sexta-feira, 4 de maio de 2012

PALAVRAS TRADUZIDAS 11

Englishman in New York - Sting

quinta-feira, 3 de maio de 2012

MAGIC MOMENTS 220

Tunes for Travelers 25fkdsf
No carro, no comboio, no autocarro, no avião, no barco. Façamo-nos às estradas deste mundo, mas que seja com estilo e energia.

We gotta get out while we're young

quarta-feira, 2 de maio de 2012

Macro Secrets 171



If only you knew what your
serious face does to me ...

terça-feira, 1 de maio de 2012

OS ATLETAS DE ANDRÓMEDA

Prost, Alain



Escolhi Prost estático, pensativo
no interior do cockpit do seu Fórmula 1.
Porque essa era precisamente uma
das suas maiores imagens de marca.
A calma, a estratégia, o sangue-frio
no meio de um furacão que gira a mais de 300 kms/hora.
Em que pensa ele?
Que planos ardila "Le Professeur"?, perguntamo-nos.

"Sometimes I think I could have got
some better results
if I had a different mentality;
if I could have pushed hard and attacked.
But then I would have had a good
chance of making a mistake."

Alain Prost foi apelidado "Le Professeur"
pela sua abordagem intelectual à competição.
O seu estilo frio e calculista, dentro e fora da pista,
podia irritar o mais calmo dos pilotos rivais.
Quatro vezes Campeão do Mundo, apenas Juan Manuel Fangio (5)
e Michael Schumacher (7) o ultrapassaram.
Durante 14 anos (de 1987 a 2001) Prost deteve o recorde
de vitórias em Grandes Prémios, com 51 primeiros lugares no pódio.
A sua rivalidade com Ayrton Senna constituiu
uma das mais motivantes e fascinantes atracções
do desporto durante as décadas de 80 e 90.
Prost nunca arriscava em vão, só quando era
absolutamente necessário. Mais importante,
Prost conduzia com a cabeça, não com o coração.
E quando se conduz um carro a mais de 300 kms/hora,
essa parece-me a opção mais inteligente.
A prova disso é que terminou a sua carreira vivo e de boa saúde.
Pode não ter sido um herói, nem um mártir,
mas penso que "Le Professeur" prefere continuar por cá, inteiro.
Je vous salut et je vous aime beaucoup, Professeur.

domingo, 29 de abril de 2012

PALAVRAS TRADUZIDAS 10

Madonna - Vogue

Faz uma pose
Faz uma pose
Voga, voga, voga
Voga, voga, voga

Olha em redor seja para onde for que te vires há dor
Está em todo o lado para onde vás (olha à tua volta)
Tentas tudo para escapar
A dor da vida que conheces (a vida que conheces)
Quando tudo falha e desejas ser
Algo melhor do que o que és hoje
Conheço um lugar para onde podes escapar
Chama-se pista de dança, e é para isto que serve, por isso

Vá lá, voga
Deixa que o teu corpo se mexa ao som da música (se mexa ao som da música)
Hey, hey, hey
Vá lá, voga
Deixa que o teu corpo se deixe ir na corrente (se deixe ir na corrente)
Sabes que consegues

Só precisas da tua imaginação
Por isso usa-a, é para isso que ela serve
Procura dentro de ti, para a tua melhor inspiração
Os teus sonhos abrirão a porta (abrirão a porta)

Não faz diferença se és branco ou preto
Se és homem ou mulher
Se a música estiver a bombar, insuglar-te-á de nova vida
És uma super-estrela, sim, é isso que és, tu sabes

Vá lá, voga
Deixa o teu corpo mexer com a música (mexer com a música)
Hey, hey, hey
Vá lá, voga
Deixa que o teu corpo se deixe ir na corrente (se deixe ir na corrente)
Sabes que podes fazê-lo

A beleza está onde a encontras
Não apenas onde a móis
Há alma na música
É aí que me sinto tão bonita
Mágica, a vida é o máximo
Por isso levanta-te e vai para a pista de dança

Vá lá, voga
Deixa o teu corpo mexer-se ao som da música (mexer-se ao som da música)
Hey, hey, hey
Vá lá, voga
Deixa que o teu corpo se deixe ir com a música (se deixe ir com a música)
Sabes que consegues
Voga, (Voga)
A beleza está onde a encontras (mexe-te com a música)
Voga, (Voga)
A beleza está onde a encontras (mexe-te com a música)

