segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND IV

Portas
dkflçd

fkjdl
Quando a Rainha Victória morreu, Londres enviou um édito à Irlanda ordenando que todos os irlandeses pintassem as suas portas de preto, por respeito à morte da soberana.
fkdskf
dflkdç
dçfkjd
dfkjds
çdfdsçf
Bom, eles pintaram as portas. Mas de todas as cores, menos de preto ...

domingo, 19 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 130

Killer Quotes 7
kfldçf
"I see dead people."
dkfjdsk
fdjdfdf
O ano: 1999
slças
O protagonista:
Cole Sear
slaçs
O actor:
Haley Joel Osment
skalçks
O filme:
O Sexto Sentido
salkslç
A história:
Um rapaz vê pessoas mortas. Literalmente. E o psiquiatra que o está a consultar não sabe, mas está morto.
salksl
O contexto:
Cole está na cama e vai contar o seu segredo ao psiquiatra. Sussurrando, ele diz, "I see dead people."
saçlças
Os Efeitos:
Andava toda a gente a ver pessoas mortas durante uns tempos.
lf-dlfaslkalçs
O significado:
Eu vejo pessoas mortas. Eu estou na 5ª dimensão. Eu estou a entrar naquela zona esotérica.
pfdfl

sábado, 18 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno IV
fhdk


Macro Gaze
çdfkl
Abriu o programa de comunicação e utilizou o tradutor automático para traduzir para japonês. Mas, aparentemente aquilo não era japonês, porque o tradutor não encontrou nenhum match para o discurso introduzido.
Boa … e agora? Tentou o inglês.
«Jupiter» Greetings, my friend.
Mas o outro continuou na sua língua estranha.
«((-Ø-))» あなたは一体何ですか?
«Jupiter» English? French? Italian? Portuguese?
«((-Ø-))» あなたは一体何ですか?
Muito bem. Por aqui não iriam a lado nenhum. Vamos tentar linguagem binária.

ldfçfs
Jupiter DCC Sending Binary Code
Transmission not possible at this time
fkdsfç
Mau ...
Repetiu a operação.
dfçldç
Jupiter DCC Sending Binary Code
Transmission not possible at this time
fdçl
Ok ... ou não consegues receber, ou não estás para isso … vamos então tentar …
Mas não teve tempo para acabar o seu pensamento. Estava preso. Não se conseguia mexer para lado nenhum. Era uma sensação estranhíssima, que ele nem sequer conseguia interpretar de forma clara porque jamais isso lhe tinha acontecido. Mas, provavelmente porque a sua memória mental motora preservara algum tipo de sensações físicas passadas, conseguia comparar o que sentia a algo semelhante quando, na posse do seu corpo, há 200 anos atrás, houvera casos em que se sentira preso. Era como se estivesse dentro de um tubo em espiral, por onde a sua entidade não conseguisse mover-se a não ser em redor de si própria.
Sentiu o sistema a dar de si. Sentiu que estava prestes a desligar-se, como quando entrava em hibernação, mas desta vez não era uma situação voluntária. Sentia-se a desligar-se em todos os quadrantes, como se o estivessem a cloroformizar mentalmente.
Só teve tempo para ver o enorme planeta aproximar-se de si e envolvê-lo com anéis multi-coloridos. Um último pensamento anestesiado voou-lhe do sistema:
Jupiter é comido por Saturno. Porra …

sexta-feira, 17 de dezembro de 2010

Fetiche #45

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"I never met a chocolate I didn't like."
Deanna Troi (Marina Sirtis) em Star Trek: The Next Generation"
ldsºd

kdçlsa ldçksçld
[Nestlé Clássico]
1. De vez em quando, dá-me para isto > 2. Comprar uma pura tablete do melhor chocolate do mundo - Nestlé Clássico > 3. Não preciso de mais nada - só duns bons quadrados de Nestlé > 4. Pode haver outras marcas muito mais luxuosas, admito, mas é que sou uma rapariga de gostos simples - basta-me aquele rectângulo encarnado e branco ali de cima e fico feliz

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Brando
lsçkdsl

sakdjasl
A man for all seasons and then some

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Macro Secrets 61

dj
You make me think of fireplaces

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 119

Falta de Tempo
çfkjdçfl

çdsfjkdsl
Não tenho tempo para escrever palavras, quanto mais estúpidas ou de outra qualquer adjectivação.
Aliás, isso é um bom tema, até porque está relacionado com a minha falta de tempo. A adjectivação, quero eu dizer.
Já me tinha esquecido de como estudar pode ser entusiasmante ... e desesperante ... e outros antes que tais.
Fico-me por aqui.
Não tenho mais tempo!

