domingo, 22 de abril de 2007

MURMÚRIOS DE LISBOA XXIII

Are There Any Angels For Me Today? …
lfkçldklfç

Pintura na parede interior do Palácio Sottomayor
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… I ask myself and the city, every morning, when I walk on the bus, on my way to work.
It has become a sort of ritual, as I look at everyone’s faces, trying to be as discreet as possible.
lgkçlfd
Sometimes I have to wait a few stops until I get lucky and my angel makes his or her appearance. Other times he or she is just sitting there, waiting for me to tell his or her story. And, of course, there are many empty days, when no angel pops up out of the city and into the magic travelling bus.
lgkçlfd
Are there any angels for me today? …
What defines an angel?
What particular feature makes me choose one angel instead of another, sitting right next to the first one?
I don’t really know …
I could tell you it’s just a different or a more remarkable face. I could tell you it’s because some of them are foreigners, which makes me spot them amongst others because of the unfamiliar features.
But sometimes it’s just the way someone is looking into his or her own self. Or the way they walk. Or how they’re dressed. Or because they remind me of someone. Other times it’s their whole that attracts my attention and inspires me an immediate story. It could be just a little detail. Or nothing at all.
lgkçlfd
I have found myself wondering if I have the makings of an angel … Would someone like me, choose me from the rest of the crowd to write my story? … Or am I just the one who has some kind of special ability to find other people’s stories? …
lgkçlfd
Are there any angels for me today? …
Was I anyone’s angel today? …

sábado, 21 de abril de 2007

WINGS OF WILL VII ....................... Quem disse que o Homem não consegue voar?




ºdçklfºçdkl


Divinos … ou não fossem irlandeses :)
Por favor, aperte o cinto e voe com os ...


fkdlkfç
Breve História do Sapateado Irlandês:
É caracterizado pelos movimentos rápidos das pernas, enquanto o resto do corpo e os braços permanecem em repouso.
As suas raízes têm início na Irlanda Pré-Cristã, mas a dança irlandesa recebeu também influências de várias danças continentais. O sapateado moderno descende do "sean nós" (old style).
Os senhores ingleses torciam o nariz a todas as formas de dança (ou qualquer forma de cultura irlandesa) por as considerarem subversivas, mas a tradição nunca desapareceu e espalhou-se pela América do Norte e Austrália, com as emigrações do século XIX.
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Uma explicação possível para o hábito curioso de manter os braços e o tronco em posição rígida pode estar relacionada com o palco. De forma a conseguir uma superfície dura para dançar, os bailarinos costumavam utilizar portas que deitavam no chão. Uma vez que estas portas constituíam palcos muito pequenos, não haveria espaço para os braços se movimentarem.
Mas a explicação mais prática talvez seja a mais plausível - as danças a solo são caracterizadas por movimentos intrincados e extremamente rápidos dos pés; por volta de 1890 um mestre de dança obrigava os seus alunos a competirem mantendo os braços firmemente rígidos de ambos os lados do corpo, com os punhos cerrados, de forma a realçar ainda mais a complexidade dos passos. Os que o faziam melhor, eram considerados os melhores bailarinos. Depressa outros mestres de dança imitaram esta tendência e hoje em dia esta regra tornou-se uma das principais características do verdadeiro sapateado irlandês.

sexta-feira, 20 de abril de 2007

MAGIC MOMENTS 3


jdkljsd
Para além de tudo o resto que esta música tem ... exactamente no minuto 3.37 B. B. King toca um acorde na sua amada "Lucille" que ………………… :) caraças … só o meu coração é que sabe o que consegue sentir em apenas 2 segundos ...
Como esta coisa não tem contador ... contem os segundos :)
jdkljsd

quinta-feira, 19 de abril de 2007

THE LORDS OF THE NET - M




"I am a hacker.

Enter my world."

