quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 127

Treino
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Escrever, como tudo na vida, Charlie, é uma questão de prática. Um hábito que se cria e se mantém.
Exige treino, como qualquer exercício físico, como o baseball.
Não para os dedos, se bem que também.
A gente empunha o taco da caneta e tenta lançar umas bolas-palavras para acertar no papel da forma mais artisticamente plausível.
Até aos 20 e tal anos tive um calo no dedo médio da mão direita, de que muito me orgulhava. Com o advento dos computadores, diminuiu consideravelmente. Os computadores são as luvas dos escritores. Tac tac tac e os dedos da mão direita agradecem. Nunca foi tão grande como o de António Lobo Antunes, mas era um calo razoável, com personalidade.
Lembro-me de ter máquinas de escrever e chegar ao fim do dia com os dois dedos indicadores em fogo.
Lembro-me de haver dias soberbos! magníficos! extasiantes! formidáveis! que escrevia desde que o sol se levantava até que se punha e mais além. Chegava ao fim deles com cãibras excruciantes na mão. Cãibras nos dedos e felicidade costumam andar de mãos dadas. A cabeça em água também. Quase, Charlie, como se a nossa cabeça tivesse servido de bola de baseball durante um dia inteiro. É assim que fica. E seca por dentro. Como se me tivessem espetado uma agulha e sugado o tutano. Como se tivéssemos dado 20 voltas sem parar ao campo de baseball (odeio correr, eu é mais dançar).
Dias felizes, sim. Porque se olha para o papel e a nossa alma está lá esparramada, emplastrada, espalmadinha. E sabe bem, Charlie. Sente-se que se conseguiu algo de importante, mesmo que só se tenha escrito merda.
Treino. Todos os dias. Senão a gente esquece-se. De como é escrever. Deixamos de ter tanta habilidade para dar tacadas com a caneta ou com as teclas, para fazer malabarismos com as nossas palavras guardadas em caixas há tanto tempo, no sótão nervoso.
Exercício, Charlie. Mental. Um misto de ambos. É preciso que mão e cabeça estejam em perfeita sintonia, capazes de funcionar como uma equipa unida, like this (cruza os dedos, Charlie), through thick and thin.
Como tu tentas todos os anos, Charlie, em cima desse monte.
Manter o mundo fora da "zona" exige concentração. Depois é automático, Charlie. É como os amigos que não se vêem há anos. A conversa entre o papel e a cabeça é retomada, como se nunca tivesse parado.
Que nunca cesse.
Amen, Charlie.

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND XI

Molly Malone
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Consta que Molly gostava de festa. É sabido que Molly vendia peixe, back in the old days. E se quereis saber como Molly apregoava a sua sardinha, bastai passardes na rua onde Molly reside, Grafton Street, para ouvirdes as vendedoras anunciarem ao mundo as suas flores - "Frêsh Floweres!!!", com o típico, doce, único enrolar dos r's irlandês.
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lkgdfçg
Consta, portanto que Molly gostava de dar as suas voltas e reviravoltas em leitos alheios, tal e qual o peixe que vendia gosta de rodopiar incessantemente na água. Não se sabe se regava essas horas de sensualidade com as flores das suas companheiras vendedoras. Orquídeas, seriam apropriadas. Pequenos, delicados, cheirosos montes de Vénus do reino vegetal. Talvez Molly desejasse rosas. Ou talvez até se contentasse com malmequeres selvagens.
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lfçkdçsl
O seu carrinho de mão, esse, continua recheado de peixe, cinzento, luzidio, congelado no tempo e no espaço, na confluência de Nassau Street e Dawson Street.
Há quem passe por ela e não repare. Molly não se importa. O seu peixe continua a perfumar Dublin. Os seus seios continuam tumescidos e sensuais, à espera do amor, ali para os lados de Grafton Street.
kfdçlfk

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

MAGIC MOMENTS 137

Killer Quotes 14
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"Show me the money!"

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O ano: 1996
slças
O protagonista:
Tom Cruise

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O Personagem: Jerry Maguire
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O Filme:
Jerry Maguire

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A história:
Quando um agente desportivo é despedido por ter tido uma epifania moral, decide pô-la em prática independentemente com o único atleta que fica com ele.

