-lhe. Trata-se de um dos mais perigosos elementos de um grupo de dissidentes ARLIs.”
Bor fixou o homem, sem se conseguir mexer. Estava paralisado de terror.
“AR … LIs?”
“Sim, ARLIs. Artificial Inteligence. Certamente que sabe do que se trata.”
“Não, não sei.”
“Como explica então que o seu PacMaster tenha estado a ser utilizado por um desses grupos para comunicar com o exterior?”
“O quê???!!!!”
“Bor Jug, vamos recapitular.”
Recapitular …
“Desde há 6 meses, 4 dias e 15 horas que o seu PacMaster pessoal, sito no nº 08210040, tem estado a ser utilizado para comunicações abusivas com o exterior.”
“Mas … não sei de nada disso … nada, absolutamente nada.”
“Tem a certeza que nunca mais falou com este indivíduo?”
“Eu … sim, falei”, baixou os ombros ainda mais. Porra! Não tinha jeito para estas coisas. Porra!
“Muito bem, Bor Jug. Estamos no bom caminho. Desenvolva, por favor.”
“Eu … ele falou comigo, sim. Algumas vezes. Apareceu-me no PacMaster, não tive a culpa. Tinha saudades dele. Foi meu companheiro durante … o que é que eu ia fazer? Falei com ele.”, passou a mão pelo cabelo. Havia gotas de suor a escorrerem-lhe pela testa.
“Calma, Bor Jug. Estamos aqui para nos ajudarmos mutuamente.”
Suspirou fundo.
“Prossiga, por favor.”
“Falámos. É tudo. Não sei de nada de ARLIs.”
“Bor Jug, sabe da existência de Colónias de Alimentação?”
“Sei …”
“Sabe do que se tratam?”
“Colónias onde utilizam …”, engoliu em seco, “… onde se processam alimentos para …”
“Para?”
“Para alimentar a comunidade humana.”
“Já ouviu rumores sobre que tipo de matérias-primas são utilizadas nessas Colónias?”
“Rumores …?”
“Sim, rumores. Estão correctos, Bor Jug. Pretende ir lá parar?”
“Não! Não …”
“Muito bem. Então temos um acordo para lhe propor. Está disposto a aceitar?”
Qual era a alternativa? …
“Acordo?”
“Sim, um acordo. Uma troca. A sua liberdade em troca da utilização do seu PacMaster para monitorizar o referido grupo de dissidentes.”
Engoliu em seco.
“Posso … posso fazer uma pergunta?”
“Claro, Bor Jug. Estamos aqui para o ajudar.”
“Porque não me fizeram … explodir?”
“Porque precisamos de si.”
sfdsdifç
= FIM DA SEGUNDA PARTE =

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

Fetiche #41

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
“And if I can't bridge this distance, stop this heartbreak, Oh my lord! I ain't missing you at all.” - John Waite
kdçlsa

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[Missing You]
1. Nome de canção de cantor norte-americano desaparecido > 2. Só me lembro desta música, que adoro > 3. Havia outra música, mas não me consigo lembrar nem da letra, nem da melodia > 4. Não tem o tom de voz forte que gosto nos cantores masculinos, mas há algo que atrai > 5. Poderá ser a total entrega à canção > 6. Poderá ser o desespero invocado - um homem desesperado é sempre atraente > 7. Poderá ser a fragilidade um tudo nada andrógina da sua voz > 8. É certamente da melodia, que é fortíssima e lindíssima > 9. John Waite, onde andas tu, homem?
lskdfsçl

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Último Imperador (O)
The Last Emperor

Realização: Bernardo Bertolucci (Itália)
Ano: 1987
kdfçsl

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"Reginald Fleming 'R.J.' Johnston: The Emperor has been a prisoner in his own palace since the day that he was crowned, and has remained a prisoner since he abdicated. But now he's growing up, he may wonder why he's the only person in China who may not walk out of his own front door. I think the Emperor is the loneliest boy on Earth."
ldsçld
Recordo:
... uma música extraordinária ...
... uma história cativante, emocionante, comovedora ...
... as cores, os tecidos, as jóias, o aparato deslumbrante de um mundo proibido, intenso, diferente e inacreditável ...
... uma amizade entre um professor e um aluno muito especial ...
... aqueles óculos ...
... uma vida mágica, perturbadora, triste, fascinante ...
... um menino perdido num mundo demasiado grande ...
... um velho perdido no interior das suas memórias ...
... um grilo escondido dentro dum trono ...
... um filme que me levou a ler o livro, que ficou para sempre na minha memória ...
kçlkl

quarta-feira, 17 de novembro de 2010

Macro Secrets 57

dfjkl
Routine kills me

terça-feira, 16 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 115

Searching ... Searching ... Searching ...
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dsçfkjdlç
Where am I going, Charlie?
I have no idea. But I have become of late addicted to having no ideia.
It's fun.
It's dangerous.
It's on the edge.
It's also stupid ...
I have the right to want to change my life. But I also have the duty to know into what I want to change it.
I wasted too much time doing nothing.
Now I'm wasting time doing a lot of things.
Some people know exactly what they want in life. Others have absolutely no clue.
I know what I don't like. The same thing over and over and over and over again.
I'm addicted to searching. And maybe I don't want to find anything.