Greta Garbo e Monroe
Deitrich e DiMaggio
Marlon Brando, Jimmy Dean
Na capa de uma revista

Grace Kelly; Harlow, Jean
Retratos de rainhas de beleza
Gene Kelly, Fred Astaire
Ginger Rodgers, dançam no ar
Eles tinham estilo, tinham elegância
Rita Hayworth dava boa cara
Lauren, Katherine, Lana também
Bette Davis, nós amamos-te

Senhoras com atitude
Tipos que estejam com vontade
Não fiquem aí parados, vamos lá a isso
Faz uma pose, não há como enganar

Voga, voga

Oooh, tens de
Deixar o teu corpo mexer-se com a música
Oooh, tens de apenas
Deixar que o teu corpo se deixe ir com a música
Oooh, tens de
Vogar

sábado, 28 de abril de 2012

MAGIC MOMENTS 219

Tunes for Travelers 24fkdsf
No carro, no comboio, no autocarro, no avião, no barco. Façamo-nos às estradas deste mundo, mas que seja com estilo e energia.

I know every engineer on every train

sexta-feira, 27 de abril de 2012

Macro Secrets 170


Is it because it's Spring?
Or is it something else? ...

quinta-feira, 26 de abril de 2012

OS ATLETAS DE ANDRÓMEDA

Owens, Jesse


Esta fotografia deixou Jesse Owens parado para sempre no tempo.
Mas, ao mesmo tempo, e é por isso que a fotografia é extraordinária,
a sensação é de movimento absoluto.
O seu autor é desconhecido, mas captou um momento único
na vida de um dos maiores atletas mundiais - o momento da partida
dos 200 metros nos Jogos Olímpicos de Berlim de 1936.
Como uma estátua grega da Antiguidade clássica,
Owens foi eternizado em perpétuo movimento.

"I let my feet spend as little time
on the ground as possible.


From the air, fast down,


and from the ground, fast up."

Jesse Owens ficou mais famoso por uma coisa que,
na realidade, jamais aconteceu.
Supostamente Hitler não lhe apertou a mão depois da sua vitória
nos Jogos Olímpicos, por ele ser um digno representante
da raça negra, o exacto oposto da raça ariana que
o líder alemão tanto queria idealizar.
Mas é o próprio Jesse quem explica que Hitler tinha sítios para estar
para além do estádio olímpico e que o seu tempo estava
todo cronometrado, tal e qual o do atleta.
Por esse motivo, e apenas por esse motivo, Hitler abandonou o recinto.
A história encarregar-se-ia de transformar a sua saída num
virar costas propositado e cheio de humilhação.
Jesse diz que Hitler lhe acenou antes de sair e que ele lhe retribuiu o aceno.
No entanto, é sabido que Hitler considerava os negros com um físico
mais forte, por terem origem na selva, ao contrário dos brancos civilizados e que,
por esse motivo deveriam ser impedidos de participar em futuros Jogos.
Jesse Owens foi o primeiro atleta a ganhar 4 medalhas de ouro nos mesmos
Jogos Olímpicos, um feito que Carl Lewis fez tudo para e conseguiu imitar
48 anos mais tarde, exactamente nas mesmas modalidades -
100 metros, 200 metros, estafeta 4x100 e salto em comprimento.
Mas mais importante do que as medalhas de ouro é o símbolo
que Owens se tornou para  todo o mundo livre - por vezes, basta um homem
para derrotar uma nação inteira e feri-la onde mais dói.
Jesse Owens fez isso apenas por fazer o que sabia - correr.