The Mentor




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The Mentor:
O seguinte texto foi publicado na edição nº 7 do Volume 1 da revista Phrack Inc. e data de 1986. Trata-se de uma espécie de manifesto deixado pelo hacker The Mentor (membro do grupo LOD) pouco depois de ter sido preso.
Muitos consideram-no a melhor descrição alguma vez realizada sobre o espírito e a filosofia do verdadeiro hacking:
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“The following was written shortly after my arrest...
kdçlfjljdk
\/\The Conscience of a Hacker/\/
kdçlfjljdk
by
kdçlfjljdk
+++The Mentor+++
kdçlfjljdk
Written on January 8, 1986
kdçlfjljdk
Another one got caught today, it's all over the papers. "Teenager Arrested in Computer Crime Scandal", "Hacker Arrested after Bank Tampering"... Damn kids. They're all alike.
kdçlfjljdk
But did you, in your three-piece psychology and 1950's technobrain, ever take a look behind the eyes of the hacker? Did you ever wonder what made him tick, what forces shaped him, what may have molded him?
kdçlfjljdk
I am a hacker, enter my world...
kdçlfjljdk
Mine is a world that begins with school... I'm smarter than most of the other kids, this crap they teach us bores me...
Damn underachiever. They're all alike.
kdçlfjljdk
I'm in junior high or high school. I've listened to teachers explain for the fifteenth time how to reduce a fraction. I understand it. "No, Ms. Smith, I didn't show my work. I did it in my head...”
Damn kid. Probably copied it. They're all alike.
kdçlfjljdk
I made a discovery today. I found a computer. Wait a second, this is cool. It does what I want it to. If it makes a mistake, it's because I screwed it up. Not because it doesn't like me...
Or feels threatened by me...
Or thinks I'm a smart ass...
Or doesn't like teaching and shouldn't be here...
Damn kid. All he does is play games. They're all alike.
kdçlfjljdk
And then it happened... a door opened to a world... rushing through the phone line like heroin through an addict's veins, an electronic pulse is sent out, a refuge from the day-to-day incompetencies is sought... a board is found.
"This is it... this is where I belong..."
I know everyone here... even if I've never met them, never talked to them, may never hear from them again... I know you all...
Damn kid. Tying up the phone line again. They're all alike...
kdçlfjljdk
You bet your ass we're all alike... we've been spoon-fed baby food at school when we hungered for steak... the bits of meat that you did let slip through were pre-chewed and tasteless. We've been dominated by sadists, or ignored by the apathetic. The few that had something to teach found us willing pupils, but those few are like drops of water in the desert.
kdçlfjljdk
This is our world now... the world of the electron and the switch, the beauty of the baud. We make use of a service already existing without paying for what could be dirt-cheap if it wasn't run by profiteering gluttons, and you call us criminals. We explore... and you call us criminals. We seek after knowledge... and you call us criminals. We exist without skin color, without nationality, without religious bias... and you call us criminals.
You build atomic bombs, you wage wars, you murder, cheat, and lie to us and try to make us believe it's for our own good, yet we're the criminals.
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Yes, I am a criminal. My crime is that of curiosity. My crime is that of judging people by what they say and think, not what they look like. My crime is that of outsmarting you, something that you will never forgive me for.
kdçlfjljdk
I am a hacker, and this is my manifesto. You may stop this individual, but you can't stop us all... after all, we're all alike.
kdçlfjljdk
+++The Mentor+++”
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Este manifesto pode ser ouvido aqui pelo próprio, juntamente com o discurso comovente subsequente que é, no fundo, o resumo da história do hacking contado na primeira pessoa e uma crítica incisiva a um sistema educativo de que todos sofremos as consequências (quer tenhamos consciência disso ou não …):
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quarta-feira, 18 de abril de 2007

MURMÚRIOS DE LISBOA XXII

Estepes Nos Teus Olhos - Parte I


Gato preto no muro do Castelo de S. Jorge
çdlkçdlk
Vladimir (ler com a pronúncia russa, ou seja, Vlâdimier) sentou-se virado para trás e viu a sua vida passar-lhe diante dos olhos, pelo vidro da janela.
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O seu perfil era magnífico e fez-me lembrar imediatamente Harvey Keitel. Uma estrutura óssea bem marcada, um nariz grande e partido numa antiga rixa nas ruas de uma qualquer cidade decadente da Europa de Leste e uns olhos escuros e pequenos, semicerrados, que ofereciam deslumbrantes estepes geladas desdobrando-se até ao infinito. Era pequeno e entroncado, como Harvey e andaria pela mesma idade.
çdlkçdlk
Enfiado numa camisola de gola alta branca, uma camisa beje, umas calças verde escuras de bombazina e um kispo preto, Vladimir parecia um príncipe perdido no meio de Lisboa, enquanto a sua vida imensamente rica e conturbada desfilava através do vidro da janela do autocarro.
çdlkçdlk
E eu estava absolutamente hipnotizada com o seu magnífico perfil soviético recortado contra a luminosidade que vinha lá de fora. Tenho uma queda por russos, confesso. Adoro a sua fisionomia sóbria e dura, talhada em estalactites ósseas. Parecem-me sempre membros de um qualquer clã nobre e distinto e quando abrem a boca derreto-me como gelo ao sol, tal e qual a Jamie Lee Curtis n’Um Peixe Chamado Wanda.
çdlkçdlk
Vladimir era engenheiro aeronáutico e levava toda a documentação consigo no saco preto de nylon que trazia a tiracolo. Há dois anos que as suas mãos pequenas mas resistentes lidavam com carga pesada nas obras. Nada a que essas mãos não estivessem habituadas. Mas hoje, hoje Vladimir tinha finalmente conseguido uma entrevista para um emprego digno da sua condição. Ali estavam os sapatos pretos impecavelmente engraxados, que provavam isso. Um homem sabe que a primeira vitória está nos sapatos e Vladimir não descurara isso. Era um homem de princípios, forte e astuto, mas com um coração enorme.
çdlkçdlk
E foi então que pousou as suas magníficas estepes semicerradas em mim. E me observou fixamente, sem medo, francamente, desenhando um sorriso imperceptível com os lábios finos. O príncipe notara que eu o observava e devolvia-me o cumprimento, como se me quisesse dizer: “Sei que me observas há longos momentos. Não me importo. Mas também posso, certo?”
çdlkçdlk
Quando se levantou para sair apeteceu-me pedir-lhe um conselho, uma palavra que fosse, de preferência em russo. Mesmo que não entendesse, tenho a certeza que seria algo sábio e eterno, como as suas estepes.