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND III

Capital da Literatura
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dçfjdsçlf
Dublin é a Capital da Literatura. Compreende-se. Nasceram aqui James Joyce, George Bernard Shaw, Bram Stoker, Jonathan Swift, Oscar Wilde, William Butler Yeats, Samuel Beckett. Pelo menos quatro deles são portentos da literatura mundial. James Joyce é o maior génio de todos.
kdçsld
fkdls
Tem por isso direito a estátua, numa perpendicular à larga e movimentada avenida O'Connell Street.
dksçld
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Escritor de Dublin e dos Dublinenses de onde, afirmava com orgulho, retirava absolutamente toda a inspiração para o que escrevia, James apreciaria decerto este cantinho que lhe foi reservado pela sua cidade-natal.
A base da estátua é poiso de turistas carregados de sacos, gente cansada que se senta um pouco à sua beira
çdlsdç
çdlsd
e bêbedos que caem literalmente a seus pés, na companhia das suas garrafas esvaziadas.
dksçlkd
lkdfsçl
Escritor da vida, dos pequenos heróis que somos cada um de nós, parece continuar a servir de arauto a essa massa anónima que por ele passa e nele se acolhe.
Do seu poiso de bronze, com os típicos óculos de uma miopia tão grande que praticamente o cegou no final da vida, James olha para um ponto distante, um pouco acima das cabeças dos transeuntes que por ele passam, quase sem nele repararem.
lçskdçsl
dksladk
James pertence à cidade, o seu corpo, a sua mente, os seus óculos, o seu chapéu, a sua vaidade, a sua genialidade, a sua acutilância, a sua carne, a sua pele, a sua vida, a sua memória, as suas palavras.
ldslç
skdfas
Foi ele próprio que, um dia, escreveu que se alguém quisesse reconstituir uma Dublin destruída por um hipotético terramoto, bastaria pegarem em Ulisses e fazê-lo, pedra a pedra, esquina a esquina, pessoa a pessoa, loja a loja, palavra a palavra.
Nós acreditamos.
dksd

domingo, 12 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 129

Killer Quotes 6
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"Houston, we've had a problem."
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O Ano: 1970
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O Protagonista: John L. "Jack" Swigert (Piloto do Módulo de Comando da Apollo 13)
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O Contexto: A missão chamava-se Apollo 13 ... e foi mesmo de azar. Lançada a 11 de Abril às 13:13 ... (outro azar) CTZ (Central Time Zone). Era a terceira missão destinada a alunar, mas nunca chegou à Lua. Dois dias depois do lançamento, ocorreu uma explosão que tornou inoperativo o módulo de serviço, de que dependia o módulo de comando onde se encontravam os três tripulantes - James A. Lovell, John L "Jack" Swigert e Fred W. Haise. Para conservar as baterias e o oxigénio, a tripulação usou o Módulo Lunar como se este fosse um salva-vidas, durante o regresso à Terra. Regressaram sãos e salvos no dia 17 de Abril, graças às mentes criativas da NASA que não dormiram para encontrar soluões para trazer os três homens de volta.
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Os Efeitos: É das frases mais citadas de forma completamente errada. Normalmente costuma aparecer como "Houston, we have a problem." Talvez porque a mudança do tempo verbal para o presente resulte mais chocante.
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O Significado: Quando há um problema, GRAVE, GRANDE e basicamente UMA GRANDE MERDA ...
dkfçdl