quarta-feira, 25 de abril de 2012

DDT - Deambulações DeMentes Teóricas 37

The Serial Killer - Part XVIII


Maybe it is best now to interrupt our little history lesson for a little while so that I can sum up some of my reflections about what serial killing is not.
Serial killing is not simple, plain killing. And you should not base your assumptions on wether someone is a serial killer solely on the basis of his, shall we say, concurrent pattern. The so called experts stop counting at three. They should not.
Killing twenty people does not make one automatically a serial killer. On the other hand, killing three people might make someone a serial killer if certain conditions are met. We will come to that later. For now let me just say that intent and purpose are not by all means the only conditions we're dealing with here.
Serial killing is not killing because you are bored, have no other purpose in life or have a taste for vengeance, whatever motivated that lust. If that was so, Batman, Spiderman and almost all comic heroes of our time would have to be considered as such. Serial killers are predators, and predators are much more complicated than that. They are creatures of rituality, simbology, archetypes.
Serial killing is not an exotic thing, although most people might definitely consider a blessing that there aren't many killers of the sort around. Serial killers are average, common, normal people who function in society and mingle with you every day. We are not weirdos who live in solitary isolation down in some eerie basement. We are people, like you.
We're just ... different people. With different needs. Different purposes. Different drives. Most surely different desires. And absolutely different natures.
Serial killers murder, not because they are forced to do it, not because a voice inside their heads tells them to do it (except, of course, in accute schizophrenia cases - but for me those should not be considered serial cases), but because they want to do it. It is a conscious decision, not a product of a mind driven to insanity. And that is probably the most difficult thing to understand about serial killers. But soon we will be analising the very particular features of psycopathic behaviour.
Summing up and proceeding - serial killers are not raving mad, lunatic, sick, mentally pathological mad men or women. Their danger lies precisely on the fact that they are very sane indeed. Very conscious and very rational about what they are doing. Hence lies the crux - what do you call a person who is not mad or mentally disturbed, yet enjoys, seeks, philosophies and finds his or her reason to live in killing other human beings? Do you have a name for it? A categorie, beyond those ridiculous adjectives such as "monster" or "demon"?
The central point of the issue here is precisely the word "other". I said "other human beings", but the fact is serial killers do not consider themselves as other human beings. Or, better, they do not consider human beings in the same categorie as they are. And by removing that little tiny annoying word "other", we are thus able to eliminate a very problematic obstacle in our understanding of what a serial killer's nature is.
Let me put it this way: have you ever killed a fly or an ant? If your answer is no, then you are positively a rare specimen of the human species.

terça-feira, 24 de abril de 2012

PALAVRAS TRADUZIDAS 9

Bad - U2

Se te revolveres e te fores embora
Se te rasgares em dois outra vez
Se eu pudesse, sim eu 
Se eu pudesse, esqueceria, render-me-ia, deslocaria

Se eu pudesse lançar esta corda de vida mortiça ao vento
Deixar este coração de barro, ver-te afastares-te, afastares-te
Pela noite dentro e através da chuva
Até ao crepúsculo e através da chama

Se eu pudesse através de mim libertar o teu espírito
Conduziria o teu coração para longe
Verte-ia quebrar, 
Para a luz e para o dia
Ooh ooh, ooh ooh, ooh ooh
Ooh ooh, ooh ooh, ooh ooh

Esquecer e assim desaparecer
Esquecer e assim desaparecer
Estou desperto, estou desperto, desperto
Não estou a dormir, oh não, não, não

Se perguntares então talvez eles te
Dissessem o que eu diria, cores verdadeiras voam em azul e preto
Céu de seda magoado e bandeira em chamas
Cores colidem, colidem em olhos raiados de sangue
Ooh ooh, ooh ooh
Ooh ooh

Se eu pudesse, sabes que eu
Se eu pudesse, libertar-me-ia, deste desespero, deslocação
Separação, condenação, revelação
Em tentação, isolação, desolação

Esqueceria e desapareceria, esquecer
Oh sim e então desaparecer, desaparecer, oh não
E então desaparecer, estou desperto, estou desperto
Desperto, não estou a dormir, oh não, não, não

obviamente, passa o teste

segunda-feira, 23 de abril de 2012

MAGIC MOMENTS 218

Tunes for Travelers 23fkdsf
No carro, no comboio, no autocarro, no avião, no barco. Façamo-nos às estradas deste mundo, mas que seja com estilo e energia.

So we sailed onto the sun

domingo, 22 de abril de 2012

Macro Secrets 169


Love demands COURAGE

sábado, 21 de abril de 2012

OS ATLETAS DE ANDRÓMEDA

Nadia Comaneci


A Perfeição em Pessoa.
Numa menina com 1,63 de altura e 14 anos.
Esta fotografia fantástica capta o exacto momento
em que Nadia Comaneci voa das barras assimétricas
para pousar no chão sem vacilar, terminando o exercício
que lhe daria pela primeira vez na história dos Jogos Olímpicos
uma pontuação de 10.

"Hard work has made it easy.
That is my secret.
That is why I win."