terça-feira, 17 de abril de 2007

PSICANÁLISE XVI




One


Charlie,

Yesterday I was supposed to post a Magic Moment.
Instead, another one of my Surreal Moments happened and I was dragged out of the house and prevented from doing so.
And then, when it was all more or less over (it never is) and I could breath again, I suddenly realized something, Charlie. I suddenly had this incredibly idiotic eureka moment when I realized this: why the f.... should I be surprised with all these surreal episodes, when my entire f.... life has been one huge surreal episode?!!!!!

I had another brother, Charlie. He was born and died before I was born. He was the luckiest little bastard in the entire world. But he never knew that. Or did he? ...
Sometimes, I pretend he's up there worrying about us.

This song is for my other brother, the one who was born after me, the one who wasn't so lucky because he survived, the one who pretends he doesn't give a shit about anything, the one who does what he can to take care of us both, my mother and me ...

This is his favorite song.

domingo, 15 de abril de 2007

WINGS OF WILL VI ....................... Quem disse que o Homem não consegue voar?


DKLÇLDK
Já o disse e volto a repetir – ele é o meu primo ballerino.
Se tivesse que mostrar a um extra-terrestre que nunca tivesse visto dança na vida o que é dançar, mostrava-lhe Fred Astaire.
DKLÇLDK
Fred não dançava, flutuava. Ele não andava, deslizava. O seu corpo não era de carne e osso, mas de plasticina maleável.
E respirava classe, da verdadeira, daquela que não se aprende, mas que nasce com a pessoa e transpira por todos os poros. E isso é muito, muito, muito raro.
DLKÇLDK
É um prazer indescritível ver este homem dançar …
DKLÇLDK
Por favor, aperte o cinto e flutue com Fred

sábado, 14 de abril de 2007

THE LORDS OF THE NET - L



"The Linux philosophy is
'Laugh in the face of danger'.
Oops. Wrong One.
'Do it yourself'.
Yes, that's it."
Linus Torvalds





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Linux:
Sistema operativo semelhante ao Unix, mas de distribuição gratuita. Provavelmente o projecto hacker mais surpreendente de toda a história. Iniciado pelo finlandês Linus Torvalds em 1990, foi um sistema inteiramente concebido através da colaboração gratuita de milhares de hackers em todo o mundo. Permite aos seus utilizadores realizarem modificações no funcionamento e estrutura do próprio sistema, uma vez que o código é de livre acesso.
Apesar de ser um sistema de funcionamento considerado complicado e não user-friendly (como os seus grandes concorrentes Windows e Macintosh), uma vez que a sua instalação e utilização exige alguns conhecimentos de informática, o Linux tem vindo lentamente a ser cada vez mais adoptado, sobretudo por servidores e empresas (o mercado dos computadores pessoais ainda está por conquistar) porque apresenta 4 grandes vantagens: é mais seguro, é fiável (propenso a muito menos bugs e falhas porque melhor concebido), o seu custo é muito mais baixo (pode ser obtido gratuitamente através da internet) e não está sujeito a nenhuma marca específica, o que o torna uma espécie de produto branco que pode ser utilizado em qualquer plataforma e com quaisquer tipos de aplicativos.
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lfºçdlºç
Logotipo Linux:
Chama-se Tux e é um pinguim. Não há razão especial para Linus ter escolhido um pinguim, a não ser, como o próprio diz, pelo simples facto de gostar destes animais.
O nome é a abreviatura da palavra americana para smoking - "tuxedo", algo associado de imediato às cores e padrão da penugem dos pinguins.
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Linus Torvalds:
O finlandês Linus Torvalds começou a criar o sistema operativo Linux com apenas 21 anos de idade, tendo anunciado a sua ideia na Usenet. A partir desse momento recebeu a contribuição gratuita de milhares de hackers que ajudaram a desenvolver o sistema até à data. Trabalha actualmente para a OSDL - Open Source Development Labs, fundação criada para ajudar a desenvolver o Linux como OSDL fellow.
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Belo:
O Linux é considerado a maior e mais bela vitória da comunidade hacker sobre os seus mais acérrimos críticos, pois é um sistema inteiramente concebido de forma voluntária, por paixão e colaboração, sem quaisquer fins lucrativos em vista e com uma filosofia de concepção que tem em vista a liberdade total de utilização, desenvolvimento e aplicação.
fkçldkfl

