sexta-feira, 15 de abril de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Springsteen, Bruce

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Hungry Heart

quinta-feira, 14 de abril de 2011

Macro Secrets 80



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Love is DEAD

terça-feira, 12 de abril de 2011

Macro Secrets 79



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The only things that don't disappoint me are books

sábado, 9 de abril de 2011

Macro Secrets 78



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You can't WIN them all

terça-feira, 5 de abril de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Russell Crowe

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A man that never disapoints

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Macro Secrets 77



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I Will Always Love You

domingo, 3 de abril de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 135

Explorer

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I must have been an explorer in another life, Charlie.

Or I will be an explorer in a future one. "Going" is my middle name. Just say the word "Go" and I'm happy. Conjugated with any other or as synonimous of any other, as in "Let's go", "Walk", "Going", "Leaving". It's the magical word for me.

Tell me something like "Let's go X place" and I'm yours. Love leaving. Hate coming back. Love going somewhere, even if it's just around the corner. There could be an adventure around the corner, you never know. Usually there isn't, but what if there was and you missed it because you stayed? Sometimes it's good to stay, but it's always better to go.

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So, in another life, I was Vasco da Gama, descending the coast of Africa to find the East.

I was Marco Polo, wandering all the way through Europe until the misterious kingdom of China.

I was Magellan, circum-navigating the planet.

I was Armstrong taking off Earth and stepping on the the moon.

I was Christopher Columbus, crossing the Atlantic to find America.

I was Cook, approaching Australia.

I was Amundsen, stepping on North Pole for the first time.

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In this life, I miss that feeling of arriving somewhere new, where no one has ever stepped yet before me. So I keep wanting to go, somewhere. It doensn't matter where, as long as it's Going.

sábado, 2 de abril de 2011

MAGIC MOMENTS 144

Mas ...
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Isto não é droga, nem álcool. Isto é so-na-sol ... comprado na loja do chinês ...
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Depois ainda dizem mal do meu Bentinho ...
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"O Sporting não pode nunca mais voltar à situação que está hoje" - de facto, Paulo, é evidente que tens razão, a começar por ti!

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Fobia #10

Fobia s.f. Em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objectos, animais ou lugares. Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro das doenças de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. São três, os tipos de fobias: Agorofobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida. Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público. Fobia Simples - Medo circunscrito diante de objectos ou situações concretas.
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[Alicia Keys]
1. Intragável. 2. As Keys que ela canta, eu fujo delas. 3. Assassinou o historial brilhante de músicas do James Bond com a sua contribuição horrível. 4. Assassinou "Nova Iorque" numa canção hedionda sobre a cidade. 5. É-QUE-NÃO-A-PO-SSO-OU-VIR

quinta-feira, 31 de março de 2011

AS PESSOAS DE ANDRÓMEDA

Freddie MerQ(ueen)ury


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Loud and Proud

quarta-feira, 30 de março de 2011

Macro Secrets 76



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Don't do the obvious

terça-feira, 29 de março de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 134

Like Cat and Dog

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À excepção, eventualmente do Snoopy, que é um cão sui generis, mas hélas! apenas fictício, gatos e cães são muito diferentes. Mundos de diferença, como toda a gente sabe. A maior delas todas, a meu ver, é que os cães são para pessoas carentes, enquanto que os gatos só as pessoas seguras os conseguirão ter. Senão vejamos:

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* Às vezes vem quando o chamamos, outras não. É como lhe dá na gana. Um pouco como os PC's, que umas vezes decidem trabalhar e outras não. Portanto, imaginemos que estamos num dia em que precisamos de mimo e ele não vem. Major crisis! Choramos baba e ranho e exclamamos: "Até tu, Brutus (neste caso, Smeagol) não me ligas nenhumaaaaaaaa!!! Buááááá!!!!" - não pode ser. O gato é para pessoas que entendem que umas vezes a gente está numa de receber beijinhos, outras vezes pura e simplesmente não estamos para aí virados.