sábado, 11 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno III
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Macro Capa Caderno
sçdkjsç
A primeira tarefa era, portanto, tentar perceber o alcance da traição. Para isso tinha de camuflar a sua identidade. Não podia haver qualquer suspeita de que tivesse pertencido ao grupo dos Famous Five. Pelo motivo mais óbvio, de que ninguém abriria a boca para falar, caso soubessem da sua ligação tão próxima à Resistência. Mas também porque, se queria a cooperação de alguém, sabia perfeitamente que ninguém o iria ajudar caso suspeitassem dessa ligação. A Resistência organizada como tal não fora contestada por ninguém, pura e simplesmente porque aqueles que não concordavam com ela se haviam afastado logo no início para redutos alternativos. C. sabia que o que andavam a fazer há 200 anos era considerado pela maioria dos dissidentes como uma miserável tentativa de colocar um remendo numa situação onde não era possível funcionar com passinhos de lã. Aqueles que se opunham à sua forma de actuar pensavam de forma diametralmente oposta – queriam dar o golpe de misericórdia ao sistema de forma violenta e absolutamente terminal. Não se coadunavam com as estratégias de espionagem e investigação que constituíam o alicerce das fundações do Governo Sombra.
“Vocês estão a actuar precisamente da mesma forma contra a qual estão a actuar”, fora o grito de dissidência geral mais ouvido no início da formação da Resistência. Estão a entrar em paradoxo circular.
O argumento era compreensível mas a contra-argumentação de Jorge e dos seus aliados fora também justa – do mal o menos, algo tem de ser feito.
Vamos destruir esta porra, era o que eles queriam dizer, basicamente. Mas, como bem lembrara Jorge, se destruirmos esta porra, vamos todos pró galheiro com a porra e quem ficará para fundar o novo mundo?
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Agora passara a ser um alvo a abater, a partir de variadíssimas facções. A pertença ao Governo Sombra oferecera-lhe durante décadas uma segurança inexpugnável. Os membros da Resistência eram considerados intocáveis, sob pena de o prevaricador ser imediatamente eliminado pela própria Resistência. Agora estava sozinho. Desprotegido. É certo que a experiência na Resistência mantivera-lhe as antenas de auto-preservação bem limadas, mas também era verdade que lhas tinha habituado apenas a determinado tipo de ameaças. As do sistema. Não estava habituado aos golpes que poderiam vir de tipos que deambulavam pelo sistema há décadas, sozinhos ou em pequenos grupos, e que tinham tido muito tempo para pôr a imaginação a funcionar a todo o vapor, criando sistemas de defesa e ataque que ele desconhecia. Depois, havia os upgrades. E, finalmente, se mais nada, a “loucura” de muitos desses rangers solitários.
Deambulou, por isso, durante alguns dias pelas camadas da cebola directamente abaixo daquelas onde estava habituado a circular. Com vagar. Atento. Procurava sinais da presença de outros ARLIs. Por vezes cruzava-se com outro tipo de entidades, mas por enquanto deixava-as em paz. Ao contrário das camadas superiores, onde os percursos estavam relativamente limpos de lixo electrónico pela passagem constante dos ARLIs nas suas patrulhas do sistema, aqui em baixo as coisas não eram tão límpidas. E quanto mais descia, mais entulho encontrava. Bytes de informação perdida acumulavam-se por todo o lado, directórios e sub-directórios e sub-sub-directórios numa escadaria interminável, como arcas de tesouros escondidos. Informação completamente descoordenada dava acesso a túneis de comunicação que eram autênticos labirintos dentro de labirintos, sem saída possível, se não tivesse cuidado por onde andava. E nem sequer podia ir deixando pistas por onde passasse porque não queria que ninguém o seguisse, insuspeito. Tinha, por isso, de recordar as suas habilidades de hacking de tempos passados, do puro e duro, daquele que é feito em cima do joelho, que depende única e exclusivamente da criatividade e da manha. Caso contrário, perder-se-ia irremediavelmente nesses meandros emaranhados e estaria condenado.
C. parou, literalmente. Não parava há tantos anos que ficou com uma tontura grande. Já mal conseguia ouvir a ténue sirene da Brigada Néon, muitas camadas acima daquela onde se encontrava. Deu uma volta de 360º sobre si próprio, também para atenuar os efeitos da tontura. Estava enfiado num tubo multicolor de feixes de luz cujas paredes se moviam de forma diáfana, como se se tratasse de uma superfície líquida. Como viera aqui parar? Estivera distraído ou aquilo era uma armadilha que fora colocada ali depois da sua passagem? Ouviu um ruído. E não era da Brigada Néon. Era uma espécie de curto-circuito, como se dois cabos de alta tensão estivessem a raspar um no outro a uma escala microscópica. Continuou a rodar e, subitamente, aquilo estava à sua frente. Uma esfera enorme, duas vezes maior do que ele próprio, rodeada de feixes de luz elípticos, como um pequeno planeta de alta tensão. Accionou todas as defesas e preparou-se para o ataque. Fosse o que fosse, aquilo não iria decerto passar por ele pacificamente.
Em vez disso, a esfera enviou-lhe uma mensagem:
<((-Ø-))>
あなたは一体何ですか?
Boa … japonês …