sexta-feira, 13 de abril de 2007

MURMÚRIOS DE LISBOA XXI

Depois de insistentes pedidos por parte da legião de fans do Blog Andrómeda News (ha! ha! ha!), a série Murmúrios de Lisboa está de volta, com mais sussurros citadinos e anjos surpreendentes que pairam por essa Lisboa fora …

May The Force Be With You
kd.jlkjfd


Estátua no jardim Calouste Gulbenkian
kd.jlkjfd
Há muito, muito tempo que ele perdeu as suas asas. Nunca poderemos saber porquê, nem como. Apenas adivinhar. Mas não lhas tinham tirado. Para quê?, pensaram eles. Não vale a pena. Deixá-lo. Deixá-lo andar com elas esfarrapadas, esmilhafradas, esventradas. Deixá-lo, disseram eles. Acabarão por se desfazer em pó.
kd.jlkjfd
Isso ainda não aconteceu. Mas o seu estado é lastimável. Uma quase desapareceu, de facto. Não é mais que uns restos de penugem amputada, pendurados no meio das costas. A outra ainda se assemelha a uma asa, mas arrasta-se periclitante, sem vida. Ambas eram negras, mas o pó e a sujidade de décadas transformaram-nas numa cor indefinida e pardacenta, sem nome.
Ele cambaleia, dentro de um sobretudo negro comprido, que lhe chega quase aos pés, onde as pulgas encontraram uma mansão acolhedora. Usa um boné aos quadrados, que lhe esconde parte do rosto devastado. A sua pele encarquilhada de fim de vida está morena, não do sol mas da falta de água. E à medida que as asas foram desaparecendo, pequenas garras afiadas foram crescendo nas pontas dos seus dedos.
kd.jlkjfd
Ia sentar-se lá atrás, porque os bancos individuais (onde se senta sempre para não incomodar ninguém) estavam ocupados. Mas o rapaz (que já me começa a irritar porque me faz lembrar um actor qualquer que não consigo definir – será o Vincent Gallo? poderá ser … ou não … é capaz …) trespassou-o de tal maneira com um olhar afiado e indignado (o olhar afiado de Vincent Gallo é terrível …aliás, o Vincent Gallo todo ele me mete respeito …), que o velho recuou lentamente e voltou para junto das portas, onde ficou mais exposto. E foi nessa altura que o meu coração ganhou uma racha imperceptível que ficará lá até ao dia em que eu própria vacilar a cada passo que der.

Olhei para os outros velhos da mesma idade que ele e pasmei porque me pareceram tão fortes e vigorosos ao lado daquele anjo devastado. Como o Yoda, sentado ao meu lado, disfarçado de senhora negra. Que contraste faziam aqueles dois!
kd.jlkjfd
Tinha um carrapito cheio de cabelos cinzentos, era muito baixinha e vinha embrulhada numa camisa de flanela grossa aos quadrados, com uma combinação de cores absolutamente inacreditável e umas calças pelo menos dois números acima do seu tamanho.
Era óbvio que era o Yoda. Nem sei para que se dera ao trabalho de se disfarçar, se era para fazer uma tal figura de palhaço. E, em pensamento, comuniquei com ele e disse-lhe: “Tua fisionomia disfarçares impossível é, Yoda.”
Ele/ela levantou as sobrancelhas imperceptivelmente, franziu a testa toda e recusou-se a dar-se por vencido. Mas eu sabia que era ele, senão para quê aqueles dois sacos pesadíssimos que trazia consigo? Era mais do que óbvio (mas como poderia ele pensar que conseguia enganar uma fã? …) que estavam carregados de sabres de luz, destinados a uma batalha de Jedis algures nesta galáxia.
Claro que não saiu no aeroporto. Disfarçou e saiu algumas paragens antes, perto da Igreja, que provavelmente é outro portal para teletransporte. Saltitou o degrau com alguma agilidade mal disfarçada e eu mudei-me para o seu banco, antes que tivesse tempo de reclamar a sua bagagem.
Franziu novamente a testa, soltou um daqueles seus característicos murmúrios e pegou a custo nos sacos. Saiu, mas deixou um pensamento para trás que eu inspirei para dentro de mim com toda a determinação: “May the force be with you.”
kd.jlkjfd
Olhei para o velho que entretanto conseguira sentar-se lá à frente. A única razão porque apanha o autocarro é porque até onde tem que ir, que é longe, já não consegue voar.
Não saiu no aeroporto. Há muito, muito tempo que não frequenta tais paragens. Há muito, muito tempo que não se lembra sequer que existem.
E, enquanto tentava expirar com toda a força o pensamento do Yoda na sua direcção, pensei se aquele anjo devastado não seria afinal um antigo Jedi que se perdera, seduzido pelo lado negro da força.

