segunda-feira, 12 de março de 2007

QUEM É O MAIOR PORTUGUÊS?

António de Oliveira Salazar
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O Estadista


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dçljfçkl28 de Abril de 1889 - 27 de Julho de 1970
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“Somos um povo de brandos costumes,
matriz cristã, fazer bem sem olhar a quem.
Porém independentes, sempre.
Em nós ninguém manda, nunca!"

domingo, 11 de março de 2007

THE TONGUE OF ANGELS X

If Heaven Is On The Way
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You in the dark
You in the pain
You on the run
Living a hell
Living your ghost
Living your end
Never seem to get in the place that I belong
Don’t wanna lose the time
Lose the time to come
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Whatever you say it’s alright
Whatever you do it’s all good
Whatever you say it’s alright
Silence is not the way
We need to talk about it
If heaven is on the way
If heaven is on the way
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You in the sea
On a decline
Breaking the waves
Watching the lights go down
Letting the cables sleep
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Whatever you say it’s alright
Whatever you do it’s all good
Whatever you say it’s alright
Silence is not the way
We need to talk about it
If heaven is on the way
We'll wrap the world around it
If heaven is on the way
If heaven is on the way
jsdkljdklj
I’m a stranger in this town
I’m a stranger in this town
jsdkljdklj
If heaven is on the way
If heaven is on the way
I’m a stranger in this town
I’m a stranger in this town
jsdkljdklj
Bush
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The End ...

sábado, 10 de março de 2007

THE LORDS OF THE NET - F



“A democracia é uma utupia
e nunca deixará de o ser
enquanto a informação
de que o Estado dispõe
não for acessível a todos.
Não há poder sem informação.”
Contak


KJFLKJSD


Filosofia:

A filosofia de vida do hacking é um exemplo absoluto do pós-modernismo:
FLKDÇLK
a) Ataque intelectual à cultura de massas atomizada, passiva e indiferente, rebeldia divertida, subversão irreverente e justaposição da fantasia com a realidade high-tech
b) Os participantes do Cyber Underground criam conscientemente dissonância como forma de criar significado social no que é percepcionado como um mundo crescentemente sem sentido
c) A característica primária do comportamento pós-moderno é fazer pouco do passado enquanto se o mantém vivo e a procura de novas formas de apresentar o que não é apresentável, de forma a quebrar as barreiras que mantêm o profano alheado da vida do dia-a-dia
d) Agir nas franjas da legalidade, parodiar a cultura de massas e desafiar a autoridade; misturar arte com ciência
e) Utilização de elementos irónicos, míticos e subversivos
f) O poder é desafiado e suplantado por rituais que aliam a destruição e o rejuvenescimento, emergindo uma forma de oposição à dominação Orwelliana (Big brother is watching you) nas mãos de uma elite controladora
g) Tentativa de repopular, reapropriar e reconstruir a relação de poder-saber que domina cada vez mais a ideologia e acções da sociedade moderna
h) Comunidade invisível com um complexo e intrincado estilo de vida cultural, uma consciência política anti-autoritária e dependente de normas de reciprocidade, rituais sofisticados de socialização, redes de partilha de informação e um sistema de valores explícito
i) Substituição irónica do controlo racional tecnológico do presente por um futuro lúdico e anárquico
k) Luta contra a tecnologia informática que amarra – o hacking é a única forma de espalhar a literacia informática pelas massas
KJFLKJSD
Utupia Comum:
Uma sociedade electrónica onde a informação é livre e não controlada, onde reina a democracia e onde a criatividade e a ingenuidade são apreciadas e admiradas. A ideia comum é a de que há algo de muito errado em tratar a “informação” e as linguagens que a veiculam como objectos ou produtos patenteados – há algo de muito negativo em inventar uma linguagem e alugá-la para outros pessoas a poderem “falar”KJFLKJSD

Kierkegaard:
Aceitou a ideia de Kant de autonomia pessoal, mas rejeitou a conclusão de que uma pessoa racional é necessariamente compelida a seguir princípios éticos. Afirmou que o importante na vida é a experiência imediata – no cerne da vida ascética está a perda do eu no imediatismo da experiência presente. Nenhum argumento racional pode convencer-nos a seguir o caminho ético porque essa decisão é radicalmente livre. A escolha entre o ético e o ascético não é a escolha entre bem e mal, mas a escolha entre escolher ou não em termos de bem e mal.
Kierkegaard viveu um século antes da era do computador, mas ofereceu-nos o mais profundo conhecimento do que é um hacker – um asceta.
KJFLKJSD