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Fetiche #44

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
"Some people become cops because they want to make the world a better place. Some people become vandals because they want to make the world a better looking place." - Banksy (Wall and Piece)
ldsºd

kdçlsa ldçksçld
[Graffiti]
1. Não é ruído, é música > 2. Não é lixo, são jóias de criatividade e talento > 3. Não é sujo, é cor, é emoção, é arte pura e dura > 4. Não é vandalismo, é provocação, é piscar de olhos, é renovação, é opção > 5. Não é estragar, é embelezar, divertir, surpreender, criar magia

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

António Lobo Antunes
lsçkdsl

sakdjasl
Um homem de palavra e de palavras

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Macro Secrets 60

dj
Always check your gun

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 118

Circles
çfdskçl

dçkfjds
Choices, Charlie. We make them. We break them. We have doubts. We choose again.
The best choices are the ones that we don't plan. That pop up out of nowhere, sometimes from a mere whim.
Let me try this ... Why not? ...
And whaddaya know? Bang! Before you know it, something wonderful just happened. And you could have missed it entirely. You just didn't, for an inch of some mysterious twist of life that made you go that way.
Circles. I always believe life's mysterious mechanisms have something to do with circles. What you give is what you get. Always. Good. Or bad. It might not be now, it might not be from the same person, but it will come back to you. Circles that go round and round and bring you back to the course you might have missed some time ago.
Circles. They bring you back to where you always belonged, even if you have astrayed so far from it.
Circles. They correct wrong choices and duplicate good ones.
But in the end, Charlie, it's always up to you. The choices are there. You might not take them. If you don't listen to your heart, you certainly won't.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND II

Dublin
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dkfjd
Dublin, cidade de contrastes, onde o velho e o novo se intercruzam pacificamente, como se a fluidez do rio que a divide servisse de inspiração a quem lá passa e deixa a sua marca arquitectónica.
ldf~dsçf
f~çkdlsç~
Dublin, em tempos idos foi Black Pool, assim apelidada pelos invasores britânicos por causa da turvez das águas que a banhavam.
kkdls
fçlkdsf
Mas os irlandeses, sempre fiéis à sua autonomia, rapidamente traduziram aquela expressão para Dov Lin, que significa precisamente Lago Negro. Com o tempo, foi arredondando para Dublin e, hoje em dia, graças a Deus, Dublin é Dublin, e já não Black Pool.
kfldkf
dfklds
"Imagine a city called Black Pool", diz o guia em tom irónico, enrolando os "l" e cantando esta frase, enquanto o autocarro viaja lentamente pela cidade.

domingo, 5 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 128

Killer Quotes 5
kfldçf
"Só sei que nada sei"
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O Ano: algures entre 449 a.C. e 399 a.C. (assumindo que não disse nada de filosoficamente marcante antes dos vinte anos de idade - nasceu em 469 a.C.)
dçlkfç
O Protagonista: Sócrates
çfkjdçl fkdçlf
A História: Não se sabe se existiu, porque não deixou nada escrito e até há estudiosos que acham que foi uma invenção de Platão, mas, o que é certo é que esta frase lhe é atribuída
dfjldkjfçlkdfçd
O Contexto: Sócrates é conhecido por este tipo de afirmações, em que dizia coisas aparentemente contraditórias com o intuito de "irritar" os sofistas que julgavam tudo saber
fkdlfkºçgdf
Os Efeitos: É uma das frases filosóficas mais citadas numa multiplicidade de contextos.
kfdsçlfkfgd
O Significado: Modéstia, é o que quer dizer. Quer dizer também que quanto mais aprendemos, mais percebemos que ainda há muito mais para aprender e que a viagem é infinita. Felizmente, ou isto não teria piada nenhuma.

