quarta-feira, 9 de novembro de 2011

PALAVRAS EMPRESTADAS 75



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"Is it that your dream is unnatainable or is it that you had the wrong dream?"
Joaquin Phoenix em "I'm Still Here"

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"Não há milagres, apenas mistérios à espera de serem desvendados."

Goethe

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"Se um homem não compreende o inferno, não compreende o seu próprio coração."

Marcel Jouhandeau - "Algébre des valeurs morales"

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"O inferno não é obra de Deus, mas do homem."

Marcel Jouhandeau - "Algébre des valeurs morales"

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"O Inferno é a pátria do irreal e dos que procuram a felicidade. É o refúgio para aqueles que fogem do céu, que é a pátria dos senhores da realidade, e para aqueles que fogem da terra, que é a pátria dos escravos da realidade."

Bernard Shaw - "Man and Superman"

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Macro Secrets 131


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Love old books

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

OS PERSONAGENS DE ANDRÓMEDA

JEAN BAPTISTE GRENOUILLE
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Curriculum Vitae
Filiação:
Patrick Süskind


Corpo e Alma: A personagem do livro não foi batida pela do cinema (so far ...)
Nacionalidade: Francesa

Profissão: Perfumista
Naturalidade: Paris

Habilitações: Dono de um extraordinário sentido de olfacto, Jean Baptiste sofre de hiperosmia, uma sensibilidade muito apurada para sentir e reconhecer todos os cheiros. Determinado em encontrar "o" cheiro perfeito, Jean Baptiste assassina mulheres para lhes roubar a pele e criar o aroma impossível. Estranho, contido, sensível, solitário, obcecado, apaixonado, doentio. A personagem do livro é uma criação absolutamente fascinante e inesquecível. Süskind escreve-o tão bem que conseguimos sentir os cheiros das coisas à medida que o lemos.

Filosofia de Vida: "Why did you kill my daughter?" "I just needed her."

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domingo, 6 de novembro de 2011

MAGIC MOMENTS 181

CC23 - Cool Covers
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Há músicas intemporais e camaleónicas ou músicos que dão a volta a qualquer coisa?
Ora vejamos:

Das raras vezes em que prefiro a versão (Limp Bizkit) ao original.

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Behind Blue Eyes by The Who
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Behind Blue Eyes by Limp Bizkit
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sábado, 5 de novembro de 2011

Macro Secrets 130


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I like Sundays

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

DDT - Deambulações DeMentes Teóricas 10

Nature

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Nature has a wise but ruthless way of ensuring the preservation of the good genetic code - sick animals or dying ones are abanoned by their group or take matters into their own hands and decide to silently stay away from the others. We can appreciate this in many wildlife documentaries. And even in higher species, like primates, there is no truce for the weak.

I have thought about this lately. Maybe because I am spiritualy sick. Maybe because since I can remember I have always felt I am too frail and my parents were not able to teach me the adequate survival techniques. And I know exactly in what measure they didn't do it - one for communication inability, running away from responsability and pure and simple ignorance about the minimal requirements to be a good parent (he himself did not have any guides of his own); the other one because she was always too naïve, lived in a fantasy world and was just born like that, with no authority capacity, being too weak and too kind.

I was forced to learn alone and too late. I wasn't able. I am not able. And the other "animals" feel this and stay away. And I voluntarily keep myself away from them. Because I don't like to feel I'm a burden, I don't like to spoil anyone's fun, I am ashamed and I apologize to the world for my sadness.

I am, thus, a rejected "animal". I understand it. I would do the same if I were on the other side. It's life wanting to go on with it's ... life. It's the genetic material wanting to self-preserve itself and telling me "We don't want your DNA mixed in here. You are weak. You will corrupt the surviving broth."

I do understand. But allow me this desolation canticle. Allow me to chant it. Then you may procede with your lives. Or you may not even hear me. Do not. I don't want to infect you. Forgive me.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

OS PERSONAGENS DE ANDRÓMEDA

JANE EYRE
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Curriculum Vitae
Filiação:
Charlote Brontë



Corpo e Alma: Gostei de Mia Wasikowska, a última Jane
Nacionalidade: Inglesa
Profissão: Preceptora
Naturalidade: Gateshead (Inglaterra)

Habilitações: Determinada. Persistente. Calma. Doce. Teimosa. Senhora do seu nariz. Honrada. Sensível. Apaixonada. Frágil. Forte. Temerosa. Tímida. Indignada. Digna. Honesta. Culta. Abusada. Injustiçada. Amada. Escorraçada. Fugitiva. Vagabunda. Milionária. A frágil e apagada figura de Jane passa por todas as situações que é possível imaginar durante uma curta vida cheia de aventuras extraordinárias. Uma apenas vale tudo o que ela tem de passar - o amor incondicional de Edward.