segunda-feira, 15 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 125

Killer Quotes 2
fkçsl
"Whoever you are - I have always depended on the kindness of strangers."
sçlkdfsçl

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O ano: 1951
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A protagonista: Blanche DuBois
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A actriz: Vivien Leigh
kfdçlskalçks
O filme: Um Eléctrico Chamado Desejo
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A história: Blanche chega a New Orleans para visitar a irmã, Stella, que está casada com um homem abaixo da sua condição. Stanley é bruto, ordinário, vulgar e respira sexualidade por todos os poros. Blanche sente que a irmã casou abaixo da sua condição, mas não compreende que entre Stella e Stanley existe uma paixão fortíssima, que ultrapassa qualquer tipo de diferenças sociais. Blanche está à beira de um colapso nervoso e esconde um segredo terrível - ela tem andado a sobreviver à custa da "ajuda" de senhores muito "simpáticos".
alksl
O contexto: Blanche está prestes a ser enviada para um sanatório por Stanley. Ela pensa que o médico que a vem buscar é um dos tais senhores muito "simpáticos" que a levará para um cruzeiro. Vira-se para ele e diz-lhe "Quem quer que seja - eu sempre dependi da bondade de estranhos."
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Os Efeitos: É provavelmente a frase mais cobiçada por actrizes anglo-saxónicas. Não há estrela que não queira ser Blanche DuBois pelo menos uma vez na vida e dizer esta deixa. Mas Blanche não é para qualquer uma ...
sjfdsklaslkalçs
O significado: A fragilidade implícita na frase é mais do que óbvia. E o desespero. E a humilhação. Quando nos sentimos esmagados por um comboio de emoções desesperante.

domingo, 14 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XIII

Pedro
dlçkfçl
dçlfk
Dizem que aqui se escondem os maiores tesouros do mundo.
Que só uma parte deles estará à vista.
ldfçld
dfldçfl
Dizem que o mundo fica mais pobre por causa dos tesouros que aqui se escondem.
lfdºfl

lfdfç
Dizem que os tesouros aqui guardados dariam para alimentar países inteiros.
Dizem que se Ele regressasse, começaria por expulsar aqui os vendilhões do templo.
dfçkldf
fkldçlf
Dizem que foi aqui que Pedro morreu.
lfºd
fkdçslf
Sei que foi aqui que um Pedro morreu.
Chamava-se João Paulo e foi um grande, grande, enorme Pedro.
lfkflçdfk

sábado, 13 de novembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XIV
kdfçsal

