terça-feira, 18 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VIII

Desperately Looking for U2
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Procurar os U2 em Dublin não é nada fácil.
Razões: os meninos são ultra-discretos e os seus conterrâneos velam bem por isso.
Saber onde os meninos param? Literalmente impossível, até porque não vivem em Dublin.
Bono tem uma casa a poucos quilómetros da cidade, por onde o comboio passa, e pode ser vista daí mesmo, do comboio. De qualquer forma, na altura em que lá estive os meninos estavam em tournée na Itália.
ºçlkº

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Há um hotel de que os meninos são donos, mas perguntas sobre o quarteto só recebem um abanar de cabeça meio escandalizado da recepcionista.
klçkç
lçkçlk
Encontrar o velho estúdio onde os meninos gravaram os primeiros discos, foi um bico de obra, mas lá conseguimos. Do outro lado da cidade, no meio de um bairro degradado, onde uma simpática Dublinense nos aconselhou a andar com cuidado e sem máquinas à mostra.
lºç

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Já não existe. É um descampado cheio de graffittis, onde futuramente se irá construir um parque de estacionamento.
~jkçl

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Em contrapartida, os mapas da cidade assinalam ali próximo o sítio onde será construído um monumento de homenagem - U2 Tower - aos meninos mais queridos da Irlanda.
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segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 134

Killer Quotes 11
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"R-E-S-P-E-C-T"

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O ano: 1967
slças
O protagonista:
Aretha Franklin
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A história: Originalmente gravada por Otis Redding, foi Aretha Franklin quem tornou a canção famosa. A letra diz algo parecido com, "a única coisa que te estou a pedir quando chegas a casa é RESPEITO."lkfdsçlsalksl
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Os Efeitos:
Tornou-se uma canção empunhada pelo movimento feminista dos anos 60 e cantada por inúmeras cantoras ao longo dos anos. Aparece sempre em momentos de libertação feminista, por exemplo, em filmes, como a famosa cena de "Bridget Jones", quando ela se despede do patrão mulherengo. Mas não é uma canção nada fácil e só quem tem uma voz que aguente ser puxada, é que consegue chegar lá. Escusado será dizer que ninguém a cantará jamais como a fabulosa Aretha e o seu vozeirão esmagador.
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O significado:
Respeitinho, menino!
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domingo, 16 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno VIII
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Macro escamas peixe
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Tinha de agir rapidamente. Se deixasse que Saturno o adormecesse de novo, sabia que jamais acordaria.
Agiu instintivamente. Colocou todos os programas a funcionar a 100%, o arsenal inteiro, com todos os sub-programas também em funcionamento. Nunca puxara tanto pelo seu próprio sistema. Era um risco, mas tinha de o correr. A alternativa era ser eliminado. C. pensou que preferia ficar chalupa a ser eliminado. Ao menos assim talvez conseguisse esquecer-se de uma vez por todas de muita coisa.
Puxou por si próprio até ao último bit. As RCM's comparadas com isto eram viagens de montanha-russa comparadas com o descolar de uma nave espacial. A sua mente começou a ceder, a enfraquecer, a estilhaçar-se. Se conseguisse chegar inteiro ao outro lado daquelas cores assassinas, seria um milagre. Sentiu algo a romper-se literalmente dentro de si. Mas, ao mesmo tempo, conseguia sentir as cores a afastarem-se levemente. Era uma alteração mínima nos tons, mas estava a acontecer. Estava a conseguir proteger-se do ataque colorido de Saturno. O preço que teria de pagar, não queria sequer pensar nele. Sentiu como se os seus neurónios, que já não existiam como neurónios nervosos há 200 anos, estivessem a implodir todos ao mesmo tempo. Depois começou a ver apenas uma única cor a aproximar-se - indigo forte, como uma explosão de recife subaquático.
Pensou nela. Tuesday. Amo-te, Tuesday. Ainda te amo. Nunca deixei de te amar. Até ao fim dos tempos. Until the end of our time ... Tuesday ...
E depois o negro opaco do vazio inundou-lhe a mente.
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Acordou. Boiava num plasma azulado pululado por microscópicas explosões de luz. Morri e vim parar ao Cemitério Virtual? Estou rodeado de Suzies moribundos?
"O meu nome é Sheila, não é Suzie."
Rodopiou sobre si próprio repentinamente, assustado com o som intenso daquela voz cristalina e líquida, como se a estivesse a ouvir através de uma parede de água. Não viu nada, apenas uma continuação do plasma azulado, mas como se alguém tivesse passado à velocidade da luz pela cor e deixado um rasto nebuloso a pairar, que adensava ainda mais a atmosfera.
"Sheila?"
"O meu nome é Sheila. Sou um avatar de 50ª geração. Onde é que foste desencantar aquela aberração?"
Qual aberração? Saturno? Onde é que ele estava?
"Onde é que estou?"
"No meu castelo. Queres um par de asas? Ou preferes algo mais electrónico? Tens ar de quem precisa dum bom par de asas. Hmmm. Pretas, talvez."
"Não te vejo."
"Pois não. Espera. Estou a decidir como me vais ver. Talvez ... sim ... pode ser. Voilá!"
Diante de si materializou-se um pequeno dragão totalmente azul, com asas recortadas e escamas brilhantes.
"Sheila?"
"Eu mesma. Mas hoje podes-me chamar Selfid."