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* O que me leva ao outro ponto - um gato nunca dá mimo, apenas recebe e quando dá é porque quer alguma coisa em troca - comer ou brincar, por esta ordem hierárquica. O-ca-si-o-nal-men-te poderá vir enroscar-se em nós depois de ter comido, para agradecer, e inclusivé receber-nos após uma longa ausência de casa com algumas lambidelas, rapidamente substituídas por arranhadelas e mordidelas. Com o tempo, virá enroscar-se cada vez mais. É uma questão de conquista.
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* Um gato vive para as presas, sejam elas ratos ou bocados de fio a desaparecer a um canto. Nós somos apenas assim uma espécie de paralelipípedo enorme com umas coisas penduradas de lado (as pernas e os braços), com quem ele partilha a casa e que é responsável pela comida aparecer algures durante o dia na tigela. Não somos mais nada, e se pensarmos que somos estamos bem enganados. Eventualmente, com o passar do tempo, poderemos vir a evoluir de paralelipípedo para "entidade que merece umas lambidelas de vez em quando", mais do que isso é querer acreditar no Menino Jesus, mas há muito boa gente que o faça ...
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* Um gato não faz isto porque seja, como é costume dizer, mais independente ou mais senhor de si próprio do que um cão - um gato faz isto porque um gato é um "tigre" disfarçado e, como tal, está na sua natureza - eles pura e simplesmente não precisam tanto de nós como nós precisamos deles e preferem estar entretidos com alguma coisa que é possível agarrar e dar patadas do que lhes esfreguem o cucuruto sem nenhuma razão aparente.
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* O que me conduz à última diferença - um gato anda sempre em busca de qualquer coisa e essa qualquer coisa não é, na maioria das vezes, como é no caso dos cães, o seu dono - é algo, que mexa, que o distraia, que fuja dele, que lhe dê a adrenalina da caça, que o faça vibrar de excitação.

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Concluindo, os gatos são para pessoas equilibradas e maduras. Os cães, para quem quer agradar a toda a gente.

segunda-feira, 28 de março de 2011

MURMURS FROM IRELAND XVIII

Castles



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Na Irlanda, os castelos proliferam.

Bem conservados ou em ruína total.

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Como este, perto de Dublin.

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Não serão tão esplendorosos como os da Escócia, nem tão monumentais como os de Inglaterra, mas são amorosos.

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É aqui (voz à Hermano Saraiva) que pretendo acabar os meus dias - rodeada de verde, castelos, florestas, mar e fadas.

domingo, 27 de março de 2011

Fobia #9

Fobia
s.f. Em linguagem comum, é o temor ou aversão exagerada ante situações, objectos, animais ou lugares. Sob o ponto de vista clínico, no âmbito da psicopatologia, as fobias fazem parte do espectro das doenças de ansiedade com a característica especial de só se manifestarem em situações particulares. São três, os tipos de fobias: Agorofobia - Medo de estar em lugares públicos concorridos, onde o indivíduo não possa retirar-se de uma forma fácil ou despercebida. Fobia Social - Medo perante situações em que a pessoa possa estar exposta a observação dos outros, ser vítima de comentários ou passar perante uma situação de humilhação em público. Fobia Simples - Medo circunscrito diante de objectos ou situações concretas.
fºçdº~fç

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[Arroz Doce]
1. Gosto de arroz de todas as maneiras.
2. Branco e solto.
3. Malandro, em caldeirada.
4. Empapado, em risotto.
5. Amarelo.
6. Com passas e pinhões à indiana.
7. De atirar à parede, enroladinho, no japonês.
8. Com ervilhas e cenouras.
9. Com tomate.
10. Enfim, arroz, adoro.
11. Não me ponham arroz doce à frente!
12. Aquela mistura de creme com bocados de arroz pelo meio dá-me vómitos.