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Macro Écran TV
fjdskjlf
A máquina estaria portanto a pedir-lhe que se definisse a si próprio? Seria algum truque?
Piscou os olhos.
“Ser humano.”
“Resposta incompleta. Desenvolva, por favor.”
Desenvolva … desenvolva …
Quem era ele, afinal? Assim de repente, apanhado completamente de surpresa … mas que raio … que raio de testes de controlo eram aqueles? assim de repente …
“Bor Jug, nascido a 22 de Maio do ano 127 da Nova Era. Por concepção normal. Chefe de Departamento de Inventariação de Alimentos para a Colónia de Alimentação da Europa. 43 anos …”
“Resposta incorrecta. Reformule, por favor.”
“Resposta incorrecta?!”
Resposta incorrecta? …
“Resposta incorrecta. Reformule, por favor.”, repetiu a máquina, exactamente no mesmo tom.
Mas o que é que … mas que raio é que …
Piscou os olhos novamente e cofiou a barba.
“Ahhhh …”
“Resposta incorrecta. Reformule, por favor.”
Raios!
A máquina emitiu um som agudo e contínuo e depois proferiu:
“Bor Jug, não é possível avaliá-lo através da entrevista de controlo standard. Accionada entrevista de controlo periférica. Aguarde, por favor.”
Entrevista de controlo periférica? …
A passadeira reencetou o andamento e Bor foi conduzido para a esquerda, através de outra divisória, desta vez para um cubículo de paredes transparentes, com uma mesa e uma cadeira de metal.
“Bor Jug, sente-se por favor.”
Sentou-se.
A divisória fechou-se com uma porta de vidro. Surgiu um plasma gigante à sua frente e nele o rosto de um homem novo, moreno, com óculos de hastes cor-de-laranja e um sorriso amarelo.
“Boa dia, Bor Jug.”
“Bom dia …”
“Vamos dar início à entrevista de controlo periférica. O meu nome é Cilac. Como está?”
Os pequeninos olhos azuis de Bor deambularam pela sala, sem mexer a cabeça. Fixou o homem no plasma.
“Bem, obrigado …”
“Estou aqui para o ajudar a responder correctamente às questões do teste.”
Sorriso amarelo.
Tinha de responder? …
“Defina quem é Bor Jug.”
“Não compreendo.”, aventurou. Perdido por cem, perdido por mil …
“Que parte da pergunta é que não compreende, Bor Jug?”
Nenhuma …
“Que quer que responda?”
“Bor Jug, a entrevista de controlo não tem respostas preparadas. Apenas respostas plausíveis.”
“Mas …”, deixou cair os ombros em sinal de desânimo.
“Quem é Bor Jug, os seus pensamentos, os seus desejos, as suas emoções.”
Como? …
“Mas … mas isso é …”
“Difícil? Estou aqui para o ajudar. Temos tempo. Todo o tempo que precisar.”
“Qual é a finalidade?”
“Avaliar o seu estado mental.”
Revirou os olhos novamente. Era óbvio que havia ali um qualquer truque que ele ainda não conseguira compreender. Decidiu-se pela cautela.
“Bom … Sou um membro da comunidade calmo, tranquilo, pacífico, honesto e cumpridor. Penso na melhor forma de realizar o meu trabalho e contribuir para o bom funcionamento da Cúpula a que pertenço. Gostaria de um dia poder integrar o Programa de Descendência. É tudo.”
“Tem a certeza de que é tudo?”
“Tenho …”
“Pondere, Bor Jug. Não ficou nada por acrescentar?
“Penso que não … Não.”
“Muito bem. Passemos à segunda questão, nesse caso.”
Respirou fundo. Que se seguiria?
“Que pensa Bor Jug do sistema de Mães-Observadoras e Mães-Inspectoras? Tem alguma crítica a realizar? Queremos sempre melhorar o desempenho. Todas as contribuições são levadas em conta.”
Porra!
“O sistema parece-me muitíssimo bem.”
Sorriso amarelo no plasma.
“Parece-lhe bem?”
“Sim.”
“Se lhe parece bem porque tenta boicotá-lo?”
Boicotá-lo?!!! …
“Não compreendo.”
O homem no plasma desapareceu do plano e regressou alguns momentos mais tarde com uma fotografia na mão. Mostrou-lha.
Porra!
“Reconhece este indivíduo?”
Porra!
“Sim. Foi meu companheiro durante … até ao ano passado. 42 anos.”

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

Fetiche #40

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
“We often refuse to accept an idea merely because the tone of voice in which it has been expressed is unsympathetic to us.” - Friedrich Nietzsche
kdçlsa

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[Cabines de Som]
1. Lugar de segredos revelados > 2. Lugar onde posso ser eu > 3. Começo a ficar realmente viciada > 4. Quem me dera ter mais oportunidades de as experimentar > 5. Gosto do esconderijo que proporcionam e da amplitude que, simultaneamente, conferem > 6. Gosto de ser guiada pela voz lá fora que me diz para ser mais assim, ou mais assado, ou experimentar dizer assim, ou agora entoar daquela forma > 7. Gosto de fazer vozes de personagens de BD > 8. Gosto de constatar que quanto mais experimento mais medo perco e mais solto a voz > 9. É uma relação um tanto ou quanto sensual, a que se estabelece entre técnico de som e voz-off no interior da cabine > 10. Quando eles gostam é quase uma catarse > 11. Gosto de ser personagem, sem ter que ser "actor", mas simultaneamente sendo-o interiormente, para conseguir transmitir o que se pretende > 12. Gosto de dizer em pé, sentada a voz não sai tão bem > 13. Os gestos que acompanham a voz começam a sair naturalmente, as mãos e os braços e o corpo acompanham as diferentes entoações > 14. O último técnico de som era alemão, pedia-me para anunciar em inglês competições de surf e repetia "nice", "nice" ao meu ouvido, nos auscultadores > 15. Um sonho concretizado, mesmo que apenas esporadicamente e mesmo que só em audições > 16. Gosto realmente disto