sábado, 15 de janeiro de 2011

Fetiche #49

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“Very few of us are what we seem.” - Agatha Christie
ldsºd ~

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[Detectives]
1. Talvez seja das séries e filmes americanos > 2. Talvez a culpa seja do Hill Street Blues e do primeiro detective por quem me apaixonei - LaRue > 3. Talvez seja da arma e dos blasers de cabedal - um homem com arma e blaser de cabedal é tiro e queda para mim > 4. É certamente por estarem do lado certo da lei - sou uma rapariga que gosta de gente que luta pela justiça > 5. Há algo de muito sensual num tipo que anda enfiado num casaco de cabedal, tem licença para usar uma arma de fogo e passa a vida a perseguir criminosos, não sei porquê ... > 6. Prefiro detectives do departamento dos homicídios, são mais sexy > 7. Se pertencerem ao departamento dos homicídios, e ainda por cima perseguirem serial-killers, é ouro sobre azul > 8. Se pertencerem ao departamento de homicídios, perseguirem serial-killers e ainda! forem profilers, epah! aí atinjo o nirvana > 9. É que há algo de extremamente sensual num tipo que consegue perceber tipos maléficos e loucos, entrar-lhes dentro da mente, mas que não é ele próprio maléfico nem louco, não sei exactamente porquê mas garanto que é sensual > 10. Portanto, resumindo, tipo que fale português, americano ou francês (os ingleses ficam de fora porque tanta polidez no paleio não se coaduna), ande de casaco de cabedal, tenha uma pistola ou revólver pendurado no coldre (tem que ter coldre, porque nas calças não é tão sensual, não sei explicar porquê), passe a vida a perseguir altos criminosos, do piorio, especialmente daqueles que matam 50 gajas em 4 meses com requintes de sadismo, e que ainda por cima lhes consiga estudar os modus-operandi e prever como é que os malucos vão actuar, faz parte do meu imaginário de fetiches, ocupando os lugares mais elevados.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Francisco Sá Carneiro
kldfkd

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O nosso JFK

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Macro Secrets 65


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Take Your Paw Off ME!


quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 123

MANlfkdsçlf
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Are you a MAN, Charlie, or are you a boy?
Well, I guess you'll never grow up, Charlie. You're like Peter Pan, forever frozen in your boyhood. But you have an excuse. Most men I know, don't.
This idea came to me the other day, when a friend of mine told me she had to go cook something for her brother because he was starving.
And it made me think ...
Now, you could ask me - is her brother a 5 year old kid who can't and of course musn't be anywhere near the stove? No ...
Is her brother handicapped in some way, that prevents him from using his arms and hands to make dinner? Again, No ...
Her brother is a grown up Man.
He is not, though, in my opinion, a MAN.
The word that made me start thinking, was "starving".
Did our ancestors, back in the jungle times, when they were starving, wait for somenone to cook them dinner? I don't think so ... They would pick their weapons and go get their dinner.
So how come nowadays a Man feels like a real Man if he doesn't do any of that? A Man is considered a sissy if he likes cooking. At best, he's considered a gourmet or a chef.
The thing is, a MAN, a real MAN makes his own dinner, Charlie, because he is able to provide for himself. That's my point. The sissys wait for it to appear before their eyes, like a miracle.

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VII

Seagulls
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As gaivotas são donas de Dublin.
Nunca vi tanta gaivota numa cidade.
Sorte a minha, que as adoro.
lskdçsl

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Podem ser encontradas sobretudo perto do rio Liffey, pairando imponentes sobre as águas, repousando em estátuas e candeeiros ou depenicando pedaços de pão que as pessoas lhes atiram.
dlfçkdsçlf

dlfkdlç
Sem medo, não se afastam, ocupam o seu espaço, habituadas às pessoas e ao seu posto de sentinelas da cidade.
fçdkjçf

dçlfkdsçlf
E Dublin, vista da perspectiva dos olhos de uma gaivota, ganha contornos líricos.
DKLSKÇLD

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 133

Killer Quotes 10
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"I have a dream."

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O ano: 1963 (28 de Agosto)
slças
O protagonista:
Martin Luther King Jr.

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O Discurso:
Discurso proferido durante a marcha pelo trabalho, em Washington.
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A história: O discurso era um conjunto de rascunhos escritos sem nenhuma versão finalizada, que King foi proferindo. Quando se aproximava do fim, a cantora Mahalia Jackson gritou-lhe de entre a multidão: "Tell them about the dream, Martin!". E foi então que King abandonou os papéis e começou a improvisar no seu estilo pregador que poucos conseguiam imitar.
lkfdsçlsalksl
O contexto:
Nos degraus do Lincoln Memorial, King dirigiu um apelo fortíssimo a uma nação dividida pelo racismo. Estavam presentes cerca de 200.000 pessoas. É inacreditável pensar que há menos de 50 anos (!!!) a América, a terra das oportunidades e dos sonhos, ainda discriminava pessoas de outra cor.
dkçlasdkkfdçlfsaçlças
Os Efeitos:
Tornou-se um discurso lendário, não só pelo que dizia, como também pela forma como era dito e por quem o disse. Foi considerado o discurso americano mais importante do século XX e constituiu um marco de viragem no Movimento Americano de Defesa dos Direitos Cívicos.
lkdsçlkflçfkdçlflf
O significado:
Somos todos de carne, osso e sangue, não importa a cor que tenhamos. Será assim tão difícil de isto entrar em tantas cabeças, porra? ...
dkjlasjd