Filosofia de Vida: "I am no bird; and no net ensnares me; I am a free human being with an independent will."

FÇDSFL






quarta-feira, 2 de novembro de 2011

MAGIC MOMENTS 180

CC22 - Cool Covers
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Há músicas intemporais e camaleónicas ou músicos que dão a volta a qualquer coisa?
Ora vejamos:

Saudades desta maluca da Kate ... Muito à frente do seu tempo e agora vê-se perfeitamente actual, musicalmente e até nos vídeos.
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Running Up That Hill by Kate Bush
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Running Up That Hill by Placebo
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terça-feira, 1 de novembro de 2011

Macro Secrets 129


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I may not have wandered the world,



but I sure as hell have wandered the depths of the mind

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

DDT - Deambulações DeMentes Teóricas 9

The Voices


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It's getting cooler. Next door the neighbour is playing 50's swing melodies and I can hear Bing Crosby's voice. There's a loud cricket singing on the backyard. I cried this morning, when I woke up. It had been a long time since I cried. Yesterday the voice told me: "You did good. Soon you will know the truth." He sent me another message this morning. It said: "Ground control to Major Tom. Agent Starling, can you hear me?" I crawled on the bed and held the phone tight inside my hand, but I didn't answer. I don't know what to say. I'm afraid an answer will start the entire surrealism again. I know there's something he's not telling me. The cut on my thumb is healing. There's a bandaid over it now. I like it when the neighbour plays those songs. I'm hungry. And I don't know what to do with my life. I love the sound of his laughter. I lower the sound of the TV so I can hear my neighbour's songs better. I loved to feel inside a bubble with him, filled with our laughter. I like us. It's Sunday. I always cry on Sundays. I would tell him "I don't trust you and you made me feel really sad." I have to concentrate on my book.

domingo, 30 de outubro de 2011

OS PERSONAGENS DE ANDRÓMEDA

INDIANA JONES
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Curriculum Vitae
Filiação:
George Lucas e Steven Spielberg

Corpo e Alma: Harrison Ford
Nacionalidade: Americana
Profissão: Arqueólogo
Naturalidade: Princeton - New Jersey

Habilitações: Atraente. Com um grande sentido de humor. Gosta do seu chicote. Gosta do seu chapéu. Gosta do seu casaco de cabedal. Inteligente. Culto. O seu conhecimento de civilizações e culturas antigas é inigualável. Ah ... se o sex-appeal do meu icónico professor de história tivesse sido tão grande como a sua capacidade para memorizar os nossos números de aluno, eu teria tido um Indiana na minha vida. Mas, hélas, apenas no cinema podemos ter acesso à união perfeita entre corpo são e mente brilhante. Só tem um defeito - não pode ver cobras à frente. Mas também ... quem é que pode?

Filosofia de Vida: "It's not the years, honey, it's the mileage."
FÇDSFL




sábado, 29 de outubro de 2011

MAGIC MOMENTS 179

CC21 - Cool Covers
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Há músicas intemporais e camaleónicas ou músicos que dão a volta a qualquer coisa?
Ora vejamos:

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You Do Something To Me by Ella Fitzgerald
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You Do Something To Me by Peggy Lee
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You Do Something To Me by Sinéad O'Connor
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sexta-feira, 28 de outubro de 2011

Macro Secrets 128


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Sometimes, you just have to let life lead you

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 150

Bondadezinha
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Porque é que toda a gente anda sempre a tentar ser bonzinho?