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O Contexto: O tal atleta quer uma contrapartidazinha para se manter com Jerry. Uma coisinha mínima. Jerry só tem que dizer uma coisita ... mas tem que dizer com feeling!
çldsf
Os Efeitos: Sempre que há dinheiro metido ao barulho, a gente grita isto.
dfkdlçflf-dlfaslkalçs
O significado:
Algo como "mostra-me o que tens" ou "mostra-me o que me vais dar".
pfdfl

domingo, 6 de fevereiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno XI
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Macro Pena Sintética Roxa
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Selfid pigarreou e olhou em volta. O terraço onde estavam encontrava-se recheado de vegetação luxuriante. Ouviam-se pássaros a chilrear e água a correr, algures no meio do verde. Por cima deles um céu azul brilhante com um sol e uma lua e a separá-los uma magnífica aurora boreal. C. pensou que havia algo de estranho com aquele azul, mas não sabia precisar exactamente o quê.
"Bom, como já deves ter reparado, estás num mundo diferente daquele onde te costumas mover."
C. fixou-a, vazio.
"Tens razão, tu não sabes qual é o mundo onde te costumas mover. Será melhor talvez começar pelo princípio de tudo. Mas vou só resumir brevemente os capítulos que irei desenvolver de seguida. Sou muito organizadinha. Graças a isso é que consegui fazer isto.", e ao mesmo tempo que dizia aquilo os seus braços abriram-se para abarcar o espaço em seu redor. Deu uma reviravolta sobre si mesma e sentou-se novamente, as asas verdes escamadas em descanso por trás das costas.
"No princípio havia o mundo.", soltou uma risadinha, como se estivesse a partilhar uma piada privada, mas que C. não entendeu, "Depois veio a guerra e o mundo foi destruído. Os que ficaram resistiram, mas não por muito tempo. A sua luta e a sua aniquilação fazem agora parte de lendas e mitos alguns deles muito alterados. Outros houve que foram mais inteligentes e decidiram entrar directamente na rede que os estava a destruir. Esses, como tu, sobreviveram, mas deixaram de ser humanos, de ter corpo."
C. olhou para si próprio. Mas ele tinha corpo.
"Uma ilusão, aliás como tudo o que vês aqui à tua volta. Os tais, como tu, que sobreviveram, os ARLIs, vivem algumas camadas mais acima daquela onde nos encontramos, de acordo com os seus próprios termos. Constituem a Resistência e tentam lutar contra o sistema. Não têm conseguido muita coisa, mas persistem. O resto de nós, os freaks como lhes chamo, elaboraram os seus próprios nichos e lá vivem. Há muitas espécies de freaks a vaguear por aí. Como o Techi que te ia enviando desta para melhor. Como eu, um avatar. Um avatar é uma espécie de duplo tecnológico imaginário de um humano. Quando o mundo ainda era mundo, os avatares eram controlados pelos humanos que os criavam. Quando o mundo deixou de ser mundo e esses humanos desapareceram, os avatares que haviam sido por eles criados ficaram aqui à deriva. Alguns morreram. Somos frágeis, muito frágeis.", a voz de Selfid baixou e ficou quase um sussurro, "O Cemitério Virtual está apinhado de avatares.", C. julgou ver uma pequena lágrima reluzir no canto do seu olho esquerdo, "Outros, como eu, conseguem sobreviver porque são um pouco mais inteligentes e rodeiam-se de ... podemos chamar-lhes alianças úteis.", os seus olhos baixaram por momentos e C. percebeu que aquele assunto das alianças era um tema sensível para ela, "Foi o que fiz. Rodeei-me de aliados úteis, mais fortes do que eu. E criei este mundo. Um pouco à semelhança do mundo onde fui criada. Os avatares vivem esfomeados por sonhos, ilusões, fantasias. É essa a sua essência. Depois entenderás. E eis-te aqui, comigo, no meu mundo, onde és muito bem-vindo.", parou um pouco e suspirou.
"Ok ... agora podias recapitular tudo com mais calma? O que é que me chamaste, exactamente?"
"ARLI - Artificial Life. Sim, agora vamos ao início novamente. Quando o mundo ainda era mundo."

sábado, 5 de fevereiro de 2011

Fobia #2

Fobia
s.f. Em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objectos, animais ou lugares. Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro das doenças de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. São três, os tipos de fobias: Agorofobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida. Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público. Fobia Simples - Medo circunscrito diante de objectos ou situações concretas.
fºçdº~fç

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[Grão]
1. Nem vê-lo.
2. Nem cheirá-lo.
3. Só de imaginá-lo já me dá vómitos.
4. Devo ter ficado altamente traumatizada quando me obrigavam a comer sopa de grão no Queen Elizabeth School.
5. Mas esta fobia é só no que toca ao dito cujo cozido.
6. Porque seco, tipo amendoim, consigo comer.
7. Vá-se lá perceber porque raio ...
8. Perguntem ao meu palato.
9. Grão a grão esta galinha NÃO enche o papo!