Lição Para a Sociedade:
A filosofia e o estilo de vida dos membros da comunidade hacker são um exemplo a seguir e deveriam ser estudados como um exemplo extraordinário de organização espontânea extremamente eficaz, num mundo caótico (o mundo das auto-estradas da informação):
KDFJLD
* não existem regras escritas, mas um código de conduta transmitido através do exemplo dos mais experientes às gerações mais novas – e funciona!
* não existe governo, mas um sistema social designado por meritocracia, que premeia os mais aptos e os que provam ter capacidades e ostraciza os que não respeitam as regras aceites por todos – e funciona!
* não existe qualquer tipo de organização institucionalizada, mas os seus membros colaboram voluntária e gratuitamente e sempre que há uma “chamada” geral acorrem em massa – veja-se o magnífico exemplo da elaboração do Linux!
* não existe agenda “política”, mas há décadas que os membros da comunidade hacker “vigiam” com olho de falcão quaisquer tentativas de controlo da sua (nossa) “casa”
* os seus membros são inteligentes, trabalhadores, artistas e pensadores livres – que rejeitam qualquer forma de controlo de massas e vão mais longe, criando alternativas eficazes a esse controlo de que nós (a manada social apática, iletrada e inculta) beneficiamos ao longo de décadas
KJFLKJSD

sexta-feira, 9 de março de 2007

QUEM É O MAIOR PORTUGUÊS?

Fernando Pessoa
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O Génio
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13 de Junho de 1888 - 30 de Novembro de 1935

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"Para ser grande, sê inteiro: nada

Teu exagera ou exclui.

Põe quanto és

No mínimo que fazes"
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Ricardo Reis

quinta-feira, 8 de março de 2007

THE TONGUE OF ANGELS IX

Did You Finally Get The Chance to Dance Along The Light of Day
KMFÇLDKFÇL

FDJÇKLDJF



Now that she’s back in the atmosphere
With drops of jupiter in her hair, hey, hey
She acts like summer and walks like rain
Reminds me that there's time to change, hey, hey
Since the return from her stay on the moon
She listens like spring and she talks like june, hey, hey
FDJÇKLDJF
Tell me did you sail across the sun
Did you make it to the milky way to see the lights all faded
And that heaven is overrated
FDJÇKLDJF
Tell me, did you fall for a shooting star
One without a permanent scar
And did you miss me while you were looking for yourself out there
FDJÇKLDJF
Now that she’s back from that soul vacation
Tracing her way through the constellation, hey, hey
She checks out mozart while she does tae-bo
Reminds me that there’s room to grow, hey, hey
FDJÇKLDJF
Now that she’s back in the atmosphere
I’m afraid that she might think of me as plain ol jane
Told a story about a man who is too afraid to fly so he never did land
FDJÇKLDJF
Tell me did the wind sweep you off your feet
Did you finally get the chance to dance along the light of day
And head back to the milky way
And tell me, did Venus blow your mind
Was it everything you wanted to find
And did you miss me while you were looking for yourself out there
FDJÇKLDJF
Can you imagine no love, pride, deep-fried chicken
Your best friend always sticking up for you even when I know you’re wrong
Can you imagine no first dance, freeze dried romance five-hour phone
Conversation
The best soy latte that you ever had . . . and me
FDJÇKLDJF
Tell me did the wind sweep you off your feet
Did you finally get the chance to dance along the light of day
And head back toward the milky way
FDJÇKLDJF
Tell me did you sail across the sun
Did you make it to the milky way to see the lights all faded
And that heaven is overrated
FDJÇKLDJF
Tell me, did you fall for a shooting star
One without a permanent scar
And did you miss me while you were looking for yourself out there
FDJÇKLDJF
Train

quarta-feira, 7 de março de 2007

THE LORDS OF THE NET - E




"To live outside the law

you must be honest.”