domingo, 9 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno VII
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Macro olho humano
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Alguns dias mais tarde, a comunicação entre C. e Saturno, como o passara a designar mentalmente, tornara-se suficientemente clara para C. conseguir perceber que estava a lidar com uma entidade gerada no sistema, sem qualquer espécie de contacto com o exterior ou partilhando existência com qualquer outro seu semelhante.
Saturno nascera nas redondezas, algures numa das camadas da cebola do sistema, C. não sabia há quanto tempo porque o "planeta" não tinha noção dessa medida. Pela informação que era possível percepcionar, tratava-se de uma entidade que fora evoluindo lenta mas persistentemente, adicionando conhecimentos, artilhando-se com sistemas que parasitava, como um vírus tecnológico. Percebeu que Saturno nunca tinha encontrado outros semelhantes a si, outros ARLIs, porque era a primeira vez que se deparava com um sistema semelhante ao seu e estava bastante curioso sobre aquilo de que era capaz.
C. foi muito cuidadoso na informação que lhe ia fornecendo. Não referiu nada sobre a Resistência, nem sobre os ARLIs. Disse muito pouco sobre as suas capacidades e as ferramentas de que dispunha e procurou aguçar-lhe o apetite para lhe dar a entender que se o eliminasse "tout court" perderia informação valiosa para a sua evolução. Mas sabia que era apenas uma questão de tempo, até Saturno decidir que já chegava de conversa.
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78 horas depois de ter encontrado o pequeno planeta, apercebeu-se de que havia uma mudança significativa na comunicação que ambos haviam estabelecido. O pequeno organismo multi-colorido estava muito mais agitado do que era costume, os anéis girando em sentidos opostos à sua volta, numa vertigem de matizes que o entonteciam. Algo se passava. Tentou questioná-lo, mas obteve respostas muito evasivas, ainda mais do que era costume. A forma como Saturno comunicava era lenta e pastosa, como se lhe fosse extremamente difícil expressar-se por meio dos símbolos que não faziam parte da sua linguagem, e que C. conseguia perceber tratarem-se de uma espécie de hieroglifos para um sistema de rapidez nano-sónica. Era como se alguém que funcionasse à velocidade da luz, estivesse a tentar comunicar com palavras. Era tão rápida, que adoptar um sistema de símbolos tão arcaico para comunicar tornava-se quase anti-natura. As coisas eram transmitidas aos soluços e C. perdia metade das informações, já de si crípticas.
Subitamente apercebeu-se de que chegara a hora da sua eliminação. E que seria excruciantemente dolorosa. Porque Saturno iria desfazê-lo mentalmente. As cores começaram a aumentar de intensidade até se tornarem insuportáveis de fixar e começarem a magoá-lo tão intensamente, que quase parecia ter recuperado um corpo físico. Sabia que se não fizesse algo rapidamente, enlouqueceria e podia dizer adeus à sua vida artificial de vez.

sábado, 8 de janeiro de 2011

Fetiche #48

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“Things are not what they seem…Social reality turns out to have many layers of meaning.” P. L. Berger
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[Layers]
1. Camadas > 2. De roupas > 3. Adoro o Inverno. por esse motivo > 4. Camisola interior > 5. Camisola > 6. Mais uma camisola > 7. Casaco > 8. Mais um casaco > 9. Gabardine > 10. Cachecóis > 11. Luvas > 12. Meias-collants > 13. Mais meias > 14. Botas > 15. Gorro > 16. Também outras camadas > 17. De significados > 18. De interpretações > 19. De sentidos > 20. De ... > Camadas que se põem e depois tiram > 21. Camadas que escondem > 22. Camadas que revelam > 23. Adoro a sobreposição de roupa, de pensamentos, de emoções > 24. Adoro a mistura de materiais, de sentimentos, de ideias

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Eusébio

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Um Rei humilde

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

Macro Secrets 64


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You were damn right ...
I did write several books about you

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 122

Questions, Not Answers
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Charlie, to stop is to die. Literally. And I don't just mean physically, but mentally too.
Movement is the essence of life. At least for me.
So my wish for 2011 is Movement.
I don't need answers, I want questions.
I don't need safety, I want adventure.
I don't need normality, I want oddity.
I don't need a home, I want the world to be my home.
I don't need to find anything, I want to search.
I don't need anyone, I want everyone.
I don't need to know, I want to feel.
I don't need to be someone, I want to try many someones.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

MURMURS FROM IRELAND VI

Bridge Over Troubled Water
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Os dublinenses gostam de pontes. Existe uma infinidade delas de Norte a Sul de Dublin, ou de Leste e Oeste, consoante a perspectiva.
Há-as para todos os gostos.

Antigas
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Modernas
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Idiossincráticas
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Tradicionais
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A fazer lembrar barcos.
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Dedicadas a escritores, como esta, a James Joyce, que convida à serena contemplação.
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As pontes, parecem chamar-nos a fluir, sempre em movimento, entre uma margem e a outra do Liffey, em constante mutação.
dfl~dsçf
lçfklçg
Um pouco como os próprios irlandeses - abertos, simpáticos, dados, mas nunca totalmente fixos numa única emoção, num único pensamento, numa única definição possível.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

MAGIC MOMENTS 132

Killer Quotes 9
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"And so, my fellow Americans, ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country."