quinta-feira, 12 de abril de 2007

PALAVRAS EMPRESTADAS 11

Sometimes You Can't Make It On Your Own


çdlfçdkl
dlkjfkl
dlkjfkld
Tough, you think you've got the stuff
You're telling me and anyone
You're hard enough
dlkjfkld
You don't have to put up a fight
You don't have to always be right
Let me take some of the punches
For you tonight
dlkjfkldj
Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone
dlkjfkldj
And it's you when I look in the mirror
And it's you when
I don't pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own
dlkjfkldj
We fight all the time
You and I...that's alright
We're the same soul I don't need...
I don't need to hear you say
That if we weren't so alike
You'd like me a whole lot more
dlkjfkldj
Listen to me now
I need to let you know
You don't have to go it alone
dlkjfkldj
And it's you when I look in the mirror
And it's you when I don't pick up the phone
Sometimes you can't make it on your own
dlkjfkldj
I know that we don't talk
I'm sick of it all
Can - you - hear - me - when - I -
Sing, you're the reason I sing
You're the reason why the opera is in me...
dlkjfkldj
Where are we now?
I've got to let you know
A house still doesn't make a home
Don't leave me here alone...
dlkjfkldj
And it's you when I look in the mirror
And it's you that makes it hard to let go
Sometimes you can't make it on your own
Sometimes you can't make it
The best you can do is to fake it
Sometimes you can't make it on your own
dlkjfkld
U2
fkldkfçlkd
P.S. Para quem não sabe, Bono escreveu esta música para o pai, após a sua morte

quarta-feira, 11 de abril de 2007

ELEMENTOS - ESPÍRITO

Aparição
ºdfkçdlkf
Viagem
ºdfkçdlkf
Sentido
ºdfkçdlkf
Visão
ºdfkçdlkf
Contemplação
ºdfkçdlkf
Arrebatamento
ºdfkçdlkf
Aceitação
ºdfkçdlkf
Preparação
ºdfkçdlkf
Possessão
ºdfkçdlkf
Transfiguração
ºdfkçdlkf
Volatilização
ºdfkçdlkf
Desaparecimento
ºdfkçdlkf
ºdfkçdlkf
ºdfkçdlkf
The end ...









terça-feira, 10 de abril de 2007

WINGS OF WILL V ....................... Quem disse que o Homem não consegue voar?


klgklfdj

A qualidade da música pode ser discutível (eu gosto), mas há duas coisas que ela tem que são insuperáveis – é uma one-woman-show verdadeiramente inovadora e inteligente e é corajosa – para além de muitos outros factores, acreditem que cantar e dançar ao mesmo tempo é de meter respeito (tomara muita gente mexer-se assim aos 48).
Depois, há outras coisas em que pouca gente repara, como a expressividade maravilhosa das suas mãos, por exemplo.
klgklfdj
Por favor aperte o cinto e vogue com Madonna:
klgklfdj
http://www.youtube.com/watch?v=HhP9NeWXlZo

klgklfdj

segunda-feira, 9 de abril de 2007

THE LORDS OF THE NET - K


"While many hackers have the knowledge,
skills, and tools to attack computer systems,
they generally lack the motivation
to cause violence or severe economic
or social harm."
Dorothy Denning

d-lçlçd

Kevin Mitnick:

O mais famoso nome associado ao hacking, infelizmente. Porque a única coisa que Mitnick poderá ter sido foi um cracker medíocre (uma vez que conseguiu ser apanhado). A sua muito publicitada procura e subsequente captura pelas autoridades tornaram-no uma lenda viva. Mitnick alterava a sua identidade, roubando certificados de nascimento de recém-nascidos ou crianças muito pequenas nascidas num estado e falecidas num outro estado diferente (para dificultar a sua localização). Cumpriu 5 anos de prisão e foi libertado em 2000, trabalhando actualmente como consultor informático.dº~çºçd