Bob Dylan




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Ética Hacker (Hacker Ethic):
1. A crença de que a partilha de informação é um bem positivo poderoso e de que é dever ético de qualquer hacker partilhar a sua experiência, escrevendo software livre de direitos e facilitando acesso a informação e a recursos informáticos sempre que possível.
2. A crença de que a quebra de sistemas por divertimento e exploração é eticamente possível desde que não se cometa roubo, vandalismo ou quebra de confidencialidade. Ambos os princípios são larga, mas nem por isso universalmente, aceites entre hackers.
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Princípios Éticos de Steve Levy:
1 – O acesso a computadores – e qualquer coisa que te possa ensinar como o mundo funciona – deve ser ilimitado e total.
2 – Toda a informação deve ser livre.
3 – Não confies na autoridade – Promove a descentralização.
4 – Os hackers devem ser julgados pela sua capacidade de fazer hacking, não por critérios como graus académicos, idade, raça ou posição social.
5 – Pode-se criar arte e beleza num computador.
6 – Os computadores podem mudar a tua vida para melhor.
7 – Como a lâmpada de Aladino, podes fazer com que o computador faça o que lhe ordenares
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Steve Levy:
Escritor norte-americano, autor do famoso “Hackers – Heroes of the Computer Revolution”, que pela primeira vez define a ética hacker e apresenta a cultura hacker como uma mais valia para a sociedade. De acordo com Levy, o objectivo do livro foi apresentar um retrato mais fidedigno dos hackers, uma vez que o autor os considera “aventureiros, visionários, corajosos e artistas”, ao invés da imagem comum de “párias e ineptos sociais”.
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Divertimento:
Na base de qualquer acto de hacking está sempre a diversão per se. Ao mesmo tempo que o hacking constitui um tremendo desafio à superação de capacidades, porque consiste em fazer com que a máquina realize algo para a qual não estava programada, o hacking deve proporcionar pura e dura diversão, sem quaisquer outros objectivos em mente (monetários, afirmação perante terceiros, prestígio, etc).
Faz parte desta linha de actuação conseguir passar por qualquer sistema completamente indetectável, precisamente para que se possa permanecer nele o máximo de tempo possível até conseguir explorar todas as suas possibilidades.
Como é óbvio, nestes termos, é fácil compreender que a última coisa que um hacker fará é roubar informação ou danificar qualquer componente dos sistemas que explora, uma vez que ambas as actividades o denunciariam e comprometeriam qualquer regresso para futuras incursões exploratórias. Os verdadeiros e verdadeiramente bons hackers são absolutamente invisíveis. Nunca ouvimos falar deles, nem nunca ouviremos falar.
ldkfçldk
Palavras de um Hacker Anónimo:
"Se crias software e o ofereces, és um óptimo ser humano. Se crias software e permites que outros o copiem e o utilizem em shareware, aprecio o teu sentido de confiança e se gostar do teu trabalho, pagá-lo-ei. Se copias software de outros e o dás, estás a prejudicá-los e devias ter vergonha, mesmo se te intitulas um subversivo info-liberal. Mas se copias de outros e vendes, és um escroque e eu desprezo-te."
ldkfçldk
Manuel Pais in "Metacarne" (romance cibernético português):
"O respeito no hackerdom depende mais do serviço prestado à comunidade do que do génio para a resolução de problemas técnicos; escreva e dê software, ajude a testar e a fazer debug de software grátis, publique informação útil, ajude a manter a infra-estrutura operacional, divulgue a cultura hacker; a cultura hacker é puramente ingénua, é uma cultura da oferta; o verdadeiro hacker faz pelo prazer de fazer bem, pelo gozo, pelo tipo de reconhecimento que vem da satisfação pessoal, não para se gabar, alia a curiosidade, a paciência, é um cowboy pós-moderno, um neo-romântico num território virgem; o amor à liberdade individual que incrementa a vida em grupo é um valor de contracultura (...)"
ldkfçldk

terça-feira, 6 de março de 2007

PSICANÁLISE XI

The Perfect Hug
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A couple of months ago someone gave me the perfect hug.
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Of course soon after that he also hurt me. Not too much, because I didn't let him get too close to do much damage. I gave him the "no mercy" treatment.

Remember Karate Kid? Well, the bad guy would scream at his devoted pupils to have "No mercy!" against the Kid. And so I always remember his ugly face and the Kid's final incredible karate kick at the end of the movie.
fdkfdkl
The "no mercy" treatment consists of:
a) Not answering any phone calls
b) Not answering any messages
c) Giving absolutely no sign of life
fdkfdkl
One of two things can happen in response to the "no mercy" treatment:
a) He keeps calling until he finally gets me to talk to him again
b) He calls a couple of times and quickly gives up
fdkfdkl
Of course b) is what usually happens and this time was no exception to the rule.
KJFKLJ
The "no mercy" treatment is excellent to get rid of those nasty little pains in the neck that can turn into real lousy problems, if you give them enough time to grow fat and ugly. If b) happens then you know it wasn't meant to be ... I know because I've also had a few a). They're very rare, but they do exist and they do try until you think they couldn't possibly try any harder ...
kjfdlk
He will never know he gave me the perfect hug.
D,FJHKJD
Life is ironic, Charlie. How can anyone hurt you and at the same time give you such a precious gift, that will remain with you for a very long time, perhaps all your life? ... It wasn't too tight nor too lose. It didn't last too long and it wasn't too short. It had the precise amount of pressure to make me feel wanted, but not so much as to make me feel unconfortable or a property.
kjfdlk
I wonder if I gave him anything in return for his perfect hug ... He once told me I gave him peace …
kjfdlk
Life is so wonderful and terrible at the same time. I know you know that, maybe even better than I do, Charlie. And that's why we always keep that shity shred of hope until the very last f...... second, right Charlie?
kjfdlk
'Cause, who knows? Maybe there's another perfect hug waiting for us just around the corner ...
kjfdlk

domingo, 4 de março de 2007

PLIM! I (Palavras Loucamente IluMinadas)



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"A morte é a curva da estrada
Morrer é só não ser visto."

Fernando Pessoa



sábado, 3 de março de 2007

QUEM É O MAIOR PORTUGUÊS?