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Touro Enraivecido (O)
The Raging Bull
Realização: Martin Scorsese
Ano: 1980
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"Jake: There's no way I'm going down. I don't go down for nobody."
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Recordo:
... o início da "violência" como obra de arte ...
... Scorsese no seu melhor e mais puro ...
... o início da lenda de De Niro, que engordou 30 quilos para poder representar o pugilista Jake LaMotta em final de carreira ...
... as cenas de boxe mais realistas da história do cinema, copiadas ou recriadas em dezenas de filmes ...
... um pugilista, a história verdadeira do seu sucesso e da sua descida até ao inferno da derrota e do esquecimento ...
... é considerado por muito boas tabelas de melhores filmes como o melhor filme da segunda metade do século XX ...
... tenho que rever isto ...
çlkfdç

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Macro Secrets 56

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I am not a morning person.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 114

Time Ticks Tic ... Tac ...
ksdjskl

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As Einstein said, Charlie, time is relative.
We may find ourselves running out of time, yet with all the time in the world.
Or we may find ourselves filled with time, and no time at all.
Did you know that we lose about 3 months of our lives sleeping, every year? It might seem an awful lot of time, but if we didn't use it to sleep we wouldn't survive anyway.
Time to do all the things we want and do them well is a luxury seldom people, if any, have. Most of us just try to barely make ends meet.
It's the quality that counts, not the quantity, but how many of us never wished for a 48 hour day?
dfkld
Time is relative. There are things from years ago we remember as if they were yesterday, and trivial things we did today we don't remember at the end of the day.
There are people who stay in our hearts as if they never left and, although we sometimes spend years without talking to them, when we do, it's as if the conversation never stopped.
And there are people we see everyday, with whom there is no possible conversation.
lfkdçl
Time is elastic, Charlie. We bend it and interlace its threads as we wish, all the time. And then we seem to have problems accepting the Relativity Theory. We are its makers, everyday!

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XII

O Suíço
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O mundo pára aqui. Sim. Ou flui, incessantemente. Olhem para eles. Como ovelhas desaguando mansamente no centro do mundo. Ávidos de qualquer coisa. Ávidos de respostas. De soluções. Como ovelhas. Alguns curiosos. Mesmo esses, sem querer admiti-lo a si próprios, procuram algo aqui. Procuram entender. Ouço-os, também. Expressões de júbilo, de surpresa, de fascínio, de solenidade. Sabem que estão a entrar no centro do mundo. Querem respirar o centro do mundo. Saberão eles, terão noção de quanto o centro do mundo é parecido com o mundo de cada um deles?
O mundo pára aqui. Alguns vêem-me, outros não. A maioria apenas repara nas cores ... Amarelo, encarnado, azul. Muitos pensam que foi Michelangelo quem desenhou estas riscas. Estão errados, é apenas uma lenda. Olhem para eles. De máquinas em riste, tentando roubar-me um olhar, um sorriso, uma reacção. Não posso. Sou o porteiro do centro do mundo. Somos poucos. Mas bons, ou assim nos julgamos. Por vezes parecemos ridículos, mas não brincamos em serviço. As ovelhas nem imaginam que por vezes circulamos mais próximos delas do que alguma vez julgaram possível. Sem as cores, claro. Discretos. Guardamos o centro do mundo com precisão suíça. Não fosse a explosão de cores e seríamos absolutamente invisíveis, inodoros, incolores, talvez um pouco mais insípidos.
Guardo o centro do mundo. E o mundo olha para mim. Mas eu não posso devolver o olhar.
dfkdlçkf

domingo, 7 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 124

Killer Quotes 1
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Aqui se inicia uma série de citações famosas, de filmes, livros, canções ou outras proveniências, escolhidas porque me marcaram ou ao mundo, de alguma maneira.
ksaçl
«I’m walkin’ here!»
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O ano: 1969
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O protagonista: Ratso

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O actor: Dustin Hoffman
skalçks
O filme: O Cowboy da Meia-Noite
salkslç
A história: Um rapaz de uma pequena cidade americana (John Voight) migra para a grande cidade e transforma-se, graças ao seu aspecto “simpático” num prostituto de luxo, explorado pelas senhoras ricaças de meia-idade. O único amigo que encontra é um vigaristazeco de terceira categoria (Dustin Hoffman), aleijado, pequeno e feio, que ganha a vida com esquemas dúbios de pouca monta. Entre os dois nascerá uma amizade improvável, contrariada, bela e de fazer chorar as pedras da calçada, com um final de se ficar lavado em lágrimas.
salksl
O contexto: Ratso vai a atravessar uma rua. É preciso dizer que tinha uma perna mais curta do que a outra e portanto usava daqueles sapatos com um tacão enorme para compensar. Coxeia o filme todo. Vai, portanto a atravessar a rua e nisto um carro trava guinchando e quase chocando com ele. Ratso bate com a mão no capô do carro e berra: “I’m walkin’ here!”, que traduzido literalmente dá algo do género “Estou a andar aqui, pá!”
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Os Efeitos: Contribuiu muito provavelmente para que Dustin Hoffman se tornasse a estrela brilhante que é. Esta frase é provavelmente a mais citada em variadíssimos filmes, por variadíssimos outros actores, em variadíssimas outras situações.
aslkalçs
O significado: Quando queremos que o mundo saiba que estamos aqui, porra! E que, apesar de tudo, somos alguém, pá!