sábado, 4 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno II
saçflkçld

Macro Casca Cebola
fjdaslfk
Preparou-se. Artilhou-se com o que podia e sabia. Felizmente que nunca tinha feito upgrades, ou isso poderia tornar-lhe a vida muito difícil agora. Quanto mais simples, melhor. Mais facilmente passaria despercebido e, mais importante do que isso, menos facilmente seria considerado uma ameaça. Dormiu uma semana inteira em modo REM, porque sabia que não iria poder dormir durante muito tempo, depois disso. Desenvencilhou-se de tudo o que era supérfluo, e partiu.
Embrenhou-se nos meandros da rede, por onde nenhum ARLI jamais se aventurara antes. Zonas negras, perdidas, esquecidas, sem protocolos ou com regras desconhecidas. Redutos secretos, nichos ocultos, onde o sistema dificilmente poderia chegar e onde nem sequer a Resistência deambulava. Os bastidores dos bastidores.
Vagueou lentamente por esses recantos obscuros. Demorou a conseguir concentrar-se para poder fazê-lo de forma natural. Habituado há duzentos anos a deslocar-se a velocidades super-sónicas, custou-lhe abrandar o ritmo. Mas tinha de o fazer, para encontrar o que queria.
E o que queria? Tropas. Aliados. Insuspeitos. Para isso precisava de procurar onde tinha a certeza de não poder haver agentes duplos, enviados pelo Krueg para lhe lixarem a vida. Claro que a desvantagem era que se habilitava a encontrar a nata da loucura.
Precisava também de observar os movimentos à tona e tentar arranjar provas da traição do Krueg, antes que fosse demasiado tarde. Mas isso era um mal inevitável, que ele tinha quase a certeza de não conseguir evitar. Sabia que o Krueg atacaria brevemente. Não era preciso ser muito inteligente para perceber que, quaisquer que tivessem sido os seus planos iniciais, a partir do momento em que saira, abrira a porta para precipitar os acontecimentos. O Krueg não iria arriscar perder muito tempo à espera que ele arranjasse maneira de contra-atacar. Confiava no Devil para lhe empatar a estratégia durante um tempo, mas não seria muito.
skdlsçl
A rede estava organizada como uma espécie de teia intercruzada de biliões de estreitas e longas vias de comunicação entre todos os pontos. Esta era a zona interdita, à superfície, onde o sistema funcionava. Por baixo, como uma cebola, havia múltiplas camadas frágeis que desciam até ao infinito. Nunca ninguém chegara ao fundo. As primeiras camadas da cebola guardavam os “armazéns” de operacionalidade da camada superior, com os diversos protocolos de funcionamento, códigos de sistema e zonas de lixo informático. Entre estas camadas e as usadas pelos ARLIs, havia camadas de protecção do sistema, artilhadas até à medula de firewalls inexpugnáveis, patrulhadas constantemente pelos sistemas de vigilância e de detecção. Jorge fora o único ARLI que conseguira ultrapassar estas camadas e chegar à fonte, mas escapara por pouco. Por baixo das camadas onde os ARLIs haviam estabelecido o seu quartel-general de operações, distribuía-se uma escadaria interminável de mais degraus, raramente visitados pelos membros da Resistência. Era aí que os solitários deambulavam. Era para aí que outras formas de vida desconhecidas se haviam deslocado, ou surgido espontaneamente.
Havia os ARLIs, como ele, seres humanos que haviam decidido transferir o conteúdo do seu cérebro para cápsulas de vida artificial, abandonando o corpo físico para tentarem escapar ao horror da Guerra que destruíra o mundo. Havia os Suzies, avatares abandonados pelos seus donos. Havia os ARLIs flipados, que haviam decidido, por inúmeras razões, desassociarem-se da Resistência, e que sobreviviam completamente sozinhos ou em pequenos grupos dissidentes.
Depois havia boatos sobre algumas outras formas de vida obscuras que tinham nascido no sistema, mas de cuja existência não havia provas. Entre elas, vírus informáticos autónomos, bugs de programação dotados de vida própria e uma série de outras aberrações da natureza informática. Como no caso da lenda de Adamastor, a imaginação proliferava e era suficientemente criativa para assustar os mais cépticos.

Parou de pensar. Ao longe conseguia ouvir as ténues sirenes da Brigada Néon, algumas camadas acima daquela onde se encontrava. Como ondas de choque propagadas pela corrente de ligações da teia, os sons chegavam-lhe ao sistema acompanhados de pequenos e breves clarões de luz colorida. Sorriu. A Brigada Néon não costumava fazer aquele barulho. Seria uma tentativa desesperada de Jorge para o encontrar. Sorriu novamente. E teria de ter exigido um enorme esforço da parte de Jorge para pedir ao Comandante dos Néons que o procurasse. Slivex não abria facilmente mão das suas regras. Só assim se explicava que tivesse conseguido desempenhar tão eficientemente o seu papel de salvador da pátria durante tanto tempo. A Brigada era responsável por milhares de salvamentos ao longo de décadas. E mesmo assim, não conseguiam fazer milagres. Slivex teria exigido uma grande dose de lambidelas-botais para se dispor a alocar recursos à procura dum dissidente.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Fetiche #43