Há uma cultura da bondade de que padecemos há séculos, incutida muito provavelmente pela Igreja Católica, e a que mesmo os que não a aceitam obedecem inconscientemente.
Somos sempre os campeões da virtude. Já lá escreveu Fernando Pessoa no seu poema delicioso "Poema em Linha Recta":
"Nunca conheci quem tivesse levado porrada.
Todos os meus conhecidos têm sido campeões em tudo.
E eu, tantas vezes reles, tantas vezes porco, tantas vezes vil,
Eu tantas vezes irrespondivelmente parasita,
Indesculpavelmente sujo.
Eu, que tantas vezes não tenho tido paciência para tomar banho,
Eu, que tantas vezes tenho sido ridículo, absurdo,
Que tenho enrolado os pés publicamente nos tapetes das etiquetas,
Que tenho sido grotesco, mesquinho, submisso e arrogante,
Que tenho sofrido enxovalhos e calado,
Que quando não tenho calado, tenho sido mais ridículo ainda;
Eu, que tenho sido cómico às criadas de hotel,
Eu, que tenho sentido o piscar de olhos dos moços de fretes,
Eu, que tenho feito vergonhas financeiras, pedido emprestado sem pagar,
Eu, que, quando a hora do soco surgiu, me tenho agachado
Para fora da possibilidade do soco;
Eu, que tenho sofrido a angústia das pequenas coisas ridículas,
Eu verifico que não tenho par nisto tudo neste mundo

Toda a gente que eu conheço e que fala comigo
Nunca teve um acto ridículo, nunca sofreu enxovalho,
Nunca foi senão príncipe - todos eles príncipes - na vida...
Quem me dera ouvir de alguém a voz humana
Que confessasse não um pecado, mas uma infâmia;
Que contasse, não uma violência, mas uma cobardia!
Não, são todos o Ideal, se os oiço e me falam.
Quem há neste largo mundo que me confesse que uma vez foi vil?
Ó principes, meus irmãos,
Arre, estou farto de semideuses!
Onde é que há gente no mundo?
Então sou só eu que é vil e erróneo nesta terra?
Poderão as mulheres não os terem amado,
Podem ter sido traídos - mas ridículos nunca!
E eu, que tenho sido ridículo sem ter sido traído,
Como posso eu falar com os meus superiores sem titubear?
Eu, que tenho sido vil, literalmente vil,
Vil no sentido mesquinho e infame da vileza."
Álvaro de Campos

Porque é que persistimos em tentar convencer o mundo que somos um poço de virtudes, quando basta olhar para o mundo para perceber que isso é tudo uma grandessíssima treta?
Se calhar se aceitássemos melhor o lado negro do ser humano, e não fossemos hipócritas, talvez o mundo andasse um pouco melhor.
Hoje apetece-me fazer-te mal e descarregar um bocado das minhas ansiedades em ti. Não te importas, pois não? Vou ali para o corredor dizer mal de ti um bocadinho. Ou, vou ali usar a tua cara como alvo de setas. Queres vir também?
Claro! Tás à vontade! Amanhã é a minha vez. Estou a pensar se te amando uma cuspidela ou te dê um soco no estômago. Traz o colete anti-socos.
Talvez isto resultasse ... Um bocado à semelhança do Fight Club.

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

OS PERSONAGENS DE ANDRÓMEDA

HEATHCLIFF
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Curriculum Vitae
Filiação:
Emily Brontë
Corpo e Alma: Ralph Fiennes foi claramente ultrapassado por Tom Hardy
Nacionalidade: Inglesa
Profissão: Cigano órfão e mais tarde proprietário de terras
Naturalidade: Liverpool
Habilitações: Intenso. Revoltado. Irado. Traído. Escorraçado. Vingativo. Maltratado. Cruel. Atormentado. Ciumento. Possessivo. Apaixonado. Obcecado. Amargo. Brutal. Visceral. Heathcliff ama Cathy com uma intensidade tal, que se trata quase de um sentimento novo, que mais nenhum ser humano jamais sentiu. É minha convicção que Emily inventou em Heathcliff uma emoção, estranha e poderosa, que não tenho a certeza alguém jamais desejaria poder sentir.

Filosofia de Vida: "Catherine Earnshaw, may you not rest so long as I live on! I killed you. Haunt me, then! Haunt your murderer! I know that ghosts have wandered on the Earth. Be with me always. Take any form, drive me mad, only do not leave me in this dark alone where I cannot find you. I cannot live without my life! I cannot die without my soul."
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Kate Bush dedicou-lhe uma música

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que reza assim:

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Out on the wiley, windy moors

We'd roll and fall in green

You had a temper, like my jealousy

Too hot, too greedy

How could you leave me?

When I needed to possess you?