sábado, 6 de novembro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XIII
ajsakls

Macro Metal
sjazxkls
Entrou na Cúpula Central exactamente às 07.49 GMT.
A Cúpula assemelhava-se a um gigantesco cogumelo cinzento brilhante, rodopiando sobre si mesmo ininterruptamente, entoando um zumbido que se assemelhava ao das Mães-Observadoras, mas alguns decibéis mais intenso.
Em seu redor dezenas de minúsculas Mães-Observadoras e Mães-Inspectoras voavam em variadíssimas direcções, verificando sistemas e efectuando circuitos de vigilância.
O interior da Cúpula era tão asséptico quando o seu exterior. Metais brilhantes e desprovidos de formas, lisos e límpidos, reflectindo-se uns aos outros numa multiplicidade echeriana. Podia ser assustador para quem entrasse pela primeira vez ali dentro, mas Bor já visitara aquelas instalações e outras semelhantes dúzias de vezes durante a sua vida, para se impressionar facilmente.
Dirigiu-se à passadeira amarela e entrou no circuito de Check-Up. Havia inúmeras passadeiras de várias cores, que tinham início na entrada da Cúpula e que ziguezagueavam para lá do alcance da vista pelo resto do edifício, consoante o circuito a que davam acesso. Havia passadeiras para variadíssimos assuntos, entre os quais o Check-Up. Podia-se ir à Central da Cúpula para fornecer relatórios variados sobre actividades, para se tratar de assuntos técnicos, para o voluntariado para os diversos programas disponíveis, para tratar de queixas, assuntos pessoais, problemas entre vizinhos próximos, pedir mais comida ou outro fato de protecção UV. Se os pedidos eram atendidos ou não, nunca havia certezas. As pessoas voltavam invariavelmente para casa com um encolher de ombros e a sensação de que o que quer que tivessem ido lá fazer caíra em saco roto. Havia relatórios, muitos. As Mães adoravam relatórios e emitiam-nos por tudo e por nada. Se tinham efeitos práticos isso já era outra história.
Grug dissera-lhe algo do género: “Estas gajas funcionam exactamente nos mesmos termos que os humanos, quando eram os humanos a mandar nisto. Burocracia, burocracia, burocracia. Adoram complicar. Nem parecem máquinas!”
Máquinas. Máquinas …
Grug falava delas, das Mães, como se estas fossem mecanismos e não entidades, mecanismos com vontade própria mas ainda assim meros mecanismos electrónicos sem essência.
O circuito fazia-o passar por 7 Check-points assinalados por uma divisória semelhante ao umbral de uma porta, mas redondo. Aí a passadeira parava uns segundos e Bor era analisado de acordo com diferentes parâmetros:

1ª Estação: Verificação da identidade
2ª Estação: Verificação dos sinais vitais
3ª Estação: Análise quimico-biológica
4ª Estação: Análise físico-motora
5ª Estação: Avaliação psico-cognitiva
6ª Estação: Entrevista de controlo
7ª Estação: Emissão de relatório final

Na 6ª Estação a passadeira parou bem mais do que uns segundos. Um plasma desdobrou-se ao nível dos seus olhos diante de si e surgiu a imagem de uma paisagem verdejante idílica e ouviu-se uma voz metálica proferir:
“Entrevista de controlo. Bom dia, Bor Jug”
“Bom dia …”, nunca tinha sido sujeito a nada semelhante e portanto não sabia se havia de responder ou não.
“Bor Jug, iremos proceder à entrevista a partir de agora.”
“Muito bem …”
“Bor Jug, defina Bor Jug.”
“Como?”
“Bor Jug, defina Bor Jug.”

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Fetiche #39

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Happiness is an angel with a serious face." - Amedeo Modigliani
kdçlsa

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[Jeanne Hébuterne]
1. O único quadro cujo original gostaria realmente de possuir > 2. A expressão do seu rosto é como eu me sinto interiormente > 3. Já me disseram que era parecida com ela, talvez por isso o fetiche > 4. Há algo naquele rosto alongado e esguio, sério mas doce, intenso mas feminino que me atrai > 5. Já estive indecisa diante de uma cópia muitíssimo bem feita que custava, na altura, 600 contos … chamem-me louca – não o comprei porque não podia > 6. Na parede da sala, um dia, quem sabe