Captain Crunch:
Provavelmente o primeiro phreaker da história, de seu nome verdadeiro John Draper. John descobriu que um pequeno apito oferecido nas caixas de cereais Cap’n Crunch podia ser modificado para emitir um sinal de precisamente 2600 hertz – a mesma frequência usada pela companhia de telefones AT&T para efectuar chamadas. Com este mecanismo John construiu a primeira “blue box” da história – dispositivos capazes de reproduzir outros tons utilizados pelas empresas telefónicas. John foi condenado a 5 anos de prisão preventiva. Na década de 70 ensinou as suas habilidades de phreaker a Steve Jobs e Steve Wozniak – os futuros criadores da Apple Computer.
ºdçlºçld
414’s:
Um dos primeiros grupos de crackers da história. O nome tem a sua origem no código postal da zona onde o grupo actuava. Ganharam notoriedade no início da década de 80, penetrando numa série de sistemas informáticos, entre os quais se incluiu o Laboratório Nacional de Los Alamos. As suas idades iam dos 16 aos 22 anos apenas, tendo causado danos de alguns milhares de dólares utilizando computadores simples e técnicas básicas de cracking. A sua captura pelo FBI e subsequente histeria mediática levou à criação de novas leis nos EUA para regular o crime informático.
dklçldk

dklçldk
Cult of the Dead Cow:
Este grupo de hackers ficou famoso pela criação do trojan Back Orifice, que tinha por objectivo mostrar as vulnerabilidades do Microsoft Windows 98. O nome do trojan é uma paródia ao Back Office da Microsoft e significa orifício traseiro.
Um trojan, ou cavalo de Tróia, é um programa que introduzido num computador abre uma porta para uma subsequente invasão. A sua facilidade de obtenção e utilização nas vítimas, permitindo a qualquer um ganhar controlo absoluto de um computador remoto, tornaram-nos nas ferramentas de cracking preferidas dos script kiddies.
çslºçsl

çslºçsl
LOD – Legion of Doom:
Grupo lendário de hackers, activo entre as décadas de 80 e 90, foi dos grupos mais ostensivos e dos maiores contribuidores para a circulação de informação e conhecimento na comunidade hacker. Um dos seus membros escreveu aquela que é considerada a melhor descrição do espírito hacker jamais criada (ver próximos posts).

çslºçs



domingo, 8 de abril de 2007

MAGIC MOMENTS 2


flldfºçl

fdºçkºçfkl
A vista do topo do senhor Empire State Building.
Uma das maravilhas do mundo.
I miss you, New York ...



sábado, 7 de abril de 2007

ELEMENTOS - AR

Flutuação
çfkjkjf
Movimento
ldfkldçkf
Expiração
ldfkdlçk
Inspiração
ldkfdçlkf
Aproximação
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Invasão
ºdklçldk
Tensão
skçlkdçldk

Respiração
fjhfdjdjk
Meditação
flkfçlkf
Libertação

sexta-feira, 6 de abril de 2007

WINGS OF WILL IV ....................... Quem disse que o Homem não consegue voar?

LFKÇLK
Para além de ter o “walk” mais cool do planeta, e provavelmente por isso mesmo, John Travolta era um bailarino extraordinário.
Claro que hoje em dia sorrimos e até imitamos muitas vezes as suas poses kitch em Saturday Night Fever, que nos parecem agora demasiado pirosas e exageradas.
Mas o homem mexia-se e muito bem!
LFKÇLK
Por favor aperte o cinto e voe em modo disco com John:
LFKD
http://www.youtube.com/watch?v=s2S29gXTUBk