Aristides de Sousa Mendes
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O Humanista
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19 de Julho de 1885 - 3 de Abril de 1954

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Era realmente meu objectivo salvar toda aquela gente
cuja aflição era indescritível. (…) Não podia eu fazer diferença (…)
visto obedecer a razões de humanidade que não distinguem raças,
nem nacionalidades. (…) Posso ter errado.
Mas, se errei, não o fiz com intenção, tendo procedido sempre
segundo os ditames da minha consciência que (…) nunca deixou
de me guiar no cumprimento dos meus deveres, com pleno
conhecimento das minhas responsabilidades.”

quinta-feira, 1 de março de 2007

THE TONGUE OF ANGELS VIII

Don’t lie to me …
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My girl, my girl, don't lie to me,
Tell me where did you sleep last night.
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In the pines, in the pines,
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through.
çdflkjçljdf
My girl, my girl, where will you go?
I'm going where the cold wind blows.
çdflkjçljdf
In the pines, in the pines,
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through
çdflkjçljdf
Her husband, was a hard working man,
Just about a mile from here.
His head was found in a driving wheel,
But his body never was found.
çdflkjçljdf
My girl, my girl, don't lie to me,
Tell me where did you sleep last night.
çdflkjçljdf
In the pines, in the pines,
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through.
çdflkjçljdf
My girl, my girl, where will you go?
I'm going where the cold wind blows.
çdflkjçljdf
In the pines, in the pines,
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through.
çdflkjçljdf
My girl, my girl, don't lie to me,
Tell me where did you sleep last night.
çdflkjçljdf
In the pines, in the pines,
Where the sun don't ever shine.
I would shiver the whole night through.
çdflkjçljdf
My girl, my girl, where will you go?
I'm going where the cold wind blows.
In the pines, …the pines,
……… sun,
……….shine.
çdflkjçljdf
Nirvana

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

THE LORDS OF THE NET - D




"Hacker sees bug.
Hacker fixes bug.
Hack, hacker, hack."
Shlomi Fish







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Defacement:
O acto de modificar a homepage de um determinado site, substituindo as imagens e textos da instituição/empresa em causa por mensagens de cariz político ou mesmo pessoal. O Defacement funciona como uma espécie de graffiti electrónico (aliás, hackers e graffiters têm muito em comum, a meu ver).
Outra funcionalidade do defacement (quando realizado por hackers) é mostrar a vulnerabilidade dos sistemas, deixando um aviso e um contacto para resolver o problema, normalmente sob a forma de algo como: "Este site não é seguro."
Um famoso exemplo de hacktivism utilizando este processo foi o defacement perpetrado pelo grupo de hackers portugueses Toxyn à homepage do site do Ministério dos Negócios Estrangeiros da Indonésia em 1997 (pode ser visto aqui: http://www.2600.com/hackedphiles/east_timor/
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Social Engineering:
Técnica de obtenção de informação através do contacto humano, que é sobretudo usada por crackers ou samurais. O objectivo é obter, por exemplo, passwords através de identidade falsa, utilizando um esquema típico de alguém que telefona para quem tem essa informação e finge ser um técnico de sistemas ou um funcionário apressado e esquecido.
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Samurai:
Hacker contratado para realizar actividades de cracking, como por exemplo para descobrir informação no contexto de “guerras” empresariais ou em casos de tribunal, sempre dentro da legitimidade.Consta que seguem a filosofia dos samurais japoneses e afirmam respeitarem uma rígida ética de lealdade para com os seus empregadores, desdenhando o vandalismo e roubo perpetrados por crackers criminosos, contrários à ética hacker. Alguns citam o Livro dos Cinco Anéis de Miyamoto Musashi para justificar os princípios que seguem.
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Tiger Team:
Equipas compostas por sneakers que têm por objectivo penetrar sistemas para detectar e registar as respectivas falhas.Hoje em dia muitas empresas realizam concursos públicos destinados à participação explícita de hackers, para que tentem penetrar os seus sistemas, precisamente para conseguirem detectar e melhorar as medidas de segurança implementadas.

Desafio:
Mais do que o domínio de técnicas, de programação ou de internet, o hacking é sobretudo acerca da fome intelectual e da busca do conhecimento, da defesa da liberdade de expressão e do acesso livre à informação.
É a defesa de sistemas abertos, soluções integradas e recursos distribuídos. Esta liberdade não significa que as coisas sejam de borla, mas sim que possa existir a liberdade de copiar a informação (o código de um programa ou sistema, por exemplo) para que seja possível adaptá-la ao uso próprio de cada um.
De acordo com a filosofia hacker (e com o senso comum ...), guardar informação é ineficiente, gasta recursos e abranda a evolução tecnológica, conduzinho à duplicação inestética de esforço.
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

QUEM É O MAIOR PORTUGUÊS?