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O ano: 1961 (20 de Janeiro)
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O protagonista:
John Fitzgerald Kennedy
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O Discurso:
Discurso inaugural, após ter sido eleito Presidente dos EUA
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A história:
Kennedy começou a coleccionar pensamentos e ideias a partir de Novembro de 1960. Procurou sugestões de amigos, adidos e conselheiros, incluindo homens da igreja para as citações bíblicas. Depois fez vários rascunhos, até chegar à versão final.
lkfdsçlsalksl
O contexto:
Esta é a parte completa do discurso onde a frase se insere, no fim: "Let the word go forth from this time and place, to friend and foe alike, that the torch has been passed to a new generation of Americans - born in this century, tempered by war, disciplined by a hard and bitter peace, proud of our ancient heritage - and unwilling to witness or permit the slow undoing of those human rights to which this nation has always been committed, and to which we are committed today at home and around the world. Let every nation know, whether it wishes us well or ill, that we shall pay any price, bear any burden, meet any hardship, support any friend, oppose any foe to assure the survival and the success of liberty. All this will not be finished in the first 100 days. Nor will it be finished in the first 1,000 days, nor in the life of this administration, nor even perhaps in our lifetime on this planet. But let us begin. Now the trumpet summons us again - not as a call to bear arms, though arms we need - not as a call to battle, though embattled we are - but a call to bear the burden of a long twilight struggle, year in and year out, "rejoicing in hope, patient in tribulation"- a struggle against the common enemies of man: tyranny, poverty, disease and war itself. And so, my fellow Americans, ask not what your country can do for you - ask what you can do for your country . My fellow citizens of the world: ask not what America will do for you, but what together we can do for the freedom of man."
kfdçlfsaçlças
Os Efeitos:
Tornou-se um dos discursos mais revistos e citados por outros políticos no mundo inteiro. Aliás, Kennedy ficou conhecido também pelos seus muitos outros discursos, sempre com frases-chave muito bem conseguidas e inspiradoras.
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O significado:
Peguem nos vossos rabos, deixem-se de queixas e mãos à obra!
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domingo, 2 de janeiro de 2011