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

IDOL

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DFÇLKSDF

A MAAAAAAN!!!!!!! With a great voice

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Macro Secrets 68

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Don't make promisses you can't keep

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 126

Smeagol, o Gato de Biblioteca - Lição nº 6
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Como um tigre, Smeagol percorre os corredores da casa sorrateiramente. Agachado, as patas em posição de ataque, Smeagol salta de repente por trás dos cortinados e crava suas unhas (quando não estão cortadas) nas calças de sua dona, sem dó nem piedade (já me arruinou! 2 pares de calças, das minhas preferidas!).
É vê-lo qual Tom, pé ante pé, esconder-se por trás dos móveis ou das cortinas para apanhar sua dona de surpresa e atacá-la.
É fácil perceber que pertence à família dos felinos porque do que Smeagol gosta mais é de coisas que lhe aparecem à frente e, subitamente, desaparecem - sejam elas donas, bolas, fios, clips, etc. Vejo-me transportada para um episódio da National Geographic sempre que o observo a deslocar-se pela casa, em busca do brinquedo ou à procura de presa.
"Presa" aqui é a palavra essencial. Para Smeagol tudo é uma potencial presa e tudo funciona como tal, seja ser vivo, como as mãos e braços de sua pobre dona, ou objecto inanimado. O instinto de Smeagol está preparado para "presa". E valha-nos deus se nos cruzarmos no seu caminho nessas alturas ...

terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND X

Belief or Nothing
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A caminho da fábrica de cerveja mais conhecida do mundo, deparo-me com aquele anúncio ali em cima. É o segundo dia em Dublin e na Irlanda. E percebo, melhor, constato que não poderia haver coisa mais certeira para descrever este povo.
BELIEF OR NOTHING
ACREDITAR OU NADA
De facto, a história da Irlanda, que tão bem os criativos da marca Guiness souberam captar neste slogan fenomenal, é feita disso mesmo - de acreditar até ao fim. Acreditar que a Inglaterra vai sair dali p'ra fora. Acreditar que Deus vai trazer a esperança. Acreditar que, de alguma maneira, vão conseguir levar a sua avante, aconteça o que acontecer.
A alternativa?
Não existe, para o irlandês. Para quê? Não vale a pena.
Ou se acredita em alguma coisa até à morte, ou então o que é que andamos aqui a fazer?
Belief or Nothing - nunca nada foi tão bem dito sobre um povo.

segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 136

Killer Quotes 13
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"Miau!"

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O ano: 1992
slças
A protagonista:
Michelle Pfeiffer
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O Personagem: Catwoman
slaçs ks
O Filme:
Batman Returns
salkslç
A história:
Quando um homem de negócios corrupto e o grotesco Pinguim se juntam para tomar controlo de Gotham City, só Batman pode impedi-los. Entretanto, a Catwoman anda a congeminar os seus próprios planos.
df.saf
O Contexto: Antes de rebentar com tudo pelos ares, Catwoman profere o seu miado.
çldsf
Os Efeitos: Será provavelmente o miado mais sensual da história, do cinema e não só.
dfkdlçflf-dlfaslkalçs
O significado:
Bom ... o significado, significado, só a Catwoman poderá explicá-lo. Eu penso que tem algo a ver com "Ó p'ra mim que sou tão mázinha e tão sensual e tão 'não me chateiem' ".
pfdfl