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
fºçdº~fç
“Wanda: Archie? Do you speak Italian?
Archie: I am Italian! Sono italiano in spirito. Ma ho sposato una donna che preferisce lavorare in giardino a fare l'amore appassionato. Uno sbaglio grande! But it's such an ugly language. How about... Russian?" - Um Peixe Chamado Wanda

kdçlsa

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[Russos]
1. Qualquer russo, desde que pareça russo e fale russo > 2. É da língua e é da fisionomia > 3. Há algo em qualquer russo, de rough e duro e nobre e pura e simplesmente atraente que me deixa tantam > 4. Há algo naquela língua que ... me deixa absolutamente tantam

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

West Side Story

West Side Story
Realização: Jerome Robbins e Robert Wise
Ano: 1961
kdlfjdl

ljkfldskf
"Riff: Beat it!"
lkdfdsçlf
Recordo:
... a música de Leonard Bernstein é mais um personagem deste filme ...
... dos melhores bailarinos e das melhores coreografias que um filme já teve ...
... a cena da dança dos porto-riquenhos ...
... a cena da dança dos americanos no baile ...
... a cena da dança dos estalos de dedos - coooooool ...
... as canções ...
... as cores ...
... a canção do Officer Krupke - demais! ...
... o genérico - soberbo ...
... e eles correm por todo o lado, leves e ágeis como penas ...
fjkkdsçlf

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

Macro Secrets 59

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Don't make plans

terça-feira, 30 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 117

Dúvida Existencial #19
dfjkld

dfjdsklf
Os tipos das artes marciais, os verdadeiros quero eu dizer, dão mesmo aqueles saltos surrealistas e ficam pendurados de lado nas paredes e rasam a água tipo a voar e outras coisas que tais, fenomenais, como aparece sempre nos filmes?
Eu sei que isto é um bocado estúpido, mas então porque é que os põe sempre a voar daquela maneira?
Existe algum fundamento na lenda?
É algo que sempre me deu uma certa volta à cuca ...

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND I

Welcome to Paradise
lkfdlçs
dçfjdskçl
A primeira impressão da Irlanda é um patchwork de pequenos quadrados de terreno, verdes e castanhos. Uma manta de retalhos que salpicam a paisagem, sob as asas do pássaro gigante verde e branco da Aer Lingus.
A razão, aprende-se alguns dias mais tarde com um dos simpáticos (simpatia é um understatement mesmo muito por baixo para descrever os Irlandeses - ver posts futuros) guias, é que no tempo do domínio inglês (quase todas as explicações históricas irlandesas têm um a.B. e um d.B, sendo que "B" aqui significa British - ver também post futuros) só eram permitidas aos camponeses estas pequenas parcelas da sua própria terra.
fdçlfk
kfdlkçf
Verde é a palavra de ordem. Um verde esmeralda, brilhante, intenso, quase mágico, saído de um qualquer frasco de cristal druida onde se congeminam poções eternas e perfumadas e musicais, como nem o verde da vizinha Inglaterra.
É fácil perceber o motivo pelo qual os antigos sacerdotes celtas situavam algures nas redondezas próximas da Ilha Esmeralda o Sid, ou Paraíso. É fácil quando nos embrenhamos neste verde encantado e, alguns dias mais tarde, quando descobrimos o deslumbrante mar.

kfkklfdlç
f\dfç~
Sim, mesmo para quem já viu o mar, é como se o estivesse a ver pela primeira vez.
Há muito mais razões, se estas não fossem suficientemente suficientes (pleonasmo propositado), que aqui serão longamente examinadas.
Welcome to Paradise.

domingo, 28 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 127

Killer Quotes 4
kfldçf
"You got big dreams. You want fame? Well fame costs. And right here is where you start paying. In sweat!"
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O Ano: 1982
dçlkfç
O Protagonista: Lydia
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O Actor: Debbie Allen
fkdçlf
A Série: Fame
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A História: Aventuras e desventuras dos alunos da escola New York City High School for the Performing Arts, em Nova Iorque
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O Contexto: Logo no genérico, eramos presenteados com esta frase, dita pela professora de Dança aos seus alunos
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Os Efeitos: Gerações e gerações inteiras ... devoravam isto. Ainda sei a frase de cor, depois destes anos todos. Era o Santo Graal de quem estava no mundo da dança
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O Significado: A tradução literal é - "Têm grandes sonhos? Querem fama? Bom, a fama tem um preço. E é aqui que vão começar a pagá-lo. Em suor!"
lçdklsç

sábado, 27 de novembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno I
fçlkdslçf