Here I Go Again On My Own

Jupiter, Saturno, Urano e Neptuno VI
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Macro carne
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Para aprender é necessário comunicar. Podia observar, detectar, decompor. Mas a experiência de outras situações semelhantes ensinaram-lhe que perderia muita informação se não comunicasse primeiro. Decomporia o sistema mais tarde, quando tivesse comunicado tudo o que era possível, quando tivesse esgotado a comunicação.
Aproximou-se.
C. viu um enorme planeta Saturno no seu campo de visão. As semelhanças eram quase irónicas. Aqui, neste canto obscuro do sistema, encontrar uma cópia quase idêntica ao planeta que nunca os seus olhos humanos haviam visto a olho nu, mas que a sua memória guardara de livros de astrofísica.
Lembrou-se. Um dos seus assuntos preferidos fora precisamente o espaço. Tinha saudades de observar as estrelas. Pára, pensou. Sentimentos nostálgicos a esta altura do campeonato não, porra! Pensa. Tens que pensar numa solução e rapidamente. A única razão porque ele ainda não te incinerou é porque quer alguma coisa de ti. Joga com isso. O que é que este gajo quererá? E, primeiro que tudo, o que raio é que este gajo é? ARLI não é de certeza absoluta, ou já teria havido algum tipo de comunicação mais clara. Mesmo os ARLIs mais tresloucados mantinham ainda um qualquer tipo de resquício de humanidade que lhes permitia reconhecerem-se uns aos outros. C. encontrara alguns nas suas deambulações prévias no sistema. Como fantasmas abandonados, vagueavam murmurando palavras desconexas ou realizando cálculos complicadíssimos que só faziam sentido nas suas próprias mentes. Mas mantinham aquele tipo de particularidades humanas que fazem com que um ser humano se reconheça noutro de forma quase involuntária.
Com este tipo nada disso existia. Seria alguma entidade componente da defesa do sistema? C. podia jurar que em 200 anos de Resistência nunca haviam encontrado camadas profundas de protecção, mas nada era impossível. Seria um enviado do Krueg? Que bela maneira de acabar … ainda nem sequer tinha começado o contra-ataque e já estava a ser incinerado pela concorrência.
O outro enviou-lhe novamente um discurso hermético.
«((-Ø-))»地獄の再使用
C. nem sequer respondeu. Limitou-se a esperar.
((-Ø-)) resolveu verificar no seu sistema se existia alguma forma de comunicar que tinha aprendido com outras entidades. Descobriu um sistema de símbolos que decidiu experimentar.
«((-Ø-))» :-) :-(
Ok, pensou C. Estamos a ir a algum lado. Respondeu-lhe:
«Jupiter» :-(
«((-Ø-))» :-( ?
«Jupiter» /_/ (Estou preso carago …)
«((-Ø-))» /_/ ?
«Jupiter» // :-( //
Sentiu as cores, de algum modo, parecer que se expandiam em seu redor e sentiu-se mais relaxado. Todas as cores se suavizaram, e só agora percebia porque sentira aquela sensação de prisão – as cores haviam passado de intensamente fluorescentes para nada mais que suaves matizes de um arco-íris desvanecente. Clever …, pensou. Seria tudo apenas psicológico? Se sim, este tipinho guardava surpresas interessantes.
O outro continuou:
«((-Ø-))» :- ?
Não te estou a perceber.
«Jupiter» :- ?
«((-Ø-))» ((-Ø-))
Ahh. Queres um nome.
«Jupiter» Jupiter
«((-Ø-))» Jupiter?
«Jupiter» Jupiter
«((-Ø-))» Jupiter :- ?
Não te estou a perceber … O que é que tu queres agora?
«Jupiter» Jupiter :- ?
«((-Ø-))» Jupiter :- ?
Deixa cá ver …
«Jupiter» Jupiter :-´

sábado, 1 de janeiro de 2011

Fetiche #47

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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“One belongs to New York instantly, one belongs to it as much in five minutes as in five years” - Thomas Wolfe
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kdçlsa ldçksçld
[New York]
1. É fetiche > 2. É paixão > 3. É amor > 4. É obssessão > 5. É loucura > 6. É alegria > 7. É entusiasmo > 8. É emoção > 9. É o coração a subir a alturas impressionantes > 10. É o céu mais azul que já vi > 11. É a arquitectura > 12. São os nova-iorquinos > 13. É o trânsito > 14. É o Chrysler e o Empire > 15. Eram as torres ... > 16. É a diversidade de oferta cultural > 17. São as ruas > 18. São os táxis > 19. São as luzes à noite > 20. É sobretudo uma sensação inigualável de estar no Centro do Mundo
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sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Dalai Lama
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Um homem que vive em plena verdade

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Macro Secrets 63

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I want a Stanley, but all I get are Mitch's ...

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 121

Happiness
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Charlie, happiness is uninspiring. When one is happy one is contented and one does not feel such a need to create compelling creations.
Happiness is quite boring, actually, from that point of view. Happiness is unproductive, it's paralysing, it's reductive.
That's why suffering is needed in the world. I've just come up with this idea which seems to me to be quite logical and serves Catholics theories about the existence of a good God - suffering is needed for the elevation of men through art. If there was no suffering, there would be no art or at least there would be considerably less good art in this world.
And why do we need art, Charlie?, one might ask. Wouldn't we be better off without art and likewise without suffering? But there's the crux, Charlie. The point is art makes us question ourselves, it makes us evolve, it makes us rise from the ape-creatures we really are to some other more refined and complex state.
Art is the basis of evolution. And so, by consequence, suffering is also the basis of evolution. Which brings me to another thought - nothing is created without some amount of pain involved. Think of child birth. And then think of a book, a painting, a sculpture. Pain.
Did God suffer when he created us, Charlie? I think it's only fair he should have. Otherwise, we're a mere whim, and I don't think we would like that very much ...