sábado, 26 de março de 2011

PRINCE ROGER NELSON
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A Genius with EXQUISITE taste

sexta-feira, 25 de março de 2011

Macro Secrets 75

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I'm not perfect, but I'm perfect for you

quinta-feira, 24 de março de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 133

Undecipherable
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I don't like to mix my worlds. I like to keep them apart. It's a thing we Gemini have, I guess.
There's the issue of double personality, see. I mean major double personality.
I don't like everyone to know all the sides of the moon that I am.
There's a bright side and a dark side. Some people know the bright side, others know the dark one.
There's an exposed side and a hidden side. Some know the exposed one, others the hidden.
Not one single person is acquainted with both, ever.
It's not fun, see.
I have this theory that people who are open books are sooooooooooo!!!!! boring.
I am not an open book. I do not want to be an open book. And I laugh of anyone who says they are an open book.
HA! HA! HA! HA! HA!
Either they're lying with all their teeth or ...... basically they don't have a life.
I am a very closed book.
I am one of those ancient manuscripts with hyerogliphic writings only a few scholars can decipher.
I am a scientific manual, full of intricate and complex formulas, only comprehensible to a certain few geniuses.
I am a war code, which has not yet been decoded.
I am a computer language only the best hackers know how to crack.
I am practically undecipherable to most people.
And I very much like to remain that way.

quarta-feira, 23 de março de 2011

MURMURS FROM IRELAND XVII

See you later, Dublindçlfkdsçf
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Despeço-me de Dublin, a Capital da Literatura,
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das gaivotas
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dos pubs
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e da boa disposição.
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Rumamos ao Sul, na direcção de castelos, florestas, mar e praias.

terça-feira, 22 de março de 2011

MAGIC MOMENTS 143

KILLER QUOTES 20
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"I'm gonna make him an offer he can't refuse."
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O Ano: 1972
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O Filme: The Godfather
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O Personagem: Don Vito Corleone
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O Actor: Marlon Brando
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A História: Uma família mafiosa liderada pelo lendário Vito Corleone, que faz o que quer e lhe apetece mas cuja filosofia de vida é sagrada - negócios e família devem estar absolutamente separados.
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O Contexto: Don Vito é visitado pelo seu afilhado, o famoso cantor Johnny Fontane, que lhe pede ajuda para lhe assegurar um papel num filme, que fará a sua carreira moribunda voltar a disparar. O director do estúdio já tinha recusado dar esse papel a Fontane, mas Don Vito diz "I'm gonna make him an offer he can't refuse." A seguir o director do estúdio acorda com a cabeça decepada do seu valioso cavalo de corridas dentro da cama e Fontane consegue o papel ...
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Os Efeitos: A frase aparece em todos os filmes, mas a primeira vez que foi dita foi no primeiro filme da série. É considerada a segunda frase mais famosa do cinema americano, a seguir a "Frankly, my dear, I don't give a damn", dita por Clark Gable no filme "E Tudo o Vento Levou". Aparece em inúmeros outros filmes parodiada de diversas maneiras. Costuma ser citada de forma errada - como "I'll make him an offer he can't refuse."
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O Significado: Claramente "Vais fazer o que eu te digo, ou mato-te." Quando estamos numa de mafiosi e queremos brincar com a situação.
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segunda-feira, 21 de março de 2011