quinta-feira, 5 de abril de 2007

PALAVRAS EMPRESTADAS 10

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“O eterno retorno é uma ideia misteriosa de Nietzsche que, com ela, conseguiu dificultar a vida a não poucos filósofos: pensar que, um dia, tudo o que se viveu se há-de repetir outra vez e que essa repetição se há-de repetir ainda uma e outra vez, até ao infinito! Que significado terá este mito insensato?
O mito do eterno retorno diz-nos, pela negativa, que esta vida, que há-de desaparecer de uma vez por todas para nunca mais voltar, é semelhante a uma sombra, é desprovida de peso, que, de hoje em diante e para todo o sempre, se encontra morta e que, por muito atroz, por muito bela, por muito esplêndida que seja, essa beleza, esse horror, esse esplendor não têm qualquer sentido. Não vale mais do que uma guerra qualquer do século XIV entre dois reinos africanos, embora nela tenham perecido trezentos mil negros entre suplícios indescritíveis.”
çflºçdfºçd
(…)
çflºçdfºçd
“Numa aula de trabalhos práticos de física, qualquer aluno pode fazer uma experiência para confirmar uma dada hipótese científica. Mas o homem, porque só tem uma vida, não tem qualquer possibilidade de verificar as hipóteses através da experiência e nunca poderá saber se teve ou não razão em obedecer aos seus sentimentos.”
çflºçdfºçd
(…)
çflºçdfºçd
“Ao lembrar-se do que Tereza dissera de Z., Tomas constatava que a história do grande amor da sua vida não estava marcada por um “Es muss sein” (Tem de ser!), mas antes por um “Es konnte auch anders sein”: podia muito bem ser de outra maneira …
Sete anos antes, declarara-se por acaso um surto muito grave de meningite no hospital da cidade de Tereza e o chefe do serviço onde Tomas trabalhava fora chamado de urgência. Mas, por acaso, o chefe do serviço estava com ciática e, como não se podia mexer, Tomas fora em seu lugar a esse hospital de província. Havia cinco hotéis na cidade mas, por acaso, Tomas instalara-se no hotel onde Tereza trabalhava. Por acaso, ficara com uns momentos livres antes de ir para o comboio e fora sentar-se na cervejaria. Tereza estava, por acaso, de serviço e, por acaso, estava de serviço à mesa de Tomas. Fora portanto necessária toda uma série de seis acasos para fazer chegar Tomas até Tereza, como se, entregue a si próprio, nunca tivesse podido encontrá-la.”
çflºçdfºçd
Milan Kundera (A Insustentável Leveza do Ser)

quarta-feira, 4 de abril de 2007

PSICANÁLISE XV

Keep it Together!


Sempre que me vejo prestes a perder mais alguns parafusos, Charlie, desde há uns tempos que tenho vindo a utilizar um auxiliar que parece estar a resultar relativamente bem.
Dou por mim a repetir calma e ponderadamente, quase como se me estivesse a afagar a própria alma, a expressão "I'm fine", até conseguir restabelecer o equilíbrio e regressar a um estado considerado normal, ou próximo disso.
Este pequeno e aparentemente insignificante auxiliar tornou-se uma espécie de mantra, que é repetida incansavelmente em toda e qualquer ocasião em que me sinto a começar a resvalar pelo túnel abaixo, não exactamente como Alice em direcção ao seu País das Maravilhas, mas quase (até porque em matéria de surrealismo tenho andado a bater a Alice aos pontos).
ÇDFKÇDK
E foi então que no outro dia, enquanto repetia para mim mesma pela vigésima vez "I'm fine ... I'm fine ...", para prevenir novo resvalanço até uma zona de loucura auto-complacente e inquietante, dei por mim a pensar no Eddie Murphy (esse cómico extraordinário) e no Steve Martin (não menos extraordinário cómico) e no filme realizado pelo segundo, que ambos protagonizam, intitulado Bowfinger (O Sem-Vergonha).
ÇDFKÇDK
Nesse filme, Eddie Murphy passa a vida a repetir obsessivamente a frase "Keep it together!" perante as mais rocambolescas situações com que se vai deparando e que lhe vão abalando lentamente e com requintes de sadismo a sua frágil estrutura emocional.
E não é para menos. O enredo tem por base a seguinte premissa tresloucada (que só uma cabeça como a de Steve Martin poderia congeminar): com falta de fundos para contratar a estrela de cinema que pretendia para o seu filme, um realizador medíocre decide usá-lo na mesma, com ou sem o seu consentimento.
Ou seja, se Maomé não vem até à montanha, a montanha irá até Maomé. Neste caso, a montanha é toda a parafrenália de equipamento e equipa técnica e actores que correm constantemente atrás da estrela de cinema, improvisando cenas com diálogos rocambolescos, enquanto filmam às escondidas as suas reacções.
O que o personagem de Steve Martin (o realizador lunático) não sabe é que o personagem de Eddie Murphy está à beira de um breakdown total e decidiu procurar auxílio numa seita religiosa (paródia mais que óbvia à cientologia, que tantas estrelas de cinema tem arrebanhado) para conseguir continuar a funcionar. E uma das estratégias de afirmação positiva com que lhe lavam o cérebro é precisamente o tal "Keep it together!”
Como é óbvio, à medida que se vai cruzando com desconhecidos (os actores do filme) que o abordam de surpresa em todo o lado para lhe falar de raptos alienígenas e encenar assassínios com ketchup (o argumento do filme) diante dos seus olhos abismados, vai sendo cada vez mais difícil a Eddie Murphy manter seja o que for "together".
Claro que para gáudio dos seus fãs (eu sou uma delas), porque as variadíssimas expressões que o seu rosto versátil consegue mostrar enquanto repete "Keep it together!" obsessivamente, são uma delícia.
ÇDFKÇDK
Bom ... e eu onde entro nesta história que já vai longa?
É que olhei de repente de fora para mim mesma e pensei, a meio dum "I'm fine ...", mas a quem é que eu estou a tentar enganar? E deu-me um ataque de riso histérico porque percebi que há alturas em que espero literalmente ver aparecer na curva duma esquina da minha vida uma equipa de filmagens e respectivo realizador a gritar "Corta! Perfeito! Não leves a mal. Era tudo a brincar. A sério ...”
ÇDFKÇDK
A única diferença entre mim e o Eddie Murphy é que, em vez de ter um total breakdown, eu vou é mas é breakar as queixolas ao idiota que tem andado a gozar com a minha cara, que é na realidade o cientista louco que me usa como cobaia.
À parte isto, está tudo bem ... I'm fine ... I'm fine ... Really ... I'm perfectly fine ... I'm fine ... I'm fine ...