Marquês de Pombal
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O Reconstrutor
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13 de Maio de 1699 - 8 de Maio de 1782

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"Enterrar os mortos e cuidar dos vivos!"

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

CONGRATULATIONS MARTIN & FOREST !

Por vezes é bom não conseguir prever tudo :)
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Há muitos anos atrás Forest Whitaker representou magistralmente o mago Charlie "Bird" Parker em Bird, de Clint Eastwood.
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Fica aqui a música de celebração para ambos, que tenho a certeza Scorsese também aprovaria, ou não fosse ele um dos realizadores que melhor soube retratar a cidade que nunca dorme, berço de Birdland, o lendário clube de jazz em Manhattan, onde Charlie tocava.
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Let the bird sing in praise of the two geniuses :)


domingo, 25 de fevereiro de 2007

OSCAR NIGHT !

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Sim ... todos nós, cinéfilos, sabemos que aquilo é uma grande politiquice, que é por modas, que os amigalhaços votam todos uns nos outros, que nem sempre os melhores ganham e que muitas vezes os melhores não são sequer nomeados ...
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Mas a magia perdura sempre ... e no fim de contas é isso que importa e a que não conseguimos resistir.
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Por mim, abomino os intelectualóides que recusam um momento de puro fetishismo (ver os nossos ídolos na passadeira), futilidade (devorar os deslumbrantes vestidos delas) e voyeurismo (ver quem vem com quem e quem diz o quê).
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Sim, não perco uma cerimónia há anos.
E este ano vou estar a torcer, como todos os anos acontece, por um ídolo - Forrest Whitaker. Espero que seja a grande noite deste extraordinário e muitas vezes subaproveitado actor (já devia ter ganho há muitos anos com Bird). Porque pelo Scorsese já perdi todas as esperanças ...
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O poster deste ano é espectacularmente simples e bonito - apresenta algumas das mais memoráveis deixas cinematográficas de todos os tempos, que nos ficaram na memória e que por vezes citamos.
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It's Oscar night!




sábado, 24 de fevereiro de 2007

THE TONGUE OF ANGELS VII

To a friend ... I will be the keeper of your secret ...
Friendship is accepting you, just as you are

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Your Story To Remain Untold
kfçldkçfdlk

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You say you want
Diamonds on a ring of gold
You say you want
Your story to remain untold
kfçldkçfdlk
But all the promises we make
From the cradle to the grave
When all I want is you
kfçldkçfdlk
You say you'll give me
A highway with no one on it
Treasure just to look upon it
All the riches in the night
kfçldkçfdlk
You say you'll give me
Eyes in a moon of blindness
A river in a time of dryness
A harbour in the tempest
kfçldkçfdlk
But all the promises we make
From the cradle to the grave
When all I want is you
kfçldkçfdlk
You say you want
Your love to work out right
To last with me through the night
kfçldkçfdlk
You say you want
Diamonds on a ring of gold
Your story to remain untold
Your love not to grow cold
kfçldkçfdlk
All the promises we break
From the cradle to the grave
When all I want is you
kfçldkçfdlk
You...all I want is...
You...all I want is...
You...all I want is...
You...

U2

sexta-feira, 23 de fevereiro de 2007

THE LORDS OF THE NET - C



"Being a social outcast
helps you stay concentrated
on the really important things,
like thinking and hacking."
Eric Raymond