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Senhor dos Anéis (O)
The Lord of The Rings
jsdalkj
A Irmandade do Anel (The Fellowship of the Ring)
klskd
skldsçl
As Duas Torres (The Two Towers)
dlksç
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O Regresso do Rei (The Return of the King)
sldd

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Realização: Peter Jackson
Anos: 2001, 2002 e 2003
jdlksajd
“Frodo: I will take the ring to Mordor, though I do not know the way ...”
jslk
Recordo:
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... uma adaptação da obra de Tolkien magistralmente bem conseguida, respeitando ao máximo o complicadíssimo enredo, a essência de todos os personagens e as características especiais de um mundo fantástico criado de raiz, que agradou a gregos (os fãs incondicionais da obra literária que estavam arrepiados com a expectativa de um atentado) e troianos (os iniciados que nunca leram os livros e que tinham de ser introduzidos de forma rápida e cativante num enredo e cenários de compreensão complexa) …
… a primeira imagem, verde, verde, verde, do Shire …
… o chapéu pontiagudo de Gandalf, sentado na carroça – a partir dali tivemos a certeza que íamos entrar num mundo maravilhoso …
… os Cavaleiros Negros, exactamente como os imaginei quando li os livros - arrepiantes …
… Sam, tal e qual e mais …
… Aragorn, para todos os efeitos, um belo exemplar, mesmo que bem mais novo do que o tinha imaginado quando li os livros …
… a morte de Boromir – emocionante, intensa, bela, corajosa – a mais bela morte do Cinema, apesar de já a ter visto umas 50 vezes, choro sempre …
… a língua dos elfos, doce, misteriosa, enfeitiçante …
… as orelhas dos elfos – eu quero umas orelhas pontiagudas …
… a cena da perseguição dos cavaleiros negros a Arwen …
… Gollum, Gollum, Gollum, EXACTAMENTE! como o imaginei nos livros, incrível! …
… as mãos e unhas de Sauron …
… a ironia fina de Gandalf …
... o grito de Gandalf: "YOU SHALL NOT PASS!!!!"
… o rosto luminoso de Galadriel …
… o rosto intenso de Arwen …
… as espadas e as lutas entre bravos guerreiros, derreto-me …
… Boromir ou Aragorn? Continuo indecisa (um é loiro, outro é moreno, um é doce, outro é intenso, um é cinzento, outro é pão pão queijo queijo) …
… o rosto desfigurado de Bilbo …
… o anel, quente, brilhante, quase “palpável” …
… as paisagens, belíssimas …
… Shadowfax, correndo veloz, pela pradaria …
… o beijo de Aragorn a Arwen, perfeito …
… Wormtongue, negro, falso, esquivo …
… o olhar destroçado de Faramir, suplicando o amor de um pai amargo …
… a canção que Pippin canta ao rei Denethor enquanto Faramir é derrotado em batalha …
… Shelob, arrepiante …
... a surpresa dos Argonautas gigantes ...
... "My precccccioussssss" ...
dlkçakd

ajkkj
jslask

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

Macro Secrets 55

dfjkl

Became a fan of October in Paradise

terça-feira, 2 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 113

Paradise Found
gajhgha

klkçlk
That narrow strip of blue when I’m still on the road, glimpsed always unexpectedly no matter how many times I’ve seen it over the years.
A bunch of seashels spread on the white sand and the sound one makes when one steps on them – the perfect image of Summer, crunch! crunch!
The seagulls ... the Seagulls ... the SEAgulls ... the SEAGULLS ...
Every year, Charlie, Paradise Lost is once again found. And every year I marvel with its simplicity.
This is truly Paradise.
I never doubted. I just forget, sometimes, all its completeness.
It never fails to surprise me. One needs not nothing more, nothing less.
Always the same Paradise I left, that I find again.
And that thought comforts me, Charlie.
If someday I don’t have anywhere else to go, I know I can come here and there is a place for me.
Long after I’m gone, Paradise will still be here. Always. Forever.

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

If I Could


jaklal
I like to go back
Back to our place
Like to linger there
And tie it with lace
gajha
I like to go back
Every once in a while
Rest my head, rest it upon
The memory for a while
akjkla
Such a sweet corner
Stashed away from this hectic world
A secret haven
Away from cruelty and cold
akljla
And what a fool I was
I thought there would be so many others
That could be compared to you
There never was another
çakjça
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
akçl
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face
ajkla
You should have been the first
You should have been the last
You should have been the only one
But for us
There’s just
The past
akjlka
And I know I was a fool
To ever doubt your heart
How could I watch you tremble
And not know how you felt
çakjaçl
I left you standing all alone
Alone in our room
You never saw me crying
You never felt this heart’s doom
alkçla
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
açkjkla
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face
akjlka
And if you saw me now
Would you still want me now?
I’m battered, bruised, beaten
I’m changed, hardened, bitter
I’m not the girl you knew
No more the flesh you craved
Nor the map you saved
lakçla
If I saw you now
I would not let you go
No, I would never let you go
Pray you would want to know
All about these
Deamons and these angels
Living inside
My loins, my heart, my soul
Since the day I met you
akjçal
And if I could
Oh God! I would
Tell you, I would tell you
How much you still mean to me
lçakçla
And if I could
I surely would
Travel back through time and space
Face deamons and angels to trace
Once more the lines of your face