domingo, 30 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno X
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Macro testa
dfçdskjf
"Nada, nada mesmo?"
"Népias. Não sei quem sou."
"Hmmmm. Interessante."
"Não é nada interessante. Nada mesmo. Nem do meu nome me lembro."
"Já tinha visto muitas coisas acontecerem a quem se mete com o raio do Techi, mas isto nunca. Hmm Hmm.", e Selfid abanou a cabeça, "Vamos pousar um pouco.", apontou com a cabeça para um terraço suspenso cheio de vegetação luxuriante."
"Onde é que estou exactamente?", detestava admiti-lo mas aquelas asas faziam-no sentir-se ...
"Como?"
"Hãm?"
"Como é que as asas te fazem sentir?"
"Ah! Ahhh ... livre."
Selfid sorriu.
"Podia ter-te dado de albatroz, mas achei que ainda não estás preparado para tamanha responsabilidade. Mais a mais, com asas de albatroz não terias tanta flexibilidade. Andamos atulhados. Bom, vamos lá a ver. Proponho o seguinte - explico-te tudo o que sei. Talvez assim até te ajude a recuperares a memória, se é que existe alguma coisa para ser recuperada."
C. piscou os olhos. Era um vazio. Nada. Era como se tivesse acabado de nascer há umas horas atrás. A sensação era ao mesmo tempo aterradora e ... leve.
"Pois. Olha, vamos começar pelos pensamentos. Tens que aprender a não projectá-los. Se bem que ... até estou a gostar de os ver. O problema é que andam por aqui muitas criaturas estranhas e é preciso que te protejas. Pelo menos enquanto não solucionarmos o problema da memória."
"Sim. Explica-me."
"Fazes assim. Alguma vez fizeste meditação?"
C. piscou os olhos novamente.
"Pois, não. Quer dizer, mesmo que tenhas feito não te lembras. Pergunta estúpida", soltou um novo riso cristalino. "Na meditação aprendes a não pensar em nada. Aqui tens que fazer o reverso. Ou seja, em vez de não pensares em nada, tens que tentar pensar em muitas coisas ao mesmo tempo e assim nenhum dos pensamentos consegue ser projectado para fora e ser visto por toda a gente. Percebes?"
"Mais ... ou menos ..."
"Tenta."
C. fez várias tentativas mas havia sempre várias palavras que conseguiam escapar.
"Bom, isto é uma questão de prática. Tens que praticar. E enquanto não conseguires dominar a coisa, não te expomos demasiado. Adiante."
"Vais-me explicar onde estou?"
"Vou-te explicar tudo. Onde estás. Onde estamos. De onde viemos.", soltou nova gargalhada, "Pareço uma daqueles cassetes de auto-ajuda."

sábado, 29 de janeiro de 2011

Fobia #1

Fobia
s.f. Em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objectos, animais ou lugares. Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro das doenças de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. São três, os tipos de fobias: Agorofobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida. Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público. Fobia Simples - Medo circunscrito diante de objectos ou situações concretas.
fºçdº~fç
[B .... ]
1. É a primeira fobia de todas, a maior e mais peçonhenta, por isso vai já em primeiro lugar para me livrar dela o quanto antes
2. Nem sequer consigo dizer a palavra
3. Nem dizer, nem escrever
4. Pôr fotografia aqui, ainda tentei ir ao google, mas assim que apareceram todas em cascata tive que fechar a janela - por isso, conseguir fazer "Guardar Como" e inserir aqui não foi humanamente possível
5. A palavra tem 6 letras, começa com "B" e acaba em "a"
6. São uns seres vivos asquerosos, pretos ou castanhos, do género dos insectos
7. Pronto, para bom entendedor meia palavra basta
8. Nem vê-las!!!!!!!!!! Nem de perto nem de longe. Nada. Népias.
9. Fico-me por aqui.
10. Ufff! Isto custou, mas já está despachado!

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

HOMER SIMPSON

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~dfdfºds

O homem que todos nós somos, mas fingimos que não

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Macro Secrets 67

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Intelectually mature, emotionally imature

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 125

Dúvida Existencial # 20djsakl
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Porque é que os treinadores de futebol falam sempre na terceira pessoa quando estão a falar deles próprios?

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND IX

Pubs
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f.jdsf
Os irlandeses gostam de beber, é sabido.
Também gostam de conviver, está provado.
Adoram combinar as duas coisas, especialmente ao final do dia, antes ou depois de comerem bem.
l~ldgç~
glç~fgl
Se for possível juntar a isto tudo umas pitadas de boa música, melhor.
Qual é o melhor sítio onde se pode encontrar isto tudo?
Num Pub. A palavra significa isso mesmo "Public Place".
dklfçdlfk
g~flç~g
E os irlandeses fazem por que se repare neles.
Com cores, com flores, com campainhas, é difícil passar por um sem repararmos nele - o som da vida sai de lá de dentro, o som de risos, de tilintares de talheres, de chocalhar de copos, de risos e brindes e canções e alegria e convívio.
~fçgl~dfçg
~fçgl~fçd
Os irlandeses têm um ditado que acho adorável: um estranho é só um amigo que ainda não conhecemos.
fçglç~dfg