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Cyber Underground:
Rede social de indivíduos que circulam e actuam separadamente na Internet, suportando-se mutuamente através da partilha de informação e outros recursos.
Por vezes estes indivíduos organizam-se em pequenos “grupos de trabalho” para realizarem actividades esporádicas em conjunto.
Existem hoje em dia inúmeros tipos de participantes que constituem o tecido social do Cyber Underground.
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Hacker (ou White Hat Hacker):
1. Alguém que gosta de explorar detalhes de sistemas programáveis e tentar alargar as suas capacidades, em oposição à maioria dos utilizadores, que preferem aprender apenas o essencial. 2. Alguém que programa entusiasticamente (às vezes obsessivamente) ou que gosta de programar em vez de apenas teorizar sobre programação. 3. Alguém que é bom a programar a alta velocidade. 4. Especialista num determinado programa ou que o utiliza frequentemente para trabalhar com ou nele. 5. Alguém que gosta do desafio intelectual que representa ultrapassar ou rodear criativamente qualquer limitação.
É melhor ser-se apelidado de hacker por outros do que auto-proclamar-se hacker. Os hackers consideram-se uma espécie de elite (uma meritocracia baseada em aptidão), embora sejam sempre bem-vindos novos membros.O termo refere-se a hackers da velha guarda com um forte sentido de ética, responsáveis por muitas coisas que utilizamos actualmente. Alguns nomes lendários são Steve Wozniak (um dos fundadores da Apple), Richard Stallman (fundador do GNU), Bill Gates (criador do sistema operativo Windows), Bill Joy (co-fundador da Sun Microsystems) e Linus Torvalds (criador do sistema operativo Linux).
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Cracker (ou Black Hat Hacker):
Alguém que quebra a segurança de um sistema. Termo criado em 1985 por hackers para se defenderem contra o mau uso jornalístico do termo hacker. Enquanto que se espera que qualquer verdadeiro hacker tenha feito algum tipo de cracking e saiba a maioria das técnicas básicas, de qualquer um que tenha passado a fase inicial espera-se que tenha ultrapassado o desejo de fazê-lo, excepto por razões imediatas, benignas e práticas (por exemplo, se for necessário tornear a segurança de um sistema para poder concluir um trabalho).
Os crackers normalmente reunem-se em grupos pequenos, muito fechados e secretos. Embora gostem de se descrever como hackers, a maioria dos verdadeiros hackers consideram-nos uma forma de vida distinta e inferior. A maioria dos crackers são hackers medíocres. O único objectivo de um cracker é prejudicar. Roubos de cartões de crédito seguidos de pedidos de resgate são comuns.
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Phreaker (Phone hacker):
Alguém que consegue quebrar uma rede telefónica (ou outro tipo de redes de comunicação) para, por exemplo, conseguir realizar chamadas de longa distância sem pagar.
Numa determinada época o phreaking chegou a ser uma actividade semi-respeitável dentro da comunidade hacker, havendo inclusive uma espécie de acordo de cavalheiros que aceitava o phreaking enquanto jogo intelectual e forma de exploração, mas que o condenava se o objectivo fosse o roubo de serviços.
Aliás, os primeiros hackers e phreakers não se distinguiam, uma vez que a actividade hacker teve início na época em que ainda se dependia de linhas telefónicas analógicas para o acesso à nova tecnologia.
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Demigod:
Hacker com anos de experiência, reputação mundial e um papel primordial no desenvolvimento de pelo menos um sistema, ferramenta ou jogo usado ou conhecido por mais de metade da comunidade hacker. Para se ser reconhecido como tal, tem que existir uma identificação pessoal com a comunidade hacker e ter de facto ajudado a moldá-la.
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Hacker negro (dark side hacker):
Hacker criminoso ou malicioso. O termo tem origem no personagem da saga Guerra das Estrelas de George Lucas, Darth Vader que foi “seduzido pelo lado negro da Força”. É propositada a implicação de que os hackers formam uma espécie de elite de guerreiros Jedi tecnológicos. É outro dos termos para descrever um cracker. Possuem habilidade de hacker mas não hesitam em cometer actos destinados a prejudicar computadores ou outras pessoas. Só existem cerca de 100 em todo o mundo e são obsessivamente avessos a publicidade.
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Wannabee (em português também se usa o termo Larva):
Alguém que está na rota para se tornar hacker, mas que ainda não possui as capacidades suficientes para o ser.
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Script Kiddie:
Normalmente miúdos com poucos conhecimentos do funcionamento da Internet e que se limitam a fazer downloads de scripts já prontos a partir de sites, tentando a sua sorte até obter sucesso com sites pouco protegidos. A maioria dos defacements (excepto quando existem motivos ideológicos mais profundos) e do lançamento de vírus são feitos por script kiddies.
A grande maioria dos que se auto-intitulam hackers são script kiddies. Os verdadeiros hackers jamais admitem sê-lo.

Lamer:
Termo comum entre crackers, que significa o mesmo que wannabee.

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quinta-feira, 22 de fevereiro de 2007

PSICANÁLISE X

Charlie ...



Sometimes you just feel like listening to your song :)

Eu tinha uma caixinha de música quando era miúda. Nunca mais a vi...Ando zangada com a minha mãe desde essa altura...Porque não lhe perdoo se ela a deitou fora...Mas adiante...

A caixinha era rectangular e amarela. Rodava-se um botão e passavam uns bonequinhos coloridos de gabardines e galochas, com guarda-chuvas e gotas a cairem, enquanto esta música passava, sem voz, só instrumental. Foi a Mrs. Dilly que ma ofereceu. A Mrs. Dilly era a amiga inglesa da Tia Pilar, que por sua vez era a amiga espanhola da minha Abuelita chilena. E a Mrs. Dilly trazia sempre presentes mesmo giros de Inglaterra :)
Acho que é desde aí que eu adoro chuva. Ou isso ou então é da costela inglesa.

Anos mais tarde descobri maravilhada, enquanto via o filme, que a minha música fazia parte da banda sonora de Butch Cassidy and the Sundance Kid - é naquela parte em que o Paul Newman anda a fazer cabriolas de bicicleta com a rapariga que era o terceiro elo do triângulo amoroso que tinha com o Robert Redford.

E esta é a minha música :) E hoje apetece-me ouvi-la porque lavei a alma e deixei de me sentir um monstro ...

It's still raining, Charlie ... It isn't over yet, but it's clearing out ... It's clearing out ...