Naquela tarde em Montreal, a pontuação que surgiu
no quadro surpreendeu e chocou todos os presentes.
Com um exercício tão perfeito nas barras assimétricas,
era impossível aquela menina romena ter tido uma pontuação de 1!
O erro foi rapidamente emendado. O juri queria dizer 10! e não 1, claro,
mas como nunca nenhum ginasta tinha recebido um 10 em
nenhuma competição olímpica, o quadro das pontuações
não estava sequer preparado para poder receber dois algarismos.
Nadia Comaneci era perfeita. O seu corpo elástico e elegante
fazia parecer tudo tão incrivelmente fácil.
Havia uma outra coisa que eu, pessoalmente, raramente vi
noutra ginasta desde Nadia - prazer, puro prazer naquilo que estava a fazer.
É isso, mais do que outra coisa qualquer, que nos atrai para Comaneci.
Ela gostava mesmo daquilo. E ainda por cima fazia-o com uma perna às costas.
Literal e metaforicamente.

sexta-feira, 20 de abril de 2012

DDT - Deambulações DeMentes Teóricas 36

The Serial Killer - Part XXVII


Matti Haapoja was a Finnish murderer whose exact number of victims is unknown. Haapoja started his criminal career as a brawler, graduating quickly to stealing horses. His first known murder happened on December 6, 1867, when he stabbed his drinking partner Heikki Impponen in a drunken brawl. He was sentenced to serve 12 years in prison at Turku for his murder. During the next 10 years he escaped from prison four times, spending months at large on each occasion. Around this time he gained great notoriety as a jailbreaker and a thief. His fame as a robber started to grow after the newspapers reported that he had robbed and shot at Esa Nyrhinen on August 12, 1876. Later it was found that Nyrhinen had been hiding Haapoja at his home and the men had had an argument.
As a result of his escapes and continued thievery, Haapoja was sentenced to life in prison in 1874. After his last escape, he petitioned for his sentence to be changed to an exile to Siberia. This was accepted and he was sent to Omskoblast in 1880. During his stay there, he is reputed to have killed a man in 1886, after which he was exiled to East Siberia. Folk stories claim that during this time Haapoja killed two other famous Finnish criminals, Anssin Jukka and Kaapo Sutki, but these tales are likely false as they offer no conclusive proof.
Around 1889 Haapoja decided to escape Siberia and return to Finland. He later claimed that he intended to emigrate to America. He raised money for this escape by committing a series of robberies and murders. He probably killed at least three men and participated in the murder of a fourth. He also obtained a passport that belonged to a Russian man whose fate remains unclear.
Haapoja returned to Finland in September 1890. A month later he murdered and robbed a prostitute, Jemina Salo. He was captured at Porvoo a couple of days later and recognized. At his trial Haapoja behaved arrogantly, confessing to this murder as well as to one of the murders he had committed in Siberia. He hoped that he would be sent back to Siberia but instead the court gave him a second life term in prison.
On October 10, 1894, Haapoja tried to escape from prison yet again. During this attempt he killed a guard and wounded two others. When he realized that he couldn't get out, he attempted to commit suicide by stabbing himself, but the wound was not fatal. However, as soon as he had recovered from the self-inflicted stabbing wound, he hanged himself in his cell on January 8, 1895.
Overall it is claimed that he confessed to 18 murders, but there are no details about this supposed confession, and the figure should be regarded as unreliable. Some sources estimate his total number of murders as 22-25. He also non-fatally wounded at least six men in knife fights.
To me Haapoja was not a serial murderer, but a plain killer who liked to have things done his way or not at all. And serial murder is an art form, not a whim.

quinta-feira, 19 de abril de 2012

PALAVRAS TRADUZIDAS 8


Sympathy for the Devil - Rolling Stones
Permitam-me que me apresente
Sou um homem de riqueza e bom gosto
Tenho andado por aqui desde há muitos anos
Roubei a alma e a fé a muitos homens