I hated you, I loved you too

Bad dreams in the night

They told me I was going to lose the fight

Leave behind my wuthering, wuthering

Wuthering Heights

(Chorus)

Heathcliff, it's me, I'm Cathy I've come home

I'm so cold, let me in-a-your window

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Oh it gets dark, it gets lonely

On the other side from you

I pine alot, I find the lot

Falls through without you

I'm coming back love, cruel Heathcliff

My one dream, my only master

Too long I roam in the night

I'm coming back to his side to put it right

I'm coming home to wuthering, wuthering,

Wuthering Heights

(Chorus)

Heathcliff, it's me, I'm Cathy I've come home
I'm so cold, let me in-a-your window


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Oh let me have it, let me grab your soul away

Oh let me have it, let me grab your soul away

You know it's me, Cathy

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(Chorus)

Heathcliff, it's me, I'm Cathy I've come home

I'm so cold, let me in-a-your window

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Macro Secrets 127


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Different places, different people.


Always.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

MAGIC MOMENTS 178

CC20 - Cool Covers
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Há músicas intemporais e camaleónicas ou músicos que dão a volta a qualquer coisa?
Ora vejamos:

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Tainted Love by Gloria Jones
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Tainted Love by The Cure
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Tainted Love by Pussycat Dolls
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Tainted Love by Soft Cell
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domingo, 23 de outubro de 2011

PALAVRAS ESTÚPIDAS 149

The Show Must Go On
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Porque é que o espectáculo tem de continuar, sempre?
Quer dizer, eu percebo e apoio incondicionalmente que o espectáculo tenha de continuar quando se trata de um espectáculo a sério, com artistas a sério que estão ali a trabalhar. Há incontáveis relatos de actores, cantores, performers de toda a espécie, feitio e formato que têm histórias trágicas de mortes na família, desastres físicos e psicológicos e que tiveram de esquecer tudo isso e actuar logo a seguir. Aplaudo. Só me faz respeitá-los ainda mais.
Mas na vida real, folks?
Porque é que na vida real anda sempre toda a gente tão preocupada em representar bem 24 horas por dia, 7 dias por semana, 365 dias por ano? Isso não é possível e, francamente, nem sei se seria muito saudável ou desejável ou sequer produtivo.
Não é possível estar-se sempre bem! A vida é sofrimento, dizia Thomas Moore, um dos meus heróis maiores. Ele sabia do que falava. Foi mandado decapitar pelo seu amigo, o rei, apenas porque se recusou a reconhecê-lo como chefe supremo da sua Igreja. Morreu lucidamente, com a constatação de que a vida não é sempre justa, nem bela, nem um espectáculo natural maravilhoso de pirotecnia. Seria, se não existissem humanos, se não existisse ninguém. E mesmo assim ...
A vida é sórdida, triste, vil, depressiva e desesperante, egoísta, cínica e sádica também. E quem pensa o contrário é idiota. Claro que a vida também é beleza, honestidade, inteligência, bondade, altruismo, dignidade, integridade. Também, não apenas.
Por vezes o espectáculo não tem de continuar. Por vezes temos de fechar as nossas cortinas, mandar o público embora, devolver o dinheiro dos bilhetes e adiar a performance porque pura e simplesmente não somos capazes, ou seríamos todos super-heróis e até esses têm os seus dias-não. Por vezes temos mesmo que deixar que nos cortem a cabeça, pois isso pode ajudar-nos e ensinar-nos a renascer de formas que nunca julgáramos possível. O sofrimento é a única coisa que forma carácter. Talvez porque nos ensine a reconhecer e valorizar a efemeridade da vida.
A questão não é ser mártir, mas ser realista e aceitar que os momentos maus hão-de vir, inevitavelmente, de novo e de novo e de novo. A questão é admitir uma panóplia de sentimentos que fazem parte de nós e não podemos ignorar.
Porque não somos actores. Para isso já existem os verdadeiros, os profissionais, que são treinados para continuarem o espectáculo, sempre.

sábado, 22 de outubro de 2011

PALAVRAS EMPRESTADAS 74


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"Sê tudo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes."
Ricardo Reis
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"Primeiro sê livre; depois pede a liberdade."
Fernando Pessoa
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"Não sei quantas almas tenho. Cada momento mudei."
Fernando Pessoa
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"O amor é uma amostra mortal da imortalidade."
Fernando Pessoa
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"Trabalhar com nobreza, esperar com sinceridade, enternecer-se com o homem - esta é a verdadeira filosofia."
Fernando Pessoa
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Passo e fico, como o Universo."
Alberto Caeiro

sexta-feira, 21 de outubro de 2011

Macro Secrets 126


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To stop is to die