terça-feira, 3 de abril de 2007

THE LORDS OF THE NET - J



"Profanity is

the one language

all programmers

know best."


LDKFÇLDK
Jargon ou Jargão:
Terminologia ou gíria relacionada com uma determinada actividade, profissão ou grupo.
Normalmente o jargão refere-se ao vocabulário técnico e a gíria ou calão ao uso e termos informais de determinada língua.
A gíria do hacking denomina-se "the jargon" e confunde-se muitas vezes com a linguagem utilizada em programação técnica e ciência computacional, sendo que a generalidade do vocabulário é partilhado por diferentes grupos, muitos dos quais não reconhecem ou falam a gíria específica do hacking.
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Jargon File:
O Jargon File originário era uma colecção de gíria hacker nascida de culturas técnicas que incluiam o MIT, a universidade de Stanford e outros grupos da velha comunidade ARPANET/AI/LISP/PDP-10. Foi criado por Rapahel Finkel em 1975 e expandiu-se ao longo dos anos para originar uma espécie de compêndio que circulava pela internet e que se tornou uma lenda mantida até meados dos anos 80 pela influência que detinha sobre o desenvolvimento da linguagem e do humor da comunidade hacker.
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The New Hacker's Dictionary:
Em 1996 Eric S. Raymond publicou a última versão do Jargon File, compilada e revista exaustivamente e que constitui o maior repositório impresso (existe também a versão online) da cultura hacker, da linguagem, terminologia e vocabulários hacker e da história e características humorísticas da utilização e adaptação da linguagem pelos vários grupos que constituem a comunidade hacker.
The New Hacker's Dictionary é um livro composto por cerca de 500 páginas escritas de forma divertida, interessante e aprofundada, onde se pode ter acesso a todos os termos, lendas, mitos e anedotas criadas pela cultura hacker ao longo dos anos, desde os seus primórdios.
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Alguns exemplos de entradas do The New Hacker's Dictionary:
* Angry Fruit Salad - A bad visual-interface design that uses too many colors. (This term derives, of course, from the bizarre day-glo colors found in canned fruit salad.) (...)
* Hamster - A particularly slick little piece of code that does one thing well; a small, self-contained hack. The image is of a hamster happily spinning its exercise wheel. (...)
* Hanlon's Razor - (...) "Never attribute to malice that which can be adequately explained by stupidity." (...)
* Terminal Brain Death - The extreme form of terminal illness. What someone who has obviously been hacking continuously for far too long is said to be suffering from.
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segunda-feira, 2 de abril de 2007

MAGIC MOMENTS 1


Até que enfim!!!!! :)))))))))))))))))))))

domingo, 1 de abril de 2007

WINGS OF WILL III ....................... Quem disse que o Homem não consegue voar?




FKLK
Mikhail Baryshnikov ou Misha, um diminutivo carinhoso, é o bailarino da minha geração.
Quando eu fui introduzida ao mundo da dança estava ele no auge da sua carreira e era o digno sucessor do mito Nureyev – o bailarino que voava.
FKLKF
Mas Misha conseguiu mais do que Nureyev. Não só conseguiu voar ainda mais alto do que o seu compatriota (os seus saltos tornaram-se lendários) como também era e ainda é capaz de dançar qualquer coisa, não apenas bailado clássico.
Não se deve morrer sem ver dançar este homem. É perfeito. E faz parecer tudo tão fácil …
FKLKF
Por favor aperte o cinto e voe bem alto com Misha:FKLKF
FKLKF
FKLKF