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 135

Killer Quotes 12
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"I can't get no satisfaction."
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O ano: 1965
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O protagonista:
The Rolling Stones
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A Canção:
(I Can't Get No) Satisfaction
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A história:
Escrita nos EUA em 1965, foi considerada em 2004 pela revista Rolling Stone como a segunda das 500 melhores canções de sempre (a primeira é "Like a Rolling Stone" de Bob Dylan).
salksl saçlças
Os Efeitos:
Não deve haver ninguém no mundo (incluindo as tribos masai) que não tenha já ouvido esta canção. A letra é absolutamente universal.
ldfkdlçflf-dlfaslkalçs
O significado:
Não há nada que me satisfaça. Não vou baixar os braços. Não vou engolir qualquer coisa que me sirvam. Não me vou cansar de exigir o melhor para mim e para o mundo.
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domingo, 23 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno IX
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Macro Pena Gaivota
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Sheila ou Selfid elevou-se no ar e abanou as asas azuis, esvoaçando em seu redor. Parecia estar à procura de algo. Finalmente quando pousou de novo, tinha umas asas gigantes de gaivota nas mãos.
"Asas. Um bom par delas, é o que precisas."
C. olhou para as asas, desconfiado. Para que precisava ele daquilo? E porque carga de água é que ela estava a falar numa língua que ele entendia perfeitamente? Só não conseguia dizer qual era. Aliás ...
Selfid aproximou-se e colocou-lhe as asas nas costas. Costas? Mas desde quando é que ele tinha costas? Espera ... Apalpou-se. Mas como raio é que se conseguia apalpar? Olhou para um par de mãos que lhe saíam de um par de braços. Havia aqui qualquer coisa que não estava a bater certo, mas ele não conseguia apontar o dedo exactamente ao que era.
Olhou em seu redor. Estavam numa espécie de salão enorme, com candelabros pendurados por todos os lados, que projectavam uma luz reconfortante. As janelas estavam decoradas com vitrais coloridos e havia cortinados esvoaçantes por todo o lado. Ouvia-se uma música suave e havia mais formas a esvoaçarem por ali, mas C. não conseguia perceber o que eram.
Quando deu por si estava no ar, e Selfid esvoaçava novamente, desta vez ao seu lado.
"Mas onde é que eu estou?"
"Já te disse. No meu castelo. Mas existem muito mais coisas no meu País."
No meu País? ...
"Não projectes os pensamentos. Consigo vê-los todos."
"Projectar os pensamentos? ..."
"Sim. Depois ensino-te como se faz isso. Ou como não se deve fazer.", e Selfid lançou uma risada mimosa para o ar. Ao mesmo tempo que ela se riu, notas musicais sairam-lhe da boca e o dragão azul ficou envolvido numa espécie de pauta musical flutuante.
"Mas isso fica para depois. Agora vais-me contar tudo."
Tudo? Tudo o quê?
"Tudo o que se passa contigo. Quem és, de onde vens, como vieste aqui parar e, sobretudo, como raio é que foste parar às mãos daquele esquisitóide do Techi."
Estaria a referir-se a Saturno.
"Saturno?"
"Deve ser."
"Onde é que ele está?"
"Dentro duma jaula na masmorra do castelo.", Selfid riu-se outra vez.
E C. apercebeu-se de repente que não fazia a menor ideia de como haveria de responder às perguntas do dragão. Não se lembrava absolutamente de nada do que lhe tinha acontecido ou do que era antes de encontrar o planeta.

sábado, 22 de janeiro de 2011

Fetiche #50

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç

“God bless America. God save the Queen. God defend New Zealand and thank Christ for Australia.” - Russell Crowe
fkdlçfkldsºd ~



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[Russell Crowe]
1. E eu acrescento: And praise the Lord almighty for Russell Crowe! > 2. Termino esta série de fetiches com o maior deles todos > 3. É-me completamente impossível resistir a este focinho > 4. Já tentei, juro que já tentei curar-me desta doença > 5. Já racionalizei que tenho 38 anos e que não tenho idade para estas coisas - não resultou > 6. Já ultrapassei em largos anos o prazo de validade de qualquer obssessão que já tive na vida - mesmo assim ele insiste em persistir > 7. Já o tentei substituir por outros, mais altos, com sotaques menos execráveis, com risos muito mais sensuais - não conseguem apagá-lo > 8. Já o vi gordo, feio, com cabelos brancos e de óculos, balofo, a rir-se que nem um estúpido, a cantar mal como o caraças, mas não consigo ficar-lhe com pó > 9. Não consigooooooo!!!!!!! > 10. Russell, baby, I LOVE YOU! YOU'RE THE BEST, I'M CRAZY FOR YOU, I WORSHIP YOU!
lkfçldf
= FIM =

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Galileu Galilei
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Um génio forçado a negar-se