sábado, 17 de setembro de 2011

MURMURS FROM IRELAND XXII

O Mar
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Azul de manto real voluptuoso, o mar do Paraíso é profundo, belo, rico, encorpado, cálice de um vinho salgado intenso que sacia os olhos e repousa a alma.

Sobe até ao céu, misturando-se com ele. Não fossem as ilhas, pequenos filhos naturais desse casamento feliz e profundo, e não teríamos noção de estar em terra ou no céu.


Concluí, não foi preciso pensar muito, que nunca tinha visto realmente o mar até vir aqui, à Península de Dingle.



Sei que voltarei, um dia, em vida ou em sonhos ou em espírito, a este mar.



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E então deitar-me-ei, como o Gigante Adormecido, e permanecerei em sonhos, para toda a eternidade.


Nunca mais vi o mar, desde que estive em Dingle.

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I will see you soon, Paradise.

May the road rise up to meet you, may the wind be ever at your back. May the sun shine warm upon your face and the rain fall softly on your fields. And until we meet again, May God hold you in the hollow of his hand.

çºdlas

= FIM =


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