Macro corante
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I’m a rough boy. Sim. Essa poderia ser a sua música, a banda-sonora principal da sua vida. Aquilo que ele achava que era a imagem que passava aos outros. Vê-lo-iam assim? Ou como um banana tentando passar por bravo? Ela vira-o assim. E agora, mais do que nunca, queria provar isso mesmo. A quem? Se não ao mundo, a si próprio.
Estivera a hibernar algures na Indonésia durante uma semana. A recarregar baterias, por assim dizer. Não sabia quando o poderia voltar a fazer tão cedo. Agora, há dois dias que scaneava a rede a todo o vapor, tentando fazer um inventário o mais completo possível das redondezas.
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System Overall Check
Statistics:
* 5600 registered ARLIs
* 4800 ARLIs suspected
* 300 ARLIs lost
* 3459 suspected in VC
* 150 Suzies
* 10.000 Suzies registered as terminated in VC
kfçdl
Os Suzies estavam a ficar cada vez mais raros. De todas as formas de vida artificial que flutuavam no sistema, os Suzies eram os mais frágeis. Avatares criados por humanos back in the old days, os Suzies, assim chamados porque a primeira avatar pertencera a uma inglesa chamada Suzy, eram formas de vida alternativas usadas para jogos e simuladores do género do second life, que tinham sido abandonados pelos seus respectivos humanos quando tudo dera para o torto e tinham ficado a flutuar no sistema, sem supervisão. Por um qualquer estranho fenómeno binário que ainda ninguém tinha conseguido explicar, os Suzies foram capazes de sobreviver sozinhos, sem os seus "donos", permanecendo no sistema muito depois daqueles terem ido desta para melhor. Mas eram formas de vida fantasmagóricas, fracas, com muito pouca capacidade de aprendizagem, funcionado apenas com o "pacote" inicial com que tinham sido criadas, e pouco mais. Eram, por isso, facilmente detectadas pelo sistema e imediatamente terminadas e enviadas para o Cemitério Virtual.
kldºçfkl
Abriu uma lista das
VANTAGENS DA VIDA ARTIFICIAL SOLITÁRIA
· Não tinha de aturar o Krueg
· Não tinha de dar satisfações a ninguém das suas actividades
· Não tinha de assistir às intermináveis CM’s
· Não tinha de aturar o José
· Não tinha …
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Desistiu de fazer a lista. Detestava ter de admiti-lo, até a si próprio mas sentia falta do puto. O “silêncio” que ele deixava no sistema era quase palpável.

sexta-feira, 26 de novembro de 2010

Fetiche #42

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“I felt pretty good while I was blowing that bubble, but as soon as the gum lost its flavor, I was back to pondering my mortality." - Mitch Hedberg
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[Pastilhas Elásticas]
1. Expressão elástica, saborosa e colorida, que habitualmente rebenta > 2. Há tantas que vou levar uma vida inteira para as experimentar todas > 3. Preferidas: de coca-cola (há séculos que não experimento), de canela, de limão, de spearmint, claro > 4. Mas também: de laranja, de melão, de melancia, de sabores tropicais, às vezes de morango mas nem sempre > 5. Porque carga de água não fazem de chocolate também? Humm?? 6. Nunca, jamais, em tempo algum, de mentol puro e duro - demasiado agressivo > 7. Simples, com cristais de sabor intenso, com doce por dentro, surpreendam-me > 8. Gosto de as fazer rebentar com requintes sonoros > 9. Quando não é possível, rebento-as dentro da boca, também sabe bem > 10. Fazem-me sempre sentir mais relaxada. Quando tenho de fazer alguma coisa que me põe nervosa, masco pastilha > 11 > Fazem-me sentir cool > 12. É uma VERGONHA o que fizeram às pastilhas que vêm nos Epás - já repararam? liliputianas e todas partidas, que aquilo nem dá para mascar e fazer uma bola suficientemente consistente para conseguir rebentar, co caraças! > 13. Quando era miúda partilhavam-se bocadinhos de pastilha retirados directamente da boca de cada um - ahhh bons velhos tempos em que tudo era menos asséptico mas com muito mais piada > 14. Queres um bocadinho da minha pastilha? Nhac nhac, toma lá