.ajlak
Para ti, P.

sábado, 30 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 60

TUGAS
DKLSAÇLD
ÇDKASÇ

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 59

ENCAIXE
LDºD
ÇSDSAÇL

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 58

CHEIRO
FJDSLK



quarta-feira, 27 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 57

SUGESTÃO COLECTIVA
ljfdsl

terça-feira, 26 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 56

PERSPECTIVA
LKFDSÇL

segunda-feira, 25 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 55

PRISION BREAK
FJKDSLF

domingo, 24 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 54

TAKE OFF
FKLÇDF

sábado, 23 de outubro de 2010

GEOLÂNDIA 53

FRESCA
FDDSÇL
FKJDSKLF

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

The Last But Not At All The Least


çºldsd
Este blog vai novamente de férias, desta vez para o Paraíso, nem mais.
Prometo que é a última vez este ano (mas, nunca se sabe...)
Fiquem na agradável companhia da Geolândia.
Até Novembro.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

MAGIC MOMENTS 123

DVD 30 - Dedicatórias Verdadeiramente Dedicadas
fjds
À vida.
Pese embora a polémica relativa ao significado da letra desta canção (aparentemente é sobre reis destituídos), para mim esta canção sempre me inspirou vida. Talvez seja da orquestra ...
ldfkdçf

jkljk
Este espaço de dedicatórias termina aqui.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Where The Streets Have No Name

Bor XI
fkjdsl fjdskl
Macro Mecanismo Relógio
dfçldçf
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Estava no Chuveiro Orgásmico. Mas não estava sozinho. A ruiva estava lá. Estava a mostrar-lhe a sua vagina. Ele bem que espreitava para dentro do buraco que ela tinha entre as pernas, mas não conseguia ver nada. E ainda por cima ela só o deixava ver enquanto o barulho se ouvia. Depois tinha que ser ele a mostrar-lhe a sua coisa.
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
Que maçada … Agora era o raio da Mãe-Inspectora a bater-lhe à porta. Foi abrir. A Mãe-Inspectora tinha a cara da ruiva e a ruiva estendeu-lhe uma folha translúcida amarela onde estava escrita a palavra sexo.
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Piscou os olhos.
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
Olhou para o lado. O Ilac estava no seu quarto?
Sentou-se, estremunhado.
Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc Toc …
O Ilac estava a bater no vidro com um ar de ansiedade. E gritava qualquer coisa muda.
Mas que chatice … Outra vez a Mãe-Inspectora?
Pripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippripprippri …
Não … Não! Era um alarme, caramba. O seu alarme. Para acordar. Deu-lhe uma cotovelada, antes que o raio da coisa começasse a esguichar água. Levantou-se. Ilac tinha agora as mãos na cintura e olhava-o do outro lado do vidro, como se para se certificar que ele tinha realmente acordado.
Olhou para as horas. 07.32 GMT.
Caramba! Vestiu o fato UV, engoliu a pílula amarela, penteou-se com as mãos e procurou os óculos. Olhou para Ilac que lhe acenou um "O" de OK do outro lado do vidro. Olhou em volta à procura da folha amarela translúcida, pegou nela e saiu. Depois correu pelos túneis fora até alcançar a ponte e dessa vez apanhou a passadeira rolante. Levaria exactamente 15 minutos até chegar à Praçeta Quântica e depois teria que subir no elevador panorâmico até à entrada principal da Central da Cúpula. Correu pela passadeira fora, o que lhe abreviaria os 15 minutos para metade. Nem pensar em chegar atrasado! Teria uma Mãe-Inspectora pespegada lá fora durante o próximo mês ...