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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2007

THE LORDS OF THE NET - B





"The more I C,
the less I see."


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BBS (Bulletin Board System):
Sistema electrónico de boletins, ou seja, uma base de dados composta por mensagens deixadas pelos participantes, normalmente organizadas por tópicos.
Os BBSs nasceram na década de 70 como principal meio de comunicação entre os membros da comunidade hacker. Normalmente não são publicitados propositadamente, uma vez que se destinam a acolher apenas utilizadores sérios que procurem informação e que demonstrem conhecimentos sobre as técnicas de hacking. A maioria dos BBSs dispõe de um sistema de acesso constituído por perguntas que servem para testar o nível de conhecimentos do aplicante.
Os BBSs são também uma forma de hackers experientes ensinarem a ética hacker aos mais novatos, servindo de mentores.

Vocabulário:
Os hackers adoram jogos de palavras e são extremamente conscientes e inventivos no uso da língua; têm a perfeita noção do que fazem quando distorcem a linguagem, utilizando o conceito de gramática criativa que tem por objectivo produzir um tipo de humor muito inteligente e também porque a precisão da expressão (num mundo onde não existe a percepção visual do interlocutor) é mais importante do que o conformismo às regras tradicionais.
O tipo de linguagem que se utiliza hoje em dia nas mensagens de telemóvel nasceu na comunidade hacker há muitas décadas atrás (emoticons - :), ;), LOL, a utilização de k’s etc), apesar de poucas pessoas saberem isto.

1. Duplicação Verbal – Comentários sarcásticos; Ex: “Loose, loose”
2. Gíria Sonora – Uso de rimas ou jogos que convertem palavras ou expressões de uso corrente em algo mais interessante; Ex: “for historical reasons” (por razões históricas) à “for hysterical raisins” (por uvas histéricas)
3. Excessiva Generalização – Aplicação de termos informáticos a contextos não informáticos para criar analogias divertidas; transformar qualquer substantivo num verbo e vice-versa
4. Inarticulações Faladas – Palavras que reproduzem acções impossíveis de representar de outro modo; Ex: Mumble (resmungo), Sigh (suspiro), Groan (rosnado)
5. Antropomorfização – Falam de objectos como se lá dentro existissem homenzinhos que falam uns com os outros com intenções e desejos; Ex: “The protocol handler got confused”
6. Troca ou repetição de sílabas – Jogos com palavras para reforçar o seu significado; Ex: worng (wrong), too repetetetive (repetetive), Incorrectspa cing (incorrect spacing), dain bramage (brain damage), I’m cixelsyd (I’m dyslexic)
7. Adopção de linguagem de programação na língua corrente – Por hábito ou por defeito profissional; Ex: Transformar palavras em perguntas, adicionando-lhes a letra “p” da linguagem LISP (“Foodp”)

DefCon:
A maior e mais famosa conferência mundial de hackers. Realiza-se nos EUA, em Las Vegas e concentra todos os anos os gurus da comunidade, jornalistas, programadores, especialistas em segurança, agentes governamentais que trocam técnicas, histórias de guerra e discutem o futuro da comunidade e da tecnologia.

Dilbert:
Nome de uma série e respectivo personagem de BD incrivelmente popular no seio da comunidade hacker.
Dilbert é um engenheiro de sistemas que trabalha numa empresa de alta tecnologia. A série parodia de forma acutilante as condições de trabalho e as práticas de gestão absurdas que costumam ser alvo da chacota de qualquer hacker que se preze.
Scott Adams, o seu criador, afirma que nunca conseguiu criar um único episódio ficcional de Dilbert que não tenha tido correspondência na vida real ou que os seus colaboradores não tenham conseguido superar com outro ainda mais bizarro.

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terça-feira, 20 de fevereiro de 2007

THE TONGUE OF ANGELS VI

Sit Down Next To Me
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I'll sing myself to sleep
A song from the darkest hour
Secrets I can't keep
Inside of the day
Swing from high to deep
Extremes of sweet and sour
Hope that God exists
I hope I pray
fjglkfj
Drawn by the undertow
My life is out of control
I believe this wave will bear my weight
So let it flow
fjglkfj
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, down, down, down, down
In sympathy
fjglkfj
Now I'm relieved to hear
That you've been to some far out places
It's hard to carry on
When you feel all alone
Now I've swung back down again
It's worse than it was before
If I hadn't seen such riches
I could live with being poor
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, down, down, down, down
In sympathy
fjglkfj
Those who feel the breath of sadness
Sit down next to me
Those who find they're touched by madness
Sit down next to me
Those who find themselves ridiculous
Sit down next to me
In Love, in fear, in hate, in tears
fjglkfj
Down
Down
fjglkfj
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, down, down, down, down
In sympathy
fjglkfj
Oh sit down
Sit down next to me
Sit down, down, down, down, down
In sympathy
fjglkfj
Down
fjglkfj
James

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2007

THE LORDS OF THE NET - A



"Build a system
that even a fool can use,
and only a fool
will want to use it."
Build
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ARPAnet (Advanced Research Projects Agency Network):
Em 1969 o Departamento de Defesa norte-americano criou uma rede de comunicação transcontinental, de alta velocidade que constituiu a primeira experiência do género em comunicação digital. Esta rede nasceu com o intuito de servir de meio de comunicação entre as diversas agências do governo (nomeadamente os serviços secretos), mas não tardou em alargar-se e ligar centenas de universidades, fornecedores e laboratórios de investigação. Este foi o primeiro passo para a criação em décadas posteriores da Internet e subsequentemente da World Wide Web.