E estava lá quando Jesus Cristo
Teve o seu momento de dúvida e dor
Certifiquei-me que Pilates
Lavasse as mãos e selasse o seu destino
Prazer em conhecer-te
Espero que adivinhes o meu nome
Mas o que te está a surpreender
É a natureza do meu jogo
Fiquei em São Petersburgo
Quando vi que eram tempos de mudança
Matei o czar e os seus ministros
Anastacia gritou em vão
Conduzi um tanque
Tive a patente de general
Quando o blitzkrieg despoletou
E os corpos fediam
Prazer em conhecer-te
Espero que adivinhes o meu nome, oh sim
Ah, o que te está a surpreender
É a natureza do meu jogo, oh sim
(woo woo, woo woo)
Assisti com satisfação
Enquanto os vossos reis e rainhas
Se bateram durante dez décadas
Pelos deuses que criaram
(woo woo, woo woo)
Gritei
"Quem matou os Kennedys?"
Quando afinal
Foste tu e eu
(quem quem, quem quem)
Permitam-me, por favor, que me apresente
Sou um homem de riqueza e bom gosto
E coloquei armadilhas para trovadores
Que morreram antes de chegarem a Bombaim
(woo woo, who who)
Prazer em conhecer-te
Espero que adivinhes o meu nome, oh sim
Mas o que te está a confundir
É a natureza do meu jogo, oh sim
(woo woo, who who)

Assim como todo o polícia é um criminoso
E todos os pecadores santos
Assim como a cabeça também é a cauda
Chama-me apenas Lúcifer
Porque preciso de alguma contenção
(who who, who who)
Por isso se me encontrares
Mostra alguma cortesia
Tem alguma simpatia, e algum bom gosto
(woo woo)

Usa toda a tua polidez aprendida
Ou desperdiçarei a tua alma, sim
(woo woo, woo woo)
Prazer em conhecer-te
Espero que tenhas adivinhado o meu nome, oh sim
Mas o que te está a confundir
É a natureza do meu jogo, oh sim
(woo woo, who who)
Diz-me, bebé, qual é o meu nome
Diz-me querido, consegues adivinhar o meu nome
Diz-me, bebé, qual é o meu nome
Eu digo-te uma só vez, a culpa é tua

esta também passa o teste, obviamente

quarta-feira, 18 de abril de 2012

MAGIC MOMENTS 217

Tunes for Travelers 22fkdsf
No carro, no comboio, no autocarro, no avião, no barco. Façamo-nos às estradas deste mundo, mas que seja com estilo e energia.

Wherever he laid his hat was his home


terça-feira, 17 de abril de 2012

Macro Secrets 168




So different, yet both so atractive

segunda-feira, 16 de abril de 2012

OS ATLETAS DE ANDRÓMEDA

Martina Navratilova e Chris Evert Lloyd



As duas maiores e mais estimulantes rivais do ténis feminino.
Mas também amigas. Que se respeitavam e se picavam uma à outra.
Uma masculina, outra feminina.Uma russa, outra americana.
A dividi-las, apenas uma rede.A uni-las, a determinação,
o empenho, a força, a destreza.


“That’s a woman thing” - Chris Evert Lloyd
"Before I even met her, she stood for
everything I admired in this country:
poise, ability, sportsmanship, money, style" - Martina Navratilova


Martina e Chris defrontaram-se nada mais nada menos do que
80 vezes, nos mais prestigiados courts de ténis mundiais.
A sua rivalidade era das coisas mais bonitas que existiram no desporto,
porque era absolutamente saudável, o epítome do desportivismo
entre dois atletas que se respeitam, se temem, se admiram
e se estimulam reciprocamente.
Martina, a mulher-homem, musculada, dura, fria, a máquina do leste.
Chris, a rapariga prendada americana, com graça e estilo.
Entre as duas somaram 321 títulos singulares
(154 para a americana, 167 para a russa)
e 36 Grand Slams (18 para cada uma). Navratilova ganhou
43 das 80 partidas que disputaram.
A sua amizade fora dos courts de ténis é provavelmente das mais sólidas
e duradouras da história do desporto.