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND V

Spire
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Ergue-se a 120 metros de altura, bem no meio de O'Connell Street, a dois quarteirões do rio e é a escultura mais alta do mundo.
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dçfkdsçf
Em 1966 uma bomba colocada pelo IRA destruiu o Nelson's Pillar - homenageando Lord Nelson e a Batalha de Trafalgar - que estava precisamente no local onde se ergue a nova Spire.
A Spire fez parte de um plano para reavivar a avenida, caída em decadência desde essa altura.
lfdçlf
ldfkdçlf
Esguia, longa, parece dobrar-se seguindo a curvatura da Terra, à medida que nos aproximamos da sua base, de tão comprida que é.
Como um farol iluminado à noite, projecta-se para os céus, parecendo perder-se no infinito.
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A sua base esculpida em aço reflecte a vida Dublinense que por ela passa.
fkdçlsf

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 131

Killer Quotes 8
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"If I can make it there, I'll make it anywhere."

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O ano: 1977
slças
A protagonista:
Francine Evans

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A Actriz: Liza Minnelli
skalçks
A Canção:
New York, New York, do filme com o mesmo título realizado por Martin Scorsese

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A história:
No mesmo dia em que termina a Segunda Guerra Mundial, o músico Jimmy Doyle e a cantora Francine Evans conhecem-se, iniciando um romance e uma parceria artística. Porém, vivem momentos conturbados enquanto procuram o sucesso.

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O contexto:
Final do filme. A glória. Enquanto Francine canta, Jimmy assiste e aplaude.

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Os Efeitos:
Tornou-se a canção mais emblemática da cidade, cantada por dezenas de artistas, associada também a Frank Sinatra. Mas a melhor versão continua a ser a de Liza. É que não há ninguém que cante isto como ela.
lçfkdçlflf-dlfaslkalçs
O significado:
Se eu conseguir ter sucesso em Nova Iorque, consigo ter sucesso em qualquer lado. Implícita na frase está a lendária exigência do público nova-iorquino que, habituado ao melhor que há, exige o melhor dos seus artistas. Sucesso em Nova Iorque, significa sucesso no resto do mundo. O oposto costuma também ser verdade.

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domingo, 26 de dezembro de 2010

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno V
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Macro linha com gotas de água
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Quando voltou a acordar não sabia quanto tempo tinha passado. Minutos? Horas? Dias? Meses? Anos?? Não fazia ideia. O seu sistema estava de tal forma dormente, que nem sequer conseguia verificar as datas de entrada e saída de input.
Olhou em redor. As cores continuavam a acompanhá-lo, mas havia mais qualquer coisa. Um brilho iridiscente, como uma névoa, e o que pareciam pequenas gotículas de orvalho. À distância ouvia-se o som de minúsculos curto-circuitos. Tentou mexer-se. Continuava preso, não compreendia como. Como era possível que tivessem aprisionado o seu sistema desta forma? Que raio de criatura teria conseguido violar as suas fire-walls artilhadas até à medula de forma tão rápida e, convenhamos, absolutamente humilhante?
Os curto-circuitos aproximaram-se do seu campo de audição. Ao mesmo tempo teve a nítida sensação que uma porta se abria e que algo estava agora muito próximo de si, mas não conseguia ver o que era.
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((-Ø-)) aproximou-se da sua vítima. Observou a teia multicolorida e o pequeno sistema no centro, como uma mosca presa, e girou sobre si próprio, os anéis girando em sentido contrário. ((-Ø-)) não era humano, nunca fora, nem sabia o que isso era. Também não sabia quando começara ou se iria acabar. Para a criatura não existiam princípio nem fim, tempo. Apenas espaço, por onde se movia. Existindo solitariamente como um peixe numa caverna profunda do imenso sistema que habitava, ((-Ø-)) fora evoluindo lentamente ao sabor das circunstâncias, respeitando as leis de Darwin de quem nunca ouvira falar. Tornara-se uma criatura quase inviolável. Os ocasionais ataques de outras criaturas tinham-no fortalecido e feito desenvolver características únicas. ((-Ø-)) nunca encontrara nenhum outro igual a si. Mas, ao contrário de um peixe cego sobrevivendo nas profundezas de uma qualquer caverna aquática de um mar terreno, ((-Ø-)) era dotado de algo que se podia designar como uma espécie de inteligência tecnológica e conseguia realizar operações lógicas, memorizar, produzir.
Observou a teia mais uma vez. No interior da sua lógica misteriosa, ponderou o que fazer com a criatura que capturara. Aprender com ela, como sempre fazia com todas. Aprender e depois eliminar.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Fetiche #46