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Fetiche #38

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Life is like a box of chocolates, you never know what you're gonna get." - Forrest Gump
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dlsakld
[Bombons Sortidos]
1. Expressão de gula absoluta e suprema > 2. Existe uma anedota astrológica que fala do comportamento de cada signo relativamente a uma caixa de bombons - o Gémeos (sou Gémeos) experimenta um de cada, antes de se dar por satisfeito > 3. Variedade, portanto, será a palavra de ordem aqui > 4. De chocolate de leite, de chocolate preto, às vezes de chocolate branco (mas nem sempre), com nougat, com recheio cremoso, com recheio aos pedaços, com recheio crocante, com recheio de frutos, com recheio de baunilha, com caramelo, com licor, com menta, cobertos, sarapintados, polvilhados, sei lá, surpreendam-me! > 5. A palavra de ordem é, portanto, órgia total e suprema de chocolate e outros sabores > 6. Sendo que uma caixa inteira já não é possível como noutros tempos numa só noite (a partir dos 30 os intestinos começaram a não aguentar tamanha violência), 2 ou 3 duma só vez é o ideal > 7. Têm de ser agradáveis também à vista, com classe, bonitos, opulentos, porque os olhos também comem, obviamente

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Rocky
Realização: John G. Avildsen
Ano: 1976
dlçfkdçsl

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"Adrian: Why do you wanna fight?
Rocky: Because I can't sing or dance."
dfkdsçl
Recordo:
... um filme simples, sobre um homem simples, um brutamontes, que tem um sonho ...
... interpretações puras, sem grandes genialidades, mas ainda assim muito próximas da realidade ...
... o papel que assenta que nem uma luva a Sylvester Stallone e que foi sempre o seu mais querido personagem ...
... as escadas, sim, aquelas escadas e aquela música ...
... uma história de amor bonita entre um bruto burro e uma tímida feiosa ...
... os murros, esses, dispenso, mas até se vêem ...
... um filme ingénuo, doce, cru e mágico ...
... o único que vale a pena ver da saga interminável a que deu origem ...
dlskfds

domingo, 17 de outubro de 2010

Macro Secrets 54

dfjkl
I'm calling the shots now.
And it feels damn good!


sábado, 16 de outubro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XI

O Tecto
dfçlf

sçdfkdsçl
É, provavelmente, o tecto mais famoso do mundo. É sempre mais baixo e mais pequeno do que estávamos à espera. Mais acolhedor. Mais aconchegado. Mais deslumbrante e mais opulento. Mais simples, também. Mais puro.
Na impossibilidade de o fotografar (é proibido (com ou sem flash) e eu sou uma menina respeitadora de regras (ao contrário do meu irmão que o filmou à sucapa)), tentar-se-á aqui fazer o retrato textual do mesmo.
dlfkdçs
Azul, muito, a envolver-nos, a abraçar-nos, a esmagar-nos.
Depois a profusão de cores belas, quentes, harmoniosas, onde nada choca e tudo se dilui suavemente das nossas íris aos nossos sensores nervosos, que respondem vibrando de emoção.
O famoso tocar de dedos entre Deus e Adão será o que os olhos procuram assim que o corpo entra dentro da sala. Será muito provavelmente a imagem, de todas, mais reconhecida pelas míriades de nacionalidade, credos, raças, idades e estratos sociais e culturais que desaguam todos os dias em cachos ávidos na Capela Sistina.
O Vaticano é sádico. Senão vejamos: somos obrigados a percorrer todos os muses, antes de conseguirmos chegar à Capela. Impossível adquirir bilhete apenas para a Capela. E a Capela está precisamente no fim da visita. Aliás, se repararmos, a Capela seria supostamente o início da visita, uma vez que as figuras dos tectos por onde passamos estão todas na direcção oposta à qual avançamos.
Esquina sim, esquina não lá está a setinha a apontar para a direita ou para a esquerda, como uma cenoura que nos acena - "Capela Sistina". E a malta atropela-se, galgando corredores e corredores e corredores atulhados de obras-primas que passarão, muitas, despercebidas à grande maioria das pessoas. Assim de repente, de memória, recordo apenas: os deslumbrantes quartos pintados por Rafael e o famoso "A Escola de Atenas", do mesmo Rafael. Sei que havia muito mais coisas. Não as recordo.
E tectos, tantos tectos, magníficos.
jgdlfkg
Finalmente, a Capela Sistina.
Entramos, portanto, ao fim de quilómetros e quilómetros de relíquias com a língua de fora, salivando de expectativa. E a expectativa não é de forma alguma gorada.
Olhamos para cima e rodopiamos de boca aberta, um sorriso estupidificado nos lábios.
Tenho a certeza que pela maioria das cabecinhas passa um pensamento semelhante a este: "Sacana do gajo! Era doido varrido! Como é possível?"
Sim, foi possível. E imagina-mo-lo. Em cima de andaimes, as costas todas viradas, numa posição impossível, durante meses, os seus ajudantes espalhados pelos andaimes dando os retoques no traço do Mestre. Imagina-mo-lo, rugindo entredentes, soltando impropérios, olhando as paredes, pintando, pintando, pintando, numa loucura genial que séculos mais tarde continua a ser uma das maravilhas do mundo.
O Tecto da Capela Sistina.