quinta-feira, 25 de novembro de 2010

OS FILMES DE ANDRÓMEDA

Voando Sobre Um Ninho de Cucos
One Flew Over The Cuckoo's Nest
Realização: Milos Forman (Checoslováquia)
Ano: 1975
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"Chief Bromden: Mac... they said you escaped. I knew you wouldn't leave without me. I was waiting for you. Now we can make it, Mac; I feel big as a damn mountain."
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Recordo:
... o papel da vida de Jack Nicholson ...
... um papel talhado para ele, não podia ser mais ninguém ...
... a enfermeira mais horrivelmente tenebrosa do mundo - papel que valeu a Louise Fletcher um merecidíssmo oscar ...
... de como o sistema pode literalmente matar alguém ...
... um índio enorme que não conseguia estar preso ...
... um Danny de Vito novíssimo ...
... um bando magistral de loucos ...
... uma história terrível, de alguém que era apenas hiper-activo e ficou vegetal ...
... a última cena, comovedora até à medula ...
... dos únicos 3 filmes que ganhou os 5 oscars principais - Melhor Filme, Melhor Realizador, Melhor Argumento, Melhor Actor e Melhor Actriz (os outros 2 são O Silêncio dos Inocentes e Aconteceu Uma Noite)
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quarta-feira, 24 de novembro de 2010

Macro Secrets 58

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Still naïve to the core

terça-feira, 23 de novembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 116

E Tudo o Bento Mudou*
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Olé!
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Olé!
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Olé!
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Olé!
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* título roubado a um jornalista da RTP muito inteligente e criativo

segunda-feira, 22 de novembro de 2010

MAGIC MOMENTS 126

Killer Quotes 3
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"May the force be with you"
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O Ano: 1977
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O Protagonista: Han Solo
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O Actor: Harrison Ford
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O Filme: Starwars - A New Hope
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A História: In a galaxy far, far away .... It is a period of civil war. Rebel spaceships, striking from a hidden base, have won their first victory against the evil Galactic Empire.
During the battle, Rebel spies managed to steal secret plans to the Empire's ultimate weapon, the DEATH STAR, an armored space station with enough power to destroy an entire planet.
Pursued by the Empire's sinister agents, Princess Leia, races home aboard her starship, custodian of the stolen plans that can save her people and restore freedom to the galaxy ....
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O Contexto: Luke vai partir para a batalha decisiva que decidirá o destino da galáxia. Han Solo pretende regressar para a sua vidinha normal de piloto de nave espacial que arranja uns biscates aqui e ali, uma vez que já recebeu o seu dinheirinho. Mas, está a ficar com queda para salvar a galáxia também e encontra-se num ponto de viragem, ele que já rumou aos mais recônditos pontos da galáxia e nunca acreditou em nenhuma Força. Chama Luke de novo e diz-lhe "May the Force be with you", num "pelo sim pelo não, não acredito em bruxas, mas não queremos chamar o azar para aqui" género de coisa
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Os Efeitos: Gerações inteiras, sobretudo a minha, viveram com esta frase desde que nasceram. Explicações para quê? É a frase mais cool da galáxia. E ... ao contrário do que se pensa, não foi Obi-Wan Kenobi quem a disse primeiro, mas sim Han Solo. Uns minutos antes
Obi-Wan diz "The force will be with you, always.", mas não foi essa a frase que ficou para a história.
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O Significado: Que consigas, pá, se bem que eu esteja a ver, pá, que tens um longo caminho pela frente, pá
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Variações da frase: "Vader was seduced by the dark side of the Force", "I felt a great disturbance in the Force", "Remember, a Jedi can feel the Force flowing through him", "You don't believe in the Force, do you?", "A tremor in the Force", "Don't underestimate the Force", etc, etc, etc
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domingo, 21 de novembro de 2010

MORMORIOS DI ROMA XIV

Arrivederci! Roma
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É na Praça de Espanha que se diz adeus a Roma.
Primeiro uma última espreitadela às montras das lojas da Via Condotti.
Depois um café obrigatório no El Greco, consta que o café mais bonito do mundo.
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Misturamo-nos com a multidão que se junta ao pé da fonte e, com sorte, apanhamos um par de noivos a tirar fotografias junto à La Barccacia.
Subimos a escadaria longa de cento e tal degraus,
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até à Igreja de Trinità dei Monti.
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Cá em cima apreciamos a arte de alguns pintores de rua.
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Finalmente, viramo-nos novamente de frente para as escadarias e apreciamos as cúpulas que brotam lá ao longe, sob o fundo intenso do crepúsculo.
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Arrivederci! Roma.
Voltarei sempre.
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