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Anos 60:
A cultura hacker teve início nos finais da década de 50 quando o termo “hacker” começou a ser utilizado por programadores, aplicado aos pesquisadores pioneiros do famoso e prestigiado MIT (Massachusetts Institute of Technology), que experimentavam e afinavam a nova tecnologia informática.
Neste contexto, o termo “hacker” referia-se a um programador profissional inortodoxo e talentoso, cujo objectivo era a rebeldia contra interferências burocráticas que impedissem a exploração do funcionamento dos sistemas técnicos, para permitir encontrar e resolver vulnerabilidades.
Os primeiros hackers rejeitavam os princípios e práticas Tayloristas e insistiam em considerar o trabalho informático como arte, devendo enraizar-se na expressão artística e na prática artesanal, em vez de em normas e burocracias.
Foram eles os criadores da Internet tal como a conhecemos hoje e os seus maiores defensores, acreditando que a Rede serviria para beneficiar toda a humanidade.
Toda a era informática até aos anos 80 é também apelidada de Elder Days - A era heróica do hacking e da ARPANET. Foi um termo retirado propositadamente da fantasia épica The Lord of the Rings, de J.R.R. Tolkien.
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Anos 70:
Possivelmente influenciados pela contestação que caracterizou toda a década de 70 a nível mundial, e como os computadores eram considerados nesta altura a suprema manifestação do poder da tecnologia, a cultura hacker defendia a sua utilização sem limitações pelo cidadão comum. “Tecnologia é Poder” era a palavra de ordem.
Nesta altura o termo “hacker” passou a estar conotado com alguém obcecado em entender e dominar qualquer sistema informático, e não apenas os profissionais. Desenvolveram um enorme cepticismo pelos produtos “mainstream”, preferindo conceber as suas próprias ferramentas de programação e hardware.
Foram eles os pioneiros do desenvolvimento de software que permitiria a acessibilidade de terminais públicos, conferências informáticas e os computadores pessoais que usamos hoje em dia.
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Anos 80:
Emergiu o chamado “submundo informático” ou Cyber Underground, com a democratização da Internet. Estimulados pelo famoso filme “War Games” e a muito publicitada apreensão do gang conhecido como “The 414s” (grupo de crackers – ver próximos posts), começaram a ser vistos como miúdos geniais capazes de entrar em qualquer computador.
A comunidade fragmentou-se, dando origem a uma nova geração de intervenientes que pouco tinham que ver com os hackers puros – script kiddies, crackers, hackers negros, etc. O termo “hacker” passou a ser sinónimo de criminoso e o termo “hack” a sabotagem de um sistema informático.
A definição imprecisa dos media e a incompreensão relativamente ao significado e à essência de um hacker resultaram na aplicação errónea e profundamente injusta do termo a todas as formas de maldade ou crime informático.
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Anos 90:
Foi a década do Hacktivism – a quebra de sistemas relacionados com movimentos políticos antagonistas. Ficaram famosos os defacements (alteração da homepage de um site para colocar propaganda contestatária) a sites de agências governamentais como a CIA e o FBI, a guerra virtual travada por hackers israelitas contra sites do Hezbollah e o aparecimento de grupos como os Ethical Hackers Against Pedophillia, cujo alvo é o abate de sites de pornografia infantil.
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Actualidade:
O desenvolvimento do sistema operativo Linux (uma das fantásticas criações da comunidade hacker – ver próximos posts) e o melhoramento da Internet actual – fala-se na criação de uma Internet 2 (mais rápida, mais segura e mais “elegante”) são os principais desafios que ocupam os hackers da nova vaga, fiéis ao espírito de busca incessante que sempre os caracterizou.
As quotas de mercado do Linux têm subido em flecha nos últimos anos, contrariando os velhos do Restelo que lhe auguravam um futuro condenado face aos gigantes Windows e Macintosh e a campanha em prol do aumento de produtos Open Source tem conhecido uma adesão enorme.
Hoje, como ontem, a comunidade hacker continua a arquitectar as auto-estradas da informação com elegância, espírito inventivo e incansável dedicação, abrindo os caminhos do futuro, silenciosa e discretamente, sem esperar reconhecimento.

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