domingo, 15 de abril de 2012

DDT - Deambulações DeMentes Teóricas 35

The Serial Killer - Part XXVI
akfçla

Alfred Packer served in the Union Army in the American Civil War, in 1862. However, he was discharged for epilepsy eight months later. He then decided to try his luck at prospecting for precious metals.
In November 1873, Packer was in a party of 21 men who left Provo, Utah, heading for the Colorado gold country. On January 21, 1874 he met Chief Ouray, known as the White Man's Friend. Chief Ouray recommended they postpone their expedition until spring, as they were likely to encounter dangerous winter weather in the mountains. Ignoring Ouray's advice, Packer and five others left for Gunnison, Colorado, on February 9. The party became hopelessly lost and ran out of provisions. They were snowbound in the Rocky Mountains. Packer made three confessions which differed considerably about what occurred. In the last, Packer claimed he went scouting and came back to find one of his companions, Shannon Bell roasting human flesh. Bell rushed him with a hatchet, so Packer shot and killed him in self defense. Packer insisted Bell had gone mad and murdered all the others.
On April 16, 1874, Packer arrived alone at Los Pinos Indian Agency near Gunnison. He spent some time in a saloon, meeting several of his previous party. He claimed self-defence, but his story was not believed. During the trial, the presiding judge, M.B. Gerry, said:
Close your ears to the blandishments of hope. Listen not to its fluttering promises of life. But prepare to meet the spirits of thy murdered victims. Prepare for the dread certainty of death.
Packer signed a confession on August 5, 1874. He was jailed in Saguache, but he escaped soon after.
On March 11, 1883, Packer was discovered in Cheyenne, Wyoming, living under the alias of "John Schwartze." On March 16, he signed another confession. On April 6, a trial began in Lake City, Colorado. On April 13, he was found guilty of manslaughter and sentenced to death. In October 1885, the sentence was reversed by the Colorado Supreme Court as being based on an ex post facto law. On June 8, 1886, Packer was sentenced to 40 years at another trial in Gunnison. On June 19, 1899, Packer's sentence was upheld by the Colorado Supreme Court. However, he was paroled on February 8, 1901, and went to work as a guard at the Denver Post. He died reputedly of senility at the age of 65. Packer is widely rumored to have become a vegetarian before his death.
On July 17, 1989, 115 years after Packer allegedly consumed his companions, an exhumation of the five bodies was undertaken by James E. Starrs, then a professor of law specializing in forensic science at George Washington University. Starrs and his colleague Walter H. Birkby concluded, "I don't think there will ever be any way to scientifically demonstrate cannibalism. Cannibalism per se is the ingestion of human flesh. So you'd have to have a picture of the guy actually eating."
In 1994, David P. Bailey, Curator of History at the Museum of Western Colorado, undertook an investigation to turn up more conclusive results than Starrs'. In the Audrey Thrailkill collection of firearms owned by the museum was a Colt revolver that had reportedly been found at the site of Packer's alleged crime. Exhaustive investigation into the pistol's background turned up documents from the time of the trial: "A Civil War veteran that visited the crime scene stated that Shannon Bell had been shot twice and the other victims were killed with a hatchet. Upon careful study of Bell, he noticed a severe bullet wound to the pelvic area and that Bell's wallet had a bullet hole through it." This seems to corroborate Packer's claim that Bell had killed the other victims and that Packer shot Bell in self-defense.
By 2000, Bailey had not yet proven a link between the antique pistol and Alferd Packer, but he discovered that forensic samples from the 1989 exhumation had been archived, and analysis in 2001 with an electron microscope by Dr. Richard Dujay at Mesa State College turned up microscopic lead fragments in the soil taken from under Shannon Bell's remains that were matched by spectrograph with the bullets remaining in what was indeed Packer's pistol. While it appears certain that Bell was killed by a gunshot, the question of murder itself remains.
What matters to me here is not so much as who shot who but who ate who. Apparentely Packer was not so fond of flesh as everyone thought him to be. On the other hand, his turn to vegetarianism might indicate a somewhat loss of apetite for a long enjoyed treat ...

sexta-feira, 13 de abril de 2012

PALAVRAS TRADUZIDAS 7

Depeche Mode - Personal Jesus
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Estende a mão e toca a fé
O teu Jesus pessoal
Alguém para ouvir as tuas orações
Alguém que se importa
O teu Jesus pessoal
Alguém para ouvir as tuas orações
Alguém que está lá
Sentes-te desconhecida e estás sozinha
Carne e osso junto do telefone
Levanta o auscultador, vou tornar-te crente
Escolhe a segunda opção, testa-me
Coisas no teu peito, que precisas de confessar
Eu responderei, sabes que perdoo
Estende a mão e toca a fé
Estende a mão e toca a fé
O teu Jesus pessoal
Alguém para ouvir as tuas orações
Alguém que se importa
O teu Jesus pessoal
Alguém para ouvir as tuas orações
Alguém que está lá