Here I Go Again On My Own

Júpiter, Saturno, Urano e Neptuno XVII
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Macro punho fechado
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"E como é que vamos descobrir o que eles andam a fazer?"
"Bom, primeiro parece-me que temos de tentar reverter o que o Techi te fez. Ou me engano muito, ou tu sabes muito sobre o que se passa lá em cima.", disse Cassiopeia.
"Porque dizes isso?"
"Oh, não sei. Chama-lhe feeling.", Cassiopeia continuou a fixá-lo com uma expressão estranha no olhar e depois levantou-se e mergulhou de novo na piscina.
"Chegou então a hora de ver se conseguimos convencer o nosso amiguinho a fazer um acordo connosco.", disse Sheila, afastando-se e puxando-o pela mão.
"Não me parece que esse Saturno fosse de acordos.", disse C.
"Porque lhe chamas isso?"
"Não sei ... parece-me que tinha algo a ver com o seu formato e anéis ..."
"Hmmm. Segue-me."
Voaram os dois até um enorme castelo sinistro, recortado contra um céu escuro e tempestuoso. Enormes raios descarregavam a sua energia pelo espaço e C. teve até dificuldade em fixar o olhar na silhueta do castelo.
"Belas férias ..."
"Achámos que era o mínimo que podíamos fazer por ele - oferecer-lhe uma suite no Castelo Assombrado. O pobre nunca se viu metido em nada do género, estou em crer. Já nem sabe de que terra é."
Ouviam-se curto-circuitos por todo o lado, quando entraram.
"Mas ele não é uma espécie de entidade híbrida? Um vírus, ou algo do género? Consegue assustar-se?"
"Bom, digamos que este tipo de 'sustos' se adequam à sua natureza. Ele não está habituado a lidar com emoções e nós implantámos-lhe um pequeno attachment que o faz sentir ..."
Sheila conduziu-o até um salão enorme, onde uma míriade de candelabros gigantes enfeitavam o tecto alto. Sombras e manchas de cor como de auroras boreais flutuavam por todo o espaço. No centro do salão encontrava-se um enorme buraco. Espreitaram lá para baixo. Saturno encontrava-se no meio de uma autêntica tempestade eléctrica.
"E isto não vai destrui-lo?"
Sheila abanou a cabela, ao mesmo tempo que franzia o sobrolho, como se o que ele tivesse dito fosse um perfeito absurdo.
"Náááá ... O máximo que pode fazer é deixá-lo extremamente confuso e com vontade de aceitar qualquer coisa que lhe propunhamos. Estamos a monitorizar constantemente os seus sinais. Isto está a servir para ele perceber quem manda aqui."
"E quem manda aqui?", C. estava a ficar um pouco assustado com o ar sinistro de Sheila, como se estivesse a ter um enorme prazer em ver o vírus naquele estado. Via-se mesmo que não era humana, ou não teria aquela ausência total de sentimentos, mesmo que fosse por uma criatura daquelas.
"Sim, tens razão. Não sou humana. Mas ele também não é, esqueces-te disso. É uma coisa, não um ser vivo."
"Há quanto tempo é que o têm assim?"
"Desde que vos apanhámos. Há cerca de 72 horas, mais ou menos."
"Tens razão. Mas era isso que estava a pensar, só que não deves ter interpretado bem o meu pensamento. É que nós, os humanos, até por máquinas somos capazes de sentir pena, o que é uma parvoíce, mas é ... humano."
"É por isso que te disse que deves treinar ocultar os teus pensamentos. Pode dar azo a mal-entendidos e há por aqui muita gente que não terá a mesma abertura que eu para que lhes expliques o que era que estavas realmente a pensar."
"Sim, tens razão. O pensamento é uma coisa confusa e cheia de camadas."
"Precisamente. E vocês, humanos, batem recordes nesse departamento. Bom, vamos lá a ver se o nosso convidado está pronto para sair daqui."
"Como é que comunicam com ele?"
"Isso está tratado. Há uma linguagem universal."
"Qual?"
"A da força."
Sheila aproximou-se do buraco e a tempestade eléctrica parou subitamente. C. podia agora ver claramente o pequeno planeta, melhor até do que quando fora apanhado por ele. Era azul e tinha uma quantidade infinita de anéis circulares e multicoloridos a rodeá-lo. Pairava meio de lado numa espécie de campo de forças que o mantinha a flutuar sempre no mesmo sítio.
Sheila voou até lá abaixo. Depois olhou para cima e chamou C.
"Parece-me que ele está preparado."
"Preparado para quê?"
"Para te devolver a memória. Vem."