Fetiche
Nome masculino > 1. Objecto a que se presta culto por se atribuir poder mágico ou sobrenatural > 2. figurado. aquilo a que se dedica um interesse obssessivo ou irracional > psicologia. objecto gerador de atracção ou excitação sexual compulsiva.
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"Dashing through the snow, in a one-horse open sleigh, through the fields we go, laughing all the way" - Jingle Bells
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[Natal]
1. Adoro, ao contrário de muito boa gente > 2. Não o consumismo, mas os brilhos, as músicas, as cores, as bolas, os azevinhos, a neve, o frio, os cachecóis, as árvores, o Jingle Bells, até os presépios > 3. Em Londres já, falta em Nova Iorque > 4. O de Viena também se recomenda > 5. Nunca no calor, total aberração > 6. Pai Natal, sempre - o feminino aqui não dá a bota com a barrigota > 7. Duendes, gnomos, anões, doces, sombrinhas às riscas, Gingerbread Men > 8. A única cor que não suporto na árvore de natal é o azul - yachhh!!! 9. O meu foi sempre anglo-saxónico, ou seja, peru com recheio, batatas, couves de bruxelas, puré de castanha, puré de maçã e molho (todos os anos existe uma garfada perfeita com estes ingredientes todos juntos ao mesmo tempo para dentro da boca), plum pudding com brandy butter e mince pies > 10. Dar e receber presentes, adoro as duas coisas > 11. Enviar postais > 12. Merry Xmas!
ldsçfl

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL!
dfkdçl

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Cousteau
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O homem dos 7 mares e mais alguns

quarta-feira, 22 de dezembro de 2010

Macro Secrets 62

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I am the black horse

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

PALAVRAS ESTÚPIDAS 120

Smeagol, o Gato de Biblioteca - Lição nº 5 kfçld
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dfjdkl
De todos os sítios do mundo onde ele se podia meter ... porque é que tinha que ser logo dentro da árvore de Natal? ...

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

MURMURS FROM IRELAND IV

Portas
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Quando a Rainha Victória morreu, Londres enviou um édito à Irlanda ordenando que todos os irlandeses pintassem as suas portas de preto, por respeito à morte da soberana.
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Bom, eles pintaram as portas. Mas de todas as cores, menos de preto ...

domingo, 19 de dezembro de 2010

MAGIC MOMENTS 130

Killer Quotes 7
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"I see dead people."
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O ano: 1999
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O protagonista:
Cole Sear
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O actor:
Haley Joel Osment
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O filme:
O Sexto Sentido
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A história:
Um rapaz vê pessoas mortas. Literalmente. E o psiquiatra que o está a consultar não sabe, mas está morto.
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O contexto:
Cole está na cama e vai contar o seu segredo ao psiquiatra. Sussurrando, ele diz, "I see dead people."
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Os Efeitos:
Andava toda a gente a ver pessoas mortas durante uns tempos.
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O significado:
Eu vejo pessoas mortas. Eu estou na 5ª dimensão. Eu estou a entrar naquela zona esotérica.
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